O CEO que Eu Paguei

35 Desse jeito…


Helena arfava entre suspiros, o corpo quente colado no banco enquanto Heitor a observava como se ela fosse um pecado feito sob medida para ele. Os olhos azuis ardiam de desejo, mas também de domínio. Ele estava em cima dela, a respiração acelerada e o controle se esvaindo com cada segundo.

— Cê tem ideia do que tá fazendo comigo? — ele murmurou, a voz grave, arrastada, quente no ouvido dela.

Ele a puxou a fazendo ficar de joelhos com o corpo bem colado no dele.

A mão grande desceu pelas costas dela, sentindo cada curva como se decorasse um mapa sagrado. Chegando à base da coluna, ele traçou o caminho até a cintura, passou para a lateral do quadril e, com um puxão firme a deixou contra o corpo dele. Heitor desceu a outra mão e foi até a calcinha dela.

Helena soltou um gemido abafado quando sentiu o elástico sendo puxado e depois solto contra a pele, numa batida que provocou mais que barulho.

Heitor sorriu, meio torto, encantado com a cena à frente. Passou a mão pela lateral das coxas dela, apertando, explorando, roçando os dedos com lentidão provocativa.

— Você é perfeita demais, sabia? — ele disse, o tom carregado daquele charme carioca inconfundível. — Uma mulher dessa aqui devia vir com manual de advertência. Só de olhar, já destrói o juízo de qualquer homem.

Ele se inclinou e beijou o abdômen dela com desejo. Depois a cintura. Depois os seios. Os lábios encontraram a pele sensível com precisão, sugando, mordiscando, fazendo Helena arquear o corpo e suspirar o nome dele entre dentes. A cada movimento da boca dele, ela tremia. A cada toque, perdia o controle que lutava para manter.

Ele a encostou melhor no banco, posicionando-se entre suas pernas. Passou o polegar pelo elástico da calcinha novamente, agora deixando-a presa como se fosse uma moldura e os grandes lábios molhados com aquele fio de calcinha era delicioso. O olhar dele descia e subia, encantado com a visão.

— Eu juro… — ele disse, a voz mais rouca do que nunca —... que só de te ver assim, eu quase esqueço de tudo.

Helena sorriu, mordendo o lábio, completamente entregue àquele momento. Heitor tirou a calcinha dela e jogou no banco da frente. Ele pegou o pau e começou a esfregar no clitóris dela, sentindo os grandes lábios roçarem na cabeça do pau dele. Heitor virou o olhos de prazer, uma mão no pau esfregando nela e a outra segurando a cintura de Helena.

Ele desceu o pau até a bucetinha dela que estava tão molhada que parecia até que tinha gozado. Ele nunca tinha visto uma mulher tão molhada assim. Mas quando ele se inclinou mais, pressionando o pau para entrar na buceta dela, ela sentiu.

— Espera… — ela murmurou, empurrando o peitoral dele levemente. — E a camisinha?

Heitor fingiu uma cara de sofrimento, os olhos semicerrados.

— Pô, amor… logo agora? Vai ser mais gostoso sem… Eu prometo.

Ela ergueu a sobrancelha.

— Vai colocar ou vai voltar pro banco da frente?

Ele praguejou baixo, mas o sorriso no canto da boca entregava que ela tinha vencido. Esticou o braço até o porta copos, e puxou o pacotinho prateado.

— Cê me mata, sabia? — murmurou, rasgando com os dentes, ainda encarando ela com um olhar indecente. — Mas se for pra morrer assim… eu aceito.

Helena soltou uma risada baixa, mas a respiração já vinha curta. O corpo tremia de expectativa. E o jeito como ele a olhava… como se o mundo todo tivesse resumido ali, na mulher que se contorcia sob o toque dele… a deixava sem ar.

Heitor deslizou a camisinha pelo pau o mais rápido que conseguiu. Os olhos não desgrudavam dela nem por um segundo. Helena, ainda ofegante e com os lábios entreabertos, abriu um pouco mais as pernas, convidando, pedindo — mesmo sem dizer uma palavra.

Ele se inclinou sobre ela, os corpos colados, o calor entre os dois quase insuportável. Uma mão firme em sua cintura, a outra apoiada ao lado da cabeça dela.

— Olha pra mim — ele murmurou, a voz mais baixa e densa que ela já tinha ouvido.

E ela olhou.

Quando ele começou a se encaixar, devagar, Helena sentiu a respiração falhar. Ele era grande. Muito. Mas ela estava tão molhada, tão entregue, que o corpo recebeu como se tivesse sido feito pra ele.

Heitor soltou um gemido rouco, masculino, o som carregado de desejo.

— Caralho… — ele sussurrou contra a boca dela. — Que apertadinha, Helena… parece que vai esmagar o meu pau.

Ela gemeu baixo, mas intenso, o nome dele escapando como um sussurro úmido.

— H…Heitor…

Ele começou a se mover, devagar, enfiando o pau até as bolas encostarem na bunda dela. Os olhos fixos no dela, como se o prazer viesse não só do corpo, mas da expressão que ela fazia de prazer bruto, enlouquecendo sentindo ele entrar nela .

— Tá me sentindo, gostosa? — ele murmurou com aquele sotaque arrastado que fazia até as paredes da alma dela tremerem.

Ela assentiu, gemendo mais alto quando começou tirar e a meter tudo mais fundo.

O som da pele batendo junto com o som de molhado, o carro balançando, os gemidos deliciosos crescendo. Helena cravou as unhas nas costas dele, puxando, pedindo mais sem precisar abrir a boca.

Heitor obedeceu.

A cada estocada mais firme, ela reagia — os olhos fechando, a boca se abrindo, o quadril indo de encontro ao dele. Aquele encaixe… perfeito demais pra ser só físico.

Ele aumentou o ritmo, cada vez mais fundo, mais dentro. A buceta quente dela envolvendo, sugando, enlouquecendo.

— Assim… — ela gemeu — desse jeito…

Ele enterrou o rosto no pescoço dela e mordeu de leve a pele, sentindo o perfume misturado com o cheiro quente do desejo.

— Continua assim, Helena… — ele sussurrou rouco. — Eu quero ver você gozar por mim.

Ela gemeu mais alto. O corpo tremendo, as pernas enlaçando a cintura dele com força.

O mundo inteiro parecia ter se reduzido àquele banco, àquele instante, àquele prazer que queimava e preenchia os dois por inteiro.