O CEO que Eu Paguei

76 Só Porque Você Pediu


Helena não sabia mais se respirava ou implorava.

O corpo dela se arqueou inteiro, os dedos se enroscaram nos cabelos de Heitor e o gemido escapou sem filtro, rouco, molhado e tão profundo que ecoou pela garagem.

— Isso… — ela arfou, puxando o ar com dificuldade. — Ai… Heitor… tô…

Ele soube. Sentiu.

E não parou.

A boca dele sugou mais fundo, os dedos apertaram as coxas dela com força, como se estivessem colhendo o prazer que ele mesmo cultivou.

Helena se desfez.

Ali mesmo.

No capô do carro.

Na boca dele.

Heitor segurou firme.

Tomou tudo.

Saboreou tudo.

Como se aquilo fosse o vício mais puro que ele já conheceu.

Levantou devagar, passando a mão na barba molhada, os olhos azuis escurecidos pelo desejo.

— Agora sim. Agora eu vou te f0der do jeito que tu merece.

Ele a virou com facilidade, fazendo com que ela ficasse de bruços no capô.

A camiseta dela ficou presa entre o corpo e o metal quente.

Ele puxou com uma só mão e a jogou no chão da garagem, sem nem olhar onde caiu.

Helena ofegava, ainda se recuperando do orgasmo, mas com o corpo já pedindo mais.

Heitor desabotoou a própria calça com impaciência, abaixou tudo de uma vez e deu um tapa estalado na bund4 dela, que ecoou como um trovão na garagem.

Helena gemeu alto, os joelhos bambos.

— Gosta, né? — ele murmurou, a boca encostada na pele dela.

Mordeu de leve. Depois lambeu onde bateu.

Depois mordeu de novo.

— Sua bunda é a oitava maravilha do mundo. E é toda minha.

Ele se debruçou sobre ela, o peitoral quente grudando nas costas suadas dela, a respiração pesada no ouvido.

— Agora empina pra mim, vai. Bem gostoso. Mostra pro seu homem como tu gosta.

Helena obedeceu.

Devagar.

Se posicionou como ele queria.

Empinou com intenção.

Com fome.

Com entrega.

— Isso… caralho. — ele murmurou, passando a mão pela cintura dela, subindo até a lombar.

Ele chegou mais perto, encaixando o corpo.

Mas antes de entrar, ele passou a mão por entre as coxas dela, sentindo tudo de novo.

— Mesmo depois de eu chupar tudinho… — ele disse, com aquele sorriso sacana. — Tu ainda tá escorrendo.

Ela gemeu contra o metal frio.

Heitor levou a mão até a boca, provou de novo, e sussurrou:

— Bucetinha gulosa, né? Tá pedindo pra me engolir inteiro.

E então, ele se posicionou.

Deslizou devagar, só até encostar.

E pressionou.

Devagar.

Só pra ela sentir.

Ela gemeu baixo, rebolando com o quadril.

— Vai, Heitor… vai… Agora.

Ele segurou forte os quadris dela.

E entrou.

O som da pele contra pele ecoava na garagem.

O ritmo dos quadris dele contra o corpo dela fazia o ar parecer mais denso, como se o calor tivesse grudado em cada parede de concreto.

Helena estava apoiada no capô, os braços trêmulos, os lábios entreabertos.

Heitor segurava com firmeza as laterais da cintura dela — os dedos cravados como se tentassem segurá-la ali pra sempre.

— Isso… Caralho, Helena…

A voz dele vinha mais grave, mais rouca, mais crua.

Cada estocada era precisa, forte, no ponto certo.

Mas também cheia de intenção.

— Seu corpo me deixa sem juízo. Tu sente, né?

Ela apenas gemeu.

Nem tinha mais palavras.

Mas o rebolado dela dizia tudo.

Ela queria mais.

Mais fundo.

Mais forte.

Mais dele.

Heitor se inclinou sobre o corpo dela, o peitoral quente pressionando suas costas.

Beijou o ombro.

Depois o pescoço.

Depois lambeu atrás da orelha.

— Tu me desmonta, porra. Só com esse jeito de empinar pra mim…

Ele moveu os quadris em círculos dentro dela, devagar, pressionando no lugar certo, e Helena quase gritou de prazer.

O corpo dela tremia, completamente entregue.

— Eu quero ouvir sua voz, amor… Me diz como tá… me sentindo inteira assim.

Ela virou o rosto de lado, arfando:

— Tô… Tô quase goza…

— Ainda não. — ele murmurou, saindo devagar e entrando de novo, mais fundo.

O corpo dela falhava.

O capô do carro rangia levemente sob o peso e o movimento.

O som abafado dos corpos, os gemidos contidos, o ritmo quase feroz…

— Vai gozar pra mim, Helena? Vai me dar tudo, né?

Ela assentiu, trêmula.

— Tudo… Só vem. Eu não aguento mais.

Heitor sorriu contra a pele dela, os dentes tocando a curva entre ombro e pescoço.

E aumentou o ritmo.

Firme.

Ritmo de quem sabe o que faz.

Ritmo de quem quer marcar o corpo dela.

Gravar o próprio nome por dentro.

Ela estava ali, pra ele.

Inteira.

E ele também estava.

Cada estocada dizia isso.

O som do corpo dela se chocando contra o dele preenchia o espaço como uma batida primitiva.

Helena estava toda arqueada, empinada no capô do carro, a pele quente sob o toque firme dele.

E então — como se algo nela tivesse se rompido — o corpo tremeu inteiro.

— Aah… H-H-Heitor…

Ela gozou de novo.

Alta.

Forte.

Molhada.

Totalmente entregue.

Heitor sentiu tudo.

O aperto.

O calor.

A força da reação dela contra o corpo dele.

Ele fechou os olhos, arfando, mas não parou.

Continuou com jeitinho.

Devagar.

Fundo.

Delicioso.

Como se quisesse memorizar aquele momento no corpo dela pra sempre.

— Isso… Assim… Continua, amor… Rebola no meu pau desse jeitinho…

Helena, ainda empinada, ofegava e se movia por conta própria, com movimentos lentos e circulares, os quadris buscando mais dele, mesmo depois de ter se desfeito toda.

O controle tinha sumido.

Agora ela queria.

Queria de novo.

Queria mais.

Heitor colocou uma mão firme na base dos cabelos dela, puxando com cuidado, forçando o rosto dela pra cima — como quem quer olhar pra entrega.

— Assim, gostosa… Engole meu pau todinho com essa sua bucetinha gulosa… Tu sabe fazer, vai… Me dá tudo agora.

Helena gemeu o nome dele entre os lábios trêmulos, repetindo, suplicando — uma mistura de desejo e confissão.

— Heitor… Heitor… Heitor…

Ele sentia o corpo dela estremecer de novo e o próprio corpo ameaçava ceder.

— Caralho, Helena… Eu… eu não aguento mais.

A respiração dele ficou descompassada.

A mão no cabelo dela apertou.

Os quadris perderam o compasso.

O limite tinha chegado.