O CEO que Eu Paguei
70 Rápido, Mas Não Tanto
Heitor estava deitado no colchão no chão, braços atrás da cabeça, o corpo inteiro exposto, relaxado como um homem que sabia exatamente o que vinha a seguir.
Helena subiu devagar, passando a perna de um lado e do outro, sentando-se sobre o abdômen dele, as coxas roçando na pele quente, os olhos dela cravados nos dele.
— Vai ficar aí me olhando ou vai fazer alguma coisa?
— Já tô fazendo. — ele respondeu com aquele sorriso torto que deixava ela com vontade de gemer só de olhar.
— Tô te vendo. Te desejando. E tentando entender se tu tem noção de como é linda assim, montada em mim.
Ela arqueou uma sobrancelha.
— Vai falar ou gemer?
— Mulher, do jeito que tu tá agora, eu vou rezar.
Helena se inclinou, roçando o corpo no dele, o quadril deslizando devagar por cima do cumprimento do pau dele — e ele arfou como se aquilo tivesse arrancado o juízo pela raiz.
Ela não entrou de imediato.
Provocou.
Rebolou de leve.
Apertou as coxas.
Fez questão de sentir o quanto ele tava duro, quente, pulsando só pra ela.
— Vai com calma… — ele murmurou, a voz mais baixa. — Tô sem defesa agora. Tu me desmontou de madrugada.
Ela sorriu e levou a mão até o membro dele, posicionando.
Desceu devagar.
Sentindo tudo.
Centímetro por centímetro.
Heitor mordeu o lábio com força.
— Caralho...
Ela gemeu, jogando a cabeça pra trás, os cabelos caindo pelas costas nuas.
O encaixe era perfeito.
O calor, absurdo.
O prazer, imediato.
— Isso… — ele murmurou, os olhos grudados nela. — Rebola. Bem assim. Me usa!
Ela começou a se mover.
Lento. Ritmado.
O quadril ondulando, subindo e descendo com domínio, como se tivesse nascido pra fazer aquilo.
E ele ali, por baixo, com as mãos nas coxas dela, só admirando.
— Tu fica tão gostosa me cavalgando assim… Toda poderosa. Todo o controle na sua mão. E mesmo assim... Tu geme como se eu ainda mandasse.
Helena soltou um gemido mais alto, o corpo se arqueando, a respiração falhando.
— Vai gozar, mulher?
Ela mordeu o lábio e assentiu, com os olhos semicerrados.
Heitor subiu uma das mãos até os seios dela, apertando com firmeza, os dedos firmes, a boca entreaberta de prazer.
— Goza em mim, então. Mostra que é minha. Faz esse colchão valer a pena.
Ela acelerou o ritmo.
O som das peles, o barulho abafado do colchão, a respiração descompassada.
E os olhos dele.
Sempre nela.
Adorando.
Possuindo.
Sentindo.
— Goza pra mim, Helena. Vai… me deixa sentir de novo.
E ela foi.
Gemido Gostoso.
Corpo tenso.
Coxas apertando os quadris dele.
Quadril tremendo.
Peito arfando.
Heitor a puxou com força e se levantou junto, com ela no colo, sem sair de dentro.
Sentou com ela montada, grudada nele, a testa colada na dela, a respiração acelerada.
— Agora… — ele disse, ofegante, — agora é minha vez.
E com ela ali, sentada, ainda ofegando, ele começou a mover o quadril com fome de quem nunca ia se saciar.
Helena estava montada nele, os dois sentados no colchão, colados, ainda ofegando do primeiro orgasmo dela.
Heitor começava a se mover de novo, dentro dela, com mais fome e mais pressão.
As mãos dele deslizavam pelas costas nuas dela, os dedos cravando na pele, os quadris subindo com precisão.
— Tu vai me matar… — ele sussurrou contra a boca dela. — Tá muito apertada, quente... grudada em mim.
Ela gemeu, baixinho, jogando a cabeça no ombro dele.
— Não faz barulho. Minha vó tá em casa.
— E você quer que eu fique quieto com sua boceta me puxando assim? Cê tá tentando me sabotar.
— Cala a boca, Heitor.
Ele riu baixinho, a respiração saindo entrecortada.
O corpo dele já tremia.
Helena se moveu no colo dele, rebolando com mais firmeza, sentindo o membro dele inteiro deslizar fundo, roçando onde ela mais sentia.
— Porra, Helena… Tu vai me fazer gozar só com isso.
Ela prendeu o gemido entre os dentes, os olhos fechados, tentando conter as reações.
Mas não dava.
O corpo vibrava inteiro.
— Goza logo... — ela sussurrou com a voz falha. — Vai... goza… Antes que minha vó suba e ache que a gente tá jogando um móvel pela escada.
Heitor gemeu contra a boca dela.
— Tu quer que eu goze logo, mas tá toda molhada e apertando mais. Seu corpo quer o contrário.
Ela mordeu o ombro dele com força, tentando conter outro gemido.
— Tá muito gostoso... Mas você tem que gozar. Agora. Rápido. Antes que eu... — ela mordeu o lábio de novo — ...antes que eu goze também.
— Não me ameaça com coisa boa.
Ela riu sem ar.
E ele acelerou.
Os movimentos ficaram mais curtos, mais intensos.
O som abafado da pele, o colchão rangendo no chão de leve.
A respiração ofegante.
O cheiro do sexo denso no ar.
— Vai, Heitor… — ela implorou baixinho. — Eu quero sentir. Goza em mim. Me enche de novo.
Ele gemeu, os músculos se contraindo, os olhos fechando com força.
— Puta que pariu… Tu me destrói, mulher…
Ela apertou as pernas em volta dele.
O corpo dele enterrou fundo.
E tremeu.
O gemido saiu abafado contra o pescoço dela, contido, como se ele tivesse lutando contra o próprio instinto.
Mas o prazer venceu.
Ele gozou.
Lento. Intenso. Inteiro.
Os dois colados.
O mundo em silêncio.
Só o coração dele batendo contra o dela.
E a certeza de que aquele café da manhã... ninguém mais ia superar.
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