O CEO que Eu Paguei
3 O que aprendeu
Heitor estava colado nela. Ela o olhava por cima do ombro. O corpo quente, os olhos cravados nos dela com fome bruta. A respiração dele queimava sua pele, e as mãos... Deus, aquelas mãos...
Sem desviar o olhar, ele levou os dedos longos e grossos até o botão da calça jeans dela. Desabotoou com um estalo sutil, quase solene. Helena sentiu o estômago afundar. Os olhos dele não desgrudavam dos dela, como se esperasse alguma reação — mas ela estava entregue demais pra fugir.
Ela puxou o zíper bem devagar, com o som ecoando no quarto silencioso. A calça se soltou nos quadris, descendo suavemente até a metade das coxas. O olhar de Heitor caiu.
E ele travou.
A calcinha preta, rendada, fina como um suspiro. Uma string que mal cobria e se afundava entre a bunda dela, desenhando cada curva de Helena como se tivesse sido feita sob medida para ela. Tinha comprado só para aquela noite, mas nem nos melhores devaneios imaginou aquele olhar nele.
— Caralho... — ele murmurou, como se tivesse sido atingido.
Helena virou o rosto para frente e se desvencilhou dele, como se nem tivesse ouvido. Subiu na cama com calma, como quem sabe que está sendo admirada. E estava. Desceu a calça com movimentos lentos, rebolando a cada centímetro. A peça caiu aos pés da cama.
Agora, de joelhos no colchão, só com a calcinha rendada e a blusa ciganinha. Entre as coxas escorria brilhando sua lubrificação. Ela olhou por cima do ombro e sorriu.
— Vai ficar parado aí... ou vai aproveitar a chance da sua vida?
Heitor passou a língua pelos lábios, se aproximando com um brilho perigoso no olhar.
— Tu não faz ideia do que acabou de despertar em mim.
Ela apenas arqueou uma sobrancelha.
— Então mostra.
E ele mostrou.
Veio como um predador elegante, agarrando-a pela cintura e puxando para si. A pele colada, o calor escorrendo pelos corpos. Beijou suas costas, seus ombros, mordeu seu pescoço, apertou suas coxas. Helena estava acesa por inteiro. E ele também.
Ela virou de frente, os olhos castanhos queimando de desejo. Ele estava ali, imenso, esperando. A respiração dele mais pesada, os olhos a devorando com fome contida. E ela sentiu a pressão.
Helena o empurrou devagar, ele teimou um pouco em obedecer o comando dela, mas se rendeu, sentando de joelhos na cama.
Ela deu um sorriso safado e foi engatinhando até o topo da cama. Fez questão de sentar no centro, deixando as coxas afastadas, evidenciando a frente da calcinha com detalhe de coração dando de amostra sua virilha lisa, sua buceta molhada escurecia ainda mais o fio preto e dava para ver o líquido brilhando ao redor, a blusa caindo pelo ombro, a pele quente e exposta. Ele ficou parado, observando. Tenso. Pronto.
Ela fez um gesto com o dedo, chamando.
— Vem. Devagar.
Heitor obedeceu. Subiu com os joelhos sobre a cama, os olhos cravados nos dela, os músculos tensos como se estivesse segurando um animal dentro de si.
— Tira a minha blusa — ela disse, com a voz baixa, quente.
Ele não discutiu. Subiu a mão, agarrou a barra da ciganinha e puxou devagar, como se rasgasse o silêncio. Quando viu o sutiã de renda combinando com o colar bem ali no colo, ele prendeu a respiração. A boca entreabriu, os olhos desceram por cada curva, cada detalhe, como se estivesse vendo uma obra-prima.
— Puta que pariu... — ele murmurou, rouco — Que tesão de mulher.
Ela sorriu, satisfeita com o impacto. Estava no controle. Só que ele não parecia o tipo de homem que ficava quieto por muito tempo.
Heitor se aproximou de joelhos, agarrou a cintura dela e a puxou com firmeza. A pele dele queimava contra a dela. E o beijo veio antes que ela pensasse — um choque quente, intenso, como se os dois estivessem se engolindo. Ele foi a puxando para o colo dele enquanto se sentava na cama.
As mãos dele passaram pelas costas, pelas coxas, por cima do sutiã. Ele era faminto. E carinhoso. E bruto. Tudo ao mesmo tempo.
Helena gemeu baixo e sexy o nome dele, entre os beijos e o toque carregado de desejo das mãos dele em seu corpo.
Helena se moveu no colo dele, roçando, pressionando, sentindo. Ele gemeu contra sua boca, os olhos fechados, como se estivesse sendo torturado de prazer.
— Você vai me enlouquecer — ele murmurou.
— Esse é o plano.
Ela empinou no colo dele e, com uma mão, foi descendo entre eles. Tocou o volume por cima do tecido. Duro. Quente. Imenso. E já todo molhado — aquilo ia deixar uma mancha no calção caro dele.
— Você gostou da minha ousadia, não foi? — sussurrou no ouvido dele, lambendo devagar a borda da orelha. — É que eu assisti muito filme impróprio.
Ele riu baixo. Depois mordeu o pescoço dela com força e prazer.
— Então faz o que aprendeu.
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