O CEO que Eu Paguei

75 No Capô da Audi


Heitor entrou com o carro devagar pela garagem espaçosa. As luzes acenderam com sensor, revelando o chão polido, a parede de cimento queimado e o brilho do Audi A7 recém-lavado refletindo a luz branca.

Helena olhava tudo ao redor, mas antes que fizesse qualquer comentário, ele murmurou:

— Espera aí. Eu vou abrir a porta pra você.

Ela riu, debochada.

— Até na garagem agora?

— Principalmente na garagem. Aqui é meu território.

Ele saiu, deu a volta no carro, e abriu a porta pra ela como se estivesse apresentando o mundo.

Mas quando ela desceu, com aquele short subindo um pouco nas coxas, o perfume invadindo a garagem, os olhos provocando sem nem tentar…

Heitor não se segurou.

Fechou a porta com uma mão, e na mesma hora a puxou com força pela cintura, colando o corpo no dela, e a boca foi direto na dela.

Um beijo urgente.

Bruto.

Molhado.

Cheio de posse.

Helena gemeu baixo contra os lábios dele, sentindo a rigidez do corpo dele e o volume evidente pressionando contra ela.

Ele se afastou só o suficiente pra encarar.

Aquele olhar dele. Azul, escuro, carregado de vontade.

— Você achou mesmo... Que ia sair de casa com essa perna de fora, essa cara de safada, esse batom brilhando… E não ia dar essa bucetinha deliciosa pra mim?

Ela perdeu o ar.

Heitor a virou com firmeza, empurrando com o corpo até ela encostar no capô quente do carro.

Ele a deitou ali com cuidado — e fome.

As mãos dele subiram pelas coxas dela, apertando com firmeza, depois pelos flancos, até a cintura, e voltaram para as coxas.

Beijou os joelhos.

Depois o interior das coxas.

Depois mais acima.

Depois mais.

Helena se arrepiava inteira.

Ele não estava com pressa.

Deslizava a boca, lambia com calma, respirava contra a pele dela só pra deixá-la louca.

— Tu tem ideia do quanto tá me matando hoje?

Ela ia responder, mas ele já estava se ajoelhando diante dela, com a cabeça entre as pernas, e a boca se aproximando cada vez mais.

Helena mordeu o lábio, a respiração acelerada.

Ele puxou o short e a calcinha com um só movimento, rápido e eficiente, e passou a língua pelos lábios inferiores dela como quem saboreia o primeiro gole de um drink caro.

Ela jogou a cabeça pra trás, arfando.

Heitor passou os dedos pelas coxas, abrindo mais, e começou a lamber, chupar, beijar — como se a única função dele no mundo fosse venerar aquele lugar.

A boca dele trabalhava com precisão.

A língua explorava, pressionava, circulava.

Os dedos dele subiam devagar, marcando caminhos.

E o som dos gemidos abafados da Helena ecoavam pelo concreto da garagem.

— Isso, amor… Me dá sua buceta. Me deixa provar como você é toda minha.

Helena tentou se segurar no capô com as duas mãos, as costas arqueadas, o corpo tremendo de prazer.

Ela nem sabia mais o que era jogo, quarta-feira, ou quem era Fluminense.

Só sabia de uma coisa:

aquele homem entre as pernas dela fazia o mundo desaparecer.

E ela gostava demais disso.

O ar da garagem parecia mais denso.

Não era só o calor do motor recém-desligado.

Era o calor deles.

Helena deitada no capô negro e liso do Audi, os cabelos soltos como ondas do mar, os lábios entreabertos, o brilho da pele sob a luz branca do teto.

E Heitor ajoelhado entre as pernas dela como se estivesse diante de um altar.

Mas ele não tinha pressa.

Beijou a parte interna da coxa esquerda, depois a direita.

Depois voltou.

Língua quente, lenta. Mordidinhas leves que fizeram o corpo dela arquear.

Subiu um pouco mais.

Beijou a virilha.

Lambeu devagar.

Depois deu um beijo forte no osso do quadril.

Depois no outro.

Como se estivesse marcando território com a boca.

Helena gemeu baixo, os dedos cravando no metal do carro, o peito subindo e descendo.

— Heitor…

Ele ergueu os olhos e sorriu contra a pele dela.

— Que foi, amor?

Ela mordeu o lábio.

— Para de enrolar...

Ele lambeu o contorno da parte mais sensível dela com a ponta da língua, bem devagar, só pra ouvir a respiração dela falhar.

— Eu gosto de comer devagar. Você é prato principal. Não se serve com pressa.

E voltou.

A língua dele encontrou o ponto exato.

Girou, pressionou, lambeu em círculos.

Depois sugou.

Depois lambeu de novo.

Cada movimento era como se ele conhecesse o corpo dela melhor que ela mesma.

A respiração de Helena se tornou um tremor.

Os olhos dela fecharam, as pernas apertaram os ombros dele.

— Ai... Heitor... Me fode logo, por favor…

Ele segurou as coxas dela, firme, afastando de novo.

— Ainda não. Quero te ver fora de si primeiro.

E desceu a língua de novo.

Mais fundo.

Mais molhado.

Mais quente.

Alternava o ritmo.

Usava os dedos com suavidade.

Depois pressão.

Depois a boca de novo.

Depois a língua deslizando toda.

Depois sugava de leve e apertava o quadril dela pra baixo.

— Isso... deixa eu sentir... Tu gosta, né?

Helena balançou a cabeça, sem conseguir responder.

— Fala, amor. Gosta quando eu como sua bucetinha assim?

Ela arfou, tentando segurar o gemido.

— Sim… Sim, caralho… Eu tô… tô perdendo o controle.

Heitor subiu, ainda de joelhos, passou a língua pelo umbigo dela, depois pelo centro do abdômen.

Beijou entre os seios.

Depois lambidas lentas por cima da camiseta.

A boca dele encontrou o contorno dos mam!los por baixo do tecido, e mordeu.

Depois puxou.

E soltou.

Ela quase chorou de t3são.

— Me fode, Heitor… Por favor… Eu preciso sentir.

Ele encostou a testa no abdômen dela, respirando pesado, o rosto molhado de prazer.

— Tu não sabe o quanto eu quero. Mas não agora. Agora eu quero te quebrar de prazer.

E voltou pra entre as pernas dela, sem pena.

Dessa vez, sem pausa.

Boca colada.

Língua firme.

Dois dedos entrando, curvando.

O ritmo certo.

A pressão exata.

Helena gritou baixo, a mão indo até os cabelos dele, puxando com força.

O corpo dela tremia inteiro, os quadris já não obedeciam, a boca não conseguia mais pedir.

Só sentia.

Só cedia.

E Heitor ali, entre as pernas dela, como se aquela fosse sua missão de vida:

Fazer Helena implorar.

Fazer Helena se perder.

Fazer Helena ser só dele.