O CEO que Eu Paguei
50 Me dá um segundo
Helena sentiu quando ele se posicionou atrás dela. A ponta do pau roçando a entrada quente, a respiração dele ficando mais pesada. As mãos grandes segurando firme sua cintura, guiando os quadris dela no ritmo que ele queria.
E então, ela sentiu — ele começando a entrar, devagar, grosso, quente demais. Helena soltou um gemido abafado e empinou ainda mais a bunda, oferecendo o corpo como se aquilo fosse tudo que ela precisasse agora.
— Isso… assim mesmo, princesa… — ele murmurou, com aquele sotaque arrastado que parecia derreter qualquer resistência.
Mas quando o calor do contato aumentou e ela sentiu que ele estava entrando direto, sem proteção, o alerta soou alto. Helena se virou com dificuldade, o corpo tremendo de tesão, mas a mente despertando.
— Peraí… você tá sem camisinha?! — ela perguntou, arqueando as sobrancelhas, a voz em um sussurro rouco de indignação.
Heitor deu uma leve recuada, fez aquela expressão de cachorro pidão que ele sabia usar muito bem.
— Amor… tá tão bom assim. Não faz isso comigo agora… — disse, com a mão ainda na cintura dela e o quadril encostado nas coxas dela, só pra não perder o contato. — A gente já tá aqui, já tamo junto… eu juro que cuido de tudo depois.
Helena arqueou mais as sobrancelhas e soltou um tapa leve no próprio quadril, como se desse o comando para ele sair.
— Heitor… camisinha. Agora.
Ele soltou o ar como se tivessem acabado de dizer que o show acabou antes do refrão.
— Caralho, mulher… — resmungou baixo, ainda segurando a cintura dela. — Tu vai me matar, sabia?
Sem ter escolha, deu um tapa mais firme na bunda dela — ploc seco, gostoso — como quem desconta a frustração. Helena deu um pequeno gemido, quase satisfeita com o gesto.
Heitor se abaixou, pegou o calção no chão, revirou o bolso e puxou a carteira. De lá, tirou a camisinha e mostrou como quem fosse engolir seco a obrigação.
— Feliz agora? — perguntou com uma expressão debochada, rasgando o plástico com os dentes.
— Extremamente. — Helena respondeu, com aquele sorrisinho maldoso, jogando o cabelo de lado. — Agora pode continuar tentando ser o melhor da minha vida.
Heitor arqueou uma sobrancelha, puxou o lábio inferior entre os dentes e disse com a voz mais baixa e provocante que ela já tinha ouvido dele:
— Eu não tento, Helena. Eu sou.
O sofá ainda guardava o calor dos corpos. A luz da televisão lançava reflexos azulados na pele de Helena, agora completamente entregue, de bruços, com o vestido afastado e o corpo exposto apenas para ele.
Heitor estava ajoelhado atrás dela, ainda com a camiseta polo parcialmente levantada, os músculos das coxas e braços tensos. O olhar azul estava cravado na bunda dela com um brilho entre fascínio e possessividade. O cheiro do prazer ainda pairava no ar — denso, úmido, íntimo.
— Caralho, Helena… — ele murmurou com a voz rouca, arrastada, como se a visão dela o fizesse perder o ar. — Tu não tem noção do que faz comigo.
Com uma mão firme, ele segurou a cintura dela e começou a roçar lentamente o quadril no dela, encaixando o corpo como quem já conhecia aquele caminho de cor.
Helena soltou um gemido abafado, apoiando o rosto no braço dobrado. Seus olhos estavam fechados, e o corpo reagia com pequenos tremores conforme ele deslizava por ela, ainda sem entrar, mas já a provocando com o contato quente e insistente.
— Tu tá rebolando assim por maldade, né? — ele sussurrou, baixo, perto da orelha dela. — Só pode ser castigo divino essa raba engolindo meu pau desse jeito...
Ela se mexeu de leve, empinando um pouco mais, os dedos afundando na almofada.
— Fala pra mim, vai... — ele continuou, com o tom mais baixo e cheio de malícia. — Tu gosta quando eu falo essas coisas, né? Fica toda molhadinha só de ouvir minha voz.
Helena soltou um riso abafado, o rosto quente, e olhou por cima do ombro, com os olhos semicerrados e a respiração descompassada.
— Cala a boca, Heitor... e mete logo.
Ele sorriu, quase ofendido.
— Desse jeito eu vou querer te ver gozar de novo, só pra mostrar te como homem que sabe cuidar da mulher, fode ela com calma... com gosto.
Ele apoiou os dois braços ao lado do corpo dela, a cobrindo por trás com o corpo grande e quente, sem deixar de provocar.
— Sabe o que mais? — sussurrou junto ao ouvido dela. — Tu é minha. Não sei como, nem quando aconteceu… mas agora tu é. E eu vou fazer teu corpo entender isso.
A buceta dela estava tão molhada, que ele nem precisava forçar muito para ele deslizar para dentro. Ela era tão apertadinha que era delicioso sentir o pau dele forçar para ela se abrir para ele, e quanto mais ele forçava mais ela apertada. Era só a cabecinha, mas a sensação era ótima. E ele até virava os olhos e se perdia sendo puxado assim.
E então, quando ela menos esperava, ele parou.
Helena sentiu o corpo gelar.
— Heitor? — ela sussurrou, sem entender. Ele ainda estava ali, quente contra ela... mas imóvel.
— Tu tá tomando alguma coisa? — ele perguntou.
— Não... por quê?
— Então me dá um segundo. — Ele se afastou com relutância, e com um tapa gostoso na bunda dela que fez a pele dela arder de leve e arrepiar inteira, ele se abaixou, pegou o pacotinho que ele tinha deixado despistado no chão.
Ela bufou.
— Era pra ter colocado antes, né?
— Ah, por mim, eu te deixava com meu nome dentro agora mesmo. — Ele sorriu de lado, rasgando o pacote com os dentes. — Mas vou seguir tua ordem, patroa.
Ela soltou uma risadinha abafada incrédula, ainda deitada no sofá, as pernas um pouco afastadas, a bunda empinada — e o coração acelerado. Ela ficou olhando para garantir que ele iria colocar mesmo dessa vez.
Heitor voltou, agora ainda mais determinado, posicionando-se entre as coxas dela. A respiração de ambos acelerava. Ele segurou o quadril dela com firmeza, e antes de penetrá-la, roçou mais uma vez, bem devagar.
— Sente isso, Helena… — ele sussurrou, com os dentes roçando o lóbulo da orelha dela. — Isso aqui é só teu.
Ela soltou um gemido baixo, mordendo os próprios dedos para não fazer barulho.
— Fala que quer, vai... — ele provocou. — Do jeitinho que só tu sabe pedir.
Helena gemeu, as costas arqueando involuntariamente e empinando mais para trás.
— Quero, Heitor… me fode.
Ele mordeu os próprios lábios e afundou dentro dela com lentidão, saboreando cada segundo. Helena gemeu forte, mas logo abafou com a almofada.
A sensação de tê-la ali — quente, molhada, pulsando por ele — fez Heitor soltar um palavrão baixo e começar a se mover com força, mas sem perder o controle.
Dele deu alguns tapas seguidos na bund4 dela que já está bem vermelha, a pele dela toda arrepiada deliciosamente para ele, e os sons abafados dela eram como música, ele apertava os olhos tentando se segurar. Segurou com firmeza a cintura dela e metia com força todo o pau dentro dela, sentindo a virilha dele bater com força na bunda dela. Helena apertava o corpo e o jeito que ela mexia as coxas só o deixavam mais alucinado.
— Ahh… Helena… Tá bom demais… Tá doendo? Não me pede para parar… por favor… eu não consigo — ele começou a bombar mais rápido deixando só a glande dentro dela, sentindo a base da cabecinha raspar dentro dela, e depois empurrando tudo de volta — Puta que pariu…. que mulher deliciosa... Toma meu pau todinho sua gostosa.
Ele bombava tão rápido que sentia até as bolas batendo no clitóris dela. E a sensação era deliciosa.
O sofá rangia discretamente, os corpos colados. Ele a segurava com firmeza, e ela o recebia com intensidade, rebolando de volta, empurrando o quadril para ele, enlouquecida.
— Tu é perfeita, Helena... essa porra desse corpão foi feito pra mim — ele gemeu no ouvido dela. E mordeu devagar o ombro dela.
E foi ali, com os dois se encaixando como se nada mais existisse no mundo, que ela gozou de novo. O corpo inteiro trêmulo, a respiração falhando, os dedos apertando o tecido do sofá.
Heitor sorriu contra a nuca dela, orgulhoso. Ele não disse nada — só continuou, cada vez mais fundo, mais intenso… como se gravasse em cada investida o nome dele dentro dela.
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