O CEO que Eu Paguei
33 Incendeia
Helena soltou o cinto com um clique seco. O som foi quase abafado pelo coração batendo no fundo da garganta.
Heitor fez o mesmo. A fivela caiu pesada sobre o peito dele, mas os olhos continuavam fixos nela.
Os olhos azuis estavam... escuros. Cheios de alguma coisa que nem ele sabia dar nome — desejo, sim, mas também era como se ele estivesse tentando entender se aquilo ali era real.
Helena sorriu. Um sorriso malicioso, bonito e perigoso.
Ela escorregou até a beirada do banco, aproximando-se dele sem dizer uma palavra. A mão pousou de leve na coxa dele, e Heitor soltou o ar devagar, como se estivesse se preparando pra não explodir. Os dedos dela foram subindo, lentos, pela calça social, encontrando a firmeza da coxa, a rigidez do abdômen... subindo mais.
Ela alcançou o colarinho da camisa e segurou.
Forte.
E puxou.
Heitor só foi.
O corpo cedeu, a boca encontrou a dela como quem já tinha esperado demais. Um beijo urgente, cheio de fome, mas também com aquela sede de quem não queria perder mais tempo fingindo.
Era beijo de verdade. Língua, saliva, boca colada. As mãos dele foram parar na cintura dela, subiram pelas costas como se quisessem tirar a porra daquele vestido ali mesmo.
Helena, no entanto, ainda tinha mais planos.
Enquanto a boca ainda pressionava a dele com intensidade, a mão livre foi para os botões da camisa. Um a um. Sem pressa. Ela abria e beijava. Abria e passava a língua no canto da boca dele. Até que abriu tudo. Mostrando o peitoral deliciosamente definido e a barriga definida de uma forma não exagerada.
Passou as unhas pelo peitoral dele, de cima para baixo, marcando a pele firme.
— Caralho... — ele gemeu na boca dela, a voz rouca, quente, crua.
A mão dele desceu, firme na coxa dela, apertando com força. Puxou ela mais pra perto, como se fosse possível colar ainda mais os corpos. Helena já estava em cima do console do carro, desconfortável.
Ela voltou para o banco e tirou os saltos. Jogou os dois pro chão sem cerimônia.
Fez o próprio banco deslizar pra frente com um empurrão preciso, e começou a passar entre os bancos. Só que, antes, fez questão de ir com a bunda virada pro lado dele — provocante, atrevida, ciente do efeito que tinha nele.
Heitor, já suando e completamente entregue, segurou a cintura dela com um braço forte e abaixou o rosto até a coluna. Passou o nariz por cima do vestido, das costas até a curva da lombar.
Helena se arrepiou inteira. Soltou um suspiro que não conseguiu conter.
— Hm... — ele murmurou, com a voz abafada — Você tem cheiro de pecado, sabia?
A outra mão dele escorregou pela frente da coxa dela, apertando, sentindo, querendo rasgar tudo ali mesmo.
Helena virou o rosto por cima do ombro, com aquele olhar safado que ela só fazia pra ele.
— No banco de trás tem mais espaço.
Heitor a soltou. Mas, ele não resistiu, deu um tapa com a mão cheia na bunda dela que fez um barulho tão gostoso que ele quase gozou.
Ela soltou um gritinho delicioso e foi. Rastejou sensual como uma gata, sentando-se com as pernas abertas no banco de trás, ajeitando o vestido com um puxão. O olhar não deixava o dele. Nem por um segundo.
— Tem camisinha? — ela perguntou, arqueando uma sobrancelha.
Heitor abriu o compartimento abaixo do volante com uma mão. Tirou duas.
Helena riu, cheia de deboche.
— Sempre preparado, né?
— Nunca se sabe quando você vai resolver dar para mim — ele respondeu com um sorriso torto. Mas por dentro... ele estava atordoado.
Era Helena. Era ela mesmo ali. Com aquele vestido, aquele corpo, aquele fogo no olhar. E querendo ele.
Heitor saiu do carro, sem conseguir passar por onde ela passou. Era grande demais — o carro parecia pequeno agora, como se tudo nele estivesse prestes a explodir.
Abriu a porta de trás, puxou o banco da frente o máximo possível pra frente e entrou curvado, com o cabelo já bagunçado, os olhos ainda sem acreditar no que estava prestes a acontecer.
Helena o olhava de baixo pra cima. Os olhos castanhos brilhavam, o rosto quente, o peito subindo e descendo rápido.
Quando ele passou pela porta, ela soltou:
— Você é grande demais mesmo.
Mas o tom... o tom era tudo menos crítica.
Ela mordeu o lábio inferior. Queria que ele visse. Queria que ele soubesse.
Heitor entrou. A porta fechou com força. O carro parecia menor, apertado.
— Você ainda não viu nada — ele fala com o sorriso mais sem vergonha que poderia entregar.
Helena virou-se de joelhos sobre o banco traseiro, o vestido subindo mais a cada movimento, já estava mostrando metade da calcinha branca. Sentiu sua lubrificação escorrer por dentro da coxa e ela engole seco, vendo aquele homem enorme, pronto para a devorar todinha. As mãos delicadas e firmes seguraram as laterais da camisa aberta de Heitor, puxando-o para perto. Ele a acompanhou no impulso, os lábios se encontrando mais uma vez, agora mais lentos, como se cada beijo tivesse o peso de uma promessa.
A boca dela desceu pelo pescoço dele, espalhando beijos úmidos e lentos, até encontrar o peitoral. Passava as unhas de leve, provocando calafrios, e deslizava a língua por entre os músculos. Heitor soltava suspiros roucos, entreabertos, com o olhar pregado nela — hipnotizado. Uma das mãos dele está enroscada no cabelo dela, segurando firme enquanto ela beija o corpo dele.
— Isso… gostosa … usa a boquinha no seu homem… assim mesmo… continua.
Quando ela chegou mais embaixo, ela olha para baixo e vê o pau do Heitor ereto dentro da cueca e do calção, era grande e grosso do jeito que ela imaginou . Helena sentiu água na boca, mordeu o canto da boca e soltou um suspiro gostoso.
Ela puxou o calção e a cueca com tudo para baixo, mostrando o pau branco avermelhado, com algumas veias passando pelo comprimento e a cabeça bem definida vermelha. Parecia pesado e saia o líquido lubrificante dele, como se estivesse babando. Helena passou a língua nos lábios com tesão e apertou as coxas.
Heitor segurou na base do pau com a outra mão, como se estivesse apenas lidando com a própria fome, tentando não perder o controle. Helena olhou para ele com malícia, a boca entreaberta e os olhos brilhando. Vendo aquele homem tão grande a olhando de cima punhetando o próprio pau.
— É tudo meu, né? — ela pergunta com uma voz sensual e um sorriso safado, olhando para ele.
— É todinho seu, safada. — ele aperta mais o cabelo dela —Tu tá pedindo pra ser fodida como nunca foi na vida, não é? — ele respondeu em um gemido baixo, quase ameaçador.
Heitor soltou os cabelos dela e passou os dedos pelo rosto dela, o toque meio bruto, meio terno. Parou no queixo, roçou o polegar nos lábios dela. Helena abriu a boca com um sorriso travesso e passou a língua no dedo dele, devagar, sem tirar os olhos dos dele.
— Puta que pariu, que delícia… — diz com a voz abafada, a mão escorregando até os cabelos dela, prendendo de leve na nuca.
Ela riu, mas era um riso cheio de intenção e malicioso.
— Você vai me matar, garota... — ele sussurrou, a voz baixa, carregada de desejo. — Só de olhar, eu já tô quase enchendo esse rostinho de leitinho.
Heitor estava com uma perna dobrado no banco, a outra um pouco flexionada no chão no carro como um homem prestes a perder o juízo. A camisa aberta, o peito subindo e descendo, os vergões vermelhos de unhas pelo tronco, o rosto inclinado para baixo enquanto observava Helena ali, de quatro olhando para ele. Ela parecia desenhada de propósito para o enlouquecer.
Ela colocou a mão no comprimento do pau dele, Heitor tirou a mão de lá rapidamente, foi com a língua e interrompeu a linha lubrificante que escorria do pau dele, com a língua ainda ela foi subindo por ela até rodear a cabeça o pau dele bem molhado e já começou a engolir como um pirulito, ele era tão grande, os olhos ficaram marejados.
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