O CEO que Eu Paguei
49 Eu quero a sua boca
Helena estava contorcendo o corpo no sofá, as pernas trêmulas nos ombros dele, e o vestido completamente fora de lugar. A respiração dela vinha em ondas curtas e quentes, os olhos semicerrados, a pele arrepiada.
Heitor a encarava dali de baixo, com os olhos azuis fixos nela como se estivesse rezando. Mas o que ele fazia com a boca era tudo menos sagrado.
Ele se afastou por um instante, os lábios perigosamente próximos, mas sem encostar.
— Heitor… — ela gemeu, quase gritando de raiva. — Não faz isso comigo, porra…
Ele passou a língua devagar pelo próprio lábio inferior, provocando.
— Tá me pedindo o quê, Helena? — perguntou com um sorriso sacana. — Fala bonito. Quero ouvir você pedir.
Ela gemeu, suplicando.
— Eu quero a sua boca, Heitor… Agora! Para de palhaçada.
Ele arqueou uma sobrancelha, completamente entregue ao jogo.
— Assim? Frio desse jeito? Tô aqui pra realizar desejo, não pra obedecer ordem.
Ela o encarou com raiva e tesão, o rosto quente, os olhos molhados de desejo.
— Então realiza, caralho. Faz o que você nasceu pra fazer. Me chupa até eu esquecer meu nome. Por favor...
A risada que ele soltou foi baixa, incrédula, cheia de tesão. E ele não perdeu mais um segundo.
Voltou com fome.
Helena sentia o nariz dele roçando na pele da virilha dela, úmido por conta dos fluídos.
A língua dele agora vinha mais firme, mais profunda, explorando cada parte dela com precisão. Afastando os lábios e deslizando ao redor de todo o clitoris até chegar próximo da buceta, depois a língua voltava circulando. Ele alternava o ritmo, sugava forte, pressionava com a ponta da língua, fazia desenhos que só ele sabia. Depois usava a língua para puxar um lábio dela com a boca.
Helena levou a mão à boca pra conter o som. Mas o corpo dela já tremia — não dava pra fingir que aquilo não era a melhor coisa que já tinha sentido.
— Isso… aah, Heitor… aí mesmo…
Ele segurou mais firme nas coxas dela, puxando pra mais perto, e gemeu contra a pele dela, o som abafado e rouco da boca cheia de desejo.
— Goza pra mim — ele murmurou entre lambidas. — Quero sentir você espremer minha língua… quero teu gosto todinho.
Ele a penetrou com a língua e ficou mexendo com ela lá dentro, enquanto uma mão apertava forte a coxa dela e com a outra mexia com gentileza calculada o polega no cl1tóris.
Helena não segurou mais.
O corpo curvou pra frente, os quadris avançaram, e um tremor tomou conta dela inteira. Ela mordeu a mão com força, os olhos apertados, os lábios entreabertos, tentando conter o gemido que ainda assim escapou em um suspiro alto e tremido.
Heitor a sentiu apertar a língua dele e a buc3ta a puxar mais para dentro. A língua dele ainda roçava nela devagar, como se marcasse ali um nome secreto. Ele posicionou a boca e todo todo o mel dela, mexendo a língua e fazendo um som de molhado delicioso.
E quando levantou o rosto, com os olhos brilhando e a boca úmida, disse apenas:
— Assim que eu gosto. Desse jeitinho… só pra mim.
Helena ainda estava deitada, arfando no sofá, a pele toda acesa, as coxas trêmulas. O coração dela batia rápido, e o corpo parecia ter perdido os ossos. Só conseguia sentir. O toque, o gosto dele ainda nela. A respiração quente de Heitor... o jeito como ele a devorou como se tivesse fome mesmo.
Ele passou a língua lentamente mais uma vez, como quem limpa o próprio prato com gosto, subiu distribuindo beijos pela barriga dela até chegar no rosto. Os olhos azuis dele estavam intensos, e o sorriso... o sorriso era o de quem sabia exatamente o que tinha feito.
— Você tá tão molhada que acho que vou precisar de até amanhã pra recuperar o fôlego — ele disse num sussurro rouco, com aquele chiado do “s” bem carioca que sempre arrepiava a pele dela.
Helena ainda tentava organizar os pensamentos quando soltou, baixa:
— Nunca… nunca gozei assim antes.
A frase saiu sem filtros. Ela piscou como se tentasse puxá-la de volta, mas já era tarde.
Heitor abriu aquele sorrisão ma’licioso, o brilho no olhar quase infantil — mas completamente perigoso.
— É mesmo, princesa? — ele respondeu com uma voz baixa, orgulhosa. — Então vambora colocar isso no meu currículo. Melhor orgasmo da sua vida… oferecido por Heitor Monteiro.
Ela riu fraca, sem forças pra brigar, ainda completamente entregue.
— Você é um idiota.
Ele beijou o ombro dela com carinho e respondeu, firme:
— Idiota por você. E pronto pra fazer isso aí acontecer sempre que você quiser.
Enquanto falava, ele já puxava o calção e a cueca pra baixo com naturalidade, revelando o quanto ele estava duro, o pau dele praticamente pulou para fora apontando para frente com aquela glande bem definida e vermelha. Aquilo fez o rosto de Helena esquentar de novo.
Heitor pegou com uma das mãos a cintura dela, com carinho e firmeza, e virou o corpo dela de bruços no sofá, com calma — como quem manuseia algo precioso. A outra mão dele, grande, firme, desceu até a bunda dela e deu um tapa ardido e gostoso, que com certeza deixaria uma marca deliciosa, quase como se o próprio desejo estivesse batendo ali.
— Que raba linda, caralho… — ele murmurou, com aquele tom arrastado e quente.
Ajeitou o corpo dela, puxando o vestido até tirá-lo por completo. Ele ficou só segurando por um segundo, admirando. A luz baixa da sala desenhava as curvas dela como se fosse pecado alguém ver aquilo de graça.
— Assim sim — ele disse com a voz mais baixa ainda, apertando a bunda empinada e grande dela. — Do jeitinho que eu queria. Sem pano nenhum atrapalhando minha vista. Toda minha, Helena.
Ele começou a esfregar o pau dele devagar entre as coxas dela, subindo no meio das nádegas, fazendo o calor subir de novo. O contato era úmido, gostoso, e Helena soltou um suspiro alto.
— Tá vendo, gostosa? — ele sussurrou junto ao ouvido dela. — Só de encostar em você… já me perco. Te juro… esse teu corpo foi feito pra mim.
Ela mordeu o lábio, com os olhos cerrados, a bochecha colada no encosto do sofá. As mãos se agarravam ao tecido como se pudessem conter o que estava por vir.
— Tu é boa demais, sabia? — ele falou, agora com o sotaque mais carregado, a mão firme na cintura dela. — Minha boa garota, obediente… toda entregue pro homem dela.
Ele roçava a cabecinha do pau do clitóris até a entrada da buceta devagar, aumentando o ritmo aos poucos, só provocando, só atiçando… E Helena ia derretendo de novo, gemendo baixo, sentindo cada centímetro dele ali, quente e presente.
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