O CEO que Eu Paguei

65 Até ele perder o nome


O corpo de Helena ainda tremia, pressionado contra a parede.

Os braços ainda presos no alto, a respiração escapando em ondas descontroladas.

O vestido subido na cintura, as coxas nuas…

E ele, inteiro dentro dela, como se fizesse parte do corpo dela agora.

Heitor ainda não tinha se mexido novamente. Só respirava contra as costas dela, com o peito colado, quente e molhado de suor.

O queixo apoiado no ombro dela. Os olhos fechados.

Como se estivesse tentando se lembrar de quem era antes daquilo.

Mas não dava.

Não depois de sentir ela gozar daquele jeito.

Não depois de ouvir a voz dela falhar dizendo o nome dele.

A mão dele desceu devagar, soltando os pulsos dela, mas sem permitir que se afastasse.

Pelo contrário.

Puxou ela mais ainda pra trás, mais fundo, mais inteira contra ele.

Como se o próprio corpo dela fosse a casa dele agora.

— Tu não sabe o que acabou de fazer comigo… — ele murmurou, encostando os lábios no pescoço dela. — Eu tô fodido, Helena.

Ela arfou, tentando se manter de pé. Mas as pernas já tremiam.E as mãos tentavam se apoiar na parede.

— Você me fez ver o céu sem precisar morrer e … me fez esquecer até meu nome.

Ele passou a mão pela barriga dela, subindo devagar, como se sentisse necessidade de conferir se ainda estava tudo no lugar.

Mas não estava.

Nada estava.

Nem o coração dele.

Nem a cabeça.

Nem a respiração.

Porra, ele era dela.

Já era.

Ela se virou devagar, apoiando as costas na parede. Os olhos meio perdidos, o rosto corado, o corpo ainda reagindo a cada toque.

Heitor a olhou com aquele brilho intenso, o maxilar travado, o cabelo caindo na testa.

Lindo, suado, vivo.

A calça ainda abaixada, o corpo dele tenso, pulsando, como se ainda estivesse à beira de perder o controle.

— Ainda tá tremendo. — ele murmurou, passando o dorso dos dedos pela lateral da coxa dela. — Cê sente isso?

Helena assentiu com a cabeça, sem fôlego pra falar.

— Então segura. Porque agora… é minha vez.

Ele se abaixou um pouco, os olhos fixos nos dela, e com um movimento rápido segurou pelas coxas e a ergueu, fazendo ela entrelaçar as pernas ao redor dele.

Ela soltou um ar ofegante, e apoiou a cabeça na parede.

O vestido escorregava pelas laterais do corpo, mas ela já nem sabia onde começava ou terminava.

Só sentia.

Sentia o corpo dele pressionado no dela.

Sentia o pau dele firme, latejando e a abrindo inteira.

Sentia o calor, a urgência, o desejo cru que não tinha mais disfarce.

Ele empurrou mais fundo outra vez, com um gemido baixo, longo, rouco.

Como se a cada centímetro, ele estivesse enterrando uma parte da alma dele ali.

— Caralho... Tu não tem noção de como você é por dentro… Como me aperta... como me puxa.

Ela cravou os dedos nos ombros dele, sem força, sem fala.

Só queria que aquilo não acabasse nunca.

Heitor continuava ali, inteiro dentro dela, mas se segurando com tudo o que tinha.

O maxilar travado, o corpo tenso, como se estivesse lutando contra si mesmo.

— Você tem ideia do que acabou de fazer comigo? — ele sussurrou, com a boca encostada na dela. — Tu gozou em mim… tremendo, gemendo meu nome.

— Eu não consegui evitar… — ela arfou. — Foi forte demais.

Ele encostou a testa na dela, fechando os olhos.

— Me fodeu, Helena. Tu me f0deu inteiro.

A respiração dele estava pesada, instável.

O corpo latejava com uma urgência que ele tentava conter, mas não conseguia mais.

— Agora é minha vez... — ele murmurou, a voz falha. — E eu não vou parar até perder o juízo. Até esquecer meu próprio nome de novo.

Heitor a soltou devagar e a virou novamente contra a parede.

O corpo dela já tinha virado parte da parede, a respiração vinha em soluços, e os olhos mal conseguiam focar.

O vestido escorregado, os cabelos grudando no rosto, o corpo ainda sendo sustentado pelos braços firmes de Heitor.

Ele puxou a coxa dela e entrou inteiro nela — fundo, forte, comandando cada segundo como se tivesse ensaiado mil vezes só pra fazer aquilo agora, do jeito certo.

Ela tentou se mexer, mas ele não deixou.

— Fica assim. Se mexer de novo, eu paro. E tu não vai querer que eu pare agora.

Helena gemeu como uma confissão.

Tentou manter as pernas firmes, mas ele riu contra o pescoço dela. A boca encostando na pele.

— Tá tremendo. Vai gozar de novo, né? Já perdeu até o nome, mulher.

Ela tentou falar, mas a voz saiu falha.

Ele puxou o quadril dela mais pra trás, empinando como gostava.

— Olha pra você… Todo esse orgulho que tu tinha… agora é só minha put1nha gemendo baixo, querendo mais.

Ela estava entregue a ele, e ele podia faze ro que quisesse. Os movimentos era fortes, porém lentos, se eles descuidasse ou se desconcentrasse um pouco que seja, iria gozar.

— Vai, pede.

— Heitor... — ela choramingou.

— Pede, porra.

— Me fode mais… por favor.

Ele gemeu baixo, os olhos fechados por um segundo.

— Isso... assim que eu gosto. Implora pra mim, vai.

— Me fode, Heitor... me quebra… só não para… forte e rápido… por favor.

Ele segurou ela pela cintura com as duas mãos agora. As investidas vieram com mais firmeza, mais fome, mais ritmo. O som dos corpos, o estalar da pele batendo, o cheiro da entrega, tudo tomava conta da sala.

— Tu sente isso? Esse caralho todo entrando fundo? Sem nada entre a gente? Pele com pele? Tu tá me deixando doido, Helena...

Ela tentou responder, mas gemeu tão alto que não saiu mais nada.

Ele segurou firme, afundou de novo, e disse entre os dentes, com o gemido preso na garganta:

— Posso gozar dentro?

Helena paralisou por um segundo.

A cabeça tonta. O coração explodindo.

O corpo pedindo. O corpo inteiro pedindo.

— Responde, porra. Tá bom demais, eu não vou conseguir segurar. Fala pra mim que eu posso...

Ela assentiu, com a voz embargada, o rosto vermelho, as pernas fracas:

— Pode…

— Não ouvi.

— Goza em mim, Heitor... Goza dentro... eu quero.

Ele fechou os olhos, soltou um riso rouco e sujo contra a nuca dela.

— Porra… tu vai me matar, mulher. Fala mais.

— Goza dentro de mim... me enche... marca... faz o que quiser comigo, só não para.

Os movimentos estavam mais rápidos, ele olhou para baixo, péssima escolha, viu o jeito que seus vinte centímetros deslizavam para dentro dela, o jeito que sua bunda balançava quando ele entrava todo.

Heitor soltou um grunhido baixo, bruto, e afundou uma última vez, o corpo todo contraído, o som abafado contra o pescoço dela:

— Isso, caralho…

— Isso...

O corpo dele pulsava dentro dela.

E tudo ao redor...

Sumiu.

Só restava ela,

ele,

e o que tinham acabado de fazer...

... juntos.