O CEO que Eu Paguei

66 A primeira vez no quarto dela


O ar dentro da sala era denso. Quente. Quase irrespirável.

Heitor ainda estava dentro dela, os corpos colados, grudados por suor, prazer e um desejo que ainda não tinha baixado completamente.

As mãos grandes seguravam as coxas dela com firmeza, como se ele não quisesse — ou não conseguisse — soltá-la ainda.

A respiração vinha em ondas pesadas. O peito subia e descia com o esforço de quem tinha dado tudo.

Mas os olhos… os olhos não saíam do rosto dela.

— Você deixou. — ele disse, como se ainda não tivesse acreditando. A voz veio rouca, abafada, embargada pelo prazer recém-vivido. — Tu deixou eu gozar dentro…

Helena ainda tremia um pouco. A cabeça encostada no ombro dele, os braços frouxos ao redor do pescoço.

Ela nem sabia exatamente onde estava.

Só sentia.

E sentia ele.

Todo ele.

Heitor puxou o rosto dela com delicadeza e a beijou. Um beijo mais calmo agora, mais molhado, mas com gosto de domínio, de entrega, de “agora você é minha”.

— Vou te levar pro quarto. — ele disse entre os beijos, como se fosse uma promessa.

— Eu… — ela tentou falar, mas a voz não saiu. Estava exausta, entregue, mole como nunca.

Ele a segurou com mais firmeza e a ergueu no colo, com os braços firmes nas coxas e nas costas dela.

Ela se aninhou nele instintivamente.

— Nunca vou deixar ninguém falar nada de você. E se falar, vai ter que se ver comigo. Dou minha palavra.

Ele atravessou o corredor com ela nos braços.

Os pés descalços no chão frio. A casa silenciosa. O coração batendo alto.

E ali, com Helena no colo, Heitor Monteiro se sentia rei de um império feito só de luxúria, suor e respiração descompassada.

Chegando à porta do quarto, ele empurrou com o ombro.

Entrou.

Olhou em volta.

E parou.

Era a primeira vez que ele pisava ali.

E sabia.

Sabia que era o primeiro homem a fazer isso.

A levar ela pra cama assim. A deixar ela naquele estado.

A atravessar aquela fronteira.

Ele virou o rosto um pouco, os olhos mais escuros agora, carregados de certeza.

— Primeiro e último.

A porta se fechou atrás com um clique seco. Ele girou a chave.

Trancou.

Como quem sela um pacto.

Caminhou até a cama e a deitou com todo o cuidado. Como se estivesse colocando uma obra de arte sobre o altar.

Helena caiu nos lençóis com os cabelos espalhados, os olhos meio fechados, o corpo ainda arfando.

Tão linda. Tão real. Tão dele.

Heitor a olhou por um longo segundo.

E então… tirou o resto das roupas. A calça caiu num canto. A cueca no outro. A camisa já tinha ido antes.

Agora ele estava completamente nu diante dela.

O corpo suado. Forte. Com marcas dos arranhões dela nas costas.

O abdômen contraído.

E o pau…

Ainda duro. Ainda latejando. Ainda querendo mais.

Ele olhou pra ela com um riso sujo, desacreditado.

— Isso não é normal. Eu g0zei que nem um filho da puta lá na sala… E olha pra mim agora. Tô duro de novo. Te olhando aí… toda aberta, entregue… fodida de corpo e alma… E o meu pau tá querendo te quebrar mais uma vez.

Helena arregalou os olhos, surpresa. Ainda ofegava, tentando se recompor.

— Não sei se eu aguento...

Ele se ajoelhou na beira da cama, passou a mão pela perna dela, subindo com os dedos até a cintura.

Olhar de predador faminto.

— Vai aguentar. Porque agora que tu me deixou entrar sem nada… Agora que tu me deixou gozar em você… Você é minha. Inteira. E eu ainda não terminei com você.

Ele se inclinou sobre ela, o peso do corpo quase colando no dela.

— Hoje a gente vai descobrir quantas vezes teu corpo aguenta meu nome.

O quarto estava escuro, mas morno.

O som da respiração dela ainda preenchia o ambiente.

E o silêncio… era só pra que os corpos falassem.

Heitor se ajoelhou entre as pernas dela, os olhos fixos na mulher completamente entregue diante dele.

Helena ainda estava com o vestido subido, as alças caídas pelos ombros, o tecido grudado ao corpo suado.

Ele a olhava como quem observa o que venceu.

O que dominou.

O que agora pertencia só a ele.

— Tira isso. — ele murmurou, com a voz arrastada.

Mas não esperou. Ele mesmo levou as mãos até o decote e puxou.

Devagar.

Degustando.

O vestido desceu pelas curvas como se soubesse que não era mais necessário.

E ali, sob a luz fraca, Helena apareceu completamente nua, completamente exposta.

Cabelos bagunçados.

Pele arrepiada.

Seios sensíveis, arfando.

As marcas dos toques dele pelo corpo.

Heitor passou a língua pelos lábios, quase em reverência.

— Isso aqui é arte. É até pecado. É tudo que eu nunca pedi… mas é exatamente o que eu queria.

Ele se inclinou sobre ela e começou a beijar.

Não era beijo rápido.

Nem beijo perdido.

Era como um mapa.

A boca dele passou pelos ombros, depois pelo colo.

Beijou os seios devagar, um por um, como se estivessem consagrando a própria existência.

Desceu pela barriga com a língua quente, parando em cada curva, em cada ponto onde ela reagia com o corpo.

Ela se arqueava embaixo dele, já gemendo, os dedos cravando no lençol.

— Heitor…

— Fica quietinha… deixa eu cuidar do que é meu. Quero ver você implorar de novo…

Ele sorriu com malícia quando viu as pernas dela tremerem ao primeiro toque dos dedos.

Dedos quentes, firmes.

Que sabiam exatamente onde tocar.

Quando ele penetrou dois deles dentro dela, soltou um gemido rouco, baixo, cheio de prazer.

— Porra…

Ele olhou pra ela com os olhos mais escuros do que nunca.

— Eu tô sentindo minha porra escorrendo dentro de você. Tá quente... tá escorregando nos meus dedos. Tu me deixou assim.

Helena gemeu alto, jogando a cabeça contra o travesseiro, as pernas se abrindo mais, querendo mais.

— Sua boceta tá viciada em mim já. Tu nem percebeu… Mas seu corpo já escolheu. E sou eu.

Ele começou a mover os dedos com firmeza, o polegar massageando o ponto certo com precisão cirúrgica.

Helena começou a se contorcer, gemer mais alto, a voz embargada de puro prazer.

— Gosta assim? Gosta quando eu enfio os dedos e te faço gozar só de provocação?

Ela assentiu com a cabeça, as palavras se perdendo.

— Então diz.

— Eu… gosto… Só você … sabe fazer isso… Heitor

Heitor se inclinou e lambeu a parte interna da coxa dela, subindo devagar.

— Eu sei. Porque eu te estudo. Porque eu te domino.

E então, sem aviso, ele retirou os dedos, a ergueu com uma das mãos na cintura e se posicionou de novo entre as pernas dela.

Olhar de predador. Músculos tensos. E o pau… duro, pronto, latejando como se fosse a primeira vez.

— Tu vai deixar eu entrar de novo?

Helena olhou pra ele, os olhos pesados de prazer, o corpo já derretido.

— Sim…

— Tu quer?

— Quero.

— Então pede. Do seu jeito. Bonitinho, como da outra vez.

Ela mordeu o lábio, os olhos brilhando de desejo.

— Por favor… Me fode, Heitor… Entra em mim de novo. Me faz sua mais uma vez.

Ele sorriu. Um sorriso sujo, bonito, perigoso.

— Assim que eu gosto.

E entrou.

Firme. Fundo.

De uma vez.

Ela gritou. De prazer. De surpresa. De entrega.

E ele segurou as coxas dela com força.

— Agora não tem mais espaço pra dúvida. Tu é minha. E vai gozar mais uma vez só pra não esquecer.


Notas finais
Oii, então gostaria de agradecer a todos que estão lendo. A história já está chegando na metade. E saber que estão lendo me faz querer postar mais. Como disse nos primeiro capítulos, criei essa história para outro site inicialmente, e gostaria de dizer que vamos ter alguns capítulos "quentes" até finalizar essa parte da metade, sei que algumas pessoas não gostam, mas optei por não tirar os capítulos porquê fazem parte do que escrevi. Peço para terem paciência. Não vão ter apenas cenas de sexo, não se preocupem. Temos a história desse casal, sou suspeita, mas vale muito a pena acompanharem, caprichei (: . Caso esteja demais, me sinalizem, que dou um jeito de diminuir até finalizarmos essa parte. Novamente. Agradeço!!!