O Cálice do Desejo e o Retorno do Passado - 5ª Tem
7 A Possessividade
* * * Mansão Kido – Atenas, Grécia * * *
Casa Principal, Quarto da Atena
Me jogando na cama, fazendo o meu roupão abrir, ele subiu em cima de mim e disse com o olhar possessivo :
(Saga) – Eu vou te mostrar a nunca mais me confundir com mais ninguém, Atena...
Pelos deuses, eu estava torcendo para isso.
Olhava para o homem que me enlouquecia, como ninguém mais conseguia fazer. Eu amava seus olhos azuis que me devoravam, que sempre demostravam poder, na verdade, tudo nele emanava poder e força, e eu amava isso! Era um jogo perigoso se envolver com alguém tão volátil como ele, mas era exatamente isso que me encantava! Ele me enlouquecia em todos os sentidos da palavra “loucura”.
Senti-lo tão perto, meus seios colados no seu peitoral definido, mesmo de calça, sentia o meu objeto de desejo pronto para entrar em ação! Seu cheiro delicioso, tanto da pele como dos cabelos, faziam acelerar a minha respiração. Tudo nele estava me enchendo de ansiedade, o queria, naquele exato momento!
Ele puxou um sorriso malicioso, sabia que eu o estava devorando com o olhar, que meu corpo sempre reagia rapidamente a ele.
Deslizei a minha mão pela lateral do seu corpo, o convidando a se envolver comigo, e ele se afastou do meu corpo e segurou as minhas duas mãos. Com um ar de satisfação no rosto disse:
(Saga) – Está de castigo, Atena, não pode tocar em mim!
Minha nossa! Como é que eu ia conseguir cumprir isso?
(Atena) – Não faz isso... quero tocar em você...
Colocando as minhas mãos acima da minha cabeça, aproximou o seu rosto na lateral do meu e deslizando o seu nariz pelo meu pescoço, me gerando arrepios, disse baixinho no meu ouvido:
(Saga) – Então não sabe me diferenciar do meu irmão...
Ele mordiscou a minha orelha, como forma de punição. Meu corpo inteiro relembrou da nossa noite no quarto da casa oeste, o suficiente para me deixar excitada. Eu deslizei o meu nariz pelo seu corpo, como eu queria tocá-lo, arrancar aquela maldita calça! Sussurrei no seu ouvido:
(Atena) – Por favor... eu quero você...
Ele voltou a me olhar nos olhos e puxou um sorriso.
(Saga) – Eu sei que quer... mas antes vai aprender a não me confundir com mais ninguém...
Movia os meus quadris ao encontro do seus, seria perfeito se ele estive nu! Vou ter que proibi-lo de ficar vestido quando estiver comigo!
(Atena) – Prometo não confundir mais...
Segurando as minhas mãos com apenas uma, com a outra bateu na lateral do meu bumbum.
(Saga) – Vou garantir exatamente isso, Atena...
Ele encostou os seus lábios macios nos meus, e deslizou a sua língua deliciosa na minha boca. Eu sei que ele iria me matar de tesão antes se entregar a mim, mas eu não teria forças para resistir a ele, então aproveitaria tudo o que ele me oferecesse durante essa doce tortura! Ainda com as mão imobilizadas, eu levantava a minha cabeça para ir ao encontro da sua boca, eu o puxaria pelo pescoço se eu pudesse, mas ele não ia me permitir, até porque eu tentei tirar a minha mão e ele apertou os meus pulsos como advertência, eu estava sem saída! Eu deslizava a minha língua na dele, gemia em seus lábios, não me importava nem um pouco em implorar por ele! Que beijo molhado e gostoso ele tinha! Ele puxou meu lábio inferior com os dentes. Disse sussurrando nos meus lábios.
(Saga) – Meu irmão te beija assim?
Eu estava sem fôlego e extremamente molhada.
(Atena) – Não...
Eu estava pulsando de excitação e ele também, seus olhos negros me diziam isso claramente. Essa cara cínica dele iria me atormentar por muito tempo, tinha certeza disso!
(Atena) – Saga...
(Saga) – Lembrou do meu nome agora?
Eu disse com o ar inocente.
(Atena) – Nunca esqueci, meu amor...
(Saga) – Não foi o que aconteceu agora a pouco...
Ele abaixou a sua cabeça na altura dos meus seios e puxou o bico de cada seio, me fazendo gemer.
(Atena) – Pelos deuses, Saga...
Saga saindo de cima de mim, ficou do meu lado. Tirando a mão de cima das minhas, olhou nos meus olhos e falou sério.
(Saga) – É para deixá-las exatamente aí.
(Atena) – Saga, por favor... não vai me perdoar?
Ele olhou para a minha boca e desceu a visão para os meus seios que imploravam pelo seu toque. E ele deslizou a mão por cada um deles, estavam pesados pela excitação, todo o meu corpo estava quente.
(Saga) – Talvez...
Olhei para a boca deliciosa dele e fiz o que eu podia fazer naquele momento: implorar!
(Atena) – Saga, eu preciso de você...
Ele deslizou sua mão pela minha barriga até a minha entrada úmida e deslizou dois dedos dentro mim, eletrizando todo o meu corpo, me fazendo arquear do colchão e gemer. Fiz menção de mover as minhas mãos e ele as segurou.
(Atena) – Saga...
(Saga) – Me implora, Atena!
(Atena) – Saga... por favor...
(Saga) – O que você quer?
(Atena) – Você, eu quero você!
Ele deslizou mais para dentro de mim, me arrancando mais gemidos, movia os meus quadris na direção dos seus dedos. Ele puxou o bico do meu seio novamente.
(Saga) – Está implorando errado!
Como se eu conseguisse raciocinar nessa hora!
(Atena) – Pelos deuses! ... vai me fazer gozar na sua mão!
(Saga) – Fala!
(Atena) — Eu quero você... Saga de Gêmeos!... Por favor...
Tirando seus dedos de mim, ele saiu da lateral do meu corpo e subindo em cima de mim olhou nos meus olhos, ele estava cheio de luxúria. Ele estava extremamente excitado!
(Saga) – Implora de novo!
(Atena) – Saga, por favor... eu te quero dentro de mim...
Saga era dominador por natureza, eu me sentia como uma presa debaixo de todo aquele corpo, que poderia facilmente me fazer sucumbir nos seus braços como uma fera. Praticamente arrebentando o zíper da calça na pressa de estar dentro de mim, ele colocou a minha perna em cima do seu ombro e me penetrou tão forte e profundo que gemi ou gritei, nem sei, não importava! Instintivamente segurei nos seus braços para me manter no lugar, ele imediatamente segurou forte meus pulsos, afundando-os de volta para o colchão!
O que foi bom porque ele bombeou tão furiosamente e deliciosamente dentro de mim, com seu corpo grudado ao meu, que eu tinha a sensação de que a cama não resistiria a tamanho impactos! Ele me segurava pelos pulsos para receber tudo isso! Como era gostoso! Essa força e possessividade que ele impunha enquanto me penetrava!
(Saga) – Quem te fode gostoso assim, Atena?
Com o ritmo delicioso devido a excitação dele, eu tive que arrumar o fôlego que eu não tinha para responder.
(Atena) – Você... só você... Saga...
Ele segurou no meu ombro para me fazer ir mais ainda ao seu encontro, se é que isso era possível! Eu sentia meu corpo se preparando para explodir em prazer! Eu gemia seu nome, implorando para que não parasse!
(Atena) – Saga... isso... por favor... não para...
(Saga) – Isso... me molha todo...
Se deslizando e mantendo as estocadas fortes me entreguei ao clímax forte e avassalador que me invadiu.
(Atena) – Saga....
Conforme eu o apertava, devido ao gozo, ele gemia gostoso olhando para mim.
(Saga) – Isso... me faz gozar... aperta... assim... issoooo...
Com mais algumas penetrações fortes ele gozou dentro de mim, fazendo o meu corpo sentir seus espasmos fortes. Ele disse sem fôlego.
(Saga) – Você me enlouquece... sabia disso?
Ele ficou em cima de mim, mas jogando o seu peso, na lateral do seu corpo apoiado no colchão.
(Atena) – Saga, meu amor...
Deslizei a mão pela sua nuca, fazendo um carinho enquanto recuperava as forças.
(Atena) – Me desculpe, amor... não tive a intenção de te magoar...
Ele respirava ofegante na lateral do meu pescoço e sua mão me segurava pela cintura, como se eu quisesse fugir dali.
(Saga) – Eu sei disso... mas é mais forte do que eu...
Ainda fazendo cafuné, disse baixinho:
(Atena) — Eu te amo, e não vou a lugar nenhum, meu amor...
(Saga) – Não sei o que eu faria... se você fizesse isso..
O abracei com as pernas.
(Atena) – Não tem como eu fugir de você... quem mais me colocaria de castigo?
Ouvi ele sorrir.
(Saga) – Você merece, por me provocar...
(Atena) – Eu adoro os seus castigos...
Ele disse baixinho, no meu ouvido:
(Saga) – Casa-se comigo?
Sorri.
(Atena) – É claro que eu me caso com você, meu amor... mas eu te pedi antes em casamento, se lembra?
Ele começou a mordiscar minha orelha, me gerando arrepios pelo corpo.
(Saga) – Então, pede de novo...
Sentindo seus beijos pelo meu pescoço, eu disse, ainda deslizando a minha mão pela sua nuca.
(Atena) – Aceita se casar comigo, Saga de gêmeos?
Ele respirou fundo.
(Saga) – Pede de novo...
Fiz com que ele olhasse para mim, seus olhos agora estavam azuis como o céu do meio-dia.
(Atena) – Saga de gêmeos, amor da minha vida, aceita se casar comigo e ser meu para todo a eternidade?
Ele beijou os meus lábios.
(Saga) – Vou fazer você me pedir em casamento todos os dias...
(Atena) – Desde que a sua resposta seja sempre sim...
Ouvimos umas batidinhas na porta.
(Afrodite) – Atena?
(Saga) – Vai embora!
Dei uma tapa no braço dele.
(Afrodite) – Eu só queria saber se ela está aí!
(Atena) – Estou sim, Dite!
(Afrodite) – Tudo bem querida, volto mais tarde para arrumarmos a sua roupa para o leilão de hoje à noite!
(Atena) – Obrigada, Dite, daqui a pouco eu te chamo!
(Saga) – Não vai chamar nada!
Sorri.
(Atena) – Saga, para com isso!
(Afrodite) – Bom, te espero me chamar! Boa sorte, com esse ogro!
Ouvi os passos fortes do Dite se afastando da porta.
(Atena) – Não faz isso com ele!
Saga puxou um sorriso.
(Saga) – Esse momento é meu, e não vou dividi-la com o Dite!
Coloquei meus braços no seu pescoço.
(Atena) – Você tem todos os momentos que quiser, meu amor!
(Saga) – Vou adorar te cobrar isso!
Nos beijamos calmamente, para selar esse momento que desfrutávamos nos braços um do outro.
* * *
Fale com o autor