— Obrigado por hoje, eu me diverti demais... — o galã declarou, desjeitoso — Foi o melhor encontro que eu tive, sabia?

— Sim. — Júlio gracejou — Adorei estar contigo. Talvez, você também esteja dentre meus melhores encontros.

— Talvez? — compartilharam risos bobos.

O citadino puxou-o pela cintura, despedindo-se num selinho. Já beirava a saída quando Marcos, afoito como nunca, segurou seu rosto e uniu seus lábios. Inebriaram-se um no outro. Quando separaram, o beijoqueiro perguntou...

— Ainda é “talvez”?

— Nos vemos amanhã, Marcos.

Júlio lançou seu sorriso travesso que enlouquecia Marcos. Marcos mal escondia o êxtase por saber que reencontraria Júlio. Não houve carantonha naquela noite.