O Baile

1 O Baile/parte 1


Notas iniciais
geente, esse perfil é meu (Maria) e da Roh, então eu decidi postar a história aqui... É minha primeira One, então por favor mandem Reviews e deixem uma autora feliz bom, vai ter insinuação de sexo, e se eu classifiquei erado, por favor, me avisem. Não quero que a fic seja excluída por isso. bjos, boa leitura.

A manhã passou toda nublada. As nuvens pairavam no céu como se o mesmo tivesse coberto por um tipo de pano. Desci do meu carro batendo a porta com força. Segui pelo estacionamento direto à minha nova escola.

Eu estava no segundo semestre do segundo colegial quando meus pais decidiram se separar. Eu fui morar com minha mãe em uma cidade pequena do interior.

A escola em que eu estava agora era menor que minha antiga escola. Fui para minha sala e me sentei no fundo, aonde ninguém poderia ficar me encarando, pois eu era um tipo de \"aberração desconhecida\" de outra cidade. Uma cidade grande. E agora eu estava nesse fim de mundo esquecido por Deus.

As aulas passaram depressa, como se alguém tivesse o poder de adiantar o tempo.

O sinal para o intervalo bateu, e desci, como o resto dos alunos. Me sentei em uma mesa no canto do refeitório e comecei a ler o meu exemplar surrado de Romeu e Julieta. Eu estava na parte em que eles se conhecem., e então o sinal tocou. Fechei o livro de páginas amareladas pelo efeito do tempo, suspirei e subi as escadas em direção à sala.

Senti um arrepio ao entrar na sala de Química. No fundo da sala estava sentado um garoto. Ele era lindo, eu não podia negar. Sua pele branca contrastava com o cabelo negro e com os profundos olhos, azuis como o mar, e embora ele estivesse de blusa, os músculos eram evidentes. Ele desenhava algo em seu caderno distraído. Congelei por alguns segundos ao ver que o único lugar disponível na sala era ao lado dele, mas segui para lá. Quando passei por ele, senti que seus olhos passaram do caderno para mim.

Eu não era exatamente a coisa mais bonita de se ver, com meus cabelos cacheados e castanhos e olhos da mesma cor. Eu era exatamente o que você pode chamar de comum.

Sentei e fixei os olhos no meu dever por alguns segundos. Senti seus olhos me observarem, e o encarei. Ficamos assim por alguns segundos, o azul se chocando contra o castanho, até a secretária da escola bater na porta.

Na hora, pareceu que eu estava em transe, e bastou a batida na porta para que eu voltasse à realidade. A secretária informou os alunos sobre um baile à fantasia que aconteceria na escola, e como festeira assumida, decidi ir.

O sinal tocou novamente e eu saí correndo da sala, me esquecendo até do garoto que sentou ao meu lado. Cheguei em casa e fui tomar um banho. Me sentei na cama, então decidi trocar de roupa e sair. O vestido que usaria no baile eu já tinha, só precisava de uma máscara. Fui de loja em loja até que finalmente encontrei.

A semana se passou rápido, até finalmente chegar sexta, o dia do baile. Na hora que voltei da escola fui direto tomar um banho, e passei tudo o que tinha direito- desde perfumes até hidratantes e depois vesti o vestido branco, tomara-que-caia de minha mãe e uma pulseira de strass. Por fim soltei o cabelo e fui para a frente do espelho vestir a máscara. Segui para a escola.

Lá pelo meio do baile, fui para o jardim respirar um pouco de ar e ouvi passos atrás de mim.

-Quem é a bela dama que esconde seu rosto magnífico por trás de uma máscara?- Era o garoto da aula de Química. Ele falava como um homem do século XI. Sorri, escondendo o nervosismo e respondi:

-Emily. Emily Rosenwall. E você, quem é?

-Eric Wisimon.- Ele disse, beijando minha mão.- Você é a mais bela garota que vi nessa festa. Poderia me dar a honra?

-É claro!- eu disse, e ele pegou uma de minhas mãos, e pousou uma das suas suavemente em minha cintura, então coloquei minha mão livre em seu ombro.

Ele começou a me guiar, e era como se flutuássemos. Eu olhava profundamente em seus olhos. Passou-se um segundo depois disso e nós estávamos nos beijando. Não era um beijo comum, era um beijo apaixonado. Ele me pegou e não sei como, me levou até seu carro. Nos deitamos no banco de trás, ele abriu meu vestido passando as mãos por minha cintura até chegar às minhas coxas e, depois disso, me levou para o céu.

Notas finais
então, o que acham? Devo continuar ou não?
Mandem um review, mesmo se for xingando a minha mãe -NÃO!
Agora é sério, realmente quero saber a opinião de vocês!
beijos, obrigada por ler

PS: erros ortográicos, erros ortográficos, eu sei. Me desculpem, a fic não foi betada e eu sou uma péssima aluna de português!