O Baile
6 um pouco mais de problemas
Notas iniciais
obrigada Yukira-sempai por quebra esse galho para min, só você para betar isso agora.
Gokudera andava pelos corredores irritado “Mas aonde aquele idiota se meteu?” pensou. Sim, Yamamoto havia sumido, simplesmente sumido da festa sem avisar ou comunicar para onde ia; ou com quem ia, “Onde você está Yamamoto?” suspirou, eles estavam juntos a muito tempo e sempre que o moreno fazia isso o deixava irritado, “Mas por quê de tantas pessoas do mundo tinha que ser logo ele?” não quis resposta, essa pergunta não teria uma resposta, se tivesse ele se arrependeria de der ficado com o moreno.
— Gokudera-kun – uma voz familiar o chamou.
— Sim Juudaime? – já conhecia o dono da voz – Quer algo?
— Sim – disse baixo – Você podia me acompanhar?
- Claro – estava preocupado com o Yamamoto, no entanto ele sabia que o moreno era forte e podia se defender sozinho – Mas para onde vamos?
Tsuna não respondeu apenas se virou e se dirigiu para um outro corredor, com seu mais fiel subordinado atrás.
XXX
Skull ainda estava tentando digerir tudo o que ouviu.
- Não ainda acredita em nós? – perguntou Chrome
- Você dúvida? Ele é um mafioso – Mukuro disse sem deixar Skull responder – Eles nunca confiam em nós.
- Mas nós temos nossos motivos – respondeu Skull à provocação de Mukuro.
- Você deveria entender Skull-san – disse Fran – Nós estamos do seu lado.
- Eu sei – disse – Mas isso parece tão estranho...
- Foi por esse motivo que eu escondi de vocês – disse Mammon que estava numa cadeira – Vocês não iriam entender e o Reborn iria acabar querendo fazer do jeito dele.
- Tá... Mas eu posso fazer algo para ajudar? – Skull perguntou, afinal porque não? Ele já estava alí mesmo.
- Claro – disse a falsa Mammon – Mammon não vai poder nos ajudar.
- Maria você deveria seguir o plano e não falar nada – disse Fran.
- Meu nome e M.M. – disse irritada a falsa Mammon – E não me chame de Maria de novo seu girino.
- Mas seu nome é Maria – parecia que Fran estava fazendo só para provocá-la — Então irei te chamar assim.
- Calado deu sapo – M.M. estava para pular no pescoço de Fran se não fosse pela interrupção de Mukuro.
- Chega os dois – sua voz soou autoritária – M.M. você irá com Skull para o salão principal para que os outros não desconfiem de nada – olhou para Fran – Você vai voltar para aquele príncipe – olhou para Mammon – Você fica aqui, para ser recuperar dos ferimentos – olhou para Chrome – E você terá que ir lá salvar a tempestade enquanto eu irei ficar e conversar com Lambo.
Era incrível como Mukuro parecia um chefe da máfia, ele conseguia mandar e desmandar em todos sem ser questionado. Mas Skull não tinha tempo para pensar nisso, ele tinha que cumprir uma “missão” seguiu para o salão principal como havia sido ordenado e se sentou perto dos outros arcobalenos.
- Onde você estava Skull? – perguntou Verde – Você parece preocupado, o que houve?
- Nada. Eu só estou um pouco cansado, só isso. – a resposta veio calma.
Skull não queria está ali, todos os seus outros “irmãos” sabiam disso, ele só estava ali porque Reborn pediu, na verdade ele obrigou Skull a ir naquele baile doido, se ele soubesse o que ia acontecer com ele, teria lutado mais um pouco.
- Boa noite – disse a “Mammon” — Como estão?
— Estamos bem, Mammon – disse Verde – Veio resolver o seu problema?
Pronto. Verde pareceu saber de algo que os outros não sabiam, será que ele havia descoberto o plano deles para salvar o Tsuna, ou aquilo era apenas entre ele e Mammon? Para alívio de Skull e Mammon todos os outros integrantes da mesa olharam para Verde como se quisessem uma explicação.
- Eu não sei do que está falando Verde – a resposta da “Mammon” foi grossa – Mas se o senhor não se importar eu irei agradecer.
- Vai pessoal não precisamos brigar aqui – disse Fon tentando acalmar as coisas – Nada de brigas, armas ou qualquer tipo de guerra, pois está uma linda noite e estamos numa festa.
Bem que Skull queria acreditar naquelas palavras, mas era tarde, ele já tinha se envolvido naquilo.
- Qual o problema Skull? – disse Reborn querendo provocá-lo – Você finalmente se deu por vencido, seu inútil?
Skull não disse nada não estava a fim de briga, principalmente com ele, Skull nunca gostou de brigar com Reborn, só queria o respeito do mais forte, coisa que se demonstrara impossível, porque o hitman do sol era insensível.
- Não vai me dizer nada? – Reborn o encarou – Você é inútil mesmo, e, além disso, fraco.
- A gente vai manter a calma – falou Uni, que estava junto de seu guarda costa – Reborn, se o Skull não quer falar é porquê ele deve ter um bom motivo para fazer isso, certo? – olhou para Skull, que apenas balançou a cabeça positivamente – Viram? Está tudo bem.
Reborn se sentou, Skull continuou de cabeça baixa olhando para o pedaço de torta que lhe foi servido. A conversa entra a turma ficou animada, com todos rindo e felizes, com exceção de três pessoas, “Mammon”, Reborn e Skull. Mammon era porque aquela não era a verdadeira arcobalena da névoa, e como a autêntica não gostava de falar, ninguém notou; Reborn não tinha olhos para nada que não fosse Skull, cada movimento que o guardião da nuvem fazia era observado pelo moreno; Skull estava mais preocupado em salvar a vida do décimo Vongola, coisa que era responsabilidade de Reborn. Num determinado ponto da conversa Skull levantou.
- Aonde vai? – perguntou Uni.
- Eu vou alí – sua resposta foi rápida.
- “Vou alí” “Vou alí” – repetiu Reborn – Isso não é uma resposta, seu inútil.
“Mammon” se irritou, era a quarta ou quinta vez que Reborn ofendia Skull.
- Reborn, qual e o seu problema? – a pergunta da garota surpreendeu a todos – Você só sabe ofendê-lo.
— Como? – Skull fez a pergunta, ele mais que todos estava confuso.
- Você me ouviu Skull – sua voz demonstrava que ela estava seriamente irritada – Se não gosta do garoto não deveria tê-lo convidado.
Num momento a mesa ficou em estremo silêncio, todos os presentes perderam as falas.
- Mammon você deveria se acalmar – disse Skull tentando fazê-la ficar sentada.
- Quem você pensa que é para falar comigo desse jeito – Reborn estava irritado – E por que está falando besteira?
- Você me ouviu Reborn – “Mammon” estava visivelmente irritada – Se não o ama não fala dele.
Reborn que já estava muito irritado focou mais ainda com a última frase.
- Acho que o Skull está certo – disse Colonello – Vocês deveriam se acalmar.
- Porque está falando nisso Mammon? – Reborn não aceitou o conselho do loiro – Por acaso está gostando dele? — disse para provocá-la.
- E se eu estiver – Mammon não deixaria aquilo passar – E se eu estiver me apaixonado pelo Skull, você vai fazer o quê, o-mais-forte-dos-acelobados-Reborn-sama?
Todos ficaram sem reação, Mammon tinha acabado de se confessar para Skull? Ela tinha provocado Reborn e ainda fez aquilo na frente dele.
- Então não vai falar mais nada Reborn-san? ela o provocou o moreno — Como eu pensei! Você não vai fazer nada, só a me observa e eu tirar o Skull daqui.
Pegou Skull pelo braço sem olhar para trás, o pobre coitado do Skull não entendeu nada e ainda soltou um “O quê?” e “para onde estamos indo?” além de mais um “Mammon você está machucando meu braço, devia corta essas unhas”. Todos os outros presentes na mesa ficaram chocados com a cena até mesmo o Bermuda Von Vichten (o oitavo arcobaleno) ficou sem palavras para descrever a cena. Todos olharam para Reborn, que tinha uma estranha cara de ódio e tristeza naquela hora.
Xxx
- Tsuna – Dino entrou no escritório de décimo Vongola bem bravo – Mas o quê? – sua voz ficou desanimada – Ele não está aqui – disse cabisbaixo.
- Kufufufu... – Mukuro aparece do nada atrás de Dino – O que temos aqui?
- O que quer Mukuro? – Dino estava impaciente — E onde está o Tsuna?
- Qual deles você quer saber?
— Como?
- O que foi Cavollone, levou um fora?
- Olha Mukuro eu não estou para brincadeira hoje – Dino realmente estava falando sério — Ou você me diz a onde o Tsuna está ou nós teremos um grave problema aqui.
- Isso por acaso é mais uma de suas promessas, Dino? – Mukuro estava se divertindo com aquilo – Você quer falar o que com ele?
- Não é do teu interesse.
- É negócios? — Mukuro continuo a provocá-lo – Ou e que você resolveu lagar Hibari para correr atrás do Squalo?
- O quê? – Dino gelou.
- Você ainda ama o Squalo, não é Cavallone?
- ...
- Não se preocupe, Hibari te ama. Se você fizer isso ele não deixara de te amar – Mukuro continuou falando – Afinal não foi por você que ele se apaixonou.
- Como? – Dino estava cada vez mais confuso – Você sabe de algo Mukuro?
- Hibari tem uma pequena queda por coisas fofas – Mukuro disse com seu típico sorriso.
- Não diga besteiras Mukuro! – Dino ficou irritado – O que você quer aqui?!
- Nada, só me divertir – Mukuro não mudava aquela cara – E você, está se divertindo?
Aquilo foi à gota d’água para Dino, ele pegou o chicote e acertou Mukuro que se preparou para uma batalha. Dino estava com muita raiva àquela frase lembrou o bilhete do LM, lembrou quem machucou o Hibari.
- O que houve Dino? – Mukuro estava realmente se divertindo – Por acaso alguém machucou o seu canário?
Dino ficou parado, Romário estava pronto para qualquer tipo de ataque de Mukuro.
- A pessoa que você quer matar – Mukuro sabia o que estava falando – É quem você nem desconfia.
Mukuro saiu pela porta.
- Diga ao Hibari que eu e Chrome desejamos melhoras.
Dino olhou assustado para Mukuro como ele podia saber sobre isso? Será que ele tinha visto quem foi?
Xxx
Gokudera que continuava seguindo Tsuna começou a se preocupa com o chefe e o Yamamoto. Tsuna porque este estava estranho, fazia uma semana que ele estava diferente, aquele parecia o Tsuna; falava como o Tsuna, mas não era o Tsuna, este era diferente, de algum jeito ele estava diferente. Já com o Yamamoto era porque aquele idiota havia sumido sem deixar rastros.
- Gukudera-kun? – chamou uma voz feminina.
- O que foi Chrome? – ele se virou para falar com a garota.
- Nada. Eu só queria saber se você podia me ajudar em algo.
- Eu tô meio que ocupado no momento – disse, mas é claro que ele queria ajudá-la, mas tinha que cumprir suas obrigações primeiro.
- Mas é importante – disse ela – Por favor – pediu.
Ele olhou para o chefe.
- Podem ir – disse Tsuna – Depois eu falo com você Gokudera-kun.
Saíram de perto do Tsuna. Quando se afastaram, o albino se virou para a japonesa.
- Qual é o problema?
- Você ainda quer saber a onde está o Yamamoto?
- Sim – mas é claro que ele queria.
- Venha comigo.
Andaram até um dos quartos da casa, ela parou em frente a uma porta se virou e disse:
- O achamos assim em outro quarto e o trouxemos ele para cá.
Gokudera não entendeu no começo, mas quando entrou no quarto não consegui acreditar no que via, deitado em uma cama estava Yamamoto, um pouco machucado e inconsciente.
— Takashi! – Foi tudo o que consegui pronunciar.
- Ele está respirando, o que é bom – disse ela – E os ferimentos são superficiais.
- Obrigado.
- Tudo bem – disse ela – Se precisar de algo fala.
Antes de sair, olho mais uma vez para o guardião da tempestade, ele estava triste e preocupado, tentava o outro estava realmente bem. Mas ela não podia demorar tinha que seguir com o plano.
- Tem medicamentos e materiais para fazer os curativos no banheiro – ela o avisou, depois disso saiu do local.
Xxx
Quando a “Mammon” se separou de Skull – ele fugiu dela – Verde veio falar com ela.
- Mammon o que você fez foi muito feio – Verde estava zangado – Como pôde dizer aquilo para ele?
- Você viu o jeito que ele o tratava – disse tentando se explicar – Não podia deixar que aquilo continuasse.
- Mas você tinha que falar aquilo? – Verde parecia que iria ter um ataque — Com aquelas palavras?
-...
- Você se esqueceu que Reborn gosta de Skull? – disse sem se importar com a possível conseqüência – Você se esqueceu que Reborn é doido pelo garoto?
-...
- Sim eu sei que ele não quis admitir – Verde demonstrava mais nervosismo – Mas ele ama o Skull e você faz aquilo. Qual é o seu problema, Mammon? Você não entende que Reborn não gosta que mexam em suas coisas?
- Se ele o amasse não o trataria mal – disse ela – Até porque quem ama cuida e faz feliz.
Verde não disse nada, o que ela falou era verdade, talvez Reborn tenha passado um pouco dos limites. Ela saiu pela porta passando por Reborn que estava ali escutando tudo atrás da porta.
- Lembre-se disso: cuide bem de suas coisas se não alguém vai roubá-las.
Xxx
- Temos que fazer alguma coisa em relação ao Mukuro – Disse uma mulher com cabelos negros – Mas o que podemos fazer para pará-lo?
- Podemos acabar com sua família – disse Tsuna, que segurava uma foto, nela tinha Ken, Chikusa e Mukuro.
Notas finais
estou fazendo o que consigo, essa fic não está pronta então dependendo de suas reações pode ficar curta ou longa.
irei demorar um pouco por causa de uma outra fic.
obrigada por entenderem e beijos.
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