O Amor Único {em reforma}
35 Fatos inevitáveis
Notas iniciais
Os botecos do subúrbio de Tóquio, não eram um lugar para qualquer um, precariedade de sujeira no meio de bebida e de homens raivosos, realmente era um lugar que apenas os corajosos insistiam em se aventurar, na mesa do quanto a esquerda onde pouca gente costumava a observar havia um homem de calça jeans comum e claro, coturno e, sobretudo pretos, o chapéu litoral, tampava os cabelos loiros desgrenhados enquanto sorrateiramente com os braços cruzados seus olhos azuis flamejantes observavam o local a sua volta, Naruto pensou pela milésima vez na razão de estar ali, quase na boca de um bueiro em um ninho de ratos, seu motivo, era ela, só podia ser ela, ele não precisava de nada para pensar nela, não precisa de nenhum retrato nenhuma lembrança, nada, os olhos perolados os fios azulados vinham em seus pensamentos, jamais pensou gostar de alguém, jamais pensou em gostar de alguém dessa maneira, mas Hinata sempre foi tudo que ele sempre imaginou que não existisse e tudo que queria para si, e a apenas a sua ausência já tornava o mundo muito mais triste, era oficial, não sabia viver sem ela.
Um homem qualquer que o viu sentado ali o surpreendeu jogando duas canecas de cerveja encima da mesa, o loiro deu uma erguida na cabeça querendo analisar o que tinha por cima do que a aba do chapéu impedia de ver, era um homem desconhecido, meu magrelo cabelos engraçados absurdamente cacheados e vestias de segunda mão deveria ser algum tipo de servo particular, uma cara cansada, porém olhos arregalados com um verdadeiro problemático e drogado . Sem pedir o mesmo sentou-se de frente para o jovem rapaz.
– Beba, faz bem para os nervos – murmurou dando para si mesmo um generoso gole da cevada da sua própria caneca – não esta envenenada nem nada, senhor Riroki não quer você morto – Naruto ergueu a face surpreso e o homem finalizou – ainda.
– Então o covarde não pode vim pessoalmente – desafiou. Dois dias sem sair de casa deitado afundado na própria cama, sem mal comer sem mal dormir, apenas tentando se calmar, por Hinata, por querer tanto ajuda-la ele faria de tudo para não surtar, deixaria que a policia cuidasse disso, eles eram especialista, e suspirava hora a após hora pedindo para que alguém de poder maior, simplesmente a protegesse a levasse de volta para casa, segura e salva. Uma ligação com numero desconhecido de algum telefone publico dizia, que deveria encontrar Riroki Morimoto naquele bar, naquela hora, e que ninguém deveria saber, pois Riroki amava Hinata o suficiente para mata-la com as próprias mãos, seria um desejo primoroso se não quisesse possuí-la para sempre, Naruto não arriscaria a vida dela, nem por um momento, continuou-se paciente e seguiu suas ordens, fez tudo que fora dito, não avisou ninguém, saiu escondido e nem mesmo a policia desconfiaria, o loiro estava numa depressão profunda não saia de seu quarto, a única pessoa para quem teve quem mentir era sua mãe, e tinha sorte, não era lá assim tão difícil.
– O senhor Riroki não é burro o suficiente para sair perto da senhora Hinata – ouvi-lo dizer o nome dela causava arrepios, como o ar gelado da noite, Naruto deu seu olhar assustado, um deslize de erro no meio da sua negociação.
– Ainda bem que veio sozinho – continuou bebendo – analisei o local, bem esperto.
– Quero saber onde ela esta? Quero saber se ela esta bem? – exigiu.
– Ela esta bem – mais um gole – entenda uma coisa, senhor Riroki ama a senhora Hinata e sempre, vai trata-la bem.
– A ultima vez que ele e Hinata se encontraram ela quase morreu de tanto apanhar.
– Mas não morreu – deu um sorrisinho ignorante enquanto terminava sua caneca ele respirou fundo – a intenção era matar apenas a criança, senhor Riroki jamais faria mal a senhora Hinata.
– Como ousa... – e foi interrompido enquanto cerrava os punhos furiosos.
– Naruto, ela vai ficar bem, enquanto senhor Riroki quiser que ela fique bem – apanhou a caneca do loiro e começou a beber da sua cerveja também – se quiser vê-la, vá o píer na laguna Yishimoto, amanhã, duas da tarde.
– Não conheço.
– Então procure conhecer, é um condômino de ranchos de luxo, esta abandonado a séculos.
– Como posso saber que posso confiar em você? – perguntou levantando-se os olhos do Namikaze estavam cerrados dentro deles sentimentos de fúria transbordavam, queria sua amada necessitava dela – sabe que tipo de inimigo entrega o seu esconderijo?
– Naruto, sou servo da família Morimoto desde os tempos do meu pai – gesticulou enquanto se levantava e girava a caneca nas mãos, ele circulou a mesa de madeira envelhecida e chegou o mais perto possível do loiro e começou a sussurrar rapidamente – podia ter centenas de policiais aqui, o exercito o FBI a interpol a guarda japonesa eles podiam me prender me interrogar até me torturar podiam me matar por não abrir o bico sobre o paradeiro do meu chefe e eu jamais o deduraria, na verdade eu jamais deixaria de fazer algo que o meu senhor mandasse sabe por que?
– Por que? – o homem sorriu e virou o resto de cerveja que tinha dentro de sua caneca.
– Por que tenho medo dele – ficou serio novamente – e sugiro que você também tenha, desde que entrou para a máfia da família Morimoto Riroki construiu um império muito mais maior do que o do pai, não financeiramente, mas moralmente, ele tem aliados em toda parte.
– Como tem tanta certeza disso? – outra pergunta antes que o homem misterioso se retirasse.
– Meu pai foi uma das pessoas que em missão a mando do senhor Morimoto foi pego pela Guarda Japonesa e Tóquio – suspirou tristemente – assassinado misteriosamente dentro da própria cela.
– Você não é um servo, é um prisioneiro.
– É sou mesmo – Naruto engoliu o seco enquanto o homem retirava as moedas do bolso junto do dinheiro amassado e jogou de qualquer jeito encima da mesa.
– Sinto muito pela sua perda – ele gargalhou.
– Senhora Hinata fez mesmo de você uma pessoa melhor – ele arregalou os olhos surpresos deixando que o mesmo continuasse – o que? Eu estudo minhas missões antes de realiza-las – ele baixou a cabeça pensativo e ergueu novamente – mas não sinta nada por mim, ainda estou do lado dele.
– Mas ainda não sei como posso confiar em você?
– Você não ter escolha se quiser vê-la de novo – ele deu as costas – a policia não vai encontra-la.
[...]
Yamanaka Ino estava dentro do apartamento daquele que considerava ter um relacionamento, Sai ainda não havia chegado em casa, durante todos aqueles dias que passavam com velocidade, já faziam quatro que Hinata estava desaparecida, um sequestro sem previsão de termino, que apesar da policia, a Interpol e a Cia estarem fazendo de tudo, Riroki não se comunicava, ninguém tinha a menor noção de onde ela poderia estar, Naruto parecia perdendo os neurônios no meio do choque mortífero de culpa que estava o atingindo, Sasuke estava com o melhor amigo a todo momento ele era sua base, Sakura entre todos, era a única que tentava seguir como se nada tivesse acontecido, embora estivesse preocupada ela se recusava a pensar no pior, Sai estava com Hiashi e Neji o tempo todo também, e ela não conseguia ir para escola tão pouco ficar na sua casa, não sabia ignorar a realidade, ela precisava de noticias, queria saber onde estava sua amiga e por algum outro lado também sentia falta do seus momentos com Sai, tinha pena de ver seu relacionamento tão divertido esfriando de maneira drástica, ela suspirou sentando-se na poltrona e a girou pelo apartamento rustico no modelo retrô, observava seus quadros pendurados pela parede, eram tantos, obras tão lindas que esboçavam milhares de sentimentos, tinha um grande talento, até nisso ela lembra-se da sua amiga sumida, Hinata também tinha um dom maravilhoso, deveria ser por isso que Sai a considerava tanto como irmã, precisava encontrar, para de girar e o tedio veio acompanhados dos pensamentos preocupantes sem fim, um pilha de revistas de delicia encima da mesa de centro de concreto, pensou em ler algum, ela remexeu procurando alguma que fosse interessante, até de dentro daquelas paginas salientes e repletas de conteúdos deslizou um envelope dourado muito perturbador, com o símbolo que ela conhecia por já ter visitado alguma vezes, era o símbolo do museu do Louvre. Ficou alguns minutos parada observando aquele pedaço de papel embrulhado, o Louvre era um dos museus mais privilegiados do mundo, apenas os grandes artistas recebiam cartas como aquelas, engoliu o seco, e mais um minuto se passou, a loira nada mais aguentou, a carta já estava aberta que mal faria lê-la, abriu o envelope e começou e desdobrou a carta, Sai abriu a porta do apartamento no exato momento em que seus belos olhos azuis cintilantes passavam pelas linhas com palavras digitadas que a surpreendiam.
– Ino – ele a chamou vendo que ignorou completamente o barulho que a porta fizeram anunciando sua chegada, seu corpo relaxou e suspirou ao ver a carta em suas mãos – Ino – chamou novamente, delicadamente e meio hesitante a loira pôs a carta de encima da mesa e fico evitando olhar para ele.
– Isso é incrível – sussurrou – parabéns – ela até podia estar realmente orgulhosa mas seu tom de voz não escondia a tristeza que perambulava na sua mente.
– Eu ia te contar.
– É claro que ia, não todo dia que se é chamado para trabalhar como especialista do museu do Louvre.
– É um bom trabalho, salaria bom, país bom...- ela o interrompeu no mesmo instante.
– Do outro lado do mundo.
– Do outro lado do mundo – ele repetiu, seu olhos involuntariamente se encheram de lagrimas, por que por mais que Sai e Ino não tivessem um relacionamento oficial e serio, em seis meses era impossível ele não ter se tornado especial, era agora o estava perdendo, para um emprego altamente remunerado do outro lado do mundo.
– Desculpe – disse passando as mãos nos olhos.
– Seu lugar é aqui Ino, eu não quero que vá comigo, por isso não lhe contei nada, e logo depois veio o sequestro da Hina, e ...
– Você não gosta de mim? – ele se aproximou de modo que a obrigasse fitar seus olhos queria que a sinceridade a fuzilasse, pois Ino de todas as mulheres que já existiram na sua vida, era mais importante.
– Você me ama? – perguntou então, e seus olhos fizeram uma expressão espantosa.
– E-eu não sei.
– Se amasse saberia – sorriu – você é especial Ino, de todas é a mais especial, mas admita que nosso relacionamento não tem futuro, eu já aceitei o emprego, e estou desesperado por que irei te perder, mas pode ter certeza eu jamais irei te esquecer.
– Sai...
– Você vai encontrar alguém, que te ama de verdade, e eu também irei, nossas memorias nunca vão deixar que esses seis meses tenham sido em vão e pode ter certeza que seremos felizes, a única coisa que vai ficar para trás é a saudade.
– Não fale como se fosse uma despedida.
– Não é, Hinata é a irmã que eu nunca tive e enquanto eu vir visita-la sempre irei visitar você também.
– Eles vão encontra-la Sai, ela vai voltar para nós – como um rosa no inverno ele murchou em preocupação.
– Estou com medo.
– É normal, mas mesmo que tenha medo, continue sentindo fé – ela o abraçou, como se fosse um ultimo abraço como casal, e era o ultimo abraço como casal, um abraço que esboçava algo além de amo, esboçava amizade, amizade que tentava tranquilizar os acontecimentos que tentava transmitir a fé na amiga que estava correndo risco de vida, no emprego que o levaria para longe e no futuro que os aguardava e que estava por vim, lentamente ela parou de chorar, suas preocupações com Hinata foram amenizadas, e a vida com Sai tinha que terminar, estava triste, pela primeira vez Yamanaka Ino não tinha a menor noção do poderia acontecer na sua vida.
[...]
No condomínio Roushimor, na casa 033 de Hyuuga Hinata, familiares e amigos mais próximos eram bem-vindos, a casa estava o tempo todo cheia de agente que monitoravam tudo a todo momento, Uchiha Itachi parecia inteiramente concentrado a pilha imensa de papeis sobre a máfia a qual havia sequestrado a herdeira dos Hyuugas, em seu computador coisas cada vez mais assustadoras apareciam, pensou em tudo que retirou do depoimento de Sasori , agora o ruivo estava em cárcere privado, ele não podia sair de sua residência, totalmente ciente dos seus crimes, depois que todos os comparsas fossem apanhados Itachi os mandaria para Tribunal Penal Internacional para que fossem julgados pelos crimes hediondos cometidos diariamente durante todos esses anos, a Akastsuki era o auge de sua carreira e o que provavelmente o levaria a ser promovido como especial classe A sua meta desde que havia entrado para a Cia, os caçava a um bom tempo.
Na varando Fugaku e Hiashi conversavam notoriamente Itachi tentava não ouvi-los, alias tentava não ouvir a voz do pai, Neji ficava com Hanabi e o vô Hushi, e Minato tinha uma esposa doente e um filho em estado de choque, o patriarca da família Uchiha havia ficado grande amigo do líder Hyuuga nos últimos tempos, e Mikoto insistia em ficar perto do filho que havia acabado de chegar, que o mesmo insistia em ignora-los, todos eles, nos últimos quatro dias.
– Itachi – chamou seu assistente que havia acabado de chegar – o delegado da região esta vindo, aqui esta uma planta de todos os locais já revistados em Tóquio.
– Tudo isso? – ele ficou impressionado com a eficiência olhando o mapa da cidade – e os possíveis locais que ainda vão ver?
– Estão aqui – entregou a outra planta – são todos os lugares abandonados, antigas guardas de empresas fantasmas e coisas assim.
– Tem algo errado – ele se levantou.
– Senhor... – sibilou indignado.
– Lembrem-se do depoimento de Sasori, ele foi claro “ Akastsuki, quase sempre sabe de tudo, nosso protocolo sempre sempre muda, somos sigilosos” – Itachi andava pela casa ganhando a atenção da policia dos outros agentes e também dos seus pais junto com a companhia de Hiashi, gesticulando com sabedoria – máfias poderosas como essas, seus membros não vem de qualquer lugar – ele pegou a pilha de pastas encima da mesa redonda e as abriu colocando uma de cada lado – apesar de jovem toda a família do loiro Deidara trabalhou para o exercito japonês, o Tubarão Kisame trabalhou para a Guarda Policial Chinesa, Hidan é russo e mais que russo seu pai é general e ele foi membro do exercito, Kakuzo é um bancário falido de que depois da vida destruída virou um mercenário a Akastisuki é a quarta máfia a qual trabalha – ele suspirou – não são pessoas comuns.
– O que quer dizer? – perguntou Hiashi.
– Esses homens Hiashi, são escoria, são homens que foram deserdados, humilhados, falidos, ou simplesmente herdaram uma herança de família, pessoas que deixaram suas vidas para ganhar milhões aterrorizando a vida de outras – apoiou se na mesa e pensou – estão em algum lugar o qual jamais vamos imaginar, foram treinados para estar sempre um passo a nossa frente.
– E o que fazemos?
– Usamos a imaginação, para virar o jogo nosso favor – nesse momento o agente secreto da Cia Internacional 1458 passou pela porta, estava todo de preto, calça, sapatos e suéter até mesmo de luva para um dia tão ensolarado como aquele.
– Consegui grampear o telefone da casa de Akazuna no Sasori, telefone e celular, até seus e-mails podemos espionar – soltou uma leve gargalhada misteriosa e assim entregou o notbook para Itachi – só começar a ouvir.
– O.k, coloquem alguém para monitorar 24hrs – disse Itachi.
– Espera! – pediu Hiashi agora – pensei que o ruivo estivesse do nosso lado.
– Ele pode estar – respondeu serio como sempre – da mesma forma que pode ter sido mandando para nos atrasar, acredite Senhor Hiashi, quando se trata de mafiosos não deve confiar em ninguém, foi por isso que coloquei homens cercando a casa dele, ele vai ser o primeiro a ser preso.
– Entendo.
Desviando da constante movimentação que tinha pela casa, Uchiha Mikoto sentava-se sozinha na cozinha com os pensamentos fervilhantes jogando através de olhar em seu copo de agua, ele estava trabalhando ela sabia, mas já haviam se passado anos sem noticias e agora seu filho mais velho aquele o qual sentia tanta falta simplesmente a ignorava, não o culpava, mas queria satisfações, do mesmo modo que não queria simplesmente exigir nada, ela não podia atrapalhar o seu trabalho, a vida da pequena Hinata era o mais importante agora, suspirou em desanimo, sem saber o que fazer, Uchihas sempre tão frios, pensou no caçula, o que Sasuke deveria estar pensando sobre tudo isso, pois não podia esquecer do quanto ele sofreu com a partida do irmão, seu retorno poderia estar deixando sentimentos bagunçados, que teriam vontades extremas de se manifestas, suspirou novamente, sem êxito, sem saber o que fazer, e suspirou tanto pensou tanto que nem percebeu que o sigilo do marido quase como um ninja de tão silencioso se aproximava para sentar-se ao lado dela.
– Uma hora ele vai falar com você Mikoto – a voz grossa e gélida causava arrepios, por mais que amasse Fugako tinha um certo ódio também, havia rancor.
– Eu sou mãe, sinto a falta dele – desabafou em eira nem beira.
– Eu também sou pai, e também sinto a falta dele – ela ousou a soltar uma risada abafada salgada com ironia que chegava se tornar desconfortável, em seguida ficou seria como se nada tivesse ouvido.
– Você sempre foi severo demais come eles.
– Eu os dei educação que merece....
– Você sempre agiu como se ele fossem projetos de guerra, como se tivessem um dever, mas eu vou te falar uma coisa Fugaku eles não são soldados e você não é um general – ele ficou em silencio sabia que ela tinha mais a falar, e seu tom áspero se tornou doce – sei que há uma tradição com relação a empresa e eu admiro isso, meu amor admiro o orgulho que toda sua família tem da empresa, mas não foi isso que Itachi queria...
– Esta indo contra nossa tradições Mikoto!
– Pare com esse jeito controlador e lembre-se que antes de seus herdeiros eles são seus filhos, e tem direito de escolher fazer o que bem entenderem das próprias vidas, isso não é desonra isso e é sonho e não quer dizer que eles não tenham orgulho das próprias tradições – ela bateu o copo com agua encima da mesa e saiu o deixando sozinho com seus pensamentos, e Fugaku pelo homem controlador que era que teve que admitir até para si mesmo, sua esposa não mandava em nada na sua vida, porém ele não conseguia controla-la, ela era única pessoa que ele não conseguia controla-la, frustrava-se com isso.
– Mikoto...
– Chame o motorista, eu quero ir para casa.
[...]
Naruto estava deitado em seu quarto afundado no breu, pensativo, pensando naquela conversa com aquele conversa com aquele homem cheio de mistérios, pensou se deveria fazer o certo, se perguntou mais de mil vezes o que era o certo, seus olhos se enchiam de lagrimas de hora em hora imaginando o que ela deveria estar passando, queria vê-la segura. É dizem que quando você esta na duvida com algo muito insano sua mente só precisa de vinte segundos de coragem é o suficiente para cometer qualquer loucura, mas ele, ele não precisava de nada, ele não precisava de milésimos de instante, não quando se tratava dela, pois por ela, apenas por ela, faria qualquer coisa.
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