O Amor Vence Tudo

15 Bônus - Nik Pov's


James, James, James, James... Esse nome ecoava em minha mente como um mantra, da próxima vez que o visse, não gostaria de estar na pele dele. O loiro povoa os pesadelos de Bella, estes que vêm sendo mais freqüentes, e agora, como acabei de ver na internet, é suspeito de estupro junto de seus amiguinhos. Só espero que a Bella não veja isso, ela já sofreu, e ainda sofre, com as merdas que ele fez e continua fazendo. Ainda não sei como a polícia não o prendeu!

Sempre dizem que a justiça dos Estados Unidos é muito avançada e de rápida resolução. Realmente em alguns casos, consegue-se ter algo rápido e satisfatório, mas e o restante? Como exemplo posso citar o da Bella, filha de um dos chefes de polícia mais renomados do país, e tendo como advogado nosso querido amigo Emmett, um dos melhores no ramo também, o caso da minha melhor amiga está completando quase dois anos e o filho de uma mãe do James está solto, já que ele pode responder em liberdade, contanto que não saia do país. O resultado? Continua cometendo absurdos que nenhum ser humano com coração seria capaz de fazer.

-Nik, querida, está tudo bem? – perguntou-me Damon. Estava tão perdida em pensamentos que havia esquecido o homem maravilhoso ao meu lado.

-Estou sim.

-O que está vendo aí? – perguntou curioso.

Suspirei rendida, colocando o notebook em seu colo. Pelo menos uma coisa boa está acontecendo na vida de Bella: ela está amando Edward e ele corresponde com a mesma intensidade, ou até mesmo maior!

Eu e Emmett adoramos deixá-la irritada, e como sempre fica na cara as nossas armações, decidimos “sortear” as duplas dos quartos no acampamento. Lembro que combinamos isso no final de seu jantar de noivado e Isabela seria a primeira parte do plano, plano este que Bella será a maior beneficiada, mesmo que no começo ela não pensasse assim.

Flashback On

“-Nik, vem cá! – chamou-me Emmett.

-Que foi Emm? – perguntei.

-Olha, você estava totalmente certa; a sintonia entre eles é inevitável. O amor que exalam é tão verdadeiro! – falou baixinho desviando o olhar para o local em que Bella e Edward estavam.

-Como podemos ajudá-los? – perguntei já sabendo que um plano maligno se formava na mente de Emmett. Plano maligno não é o adjetivo correto, já que não vai prejudicar ninguém, muito pelo contrário, fará duas pessoas muito felizes, e por consequência deixará todos os familiares e amigos também radiantes.

-No acampamento, não vejo lugar melhor, nós podemos irritar a Bella um pouquinho, daí ela se esquece de que nós existimos e parte pra cima do Edward. – falou ele rindo, como se fosse fácil convencer aquela cabeça dura a se envolver tão rápido com o Edward.

Concordei com Emmett, mas claro que antes combinamos tudinho o que faríamos naquela semana que estava por vir.

-Onde está Isabela? – perguntei após nossa conversa.

-Já deve estar chegando. – respondeu Emm – Já contou à Bella?

-Não, você teve a ideia, você conta!

Isabela era prima de Emmett e após muita insistência dele, concordou em vir para Forks para a festa de noivado e para o acampamento. Como não havia lugar na casa de Emmett, Isabela ficaria no apê de Bella e se conseguíssemos colocar nosso plano em prática ela dormiria no quarto do Edward, que passaria a dormir com a Bella.”.

Flashback Off

Aquele era um bom plano, que acabou funcionando. E como Bella não mente, e ai dela se ousasse mentir para mim, eu acreditei quando ela me disse que não havia “rolado” nada naquela noite. Compramos tudo o que fora necessário para o acampamento, e no caminho para o mesmo, é claro que fiz piadinhas com Edward e Bella, mesmo com duas crianças muito fofas sentadas no banco de trás.

Pouco a pouco meu ódio e vontade de acabar com a raça do James vão aumentando, eu sempre soube que ele havia afetado demasiadamente a autoestima da Bella, mas não tanto como ela demonstrou na segunda.

Eu tinha que convencê-la de alguma forma que o Edward era diferente, eu sei que esse é seu maior medo: ser magoada novamente, embora eu ache que “magoada” não seja a palavra totalmente correta. James tirou a inocência dela, machucou-a física e emocionalmente, e tirou-lhe o fruto daquele “amor”, que ambos diziam ter. Eu me sinto um pouco culpada, no início eu até incentivei a Bella a se declarar e ter algo com aquele traste, mas após ver quem ele realmente era eu tentei convencê-la a deixá-lo, mas Bella estava muito envolvida, e semanas depois se descobriu carregando algo que dizia ser a “salvação” para a relação deles.

Eu concordei em ajudá-la, eles pareciam felizes com a vida que levavam, diziam ser perfeita, e quando vi que pelo menos ela estava feliz finalmente mergulhei de cabeça na minha faculdade, que há um ano fazia em Londres.

Meses depois uma linda garotinha enchia nossos corações de alegria, mesmo jovem, Bella estava radiante, e James parecia disposto a mudar por elas, o que não aconteceu.

Eles estavam prestes a completar três anos juntos, quando tudo mudou drasticamente, a grande perda de minha melhor amiga se deve àquele que se dizia seu grande amor, seu companheiro, James. Com isso, transferi minha faculdade para Forks, para ficar perto dela. O canalha parecia não ter coração, não sei como ele pode ser considerado um ser humano.

Passei cerca de quatro meses aqui, sendo que estes coincidiram com minhas férias da faculdade, e depois de muita insistência por parte de Bella voltei para Londres. Somente o fiz tranquilamente, pois sabia que ela não ficaria sozinha, Jake, Emmett e Rosálie estariam sempre com ela, e quando eu acabasse a faculdade, o que ocorreu há algumas semanas, estava em meus planos voltar para Forks.

-Ele é um monstro – disse Damon ao terminar de ler a notícia, colocando o notebook na mesa de cabeceira ao seu lado.

-Ela não merecia isso – suspirei.

-Ela está bem agora, está... feliz!

-Ou quase...

Damon foi uma das pessoas que apoiou Bella embora, como eu, fora estudar em Londres. Na Inglaterra ele morava no mesmo prédio que eu, coincidentemente no mesmo andar, e não sei se também por coincidência trabalhou numa sorveteria ao lado da livraria em que eu tralhava, agora é uma boa hora para tirar essa duvida.

(música – Teenage Dream – Katy Perry).

-Dam – chamei-o e imediatamente ele se virou e olhou em meus olhos – Lembra-se de quando trabalhava naquela sorveteria? – perguntei e ele assentiu – Bem, ela ficava ao lado da livraria em que eu trabalhava... Isso foi uma coincidência? – perguntei ansiosa pela resposta.

Em Londres, eu e Damon saímos juntos algumas vezes, e acabei me apaixonando por ele, mas não sabia se o mesmo havia acontecido com ele, então preferi guardar pra mim os meus sentimentos.

-Ainda pergunta? – disse ele, um tímido sorriso ameaçando se formar em seus lábios, suspirei.

-Eu quero saber.

-Não. – respondeu por fim – Eu estava lá por você, sempre estive. – respondeu tímido.

Sorri, meu coração disparou e minha respiração acelerou, ele segurou meu rosto por entre suas mãos e se aproximou mais de mim. Damon roçou seus lábios no canto de minha boca, como se pedisse permissão para seguir adiante e enrosquei meus dedos em seus cabelos negros e macios e puxei-o na minha direção, colando nossas bocas.

Ele pediu passagem com a língua e prontamente cedi, deixando-me levar pelo doce beijo, que rapidamente se tornou selvagem. Damon mordia levemente meus lábios, e suas mãos foram para minha coxa, subindo até encontrar a barra da camisola, e começou a puxá-la para cima, chegando até minha cintura quando hesitou.

-Tem certeza? – perguntou inseguro.

-Mais certeza impossível. – respondi sorrindo, fazendo-o sorrir também.

Ele tirou a peça, me deixando só de calcinha expondo meus seios, os quais olhou maravilhado, e antes que pudesse fazer qualquer coisa, sentei-me em seu colo, pronta para tirar sua camisa branca. A cada botão que eu abria, um beijo era depositado na pele exposta, até chegar ao último, então passei sua camisa por seus braços musculosos beijando seus lábios, seus braços me apertando contra seu corpo, suas mãos em todos os lugares e seu membro duro sob mim.

Suas mãos foram para minha cintura e deitou-me na cama, ficando por cima de mim beijou meu pescoço enquanto suas mãos vagavam pelo meu corpo, descendo acariciando meus seios, passou-os pela minha barriga e vagarosamente chegou em minhas costas, então desceu e encheu as mãos com minha bunda, apertando ambos os lados e me puxando bruscamente de encontro a sua ereção.

Damon voltou a me beijar, enquanto eu acariciava seu pescoço e braços musculosos, enquanto me esfregava em seu peito cheio de gominhos, sorri contra seus lábios após essa sensação.

-Você... Não é virgem, é? – perguntou após deixar meus lábios.

Apenas balancei a cabeça negativamente e suspirei.

-Tudo bem, pelo menos não precisarei ir com calma! – sorriu malicioso e gemi só de imaginar a sensação de seu membro me preenchendo. O volume absurdamente grande em suas calças pareceu crescer assim que ele me ouviu gemer.

Abri o botão de sua calça, tirando junto sua boxer e Dam as retirou rapidamente, jogando-as em qualquer canto do quarto e tornou a me beijar, tocando meus seios ao mesmo tempo.

Damon pressionou sua ereção contra minha calcinha, que já estava úmida, e em seguida percorreu seus dedos até a mesma pressionando meu clitóris, fazendo-me gemer em seus lábios.

Separamo-nos do beijo e Damon percorreu os dedos de meus seios até minha calcinha, tirando-a, novamente depositou beijos pelo meu colo, mas dessa vez parou em meus seios. Iniciou beijos naquela área arrancando-me gemidos e palavras desconexas, circundou os bicos com os dedos e mordicou um deles, para em seguida, sugá-los como um bebê faminto. Eu enrolava meus dedos em seus cabelos, às vezes puxando sua cabeça para cima para não correr o risco de eu gritar de prazer ou algo assim.

Damon desceu beijos vorazmente de minha barriga até minha intimidade, que, diga-se de passagem, já estava úmida desde o primeiro beijo trocado nesta noite. Ele começou a exploração em meu sexo, sugando pontos estratégicos que me fizeram gemer com a descoberta. Damon passou sua língua vagarosamente por meu clitóris e arfei, um dedo foi penetrando-me e lentos movimentos de vai e vem me excitaram ainda mais, quando outro dedo foi adicionado e os movimentos gradativamente foram aumentando gozei em seus dedos, sua boca tomou-lhes o lugar e sugou todo o meu prazer.

Damon deitou-se novamente em cima de mim e direcionei minha mão até seu membro, que vibrou ao meu toque. Mal iniciei os movimentos de vai e vem e Damon já começou a gemer, tirando minha mão dali e pulando da cama caçou sua calça para, enfim, de sua carteira tirar um preservativo, que fiz questão de eu mesma colocá-lo.

Após deitarmos, Damon ergueu minha perna esquerda, colocando-a por cima de seu ombro, sorri maliciosa e ele posicionou seu membro em minha entrada. Esperei que Damon fosse me penetrar rapidamente; de uma só vez, mas ao invés disso, ele me penetrou sem pressa, fazendo-me gozar novamente, provando que eu já não tinha mais nenhum controle sobre meu corpo e Dam riu.

Fui beijada e penetrada ao mesmo tempo, segunda coisa que Damon fez questão de fazer vagarosamente, como se quisesse tomar controle de tudo ou conhecer melhor meu corpo, talvez as duas coisas.

Seu membro chegou a tocar meu útero, estava inteiramente dentro de mim, grande e grosso, mas não chegou a me machucar. Lentos movimentos de vai e vem foram iniciados em meu interior e gemíamos em uníssono, esses se tornaram rápidos e quando estava prestes a gozar, Damon parou, sorrindo malicioso.

Instantes depois ele penetrou-me lenta, mas profundamente, atingindo pontos que nenhum outro homem jamais havia atingido. Friccionei meus quadris nos dele, colando-nos um ao outro ainda mais, seus dedos foram diretamente à minha intimidade, tocando meu ponto de prazer e meus gemidos aumentaram, tornaram-se quase gritos, ele também gemia, gemia meu nome e fiquei feliz em saber que o proporcionava tudo o que ele estava me proporcionando.

Atingimos o ápice logo que Damon reiniciou os movimentos rápidos e após beijar-me apaixonadamente enrolei meus dedos em seus cabelos, mordiscando seus lábios, e rebolei em seu membro, que logo deu sinais de vida para recomeçarmos a brincadeira.

(...)

Nos amamos a madrugada toda, apenas parando para trocar as camisinhas, mas a noite foi perfeita, Damon era totalmente diferente quando estávamos a sós, e fiquei contente, teremos muitas aventuras juntos.

Incrivelmente acordamos cedo e dispostos para mais um dia, levantamos e após tomarmos banho fomos à cozinha preparar o café da manhã. Nosso quarto era um dos últimos, e quando passei por um dos primeiros... Voilá, mas que coisa! Gemidos, e mais gemidos... Da dona Isabella! Chamei Damon pedindo que fizesse silêncio.

-Eu falei que ela está feliz! – falou ele rindo assim que chegamos à cozinha.

-É senhor sabichão, o que você quer comer? – perguntei a ele.

-Além de você? Deixe-me pensar... – respondeu malicioso se aproximando. Meu Deus, ele é insaciável.

Damon me prensou contra a parede e beijou-me ferozmente e gemi contra seus lábios, agarrando seus cabelos. Um pigarro chegou aos meus ouvidos... Mas quem pode ser o estraga prazeres?

Damon descolou nossos lábios e olhamos para a criatura a nossa frente, e descobrimos ser uma criatura e duas criaturinhas. Senti o sangue subir e se concentrar em minhas bochechas, droga, eu odeio corar! Bella apenas me lançou um sorrisinho e sentou-se com as duas crianças, me perguntei onde estaria Edward mas antes que pudesse verbalizar a pergunta ele apareceu. Eu não posso negar, Edward é um homem lindo, e deve esconder muita coisa em baixo daquelas roupas, mas o Damon... Ai, ai, estou amando.

Tomamos café, e, como planejado, Emmett comunicou a todos que iríamos à praia.

(...)

-Ok Damon, faça a sua parte como planejamos! – falei-lhe depois do jantar.

Ele iria conversar com Bella, já que era um dos mais sentimentais de nós que sabia de sua história.

Sentamo-nos todos no sofá, com exceção de Bella e Damon é claro, e fiquei pensando por alguns instantes, sobre nosso dia.

Bella revelara-me na praia que tivera um sonho... Impróprio, acho que essa é a palavra mais apropriada. Então, Bella teve um sonho impróprio com Edward, por isso escutei os gemidos antes do café da manhã.

Bella beijara Edward também na praia, se pensa que eu não vi, ou é muito boba ou está me subestimando. Ela que não tente me esconder isso, mesmo que eu já saiba, quero ouvi-la dizer isso na minha frente. E aquele chupão em seu pescoço? Não aparecera do nada, disso eu tenho certeza!

E depois Emmett me mostrou a foto deles se beijando no quarto, aquele sem vergonha, mentindo pra Bella tadinha, mas quem não o escutaria gritando daquele jeito: “Não se percam no meio do caminho!” e coisas assim?

Agora, parando de pensar na Bellinha, minha tarde fora perfeita. Na praia, eu e Dam caminhamos pela costa da água, mas infelizmente a chuva nos exigiu voltar. O almoço também foi ótimo, a comida era muito boa, e à tarde ficamos num parquinho... Bom, as crianças, Bella, Ed e Rose pelo menos!

Na verdade eu e Damon não ficamos com os outros “casais”, nós ficamos apenas indo a alguns brinquedos e namorando um pouquinho, não realmente, afinal ainda não havia chegado o pedido oficial.

Duas pessoinhas me despertaram o pensamento, Damon e Bella chegaram à sala, ele sentou-se ao meu lado e Bella se acomodou nos braços de Edward, e novamente o amor se instalou no ar. Olhei para Damon, numa pergunta muda se ele havia conseguido qualquer coisa com a teimosinha, e ele concordou brevemente com a cabeça.

(...)

Naquela noite eu e Damon não transamos, apenas conversamos sobre nossas vidas, nossa infância, nossos namorados, primeiro beijo, primeira vez... E, finalmente, quando eu já estava sonolenta e cansada de falar sobre mim, o “inesperado” aconteceu.

Damon levantou-se e abriu a porta do guarda-roupa, mexendo em algo lá dentro, quando voltou para a cama, trazia algo nas mãos que identifiquei como uma caixinha.

-Nikole? – chamou-me e a caixinha foi colocada em minhas mãos e ele abriu-a, revelando um par de lindas alianças prateadas – Você quer namorar comigo?

Quanto eu esperei para ouvir essas palavras? Meu Deus, é claro que sim, é claro que sim! Ops... Melhor dizer em voz alta, Damon não é capaz de ler pensamentos!

-Claro que sim! – disse animada e me joguei em seus braços.

Damon me abraçou forte e logo em seguida colocou a aliança em meu dedo, sorri para ele me sentindo nas nuvens.

-Te amo! – murmurou ele. Meu sorriso aumentou e meus olhos se encheram de lágrimas.

-Eu te amo... – consegui dizer com a voz fraca.

Ele me beijou e depositou-me na cama, e assim que deitou na mesma, me puxou para seus braços, prensando-me contra seu peito. As batidas de seu coração se tornaram gradativamente mais fortes a cada segundo, até que se estabilizou.

Levantei minha cabeça em direção à sua, deixando um selinho em seus lábios e logo voltei a deitar em seu peito, adormecendo.

(...)

-Bom dia meu amor! – disse uma voz máscula e um riso gostoso preencheu o quarto.

Leves beijos foram depositados em meu rosto, seguindo para meu pescoço, ombro e costas. Tem forma mais gostosa de ser acordada?

-Acorda dorminhoca. – sussurrou ele em meu ouvido.

Abri os olhos lentamente e vi duas pedras topázios que brilhavam me encarando, sentei-me na cama e vi uma bandeja com o café da manhã no criado mudo ao lado da cama.

-Você quem fez? – perguntei.

-O quê? Não acredita? – perguntou Damon zombeteiro.

-Hum... Só perguntei. Estou com fome! – disse levando as mãos à minha barriga.

-Pegue aqui! – disse ele colocando a bandeja em minhas pernas.

O café estava maravilhoso, havia pães, pedaços de bolo, suco, café, frutas. Fartei-me e obriguei Damon a se fartar comigo.

Trocamo-nos para tomar ir tomar um sol e fomos para a parte de trás do chalé, onde se localizava a piscina.

Deitei-me numa espreguiçadeira e Damon fez-me uma deliciosa “massagem” com o protetor solar em minhas costas, estava tudo silencioso até que ouvimos uma movimentação vindo em nossa direção. Todos, aliás, todos nada, porque a dona Isabella e seu “marido” não estavam com eles, caminhavam em nossa direção.

O pessoal nos cumprimentou e foram passar seus protetores solares, uma música baixa começou a tocar e o celular de Damon vibrou na mesinha ao lado de nossas espreguiçadeiras. Estiquei-me para pegá-lo e passei-o para Damon, nós podemos ser namorados, mas bisbilhotar é uma coisa que eu não faço, ainda mais quando confio plenamente nele. Após identificar quem era no visor, Damon passou-me o celular e olhei-o confusa.

-Atenda. – falou com um sorriso.

-Quem é? – perguntei.

-Seu cunhado.

Sorri lembrando-me de algumas fotos de Stefan, irmão de Damon, que me foram mostradas durante o meu período em Londres, Damon já me falara de seu irmão, durante às vezes em que saímos, então atendi o telefone.

-Alô.

-Hum... oi! – respondeu uma voz masculina do outro lado da linha – Damon está? Droga... Acho que liguei errado! – percebi que não era para eu ter escutado a última parte, já que Stefan a pronunciara perceptivelmente mais distante do telefone, pois sua voz saiu quase inaudível.

-Ele está sim! – respondi rapidamente, antes que ele desligasse por achar que seu pensamento estava certo.

-Ah, está é? E quem está na linha? – perguntou.

-Está sim. Sou Nikole, a namorada dele...

-Finalmente! Achei que ele nunca fosse desencalhar. – riu alto e com essa eu também ri – Mas fala aí, você é a Nikole? – perguntou.

-Como assim a Nikole, tem outra? – perguntei curiosa observando Damon revirar os olhos ao meu lado.

-Não, sabe, é que o Damon é tão pateta que achei que ele nunca fosse tomar uma iniciativa com você. Meu irmão sempre falou muito sobre você, meus ouvidos eram a privada dele quando ele queria desabafar e pedir conselhos sobre como te conquistar, mas ele nunca ouvia o que eu tinha pra dizer, então eu nunca pensei que vocês ficariam juntos, desculpe-me pelo pessimismo. – admitiu rindo.

-Então quer dizer que o Damon sempre falou de mim, é? – perguntei sorrindo feito boba.

-Ah sim, especialmente que...

O telefone foi tirado de minhas mãos por ninguém mais ninguém menos que um Damon envergonhado e com cara de bravo.

-Stefan! – chamou o irmão – O que você quer?

-Oi Damon, finalmente hein? Já estava começando a achar que você teria que morar comigo e com minha esposa quando ficasse velho. – gargalhou Stefan do outro lado da linha.

Pois é, Stefan falava tão alto que o celular não precisava estar no viva-voz para conseguir escutar o que ele falava.

-Esposa, Stefan? O que foi dessa vez? Engravidou alguma moça e papai e mamãe te forçaram a casar é? – zombou Damon.

-Olha querido, pra começar eu nunca vou casar, ok? Nunca, nunca mesmo! Segundo, eu sempre uso camisinha, e terceiro, papai e mamãe pra mim é uma posição sexual que eu só faço com as virgens e quarto, ninguém me diz o que fazer. – falou Stefan irritado.

-Papai e mamãe, que eu saiba são substantivos que usados para denominar as pessoas que nos deram a vida, ok? – retrucou Damon – E eu não estou nem aí pra sua vida sexual, aliás, sem querer ser mal educado, o que você quer?

-Se quer saber, nessa ordem, para mim, é a posição sexual, então fica quieto, porque eu sei que você concorda comigo. Que bom que não se interessa por minha vida sexual, eu odiaria ter que ficar te dando satisfação...

-Como assim satisfação? – perguntou Damon bravo.

-Nada, nada maninho, não esquenta com isso. Então, só te liguei pra avisar que estou indo pra Forks, neste momento quase pousando em Seattle.

-Não vá para Forks. – avisou-o Damon.

-Por quê? Seu apartamento tá bagunçado ou algo assim? – riu sarcástico – Tem algo haver com a maravilhosa noite que teve com sua namorada, hum?

-Ah Stefan, vai se ferrar. – irritou-se meu namorado, ele fica uma graça desse jeito. É legal chamar Damon de “meu namorado”, já que só consegui isso depois de muitos anos esperando – Todos nós estamos em Seattle, no chalé.

-Ah, estão é? E quem são esses “todos”?

-Várias pessoas, você não conhece todas.

-E tem alguma gatinha solteira por aí? – perguntou em tom malicioso.

-Na verdade não, a não ser que queira passar a semana brincando com duas menininhas lindas, não vejo problema! – respondeu Damon se referindo obviamente à Marina e à Giovanna.

-Duas menininhas é? Por quê? Elas não são muito experientes? – riu Stefan.

-É, pode ser! Por que não vem pra cá e tira suas próprias conclusões? – zombou Damon e ri.

-Até aquela sua amiga médica gostosa? Aquela baixinha morena de corpo escultural que você me mandou fotos...

É, e depois a Bella ainda diz que nenhum homem se interessaria por ela. Patético! Damon reprimiu um sorriso ao compreender minha expressão, mas respondeu em tom indignado ao irmão:

-Não se refira à Bella dessa forma, ela não é um de seus brinquedinhos, saiba disso. E para a sua informação ela está muito bem arranjada, e dessa vez com um cara que a merece.

-Ah, mas é uma pena. – resmungou Stefan – Olha o avião já vai pousar, eu nem deveria estar usando o celular para ligações. Então até daqui a pouco, manda um beijo pra Nikole e vê se não estraga tudo, hein.

Eles desligaram o telefone e Damon revirou os olhos.

-Stefan mandou um beijo pra você, acha que as meninas são mulheres pra ele se divertir e chamou sua melhor amiga de gostosa e mais algumas coisas... – disse ele mal humorado.

-Isso soou engraçado! – referi-me ao caso da Bella, rindo.

-Nikole, Nikole. Meu irmão é que é um safado que acha que o mundo gira ao redor de seu umbigo.

-Ah, esquece ele vai. – puxei-o colando nossos lábios, suas mãos avançaram para minhas coxas, apertando-as.

(...)

Stefan já estava aqui faz algum tempo e ele ficou muito “encantado” em me conhecer, palavras dele, e também não parava de falar sobre como a Bella era gostosa. Ok, no começo foi até engraçado, é mais um ponto de como minha amiga pode ser sedutora apenas por fotos, já que Stefan não a conhece pessoalmente, mas já estava começando a irritar, ela é minha melhor amiga e merece respeito, ainda mais quando ela está quase comprometida. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Dam foi mais rápido:

-Stefan pare, mais respeito para com a Bella.

-Calma mano, eu não vim arranjar confusão, se você diz que ela é comprometida eu respeitarei isso.

Meu Dam o olhou desconfiado, mas permitiu-se confiar no irmão.

Minutos depois a “gostosa” e seu companheiro apareceram radiantes, eles cumprimentaram os homens que estavam do outro lado da piscina e Bella veio caminhando em minha direção, aquele sorriso lindo que há tempos não via estava estampado em seu rosto de porcelana.

Ela sentou-se na espreguiçadeira ao meu lado, em nenhum momento o sorriso deixou seus lábios, mesmo quando eu dei o sorriso malicioso que ela tanto odiava.

-Pelo jeito a noite foi daquelas hein. – sorri.

-Não, não, a noite foi minha. – fez uma careta engraçada.

-Bom pra você, pra vocês na verdade né... – sorri maliciosa – E aí, conseguiu o que nunca conseguiu ter?

-O que? – perguntou confusa, e percebi que dessa vez ela estava mesmo confusa.

-Você sabe... – ela ergueu as sobrancelhas, visivelmente ainda confusa – Sobre ter um orgas... – ela arregalou os olhos e vi que ela já havia entendido.

-Nikole, Nikole! – repreendeu-me antes que eu pudesse completar a palavra.

-O que? Como sua melhor amiga eu tenho o direito de saber isso. E aí, ele te proporcionou a “pequena morte”?

-Pequena? – ela sorriu maliciosa, seus olhos vagaram o desconhecido, como quando a gente se lembra de algo marcante. Peraí, a Bella sorrindo maliciosa, sério? Um momento único que precisa ser registrado. Peguei meu celular e tirei uma foto dela, que mostrou a língua após perceber o que eu havia feito – Posso te dizer uma coisa: de pequena aquela morte não teve nada!

Eu ri de seu pequeno discurso, mas que demonstrava tudo: sua felicidade, como sua noite fora perfeita.

-Quero ir às compras com você hoje à tarde, pode ser? – perguntei imaginando ouvir um sonoro “não” e uma careta feia. Qual foi a minha surpresa ao ouvir um confiante “sim” e um novo sorriso sendo formado no rosto de Isabella – Nossa, o Edward te fez bem mesmo hein. Até as compras você está querendo ir.

Ela mostrou-me o dedo do meio e levantou-se da espreguiçadeira pulando na piscina em seguida. Fiz o mesmo e paramos perto das crianças, que estavam brincando na parte rasa da piscina, mas ainda assim, usando suas bóias, para suas respectivas seguranças.

-Oi meninas, bom dia! – cumprimentou Bella.

-Oi Dinda! – falou Marina – Oi tia Nik!

-Oi tia Bella, oi tia Nik! – cumprimentou Gi.

-Oi princesinhas – cumprimentei-as.

-Tia Bella, por que você demorou pra acordar? – perguntou Gi. Eita menina esperta, mesmo sem a intenção, acabou envergonhando Bella, deixando o conhecido rubor se espalhar por suas bochechas.

-Ah... É que... – embaraçou-se Bella. Resolvi dar uma mãozinha a ela e deixá-la envergonhada apenas quando provasse os lingeries que eu pretendia fazê-la experimentar no shopping.

-É que ela ficou namorando. – respondi por ela.

-Namorando? Não sabia que a Dinda tinha namorado. – exclamou Marina e eu sabia que se houvesse um buraco, Bella já estaria com a cara enfiada nele.

-Não é bem um namorado, meninas. – tentei explicar-lhes e recebi uma dupla cara confusa em troca.

-Mas como ela namora um não namorado? – indagou Gi.

-Sabe quando uma mulher e um homem se apaixonam? Então, eles se gostam muito, mas ainda não são namorados. – tentei esclarecer.

-Mas como ela namorou se o tio Edward ainda não é namorado dela? – perguntou Marina.

Ô crianças insistentes, hein!

-Acho que a titia Nik usou a expressão errada, eu quis dizer que eles estavam se conhecendo sabe? – conhecendo o corpo um do outro, completei mentalmente.

-Ah ta. – concordaram as duas.

-Mas, fala aí Nik, o que nós vamos comprar? – perguntou Bella.

-Lingeries, fantasias. – comecei – E alguns vibradores se você quiser – sussurrei a ultima parte para que as meninas não ouvissem.

-Vibradores? – sussurrou de volta – Sério? Você acha que eu vou mesmo usar uma coisa dessas enquanto eu tiver Edward pra me satisfazer?

Abri um largo sorriso:

-Mas que mudança, em dona Isabella! – zombei.

-A culpa não é minha se ele é mais que satisfatório – sorriu sonhadora.

-Ok, depois você me conta os detalhes – falei ao ver as meninas se aproximarem de novo.

-Brinca com a gente? – pediram elas, e eu e Bella passamos o resto da manhã brincando com duas lindas crianças.

Lá pelas uma da tarde, a maior vadia da face da terra aparece junto de seus filhos: Katherine Pierce. Ai como eu a odeio! Se pudesse eu já teria quebrado a cara dela, mas Bella estava segurando meu braço, provavelmente temendo que eu atacasse a bitch.

-Se controla Nik. – pediu-me Bella.

-Eu quem deveria estar dizendo isso para você Bella! – afinal, Bella quem fora a machucada da historia, não eu. Depois de a vaca ter ido embora, decidi que era hora de irmos almoçar.

-Vou esquentar o almoço, vai entrar comigo? – perguntei.

-Não, eu ainda não estou com fome – respondeu, olhando para Edward.

-Tudo bem então, eu vou lá.

[...]

-Vamos Bella, não nos atrase! – gritei, batendo na porta do quarto da atrasadinha.

-Calma Nik, eu já estou quase acabando de me arrumar! – gritou de volta e minutos depois abriu a porta.

-Ai meu Deus Bella, você está um AR-RA-SO! – exclamei ao vê-la.

Ela vestia uma saia azul marinho até o joelho, regata branca colada no corpo, mostrando suas curvas suaves, meia calça da cor de sua pele, sapato de salto alto, o que era novidade, já que Bella sempre preferia sapatilhas e rasteirinhas. Uma bolsa azul fosco completava o look com acessórios combinando. Ela sorriu corada e estendeu-me o braço, o qual enlacei com o meu.

-O que você acha dessa? – perguntei erguendo uma lingerie azul, na calcinha estava escrito “I s2 presents” (Eu amo presentes) e aquilo me fez rir.

-É, acho que ficaria perfeita em você – sorriu zombeteira.

-Não tem meu número Bella – disse simplesmente pegando a lingerie e colocando-a numa cesta que uma das vendedoras me emprestara.

Peguei mais algumas lingeries e levei Bella para o provador mandando-a vestir.

-Então... – disse ela abrindo a cortininha do provador alguns minutos depois, já vestida com uma peça listrada.

-Você tá sexy mulher! – brinquei fazendo-a corar.

-Ok, por que não pega algumas pra você? – perguntou ela e concordei. Escolhi algumas simples e sem enchimento, já que meus seios são grandes e não procuro mais volume.

Entrei em um dos provadores e comecei a experimentar as lingeries, por sorte, todas ficaram ótimas, provei-as em apenas alguns minutos.

-E então Bella? – abri a cortina ao lado da minha e Bella corou cobrindo-se com os braços – O que foi? – perguntei.

-Essa ficou pequena – revelou retirando os braços de seu corpo e revelando a minúscula lingerie que deixava a mostra suas curvas, e pelo espelho notei que a calcinha era de fio-dental.

-Não ficou pequena, ficou perfeita. – declarei observando-a – O seu amorzinho vai amar – sorri fazendo-a revirar os olhos.

-Já experimentou as suas? – perguntou.

-Já sim – respondi.

-Nem me deixou ver né? Eu também queria fazer piadinhas e deixar você sem graça. – falou ela fingindo estar brava e eu apenas ri mais.

-Hoje é o MEU dia de te deixar sem graça...

-Você sempre me deixa sem graça – falou corando.

-Agora me conte sobre sua noite, minha querida – pedi me sentado no banquinho que tinha no provador e Bella começou a me contar, ao mesmo tempo em que ordenei que ela experimentasse as outras peças, e ela ficou envergonhada em dobro ao se trocar na minha frente, mas qual era o problema? Somos as duas mulheres e melhores amigas!

-Bem, logo depois que eu saí da sala o Edward entrou no quarto e me fez uma massagem. Tinha uns óleos de massagens que... Você os colocou lá, né? – perguntou desconfiada, nem falei nada, ela sabia que eu tinha feito aquilo, mais uma de minhas peripécias – Como você sabia que... Escutando atrás das portas, Nikole? – perguntou zombeteira – Isso é muito feio.

-Não foi de propósito, eu juro. Você sabe que meu quarto é no final do corredor, por isso inevitavelmente eu passo em frente a todos os outros...

-Tendo o privilegio de escutar o que se passa dentro deles, né?

-Basicamente – dei de ombros.

-Então – continuou já na terceira lingerie – Ele me fez a massagem e depois nós transamos.

-E...

-E só.

-Nada disso, quero detalhes, Bella meu amor, você prometeu – disse piscando para ela.

-Me faça perguntas, assim fica mais fácil – pediu.

-Ok – concordei pensando em alguma pergunta para fazer – O que você fez primeiro?

-Bem eu... – começou corada – Você sabe eu fiz um... Como é que eu posso dizer sem parecer vulgar? – falou consigo mesma pensativa.

-Boquete! – falei e ela olhou-me perplexa.

-Era exatamente essa palavra que eu não queria usar!

-Mas é a palavra mais simples... – decidi encerrar com a discussão logo, antes que virasse algo pior – Ok, ok, sério mesmo que você fez isso? – ela balançou a cabeça positivamente – E depois, o que aconteceu?

-A gente ficou se beijando e ele me tocando – respondeu simplesmente – E depois ocorreu você sabe o que e depois acabou – disse dando um sorrisinho.

-“E depois ocorreu você sabe o que...” O que exatamente seria? Eu não leio mentes Bella – eu sabia o que era, mas queria ouvir aquilo sair dos lábios dela – Essa ficou ótima – referi-me à camisola vermelha que ela havia experimentado.

-Argh Nikole! – grunhiu ela e eu ri de sua feição – Penetração! Foi isso o que ocorreu. – falou corando.

-Hum... Bom pra você – ri dela, que revirou os olhos e começou a vestir.

Saímos dos provadores e fomos ao caixa; passamos as compras de Bella e as minhas.

-Aonde vamos agora? – perguntou-me.

-Comprar blusas e vestidos! – sorri animada. Saímos da loja e fomos rumo á outras.

-Aproveita Bella, não temos esse privilegio todo em Forks.

Notas finais
N/A:
Primeiramente quero agradecer às meninas que comentaram no capítulo anterior: isa lima, Katherine Black, MiSwan, Daniela cullen, Edwina Billo, Debinha, natalysuelen, Nanda_lokamo, Dricamcotur, Anna Gabrielle e Evie. E as novas leitoras, algumas que comentaram atrasadas, eu não vou citar o nome delas, porque tem muitas, mas vocês sabem que eu amo vocês!!!
Agora quero pedir desculpas pela demora: muitas questões emocionais, começando com aquela revista de m****, que faltou com o respeito com a minha menina Kristen, e todas aquelas pessoas sem escrúpulos e o restante que só sabe julgar. Não preciso nem dizer que estou do lado dela, né? Depois veio a época de provas escolares, e como ultimas do ano, tive que me esforçar para passar sem ficar de recuperação, porque seria bem pior se isso ocorresse. Depois veio uns probleminhas familiares, que resultou no atraso da betagem da fic da Nik quem lê ATT2 sabe disso logo na semana da estreia de BD2 meu avô morreu e foi um caos total, quero agradecer a Nik, que me apoiou nesse momento com suas palavras, obrigada amiga e em seguida mais provas escolares e apresentações de trabalhos.
Bom, só digo tudo isso porque não quero que fiquem pensando que sou relapsa ou algo assim, eu realmente me dedico para trazer capítulos bons para vocês, e me desculpem se esse não alcançou as expectativas. Não prometo nada para o próximo, mas espero que ele venha logo. Só espero que me entendam.
Espero que tenham gostado, que não desistam da fic, e que comentem, pois minhas únicas esperanças são vocês!
Beijos, Mari Pattinson.
*Os comentários estão sendo respondidos aos poucos!
N/B: Olá pessoas, juro que hoje nem demorei! Levei apenas um dia pra abrir, ler, arranjar um tempo e betar com MUITO cuidado!
Fiquei muito feliz ao ler esse capítulo, não só porque levei uma pegada DAQUELAS e ainda fui pedida em namoro (pode isso? Quase tive uma síncope!), mas também porque marcou o quanto nossa Mari é forte, ela está pronta pra superar um difícil momento em sua vida, tive uma dor parecida com a dela há alguns meses e sei o quanto o baque é forte e o quanto a superação é difícil, mas apesar de tudo ela ergueu a cabeça e nos brindou com mais um lindo, revelador, quente e emocionante capitulo de O Amor Vence Tudo!
Obrigado á todas que vêm comentando, pela paciência e dedicação conosco e obrigado a Mari por mais uma oportunidade de betar um capitulo desta fic!
Não se esqueçam de comentar e mandar energias positivas para nossa autora, que apesar de ótima escritora e um amor de pessoa, ainda é bem novinha e tem passado por algumas provações!
Os ventos que às vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre... (Bob Marley)
É isso, nos vemos por aí!
Beeijo,
Nik.