Notas iniciais
Eu devia ter postado Sexta, mas realmente não deu. Por quê, Julie? Culpa da internet que não queria colaborar. Tentei postar ontem. Mas adivinhem? Passei o dia, a tarde e a noite sem internet também... Enfim, tá aí o reencontro Seddie, o momento mais esperado por todos. Não ficou uma maravilha... Mas é o que temos para hoje! Espero que gostem, boa leitura!

No dia seguinte, Sexta-feira, às 18h:20min...

P.O.V Do Freddie

Depois de mais de quatro horas de viagem, finalmente cheguei em NY. Acabei de pegar um táxi e agora estou indo me hospedar no Hotel em que eu costumava ficar toda vez que eu vinha para Nova Iorque a viagens de negócios.

Four Seasons Hotel New York, um hotel Cinco Estrelas. Gosto dele, pois fica próximo ao Central Park e próximo aos melhores restaurantes de NY, é o meu hotel preferido. Mas hoje à noite, irei jantar no D'Gust e será lá aonde irei reencontrar minha Sammy.

Dinheiro para mim não é problema, tenho condições de jantar em qualquer restaurante Cinco Estrelas do mundo. Não me importo se D'Gust for um restaurante simples, para mim o mais importante é que eu irei encontrá-la lá.

[...]

Às da 19h:35min...

Acabei de deixar Four Seasons Hotel, descansei o suficiente, estou disposto a rodar NY atrás do tal restaurante aonde posso encontrar a Sam e eu iria até no inferno se fosse preciso.

Encontrei um táxista que sabe o endereço do restaurante e estou indo para lá agora mesmo. Estou tão nervoso e ansioso, não vejo a hora de revê-la.

[...]

P.O.V Da Sam

Hoje o movimento do restaurante está muito bom, estamos bastante atarefados. D'Gust está ficando lotado. Gibby e eu estamos numa grande correria aqui na cozinha.

Atualmente há cinco cozinheiros, eu e Gibby somos os Chefs. Há três ajudantes de cozinha e quatro garçons. E hoje estamos mais atarefados que o normal.

— Está faltando sal nesse molho. — Gibby avisou para Steven, um jovem cozinheiro aprediz que decidimos contratar.

— Me desculpe, Chef, eu já vou resolver isso. — Falou ele todo apressado e um tanto atrapalhado, remexendo o molho para as massas.

— Gibby cuide das massas, a Alison não está dando conta de preparar a massa para o Carbonara. — Falei para ele que estava na praça das carnes.

— Deixe que eu cuido das carnes, o Peter está preparando as lasanhas e a Rebecah está na praça dos acompanhamentos para as carnes. — Falei e ele assentiu.

— A mesa 8 acabou de ser ocupada. Aqui está o pedido, eu o atendi e ele pediu para que um dos Chefs fosse recepcioná-lo. Aquele senhor pareceu ser muito exigente. — Avisou David, um de nossos garçons.

Peguei a folha do bloquinho, aonde estava anotado o pedido da mesa 8 e li mentalmente.

"Lasanha, Vinho Branco e de sobremesa, a sua Chef."

A escrita estava numa bela caligrafia impecável.

— O quê? O que significa isso, David? Essa não é sua letra! — Falei, indignada e baixinho só para ele ouvir.

— Eu sei senhora, mas o senhor da mesa 8 fez questão de anotar o pedido. Tive que entregar o bloquinho para ele anotar, me desculpe. — Sussurrou David, envergonhado.

— O que mais esse engraçadinho pediu? — Sussurrei.

— Perguntou os nomes dos meus patrões, respondi que eram Cornelius Gibson e Samantha Puckett. Então, ele exigiu que eu o entregasse o bloquinho e fez questão de anotar o pedido.

— Certo. Volte para o seu posto, assim que a Lasanha ficar pronta, eu mesma irei servi-lo! — Falei sorrindo, maldosa.

— O que a senhora vai fazer? — Perguntou, preocupado.

— Irei dar minha sobremesa especial para esse senhor, e o colocarei em seu devido lugar. Ninguém me falta com respeito, irei expulsá-lo do meu restaurante! — Falei, irritada.

[...]

Às 20h:15min...

— Para aonde está indo com essa bandeja? — Gibby perguntou para mim, eu havia tirado meu uniforme de Chef e estava com minhas roupas normais.

— Vou servir a mesa 8, o cliente é exigente e quer trocar algumas palavrinhas com um dos chefs. Eu vou, afinal, você está muito ocupado montando os pratos, não é? — Sorri para ele que assentiu.

Saí da cozinha carregando a bandeja com a prato de Lasanha, sorri simpática para todos os clientes que já estavam jantando ou esperando seus pedidos chegarem.

Passei pelas mesas 5, 6, 7 e vi o cliente da mesa 8, ele estava com o cardápio levantado na altura do rosto, deve ser algum algum maluco pervertido.

— Boa noite! — Falei em um tom gentil e doce até demais. Estava fingindo ser simpática e educada naquele momento. Mas minha única vontade era de bater nele com a bandeja e jogar a lasanha quente em seu rosto.

E lentamente ele foi abaixando o cardápio, e quando finalmente vi seu rosto, senti o ar faltar em meus pulmões. Minhas pernas fraquejaram e meu coração disparou absurdamente.

Acabei soltando a bandeja, paralisei ali mesmo diante da pessoa que estava sorrindo para mim.

Oh, meu Deus! Isso está mesmo acontecendo?

Enguli em seco, era ele, não era uma ilusão, muito mesmo um sonho.

Os cabelos castanhos arrumados num topete impecável, os belos olhos penetrantes cor de chocolate e o incrível sorriso de lado, seu lindo rosto estava com aquela típica "barba por fazer".

Sem sombras de dúvida, é realmente ele. O homem que um dia eu já chamei de pai, o homem que já me arrancou lágrimas de dor, o homem que quebrou meu coração em mil pedacinhos, o único homem que mais me machucou nessa vida.

É ele e está aqui, agora mesmo na minha frente, parece um sonho, mas é real.

O homem que eu tanto admirei um dia, o único homem que eu mais desejei profundamente e desesperadamente. É ele, o pai dos meus filhos.

Fredward Karl Benson.

Não estou sentindo mais minhas pernas, meu coração está disparado como nunca antes ficou. O ar está escasso, sinto-me sufocada.

— Sam! — Disse ele levantando rapidamente, a voz tão sexy e rouca num tom desesperado.

Antes de perder totalmente minhas forças e o ar que eu necessito para respirar e viver, sinto braços fortes me segurando com firmeza.

Notas finais
E aí? Gostaram! Tadinha, a Sammy desmaiou! Rsrsrs Tanta emoção haha Comentem! Bjs