O Amor Supera Tudo
48 Mudança
Notas iniciais
Semanas depois...
— Já matriculei as crianças numa creche e agora a Jasmin fará aulas de Balé. — Freddie avisou chegando em casa todo sorridente, trazendo algumas sacolas.
— Quê? — Larguei o controle no sofá, me levantando. — Fez isso tudo sem me consultar? — Perguntei descrente.
— Sou o pai, posso perfeitamente tomar decisões em relação aos meus filhos. — Disse com calma, pondo as sacolas em cima do sofá. — Já comprei tudo que eles precisam, as aulas começam semana que vem. — Avisou.
— Jas é muito pequena para ter aulas de Balé. — Falei, ainda controlada.
— Ela já vai fazer 4 anos, amor. — Suspirou, prevendo que eu iria surtar e comprar uma possível briga com ele.
— Mesmo assim, ainda é muito novinha e...
— Já matriculei ela, não adianta discordar. Sério, não quero discutir com você. — Pegou as sacolas e foi provavelmente mostrar os materiais escolares para as crianças.
Horas depois...
— Não quero! Não! Não! Não! — Christian se recusava tomar banho.
Começou a fazer birra como sempre, emburrado, se jogou no carpete felpudo.
— Você vai sim, rapazinho. Vem logo. — Puxei seus pés, ele havia engatinhado para debaixo da cama.
Já havia dado banho no Nate e na Jas que estavam sentadinhos na cama, com seus roupões coloridos e estampados.
— Que teimoso! — Me agachei,bufando, quase perdendo a paciência.
— Deixa comigo! — O pai deles entrou no quarto, me levantei apertando meu coque frouxo e o Freddie se abaixou, conseguiu pegar o pequeno de olhos claros.
O carregou, levando-o para o banheiro sobre os protestos do pequeno. Aproveitei para terminar de enxugar Jasmin e Nathan, e arrumá-los para o jantar.
Minutos depois...
Freddie retornou carregando o Chris já banhado, ele estava em prantos, dando gritinhos estridentes, começando a soluçar quando cessou os gritos.
O tirei do colo do pai, preocupada, o Benson estava calado, com a cara fechada.
— Me bateu... — Christian soluçou alto, abraçando meu pescoço, tremendo.
— Freddie... — Arfei, surpresa e um tanto chocada.
— Foram apenas algumas palmadinhas. Ele jogou água no meu rosto e me mordeu... — Tentou explicar.
Sentei o pequeno ao lado do Nate e avancei no Freddie, com a raiva crescendo em meu peito.
— COMO OUSOU BATER NO MEU FILHO? — Explodi com ele, empurrando-o.
— Nosso filho. — Me corrigiu. — Foram apenas palmadas, ele merecia ser repreendido. — Disse com a voz elevada, vermelho.
— Acha que violência resolve? — Perguntei revoltada com suas atitudes. — Ele tem apenas 3 anos, Freddie. TRÊS E MEIO! — Gritei. — Não devia ter batido nele. — O empurrei novamente.
— Sam...
— Não devia... — Balancei a cabeça, olhei para o meu filho que ainda chorava. — Foi a primeira e a última vez, entendeu? — Apontei o dedo em sua direção, trêmula. — Se bater nos meus filhos, juro que você vai se arrepender! — Ameacei.
Ele sequer falou alguma coisa, apenas saiu do quarto...
[...]
— Estou preocupada, até agora ele não chegou... — Falei com Carly por telefone, desabafando com ela, lutando contra as lágrimas.
"- Oh, amiga, não tenha pensamentos ruins e negativos." — Me aconselhou.
— Ele desligou o celular. — Funguei, olhando para as minhas unhas ruídas.
"- Deve ter saído para dar uma volta, esfriar a cabeça..."
— Mas já era pra ele ter voltado. São mais de 01h:30min, Carls. — Suspirei, chorosa.
" — Tente se acalmar, tome um chazinho e..."
— Chegou! — Suspirei, aliviada, vendo a porta sendo destrancada. — Preciso desligar! Beijos. — Me despedi rapidamente, encerrando a ligação.
Meu coração disparou quando o vi entrando, com passos lentos, parecia arrasado. Corri até ele, abraçando-o fortemente, chorando contra seu peito.
— Me sinto tão mal, foi horrível ouvir você falando aquelas coisas. — Desabafou, afagando meus cabelos.
— Não se sinta assim, não importa mais. Vamos esquecer aquilo? — Me afastei um pouco para poder olhar em seus olhos.
— Bati no nosso filho, Sam... Por mais que ele seja difícil de disciplinar, teimoso e encrenqueiro, eu não devia. — Balançou a cabeça, me olhando culpado e arrependido.
— Já passou. Você apenas perdeu a paciência e quis repreendê-lo lhe dando palmadas. Agora eu entendo... Fui eu que me exaltei. Nenhuma mãe gosta ou aprova que o pai bata nos filhos. Fiquei com raiva sim, mas já passou. — Garanti.
— Eu amo vocês. Fiquei com medo, não quero perder vocês. Pensei que iria me deixar, que me afastaria dos nossos filhos... — Confessou com a voz baixa, sentido, enxugando minhas lágrimas.
— Isso nunca vai acontecer. — Prometi. — Nunca! — Voltei a abraça-lo com mais força.
[...]
Dois Meses depois...
— Surpresa! E aí? Gostou, amor? — Perguntou após tirar a venda que tapava minha visão.
— Oh, meu Deus! — Pus as mãos na boca, senti meus olhos lacrimejarem. — É nossa. Comprei à vista! — Me informou, sua voz transmitia orgulho, felicidade.
— É maravilhosa! Amei! — Sorri emocionada, ele me abraçou por trás.
— Só falta mobiliar, mas isto fica por sua conta. A decoração e tudo mais. — Disse apontando para a casa amarela num tom pálido, nossa casa.
Ele balançou o molho de chaves diante dos meus olhos, em seguida atravessamos o cercadinho cinza claro, de mãos dadas seguimos pelo amplo gramado úmido, bonito, bem verdinho e aparado.
Subimos os quatro degraus para chegarmos a fachada, com o piso de cimento pintado de cinza escuro. Adentrei primeiro quando ele abriu a porta, dando de cara com uma sala enorme com lareira, piso de assoalho polido.
Fizemos um tour pela casa de dois andares, com uma cozinha bastante espaçosa, quatro quartos, um deles com suíte e closet, uma saleta para montar um escritório, mais uma sala no segundo andar que poderíamos transformar numa brinquedoteca, um banheiro no corredor, outro no primeiro andar e por último, uma lavanderia.
— Gostou da cozinha? Olha como é espaçosa. — Sorriu satisfeito, o cômodo estava vazio assim como os outros, as paredes perfeitamente brancas.
— Amei tudo, cada cantinho. Principalmente o nosso quarto. — Agarrei a gola de sua camisa, o puxei para mim andando para trás, parando quando senti algo encostar em minhas costas.
— Vamos estrear essa cozinha... — Sorriu malicioso, tirando a jaqueta, em seguida forrou a pia.
Ele me suspendeu e me sentou ali, em cima da pia sobre a jaqueta. O agarrei pela nuca, puxando-o para um beijo, passando as pernas ao seu redor.
Durante o beijo, ele desabotou minha blusa. Escorreguei, impulsionando meu corpo para frente quase descendo, e suas mãos foram ágeis desabotoando minha calça, descendo o zíper.
O jeans foi deslizando por minhas pernas junto com a calcinha, até ser retirado do meu corpo.
Minha blusa estava toda desabotoada, expondo meu sutiã preto rendado.
— Amor, eu preciso de você agora. Oooh! — Sussurrei mexendo meus quadris, pedindo por ele.
Freddie estava apenas me provocando, passando e pressionando sua glande no meu clitóris, deslizando para a minha entrada, me atiçando e me torturando sem me penetrar.
Oh, aquilo estava me deixando louca...
Enlacei minhas pernas em seu torno, prendendo-o. E finalmente o senti, me invadindo lentamente e me preenchendo toda, num encaixe perfeito.
Seus movimentos pareciam ser calculados, suas estocadas eram firmes e intensas, me proporcionando um prazer profundo. Freddie apertava meus seios por cima do sutiã, em seguida repetia os toques por baixo do bojo, massageando e circulando o ponto mais sensível.
[...]
Semanas depois...
Finalmente, estávamos nos mudando para a nova casa. Já estava com a pintura renovada, escolhemos cores nos tons pastéis e creme para o primeiro andar e mandamos colocar azulejos novos na cozinha, e também mandamos instalar os armários nas paredes.
Contratamos um encanador e um eletricista semana passada, então estávamos despreocupados, organizar a casa ficaria por nossa conta.
Deixamos as crianças com Carly e Brad, assim teríamos paz para organizar as coisas com calma. A sala ainda estava cheia de caixas de papelão, com nossos móveis, louças e objetos de decoração.
Freddie me ajudou na limpeza, colocou o carpete na sala e com muito custo conseguiu montar a estante sozinho.
A geladeira, a mesa e alguns eletrodomésticos já estavam organizados na cozinha, só faltávamos guardar as louças.
Horas depois...
— Olhe no manual de instruções. Tá sobrando parafusos e você não está montando direito. — Avisei para o teimoso que insistia em montar o guarda-roupa dos meninos e depois ele montaria o da Jas.
— Calma, mulher. Ainda vou colocar as gavetas e parafusar as portas. — Avisou e eu revirei os olhos.
— O cara do caminhão de mudança cobrou 50,00 pratas para montar isso aí e você não quis pagar. Mas se essa porcaria desabar ou tombar em cima das crianças, eu te mato! — Reclamei, avisando para ele.
— Fica tranquila, nada disso vai acontecer. — Disse com a cabeça enfiada na parte interior, verificando algo lá dentro.
1 hora depois...
— Prontinho! — Apontou para o guarda-roupa azul-bebê montado. — Mereço um beijo, não é? — Fez biquinho se aproximando suado.
— Merece uns tapas isso sim. Olha aqui, tá tudo errado. Começando pelas portas e olhe isso aqui, tem parafusos frouxos. — Indiquei cada erro.
— Cansei. Monta você, então... — Se emburrou empurrando a caixa de ferramentas para mim.
— Vou ligar para o cara do caminhão de mudança. — Avise séria, tirando o papelzinho do bolso.
— Nem pensar. Aquele cara estava te comendo com os olhos! — Quase gritou, se irritando.
— Então, desmonta e volte a montar essa porcaria direito. — Dei um pequeno chute no guarda-roupa.
— Tá, legal. — Bufou, frustrado.
— E não esqueça de montar o da nossa princesa e colocar os adesivos, ok? — Joguei as cartelas para ele.
[...]
— Já levou a máquina de lavar para a lavanderia? E o armário também? Depois você pode ajeitar os sofás, montar as camas e levar as caixas de brinquedos dos nossos filhos lá para cima. Vou arrumar nossa despensa e o quartinho de limpeza depois que eu filar um lanchinho! — Sorri abrindo a bolsa térmica, peguei um sanduíche de atum e uma latinha de Coca da caixa de isopor.
— Quer que eu corte uma árvore para tirar lenha para a nossa lareira e depois te faça uma massagem? — Sorriu, irônico.
— Uou! Que foi? Já está com preguiça? — Perguntei.
— Não. Mas você está o dia todo mandando em mim. "Freddie, faça isso e faça aquilo. Pegue aquilo e leve para tal cômodo, não quebre as coisas. Cuidado, tem coisas frágeis aí dentro." — Disse numa falha tentativa de imitar minha voz. — Eu tô cansado, com fome e com saco cheio de ouvir sua voz. — Avisou, exasperado. — Que mulher mandona, meu Deus! — Olhou para cima, fitando o teto.
— Já terminou? — Sorri sarcástica, pegando mais um sanduíche. — Ah, e só mais uma coisinha... Depois que acabar de fazer tudo que pedi para você fazer. Faça uma massagem bem gostosa em mim, tá amorzinho? — Passei por ele, batendo naquela bunda grande e durinha.
— Vou ser recompesado à noite quando as crianças estiverem dormindo? — Perguntou com a voz alta.
— Não sei, vou pensar no seu caso... — Respondi antes de sair da cozinha.
— ENTÃO, VOU CAPRICHAR NA MASSAGEM! — Gritou me fazendo rir.
[...]
— Uau! Ficou tudo muito lindo. Quêm pintou as paredes? — Carly perguntou olhando as paredes da sala.
— Fui eu, a Sam me explorou o dia todo. — O Benson fez biquinho e eu lhe dei uma cotovelada no braço.
— Mulheres são assim mesmo. Essa semana a Carls me fez desentupir o cano da pia, passei o maior sufoco tentando arrumar o vazamento que causei. — Brad disse para o amigo.
— E os meus anjinhos? Te deram muito trabalho? — Perguntei pra minha amiga, peguei o Nate no colo que abraçou meu pescoço e escondeu o rostinho no meu ombro.
— O Nathan é um amorzinho. — Ela beijou a cabeça dele. — Mas a Jasmin e o Christian formam uma duplinha e tanto, hein? Eles são bastante energéticos, gostam de fazer muita bagunça. — Riu olhando para os meus pequenos bagunceiros.
— Gasto calorias correndo atrás deles, acredita? Eles tão naquela fase de ficar correndo pela casa e se escondendo. Uma vez achei a Jas dentro de uma caixa, e o pai dela quase colocou ela no lixo pensando que naquela caixa tinha brinquedos velhos e imprestáveis. — Falei arrancando risadas.
— De quêm é esse ursinho, princesa? — O Benson perguntou para a filha que estava no colo dele, abraçando um ursinho de pelúcia marrom com gravatinha vermelha.
— É meu, quer dizer, era, né? — Shay riu sem graça fazendo carinho no Chris, afagando os cabelos dele.
— Devolve o ursinho da tia Carly, Jas! — Ele se aproximou com a pequena no colo. — Não é seu, agora devolva. — Mandou.
— NÃO! — A pequena gritou apertando o ursinho e fez biquinho, seus lábios tremeram, ela iria chorar.
— Ela pode ficar com ele. A tia deu o ursinho pra minha boneca. — Carls sorriu com doçura, piscando pra loirinha.
— Mas não é certo. O ursinho é seu e...
— Deixa ela ficar com o ursinho, Freddie. Relaxa, a minha morena tem uns 100 bichinhos de pelúcia e bonequinhas de porcelana lá em casa. Uma noite dessas aí, eu estava louco para fazer o "bem-bom", estava na cama no escurinho, todo animado pensando que estava beijando a Carls, quando a luz do quarto foi acendida, vi que estava beijando a boquinha de uma boneca caolha. Levei um susto, desde desse dia estou proibindo a Carls de trazer suas bonecas e os ursinhos pra cama... — O loiro contou nos fazendo rir.
— Diz a verdade, amorzinho... Você estava beijando o bumbum da boneca. — A morena entregou ele, nos arrancando mais risadas.
— Então, ajeitaram tudo hoje? — Ele mudou de assunto, olhando para o Freddie.
— Quase tudo. — Benson respondeu. — Vamos lá em cima, quero te mostrar uma coisa.
O moreno e o loiro foram para o segundo andar, e Carls e eu ficamos na sala com as crianças.
— Tô com fome, mamãe. — Jas me olhou com aqueles olhinhos pidões.
— Ela é uma comilona, puxou pra você. — A morena riu.
Coloquei o Nate sentado no sofá junto com o Chris e liguei a TV, deixando num canal aonde passava um desenho qualquer...
— As coisas deles estão aqui. Acho que não esquecemos nada. — Ela apontou para as três bolsas com estampas de bichinhos, duas azuis e uma lilás
— Tá. Valeu, amiga. — Sorri agradecida. — Nossa! Você está radiante. — Comentei reparando que suas bochechas estavam mais rechonchudas e coradas.
— Acabei ganhando alguns quilinhos. — Admitiu, corando, e sorrindo envergonhada. — Sei que estou precisando fazer dieta...
— Oh, não! Você está ótima. — A interrompi depressa. — Céus! Carly, talvez você esteja grávida! — Falei pondo as mãos na boca.
Ela arregalou os olhos e paralisou pensativa, ficando longos segundos sem piscar...
— Eu não. — Piscou diversas vezes, parecendo desconcertada. — Menstruei essa semana... — Se explicou.
— Ah, bom... — Ri junto com ela.
Foi então que a campainha tocou, os rapazes desceram conversando sobre jardins e churrasqueiras, e eu fui atender a porta.
— Oi, me chamo Rachel Mills. Vim trazer essa torta de maçã e nozes, e dar as boas-vindas para meus novos vizinhos. — Disse uma sorridente morena.
Ela era alta, tinha cabelos ondulados com mechas cor de caramelo, e possuia um corpo atraente. Usava um vestido preto soltinho, jaqueta, botas com salto e gorro... Ela deveria ter no máximo uns 20 anos.
Assim que ela entrou, vi o Freddie e o Brad se entreolhando. Rachel cumprimentou a Carly assim que me entregou a torta, em seguida cumprimentou os rapazes e começou a tagarelar.
— Ainda moro com meus pais. Minha mãe preparou a torta com tanto carinho. — Disse conversando com a Carly, já sentada no sofá com o Nate no colo.
Freddie e Brad estavam em pé, num canto perto da escada, cochichando... Homens são tão safados, não podem ver uma "carne" nova na área...
— Sam, não é? — Rachel parou diante de mim, ela já estava indo embora.
Eu havia agradecido pela torta, levando-a até a porta.
— Foi um imenso prazer conhecê-los, você e o Freddie formam um lindo casal, os filhos de vocês são tão fofinhos. — Ela sorriu e olhou para os rapazes, e piscou para eles. — Até logo, vizinha! — Se despediu dando um beijo no meu rosto.
Não falei nada, apenas bati a porta, trancando-a.
— Vão contratá-la para ser babá? — Shay perguntou.
— Babá? — Indaguei, confusa.
— Sim. Ela comentou comigo. — A morena disse.
— Não sei se é uma boa ideia, ela estava de olho no seu noivo! — O Benson avisou pra Carly enquanto me abraçava por trás, bem forte.
— Verdade. Ei, eu não sou lerdo. Ela ficava me encarando, mexendo no cabelo, fazendo a jogada de cruzar as pernas e piscando para mim — O loiro contou.
— E eu aqui pensando que ela iria se engraçar pra cima do Freddie. — Ri acariciando os braços do meu moreno que estavam ao meu redor. — Jura que não percebeu, Carls? Que lerda e tapada você é, hein? — Ri da careta dela.
Nós três rimos, menos ela. Brad sentou ao lado da noiva que ficou toda emburradinha e o Chris desceu do sofá...
— Me leva para fazer xixi, papai! — Nosso pequeno de olhos azuis pediu para o Freddie.
O Benson me soltou, se abaixando diante do nosso bagunceirinho.
— Claro, filho. Vamos lá... — O bobão ficou todo emocionado.
— Ownnt! — Carls suspirou.
Sorri para eles, beijei rosto do Chris e dei um selinho no Benson.
— Anda, logo. O seu filho está apertado. — Falei e ele carregou o pequeno, indo para o banheiro. — Quêm quer torta? — Perguntei.
— Eu! — Jas e Nate responderam juntos.
— Vou preparar o chocolate quente! — Carly se levantou e olhamos para o Brad.
— Vou ficar aqui mesmo, jogando no celular... — Avisou.
Naquele dia, a nossa primeira noite na casa nova foi tranquila. Freddie e eu estávamos felizes e satisfeitos, com nossos filhos saudáveis e com nosso amor se fortalecendo cada vez mais...
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