Notas iniciais
Se preparem para lerem este capítulo, sério. Tenham uma boa leitura!

Em Nova York...

Às 09h:35min da manhã...

P.O.V Da Sam:

"Graças à Deus não foi tão grave, foi apenas um pequeno machucado interno causado pela batida durante a queda."

Penso aliviada, entramos no carro e o Gibby deu partida rumando para uma farmácia, pois o médico passou uma pequena receita para comprarmos medicamentos para amenizar a dor e para não inflamar.

— Ele dormiu. — Falei, acariciando os cabelos castanhos do meu anjinho de olhos chocolate, adormecido no meu colo.

— Nosso pequeno é forte! — Disse meu namorado e eu assenti, dando um pequeno sorriso.

— E se ele tivesse batido a cabeça, Gibby? Oh, meu Deus! Não quero nem imaginar o que aconteceria, talvez ele...

— Não pense nisso, Sam. Temos que agradecer por ele estar bem. — Falou com calma.

— Você está certo. Não irei mais pensar dessa forma, pensamentos negativos sempre atrai coisas ruins! — Comentei.

— Exatamente, ele vai melhorar. — Disse e eu olhei para o Nathan, beijei sua cabecinha e fiquei em silêncio rezando, pedindo a sua melhora.

[...]

— Obrigada, Suzzy! — Agradeci e paguei a garota ruiva por ela ter cuidado tão bem do Christian, e da Jasmin enquanto estávamos fora.

— Eles se comportaram bem mesmo? — Perguntei, desconfiada, olhando para Chris e Jas brincando na sala, no chão com pecinhas de Lego.

— Sim. — Respondeu Suzzy sorrindo. — Sempre que precisar, é só me ligar, Srtª. Puckett! — Disse ela e eu assenti. Ela foi embora e eu fechei a porta.

— Coloquei ele no berço... Sam, já está na hora deles dormirem em caminhas. O Nathan só caiu porque ele queria descer do berço, eles já tem 3 anos e meio, amor. Não são mais bebezinhos. — Avisou sentando no sofá ao meu lado, deitei a cabeça no ombro dele e fechei os olhos sentindo ele acariciar meu cabelo.

— Você tem toda a razão, amanhã irei comprar camas para eles. Já está na hora de nos livrarmos desses berços. — Falei. Levantei a cabeça e puxei seu rosto. — O que eu faria sem você? Você fez e continua fazendo muito pela gente. Largou o restaurante e veio me socorrer sem hesitar. Eu estaria perdida se você não fizesse parte da minha vida... — Falei baixinho, acariciando seu rosto.

— Vocês são tudo para mim e eu faria qualquer coisa sem hesitar, pois eu amo, vocês! — Disse ele puxando meu queixo, sorri e fechei os olhos, esperando seus lábios tocarem os meus.

— Mamãe? — Jasmin me chamou e tivemos que nos separar rapidamente.

— O que você quer, princesa? — Perguntei olhando para minha loirinha de pé a nossa frente.

— Comida... Jasmin quer comer! — Disse ela nos fazendo rir.

— Ama comer, igualzinha a mãe. — Disse Gibby e o fuzilei.

— Isso não é verdade! — Falei me levantando e pegando Jasmin no colo, enquanto ele pegava o Chris.

— Papai... Vamos brincar, papai? — Convidou meu pequeno de olhos azuis, sorrindo para o meu namorado.

Era a primeira vez que ele chamava o Gibby de pai, ficamos paralisados e surpresos olhando para Christian. O Gibby me olhou como se tivesse pedindo minha ajuda ou minha opinião e eu assenti sorrindo.

— Claro meu, filho. — Ele falou emocionado e sorrindo para o Chris que sorriu animado.

Me aproximei dos dois com a Jasmin ainda no colo e abracei meu namorado.

— Você é o pai deles sim. Pai é quem cria, certo? — Sussurrei ainda o abraçando. Quebramos o abraço e eu dei um pequeno selinho nele que ainda estava emocionado.

— Mamãe? — Jasmin chamou choramingando e puxando meu cabelo.

— Calma. A mamãe já vai te dar comida! — Avisei sorrindo e me encaminhando para a cozinha.

[...]

Em Seattle...

P.O.V Da Carly

Peguei minhas roupas sujas e as joguei no cesto, e quando fui pegar as roupas de Brad para colocar no cesto, uma camisa branca de linho caiu no chão.

Me abaixei para pegá-la e me assustei quando vi uma mancha no colarinho da camisa. Uma mancha avermelhada... Batom cor de cereja. Não acredito...

— BRADLEY! — Gritei e logo o meu noivo entrou no nosso quarto correndo.

— O que aconteceu, amor? — Perguntou preocupado, se aproximando.

— O QUE SIGNIFICA ISSO? — Gritei com raiva, jogando a camisa na cara dele.

— Isso o quê? — Perguntou me olhando assustado.

— ESSA MARCA DE BATOM NA SUA CAMISA SEU, CANALHA! — Esbravejei avançando nele.

— Do que você está falando? — Ele se desviou.

— AINDA PERGUNTA? COMO OUSOU ME TRAIR BRADLEY? EU SEMPRE FUI FIEL, ACABOU. EU ESTOU COM NOJO DE VOCÊ! — Berrei furiosa, tirei minha aliança de noivado e joguei nele.

[...]

— ACREDITA EM MIM, EU NUNCA TE TRAI, MEU AMOR! — Gritava ele chorando quando joguei todas as suas roupas para fora de casa.

— ME SOLTA! — Gritei enojada, ele estava aos meus pés, abraçando minha perna direita e implorando para eu acreditar nele. — ME SOLTA SEU, CANALHA! — Gritei com raiva o chutando.

[...]

P.O.V Do Freddie

A campainha estava tocando insistentemente, fui atender e dei de cara com meu amigo completamente arrasado.

— O que houve, Brad? — Perguntei preocupado.

— A Carly me expulsou de casa! — Respondeu chorando, se jogando em cima de mim, me abraçando.

— Alguma coisa você fez, bem feito! — Falei tentando afastá-lo.

— Não fiz nada, juro... Culpa da minha secretária, aquela louca fica me assediando... Ela me agarrou... A Carls encontrou marca de batom na minha camisa! — Disse chorando feito um bebê.

— Por quê não contou a verdade para a sua noiva? Se é que é verdade mesmo! — Perguntei, desconfiado.

Ele me soltou e me olhou com raiva.

— Acha que estou mentindo? — Perguntou, indignado.

— Quando um não quer, dois não querem. Se sua secretária estava te assediando, por quê não deu um basta naquilo? Você deixou a mulher te agarrar e ainda quer dar uma de vítima? — Sorri, debochado.

— Eu não vim aqui para ouvir isso de você, Freddie. Você não tem moral para me acusar de nada. Você traia a Emily com a namorada de um de seus melhores amigos. Você que traia sua noiva, não eu. Ah, pobre John, morreu sem saber que era corno e a Emily morreu sem saber que você comia a melhor amiga dela. Eu não sou igual a você Freddie, não mesmo! — Disse ele com raiva.

Não acredito que ele está jogando coisas que aconteceram anos atrás na minha cara.

— Fica caladinho mesmo, afinal, eu estou certo, não é? Ah, e só mais uma coisa... Pense muito bem, se eu fosse você iria atrás da Sam e faria um DNA... Só pra ter certeza se ela não é sua filha! — Dizendo isso, ele foi embora, batendo a porta.

Continuei parado, e chocado com tudo que eu havia acabado de ouvir. Mas a Pamella me jurou que a Sam era mesmo a filha de John e se ela tivesse me enganado?

Notas finais
OMG! E agora???? O que acharam??? Comentem!!! Bjs