Notas iniciais
Oi, gente ❤ Prontinho, aqui esta o próximo capitulo ❤ Obrigada as lindas que comentaram: Germanangie, AnaPotterEatonMellark, Rosyta Alonso, I Love Germangie e Suh ❤ Boa leitura ❤


Angie estava em sua sala, preparando suas aulas quando German entrou na mesma, para a surpresa da loira.

GERMÁN: Oi, Angie. — Cumprimentou, sorrindo de leve.

ANGIE: Oi, German. — Devolveu o sorriso. — Esta precisando de algo?

GERMÁN: É que eu queria saber se agora que você voltou para Buenos Aires você gostaria de voltar a fazer parte do projeto. — Explicou. Quem dera a ideia para o projeto fora Angie, ela merecia voltar a fazer parte dele.

ANGIE: Mas... Não seria um incômodo para você, já que a gente já namorou? — Quis ter certeza.

GERMÁN: Quanto a isso não se preocupe, Angie, eu sei separar o pessoal do profissional. E além do mais, se não fosse por você esse projeto não teria dado certo. Aceita? — Disse dando um lindo sorriso.

ANGIE: Tudo bem, eu aceito. — Falou, retribuindo o sorriso.

GERMÁN: Hoje tem uma reunião sobre esse projeto, se você quiser pode ir junto comigo.

ANGIE: Ah, German, não sei não. — Ficou em dúvida.

GERMÁN: Por quê?

ANGIE: Acho que a Priscilla não gostaria nem um pouco dessa ideia.

GERMÁN: Não se preocupe com a Priscilla.

ANGIE: Tem certeza que não vai te causar problemas? — Quis confirmar.

GERMÁN: Tenho sim. Então, você aceita?

ANGIE: Tudo bem, eu aceito. — Finalmente aceitou.

GERMÁN: Então, te encontro aqui em duas horas.

ANGIE: Combinado. — Ela sorriu.

GERMÁN: Então até daqui a pouco, amor... quer dizer, Angie.

ANGIE: Tchau.

POV GERMAN

Estou feliz que a Angie voltou para Buenos Aires. Senti falta dela, muita falta. Que bom que ela aceitou voltar a me ajudar com o projeto porque assim posso passar mais tempo com ela nem que for para ser apenas seu amigo.

(…)

#2 horas depois

Angie estava em sua sala esperando German e como o combinado ele apareceu. Eles foram para reunião e depois de a reunião acabar eles entraram no carro e foram em direção ao Studio.

#No carro

Angie estava distraída olhando a paisagem do lado de fora do carro, quando German puxou assunto:

GERMÁN: Como foi passar 3 meses na Espanha, Angie?

ANGIE: Até que foi bom. Me fez bem passar um tempo com a minha mãe, eu estava morrendo de saudades dela. — Contou.

GERMÁN: Imagino.

ANGIE: Mas mesmo assim prefiro viver aqui. Senti saudade de tudo e de todos.

GERMÁN: É, a Vilu sentiu muito a sua falta.

ANGIE: Só ela? — Questionou, olhando diretamente nos olhos dele.

Antes mesmo que German pudesse formular uma resposta, o pneu do carro furou e fez um barulho.

GERMÁN: Vou estacionar o carro e ver o que foi esse barulho. — Avisou.

ANGIE: Tudo bem.

Ele estacionou o carro e eles sairam.

ANGIE: E então o que aconteceu?

GERMÁN: Olha aqui. — Disse apontando para o pneu do carro. — O pneu furou.

ANGIE: E agora, o que a gente faz?

GERMÁN: Vou ligar para o mecânico e ver se ele pode resolver o nosso problema.

ANGIE: Você não tem um pneu reserva?

GERMÁN: Infelizmente, não.

Ele ligou para o mecânico sentou-se em um banco ao lado de Angie.

ANGIE: Falou com o mecânico?

GERMÁN: Falei.

ANGIE: E o que ele disse?

GERMÁN: Que chega aqui em alguns minutos.

ANGIE: Que bom.

Nesse momento passou um senhor vendendo sorvete, então Angie foi até ele e disse:

ANGIE: Eu vou querer dois.

German se aproximou dela e disse ao vendedor:

GERMÁN: Eu quero um também.

O vendedor deu os dois de Angie para ela e o de German para ele. Então Angie pegou sua carteira e tirou o dinheiro para pagar o vendedor, mas antes que ela pudesse pagar o senhor, German disse:

GERMÁN: Deixa que eu pago.

ANGIE: Não precisa, German.

GERMÁN: Mas eu insisto. — Falou com aquele sorriso que poderia fazer com que Angie aceitasse qualquer coisa que lhe pedisse.

ANGIE: Tudo bem, eu aceito.
Obrigada, German. — Disse com aquele sorriso que fazia com que o coração de German batesse mais forte.

Ele pagou o vendedor e eles voltaram a se sentar no mesmo banco.

ANGIE: Eu adoro doces, acho que gosto de todos. Nunca nego doce se alguém me oferece. — Contou, alegre.

GERMÁN: É, eu já percebi. — Comentou e os dois riram.

Angie tomava um sorvete de groselha e German um de chocolate, até que Angie deixou escorrer sorvete pelos lábios. German olhou para ela.

ANGIE: O que foi? — Quis saber o motivo pelo qual ele encarava-a.

GERMÁN: É que aqui está sujo. — Disse, passando o polegar pelos lábios dela.

Esse toque fez com correntes elétricas percorressem pelos seus corpos.

Naquele momento German queria beijá-la e a cada vez ficava mais difícil resistir aos lábios de Angie que por conta do sorvete estavam vermelhos.

Angie também sentia a necessidade de selar seus lábios aos dele. Faziam meses que não sentiam seus lábios se tocarem.

Eles foram se aproximando aos poucos, mas quando faltavam milímetros para se beijarem, o mecânico chegou e eles se afastaram imediatamente.

O mecânico arrumou o pneu, German pagou,eles entraram no carro e foram ao Studio.

Durante o caminho até o Studio, nenhum dos dois disse nada. Estavam tensos pelo que poderia ter acontecido se o mecânico tivesse se atrasado por alguns segundos.

Minutos depois, German estacionou em frente ao Studio.

Eles ainda estavam dentro do carro quando Angie falou:

ANGIE: Obrigada por ter me levado para reunião, German. — Agradeceu timidamente.

GERMÁN: De nada.

ANGIE: Você vai entrar?

GERMÁN: Agora não, porque eu preciso resolver alguns assuntos, mas depois eu volto.

ANGIE: Então, tchau.

GERMÁN: Tchau, Angie.

Angie se aproximou dele e deu um beijo em seu rosto, ao que German fechou os olhos, permitindo que o simples toque tomasse o caminho de seu coração.

ANGIE: Até mais. — Despediu-se e saiu do carro, sem olhar para trás.

Angie entrou no Studio e Vilu logo veio ao seu encontro.

VILU: Oi, Angie. Onde você estava?

ANGIE: Oi, Vilu. Eu tinha ido com o seu pai a uma reunião sobre o projeto.

VILU: E sobre o que foi falado? — Interessou-se.

ANGIE: Sobre muitas e muitas coisas. Mas especialmente de uma festa beneficente que eles vão dar em comemoração ao sucesso do projeto. E você está convidada. — Disse e entregou dois convites a Violetta.

VILU: Que legal, Angie, mas por que você me deu dois convites?

ANGIE: É que cada pessoa que for pode levar um acompanhante. — Explicou.

VILU: Que bom, porque eu até sei quem eu vou levar. — Falou sorridente.

ANGIE: Deixa eu adivinhar, você vai com o León. — Brincou.

VILU: É, claro que eu vou com ele e você com quem vai? — Quis saber, curiosa.

ANGIE: Por enquanto sozinha. Mas vou achar alguém para ir junto comigo.

VILU: Que dia vai ser?

ANGIE: Nesse sábado.

VILU: E como eu devo me vestir?

ANGIE: Você tem que vestir algum vestido de gala.

VILU: Acho que vai ser uma experiência legal, porque eu nunca me vesti com um vestido de gala.

ANGIE: É, as vezes em que eu me vesti desse jeito foram muito raras.

VILU: Acho que agora você tem que dar aula, né Angie, então depois nós conversamos. — Falou ao olhar seu relógio. — Enquanto isso vou falar com o León, para ver se ele quer ser o meu acompanhante.

ANGIE: Eu acho que você nem precisa pedir, porque com certeza o León aceitará ir como seu acompanhante.

VILU: Verdade, tia mais mais perfeita do mundo. — Sorriu para a tia.

ANGIE: Então vai lá conversar com o León, olha ali ele. — Falou, vendo que Leon se aproximava.

VILU: Tchau, Angie. Nos vemos depois.

ANGIE: Tchau, Vilu.

Elas se despediram e Vilu foi falar com Léon.

VILU: Oi, León.

LEÓN: Oi, meu amor.

Eles deram um selinho.

VILU: Como você está?

LEÓN: Bem e você, princesa?

VILU: Eu estou bem. Eu tenho uma pergunta para te fazer.

LEÓN: Então pode fazer.

VILU: Eu queria que você fosse meu acompanhante numa festa.

LEÓN: Claro que eu aceito. — Aceitou, sorrindo para namorada. — Mas que festa é essa?

VILU: É uma comemoração à aquele projeto que eu tinha falado para você.

LEÓN: Entendi, que bom que você me convidou, porque eu não quero nenhum espertinho dando em cima de você. — Brincou, arrancando um sorriso da namorada.

VILU: Para de ser bobo, León. E agora vamos porque a gente tem aula do Gregório e você sabe como ele é em relação a ser pontual.

LEÓN: É, vamos. — Eles deram as mãos e foram para a aula do Gregório.

(...)

Já estava anoitecendo quando German chegou ao Studio. Ele logo encontrou Angie na sala onde ficavam os instrumentos.

GERMÁN: Oi, Angie.

ANGIE: Oi, German. O que você está fazendo aqui a essa hora?

GERMÁN: É que eu tinha esquecido de pegar uns papéis do Studio para analisar, então eu vim pegar. — Explicou.

ANGIE: Ah , entendi.

GERMÁN: E você o que ainda está fazendo aqui? Não era para o seu turno já ter acabado? — Perguntou, estranhando ela ainda estar no Stuidio a uma hora daquela.

ANGIE: É, na verdade o meu turno já acabou, mas é que o Beto estava dando uma arrumada nessa sala, mas precisou sair então eu me ofereci pra ajudá-lo, já que eu não tenho nada para fazer.

GERMÁN: Você precisa de ajuda?

ANGIE: Não, está tudo bem, eu consigo sozinha.

GERMÁN: Tudo bem então, vou ir buscar os papéis.

Ele foi buscar os papéis e quando voltou viu que Angie estaca dentro da salinha dos instrumentos, tentando colocar uma flauta em cima de uma prateleira. Ela não estava conseguindo alcançar a prateleira mesmo estando nas pontas dos pés. Germán então se escorou na fresta da porta e disse:

GERMÁN: E agora, você vai aceitar minha ajuda?

ANGIE: Desisto. Vou aceitar sua ajuda. — Falou e entregou a flauta para ele, que a colocou em cima da prateleira.

GERMÁN: Achei que você nunca fosse deixar eu te ajudar.

ANGIE: É que você tem sorte de ser mais alto do que eu. E mesmo eu tentando nunca ia conseguir colocar aquela flauta nessa prateleira.

GERMÁN: É, eu sei. — Disse rindo de como ela ficava fofa quando era teimosa.

ANGIE: Você ri, mas não tem graça.

GERMÁN: Vou ir pegar alguns instrumentos.

ANGIE: Ok, e eu vou colocar esse violão e essa guitarra no lugar.

Ele pegou alguns instrumentos e quando voltou acabou fechando a porta.

Eles arrumam os instrumentos e Angie foi abrir a porta e viu que a mesma estava emperrada.

ANGIE: Ai, a porta emperrou. — Declarou, tentando abrir a porta a todo custo.

GERMÁN: Vou te ajudar. — Disse ajudando ela a puxar a porta.

Eles puxaram tanto a porta que a maçaneta caiu e eles ficaram presos.

ANGIE: Agora a gente esta preso aqui dentro. — Falou e acendeu a luz da salinha.

GERMÁN: O que a gente vai fazer para sair daqui?

ANGIE: Vou pegar meu celular e ligar para Vilu.

Ela pegou o celular e discou o número de Vilu, mas na mesma hora a bateria do celular descarregaou.

ANGIE: O meu celular descarregou, você está com o seu aí?

GERMÁN: Não, eu esqueci o meu no carro.

ANGIE: O que a gente vai fazer agora? — Questionou, suspirando.

GERMÁN: Acho que a gente vai ter que esperar alguém sentir nossa falta. — Sugeriu.

ANGIE: Mas e se só lembrarem da gente amanhã?

GERMÁN: A gente vai ter que esperar. — Deu de ombros.

ANGIE: Mas é que esse lugar é meio pequeno e fechado e...

GERMÁN: Você tem fobia. — Completou.

ANGIE: Sim, um pouco.

GERMÁN: Calma, vai ficar tudo bem.

ANGIE: Tomara. — Disse e sentou-se no chão.

German sentou ao lado dela.

O céu lá fora escureceu e instantes depois começou a chover.

ANGIE: E para piorar começou a chover. — Resmungou, mais para si mesma, mas German conseguiu ouvi-la.

GERMÁN: E que problema tem estar chovendo?

ANGIE: É que se a chuva piorar a energia pode acabar e tudo vai ficar escuro.

GERMÁN: Vai ficar tudo bem, se acalma.

ANGIE: Mas o problema é que eu não consigo me acalmar.

GERMÁN: Tive uma idéia, eu vou pegar um violão e tocar uma música nele para ver se você se acalma. — Falou, pegou o violão, sentou-se de frente para ela e começou a tocar e cantat a música "Soy Mi Mejor Momento".

Aos poucos Angie foi se acalmando e começou a cantar a música junto com German.

Quando eles terminaram de cantar, Angie disse:

ANGIE: Como você sabia que eu ficaria mais calma cantando?

GERMÁN: Porque toda vez que você ficava nervosa eu cantava com você e você se acalmava. Lembra?

ANGIE: Lembro sim. — Disse sorrindo, lembrando de cada momento que German cantava para ela se acalmar.

GERMÁN: Que bom que você está mais calma. — Falou, sorrindo.

ANGIE: E como você sabe que eu estou mais calma?

GERMÁN: Porque você está sorrindo.

ANGIE: É, eu estou muito mais calma.

GERMÁN: Que bom, mas até que é engraçado ver você com medo. — Brincou.

ANGIE: Não tem graça alguma. Vai me dizer que você não tem medo de nada? — Falou irônica.

GERMÁN: E eu não tenho mesmo.

ANGIE: Todo mundo tem medo de alguma coisa. — Disse, como se fosse óbvio.

GERMÁN: Tá bom, eu tenho medo do... escuro.

ANGIE: Para de ser bobo, German, eu sei quando você está mentindo. — Devolveu sorrindo.

GERMÁN: E eu sei que quando você invoca com alguma coisa você não para até não conseguir o que quer. — Comentou, sorrindo para ela.

Nesse momento, então...

(...)

Notas finais
E aí, gostaram? Esperamos que sim ❤ Vamos tentar completar os 200 comentários na fic? ❤ Beijos e obrigada por tudo, gente ❤