O Amor Único {em reforma}
23 O misto perfeito de tudo.
Notas iniciais
Muitos pensam que a mente manda no corpo, o que eles nem imaginam é que na verdade o coração é que manda na mente humana. – autor desconhecido.
No alto de uma das maiores torres empresariais no centro da caótica Tóquio, duas mentes brilhantes e diabólicas conversavam admirando a vista que aquele lugar dava para toda a cidade, era noite, o céu estava estrelado e a lua cheia. Um homem alto e elegante, e cabelos ruivos vermelhos belos e roupas caras, o, sobretudo preto combinando com as calças brancas e os coturnos tragava o charuto caro para dentro dos pulmões enquanto o outro um pouco mais serio com mais classe e seriedade apenas se contentava com o whisky quente puro dentro do seu copo, descendo queimando sua garganta na medida de cada gole, um verdadeira bebida dos deuses.
– Hinata amaria este lugar – paralisou pensativo enquanto o homem ao seu lado soltava uma curta risada, zombando sem medo de todo o seu azar – não ao meu lado é claro – ironizou já querendo mata-la apenas de lembrar-se daquele rosto lindo em formoso que vivia sempre nos próprios pensamentos, ah como era intensamente apaixonado por aquela Hyuuga, obcecado talvez, até que admitia, mas Hinata merecia ser sua, apenas sua.
– Então, você vai se casar – cantarolou sério, Nagato, na companhia de seu ilustre amigo que era tão diabólico quanto ele, tinha um certo afeto por Riroki por ele ser um amante do caos e não tinha medo de matar para pegar o que precisasse. Passou a língua pelos lábios e sorriu de canto.
– Você aceita meu convite? – o Morimoto perguntou dando outro gole do whisky servido no estilo cowboy, o que mais gostava.
– Me perguntou por que me escolheu para ser seu padrinho? – ah que voz de anjo pensaria muitas mulheres, diante daquele homem com um olhar estagnado tão penetrante, era tão intenso.
– Sem sua ajuda – riu um pouco – duvido muito que conseguiria conquistar Hinata de novo.
– Conquistar? – ironizou tragando mais fumaça – ameaçar, sequestrar, chantagear, prender, tudo menos conquistar não é mesmo meu caro amigo – de todas as pessoas o ruivo Nagato provavelmente era o único que não se intimidava diante dele, ambos podia-se dizer que estavam no mesmo nível, mestre dos disfarces, chefes de organizações, perigosos, muito perigosos.
– Ela me ama, apenas não é capaz de perceber isso – murmurou saliente.
– E se sua teoria estiver errada? – perguntou inusitadamente curioso.
– Eu obrigarei a me amar.
– Ah adoro isso! – gargalhou de maneira maligna mostrando todos os dentes que tinha boca – vamos ver o quanto você precisara tortura-la dessa vez.
– Agora é mais fácil – disse confiante por lembrar-se do numero de pessoas que podia matar caso Hinata não obedecesse a suas ordens.
– Tenho que concordar meu caro – afirmou com expressão seria novamente.
– E quanto ao Namikaze?
– Estou apenas esperando – fechou os olhos e deixou que seu sorriso maligno falasse por si, mas não poupou as palavras por odiar tanto Naruto, ele tirou sua amada, sua Hinata – estou apenas esperando um mero deslize para acabar de vez com ele.
– Esta esperando mesmo?
– Talvez eu nem espere – riram juntos.
[...]
Hinata estava apenas de pijama tentando tomar o chocolate quente que Sai havia lhe deixado, na parte superior da casa onde ficava seu escritorio, ela abriu a ultima gaveta da escrivaninha retirando o fundo falso, as fotos que estavam pregadas em seu mural durante seis meses haviam sido guardadas, antes que Riroki visse e quisesse queima-las, provavelmente nunca mais tiraria fotos com seus amigos e não podia perdê-las, ela suspirou pesadamente e sentiu uma enorme vontade de chorar ao esparrama-las pela mesa, a maioria era dela com Naruto, estava sentindo saudades, de cada detalhe do seu corpo do seu cheiro até mesmo da sua arrogância e de toda aquela implicância, suspirou novamente encostando a madeira sob as bochechas, se Deus permitisse ficaria ali horas olhando vivendo no meio daquelas fotos, queria sentir o calor de estar junto dele de novo, o beijo apaixonado sempre tão inesperado sempre insano do jeito que ela gostava, pois Naruto era sempre simplesmente tudo que ela não era, sempre surpreendente o relacionamento que tinham era divertido. Por isso o amava, ele fez dela uma mulher diferente, mesmo que Naruto apenas enxergasse que apenas ela havia mudado ele.
Nunca disse o que pensava, guardou todo aquele pesadelo para si própria, aguentando toda a dor, toda a brutalidade, guardou, e continuou vivendo sabe...
O celular tocou, a libertando com velocidade dos pensamentos fantasiosos de sua cabeça, odiou ser interrompida, a tela do celular se iluminou, tinha sorte dessa ser uma das poucas coisas que ainda continham sua privacidade, leu o nome de Sabaku no Gaara e sentiu os olhos se arregalarem, estava tarde nove e meia da noite, não pensou duas vezes para atender, ansiosa, nervosa, curiosa, impaciente.
– Gaara... – sussurrou de má vontade, com medo de tudo ao seu redor.
– Hinata – era ele mesmo, aliviou-se muito por ouvir a voz de ruivo, que na semana passada avisou-lhe que estava procurando Naruto, e quando encontraria avisaria, pois provavelmente ele precisaria da sua ajuda, seu coração acelerou.
Será seguro cometer algum tipo de loucura desse tipo? Por ele sempre valia a pena mesmo que não soubesse, lembrou-se de Gaara falando que Kushina estava doente seu coração de mãe aflito, e lembrou-se de Sasori, estacionado na frente da sua casa.
– Hinata da para você abrir a porta da sua escada de incêndio? – murmurou a pergunta retorica libertando a Hyuuga de seus pensamentos medroso.
– D-desculpe – respondeu sem entender o que ele fazia na sua escada, dando algumas piscadas e correndo feito o vento para a cozinha, ela nem ao menos lembra-se que tinha a escada de incêndio, do lado da dispensa bem disfarçada sendo da mesma cor da parede da cozinha, apertou o botão destravando a maçaneta ao abrir viu Gaara bem diante dos seus olhos perolados, sozinho na escada escura limpando o pouco suor do rosto com o lenço, louco, eram vinte andares.
– Finalmente, não queria fazer nenhum escândalo – disse adentrando na cobertura de Hyuuga como se já fossem melhores amigos de anos, e talvez naqueles mesmíssimos meses tivessem se tornado mesmo grandes amigos, porém por Gaara ser muito serio e o mais quieto do grupo ela nem tivera percebido o quanto eram proximos. Ele se sentou-se na bancada da cozinha um pouco ofegante, e Hinata sorriu fracamente do seu jeito um tanto engraçado, Gaara não era assim, ela dirigiu até a geladeira onde apanhou o jarro de limonada trincando, um copo dentro do armário e colocou os mesmo diante dele na bancada.
– São vinte andares Gaara – ela disse rindo enquanto enxia seu copo, quanto mais a via mais percebia, Hinata estava muito longe de ser uma traidora, ela era um boa amiga, apenas as pessoas não podiam ver dessa forma ainda.
– Obrigado Hinata – disse tranquilamente.
– Então o que faz aqui?
– Eu encontrei o Naruto — aquele sibilar de palavras combinados em uma única frase fez o coração da jovem Hyuuga disparar assustada, Naruto, até quem fiz, duas semanas sem dar noticias a ninguém, estava preocupada, estava aflita, e estava se sentindo culpada, sim culpa era dela ninguém podia insistir no contrario.
– C-como assim? Serio? Onde? – sentiu a mente fervilhar enquanto Gaara encontrava-se muito tranquilo dando um gole vasto na limonada servida.
– Agora ele esta em uma boate no lado norte da cidade – ela percebeu o ruivo suspirar em uma expressão desgostosa e preocupante – nessa boate Hinata, geralmente apenas vão pessoas...
– Pessoas...?
– São pessoas de péssimo nível social, o dono dela já comprou – fez uma pausa por odiar a frase em seus pensamentos – ela já fez negocio com meu pai, é um traficante dos bons.
– Drogados?
– Muitos.
– Gaara o Naruto esta...
– Não! – murmurou, poxa vida como Hinata era complicada, mulheres, mulheres sempre neuróticas – olha Hinata não me surpreenderia nem um pouco se eu entrasse lá e viesse aquele idiota fumando alguma pedra, porém, mais do qualquer pessoa que eu conheça Naruto odeia drogas.
– Então por que ele esta numa boate que os cliente são usuários de drogas?!
– Você quer mesmo que eu responda? – ela abaixou os olhos no mesmo instante, usar drogas não quer dizer ser viciado, apesar de Naruto odiar tais coisas tão horríveis, ele estava tão revoltado com a vida que estava pouco ligando para o que fazia consigo, ela temeu que ele se perdesse e que a culpada fosse ela – ou a possibilidade de ele estar lá apenas pelas mulheres, não posso esquecer que lá tem as melhores.
– Argh! O que você quer fazer? – perguntou já querendo resolver o assunto.
– Como eu já te disse Naruto não vai me ouvir, ele não vai ouvir ninguém que não seja você, Hinata em toda a minha vida nunca vi ele fazer algo tipo, ele sempre guardou muito rancor da infância que teve, mas nunca demostrou isso para ninguém, de fato ele é arrogante e cínico, sério demais também, mas ele sempre estava sorrindo sempre aproveitou tudo que o dinheiro pode oferecer – riu da própria metáfora pois Naruto não era o único e em seguida ficou serio de novo, deixando as jades de seus olhos se entristecerem — ele sumiu, e todos estamos preocupados.
– Como você o encontrou? – sussurrou.
– Os capangas do meu pai foram receber um dinheiro do dono dessa boate, Kabuto – cuspiu o nome odiosamente – quando cheguei em casa eles me disseram e é claro que eu não fiquei parado, mandei eles retornarem lá e avisarem caso Naruto resolva ir para outro lugar.
– E quanto ao Sasuke?
– Eu ainda não avisei, Sasuke pode ter influencia, mas Naruto é esperto não entraria em um lugar que eu ou o Sasuke pudéssemos encontrar.
– Vocês são mesmo irmãos – sorriu feliz por seu amado ter pessoas assim, eles tinham sorte.
– Tá agora vá se trocar, vamos para lá.
– Gaara não – ela temeu – há pessoas da máfia lá, muita gente que deve trabalhar para varias organizações, se Riroki descobrir que eu estive...
– Coloque uma boa roupa, não sabemos o que nos espera lá, prenda o cabelo, e um casaco que a deixe bem escondida.
– Gaara...
– Eu vou te dar cobertura Hinata, não tenha medo.
– E eu vou dizer o que para ele?
– Apenas faça ele voltar para casa, na verdade não me importo nenhum pouco se Naruto esta caído em uma sarjeta eu não vou ficar procurando ele o tempo todo, mas ele nunca vai se perdoar se Kushina morrer de desgosto – de fato ele não ia mesmo se rastejar para o amigo que não nem ai para si mesmo ou para os outros que estavam tão preocupados quanto eles, Naruto era um mostro consigo mesmo, e iria ficar pior se soubesse que Kushina nada bem também estava – e você também nunca vai se perdoar.
– Vou me trocar – Ela apenas acreditava o quanto estava ficando louca de uns tempos em diante, desafiando Riroki ao nível extremo caso ele descobrisse que ela saiu de casa tarde da noite, mas bastou Gaara terminar de falar para ela tomar uma decisão concreta, tão certeira e confiante, Naruto o que eu não faço por você? Nada, era a resposta, ela fazia absolutamente tudo por ele, por simplesmente, ama-lo, e mesmo que não pudesse ficar juntos ela queria que ele fosse feliz, e não podia deixar que ele se perdesse dessa maneira, não deixaria que por capricho de alguém tão odioso como Riroki, Naruto precisava dela, não era algo que podia simplesmente ignorar, era como uma criança perdida no meio da tempestade, e ainda mais por culpa dela.
Hinata adentrou em seu quarto tirando a roupa com velocidade e se jogou dentro do seu vasto closed, quase uma entrada secreta para Narnia por ser tão grande. Não importa as filosofias de vida que diziam como a sociedade deveria ser, a realidade ainda não mudou para melhor, pessoas bem vestidas demostram mais poder, e com mais poder, mais influencia, a Hyuuga prendeu os cabelos azulados com uns grampos em um coque perfeito colocando um boina por cima os cobrindo por inteiro, um vestido que nunca havia usado na vida por ser muito chamativo, é claro que só podia ser um presente de Hyuuga Neji seu único primo-irmão, tomara que caia com um decote bem avantajado, do busto até a cintura o vestido era preto com repleto de pedras nos tons escuros que brilhavam consideravelmente, a parte da saia não era tecido eram penas negras com um certo brilho esverdeado, magnifico, o escarpam da Victor Hugo envernizados e por cima escondendo a roupa o sobretudo também preto, não se preocupou em passar maquiagem, seu rosto estava bom o bastante na sua opinião. Apagou as luzes e desceu encontrando o Sabaku a esperando na sala.
– E como vamos sair daqui? – perguntou passando pela cozinha deixando os saltos pontiagudos fazer barulho por onde passava – Sasori esta lá embaixo, vigiando o prédio.
– Pela mesma forma que eu entrei – sorriu malicioso – as câmeras de segurança não pegam a escada de incêndio e bem ao lado dela, lá embaixo na garagem tem uma porta para de descarregamento que sai na rua de trás, onde não passa ninguém.
– Essa porta fica trancada Gaara.
– Não fica mais.
[...]
Girls Sexy House Club, era o que estava escrito na faixada da boate eram dez horas da noite, Gaara e Hinata estavam estacionados do outro lado da rua já faziam umas meia hora bem atrás do carro de Naruto, é ele estava mesmo lá, nem deu o trabalho de esconder o carro, estavam esperando algo que ela não sabia o que era, apesar de estar cheia de carros não havia ninguém diante da rua luminosa, apenas os dois seguranças que estavam na porta, deveria estar rolando a maior festa do lado de dentro e por o subúrbio poucas pessoas passavam por ali, os pensamentos de Hinata gritavam que estava em perigo qualquer deslize a faria tudo desmoronar, temeu por Naruto e seu corpo insistia de agir conforme o coração, tinha que continuar. Seus olhos perolados mirados no retrovisor lateral do Ford Mustang prateado de Gaara viram um homem de terno e óculos mesmo que estivesse a noite se aproximar sutilmente do carro, ela felizmente não fora a única que percebera Gaara também, abaixou o vidro calmo como conhecesse o tal desconhecido.
– Mestre Gaara – falou o homem apoiando seus braços na janela do carro – como esta a noite?
– Formidável obrigado, não solicitei sua presença aqui essa hora – era uma dos capangas de seu pai, sua voz aveludada e perigosa deixava Hinata com os movimentos fraquejados de tão amedrontados, imaginou o quanto o pai do Sabaku devia ser importante dentro do mundo da máfia, apesar de achar horrível e nojento, não era algo que poderia julgar, Gaara era seu amigo, e os Sabakus nunca foram perigosos até certo ponto, uma organização muito sigilosa que trabalhavam com poucas pessoas, afinal além disso eles eram um família de respeito e alta sociedade e gostavam que tal titulo fosse preservado, por isso não se envolviam com assinados a menos que os próprios membros de sua casa estivessem em perigo, ainda sentia horror mesmo assim, e se fosse Gaara provavelmente teria tanta vergonha quanto ele.
– Mestre Kankuro está ai, veio pegar um pacote com Kabuto senhor – ele respondeu, Kankuro, Sabaku no Kankuro o irmão mais velho do ruivo, ainda tinha a do meio que era Temari e ele o caçula, viu ele suspirar.
– Pode voltar ao seu posto Ryuu, não vou demorar aqui, e não preciso de você – murmurou serio e cético como sempre.
– Sim senhor – ele se aproximou muito do ouvidos de Gaara sussurrando algo que não podia ouvir em seguida se retirou, os olhos jades de Gaara ficaram pensativos por alguns minutos, como se estivesse calculando algum plano.
Quando se trata de amor, o perigo não existe, ele é simplesmente esquecido.
– Nós vamos entrar, lá dentro esta lotado e é escuro então não se preocupe duvido muito que alguém te reconheça tire o casaco, não quero aquele segurança desconfiado de nada, assim que virmos o Naruto você vai falar com ele e eu vou ficar longe observando vendo se tem alguém que possa te reconhecer.
– Gaara tem certeza que isso vai dar certo?
– A organização secreta que trabalha Sasori, chama-se Akastsuki, eu sei quem são todos eles, e não irei deixar que cheguem perto de você – se vangloriou como um estrategista.
– Você sabe bastante.
– Não se esqueça quem é meu pai Hinata – Gaara desceu do carro e Hinata retirou a boina e o casaco, que não ficaram no carro, o ruivo custou a carregar seu sobretudo nos braços, assim que Hinata fechou a porta ele apertou o botão da chave ativando o alarme, e para sua surpresa seu braço forte de um verdadeiro Sabaku a agarrou com possessão pela sua cintura, sentiu pena de Ino no futuro, claro que desejava que um dia ele a conquistasse, uma cambaleada pelo surpresa e sentiu um vermelho queimar suas bochechas, Gaara tinha pegada mais que isso, era intrigante a maneira como sua mão grande e intensa a segurava caminhando enquanto atravessava a rua.
Naruto você não vale tudo isso, murmurou com os pensamentos, mas valia o pior que valia muito mais que isso, pois novamente, ela simplesmente o amava.
Três seguranças carrancudos os observavam com desconfiança, pois nesse mundo do crime não existia pessoas inocentes ninguém era confiável, e claro como ele era esperto o suficiente para fingir que ela era sua amante entraria sem nenhum problema, Gaara sibilou alguma coisa em coreano, uma senha, provavelmente fora isso que o segurança falara no seu ouvido, com um misto de seriedade e poder, mostrando que era parte do time assim concedeu a passagem eles caminharam e passaram pelo corredor todo escuro até chegarem nas portas metálicas onde um quarto segurança abriu as mesmas, pronto estavam dentro da boate.
[...]
Tinha um bom motivo para não ser qualquer um que entrava ali seus clientes eram praticamente todos mafiosos, homens poderosos e seus capangas aproveitando a noite de sábado com toda a luxuria que o dinheiro podia lhes dar, o local era enorme todo oval e era apenas iluminado pelas luzes coloridas de balada dando pouco vista, claro ela não era única que não queria ser reconhecida, todos ali deveriam ter um ficha com a policia, o cheiro de álcool e drogas, principalmente maconha exalava no local, mulheres nuas dançavam no palco sem nenhuma sanidade sem nenhuma vergonha na cara deixando homens sentados na mesa malucos enquanto negociavam com outros, Hinata se sentiu um peixe fora d’agua e um medo por tanta gente perigosa ao seu redor, sua respiração ficou alterada e era bom que Gaara estivesse ali ao seu lado que parecia se sentir em casa mesmo enojado, sentiu pena dele, sozinha já estaria trombando em todos os pilares, realmente não conseguia enxergar nada.
E bem ali, logo na entrada da boate um homem reconheceu Gaara com um sorriso no rosto, pareceu observar Hinata com satisfação e se aproximou, com cabelos acinzentados pele clara, a roupa escura e usava óculos de grau.
– Gaara – saudou o Sabaku com voz elevada por causa do som forte que deixava o ar tremulo – não imaginava que o filho caçula do Sabaku estaria aqui.
– Pois é Kabuto, eu vim atrás de uma pessoa para ser mais direito.
– Seu irmão esta zanzando por ai meu caro – respondeu saliente e envolvente.
– Não é atrás dele que eu vim.
– Sabe que não posso passar informações dos meus clientes Sabaku.
– Ele é meu amigo, tenho certeza que Orochimaru ira entender – riu um pouco – Namikaze Naruto sabe?
– Ahhh! outra surpresa dessa noite, bom ele esta nas cabines, na vinte e três para ser mais especifico – Gaara adorava o bom chefe que Kabuto era, um verdadeiro gênio para saber como sua boate funcionava, assim resultava na perfeição, ali ninguém passava despercebido, as cabines são pequenas salas particulares, homens que preferem um sigilo maior e pagam para que mulheres dancem apenas para eles, Kabuto foi chamado por outro segurança e saiu de perto dos dois sem dar nenhuma mera satisfação, por conhecer bem a família Sabaku e por Naruto ser amigo do ruivo sabia que não haveria nenhum problema, tinha casos maiores para resolver, negócios para fechar, a noite estava apenas começando .
– Você vai subir aquela escada, fale para o segurança que você foi chamada por Namikaze Naruto entendeu? Eu vou sentar e observar, não vou deixar que ninguém conhecido saiba que você esteve aqui.
– Ga-a-ra e-u, n-ão –sei se posso fazer o Na-ruto e-le – ela tentou dizer e o mesmo respondeu.
– Hinata se eu for lá no mínimo nós vamos brigar até que um vá parar no hospital, o mesmo do Sasuke, homens não tem paciência, mas ele te ama, ele vai te ouvir – Gaara a girou e sussurrou mais algo no ouvindo a guiando até a escada – fala serio já viemos aqui não me deixe impaciente – ele a soltou praticamente no pé da escada e quando ela virou o ruivo já havia sumido não estava mais nas suas costas, suspirou varias vezes e ainda com respiração alterada, as batidas fortes da musica eletrônica estavam estourando seus tímpanos e as luzes a deixavam com visão confusa, pensou em correr. Dizem que a mente humana precisa de vinte segundos de coragem e talvez fosse isso que ela tivesse pensado, enfim ela não deixou se intimidar, pela primeira vez Hinata sentiu vontade de correr o perigo, tinha que fazer algo por ele Gaara estava certo em tudo, enquanto ela se perdida o suficiente por estar presa refém como uma princesa dentro de uma torre, uma falsa liberdade para que ninguém a resgatasse, porém ela não deixaria que o homem que tanto amasse se perdesse na depressão, Kushina precisava de noticias, precisava dele, e ele, Naruto precisava dela, ajeitou os seios de uma forma que parecessem maiores do já eram, aquela boate tinha muitos homens armados, seguranças que protegiam bem as garotas que ali dançavam e eram usadas, subiu as escadas recebendo um olhar serrado do segurança, um verdadeiro guarda-roupa que vigiava as cabines caso algum maluco atacasse as garotas, ela se aproximou tentando rebolar um pouco, e se odiou por ser tão péssima no quesito sedução.
Como Naruto pode gostar desse jeito desengonçado? Bufou com a pergunta que falava em sua mente, e até tentou sorrir quando chegou perto daquele homem, forte, alto, grande, muito grande, moreno de cabelo raspado uma beleza exótica e de dar medo.
– Fui chamada por Namikaze Naruto, cabine 23 – o homem a olhou de cima a baixo como se ela fosse um pedaço de carne na vitrine de um açougue e por milésimo de segundo ela realmente pensou que como um leão ele iria ataca-la.
– Você não trabalha aqui – a voz rouca a fez tremer de medo e ficar toda arrepiada.
– Sou particular – tinha que ser ainda mais esperta – devo chamar o Sr.Kabuto para esclarecer as coisas, o cliente não do tipo que gosta de esperar – ele nada fez, apenas jogou o corpo para o lado a dando passagem e Hinata se sentira como uma verdadeira vadia até mesmo no tom de falar, ela caminhou pelo corredor, e chegou bem diante da cabine 23, a cabine que ele estava, e pensou o quanto estava sentindo saudades.
Girou a maçaneta e abriu a porta, sem medo, sem hesitação, apenas com ele na mente.
Namikaze Naruto estava sentado no larguíssimo sofá de couro negro robusto, todo largado apenas com a calça jeans branca colada nas pernas torneadas, os sapatos jogados em um canto qualquer, e a camisa perdida em algum lugar da boate. A cabine era pequena, porém luxuosa, paredes vermelhas iluminadas apenas pela fraca luz amarela do lustre detalhado, o chão coberto por um tapete felpudo e preto, apesar de não haver janelas cortinas douradas amarradas davam um ar sedutor para o local , não dava para ouvir o som da boate de dentro dela, pois nela tocava a musica que o homem que pagasse quisesse, e pelo seus ouvidos passava uma musica sensual enquanto duas garotas apenas de roupas intimas dançavam para ele no poli dance fazendo o strip-tease encima de um minúsculo projeto de palco, ela sentiu ciúmes num misto de nojo, no pequeno criado mudo do sofá uma enorme quantidade de garrafas tanto de cerveja como também destiladas, ficou preocupada, tinha cheiro de maconha pairando, e enquanto as duas garotas dançavam Naruto mirou seus olhos azuis penetrando bem no meio delas onde pode ver Hyuuga Hinata parada estaticamente sem reação, sem expressão, apenas ali, linda e serena do jeito que ele amou, do jeito que ele amava, toda sua amada garota de olhos perolados.
– Olhem! – gritou se levantando, com um tom de voz sarcástico – chegou a minha preferida – ela não entendeu seu jeito, tão pouco aquela reação esquisita entre seus dedos finalmente pode ver, o baseado aceso, toda maconha envolvida por um papel de seda, ele estava alucinado.
– Vocês podem sair, por favor – finalmente ela havia tomado folego para dizer alguma coisa as garotas nada entenderam, Naruto fez um gesto concordando com Hinata, elas apanharam o roupão de seda e se retiraram.
– Eu realmente pedi o Kabuto uma garota de cabelos azulados, mas não achei que ele fosse realmente encontrar – falava ironicamente de maneira perfeita, com voz aveludada e singela, Hinata sentiu todo frio da espinha a percorrer, o efeito que Naruto causava nela era extraordinário – a que devo a honra da ilustre Hyuuga diante dos meus olhos.
– Naruto já chega! – tomou força o suficiente nas pernas para poder ir até ele e arrancar o baseado de seus dedos, jogou com chão e pisou com toda a força de seu salto.
– Ahhh esta brava – ironizou novamente mostrando com as retinas estavam com um tom avermelhado efeito da droga – sabe, foi assim que eu me apaixonei por você.
– Coloque os sapatos vamos embora! – murmurou ignorando completamente se virando para ir em direção a porta, porém o mesmo Namikaze sempre forte o saliente a agarrou pelo pulso e a jogou no sofá, Hinata sentiu ser prensada entre as almofadas.
– Que isso a noite esta apenas começando – ele não falava coisa com coisa, em seus pensamentos a Hinata que estava vendo naquele momento era apenas um mero fruto da sua traidora imaginação, Naruto nem se quer conseguia ver o quanto ela era real – eu sou um grande merda meu amor, deve ser por isso que você me deixou – nos olhos de repentes tristes a Hyuuga enxergou o sofrimento e ela mesma sentiu lagrimas encherem os seus olhos.
– Naruto...
– Eu sou um grande merda eu sei – cuspiu a palavra pegando a garrafa de cerveja e falando sozinho enquanto bebia – nunca fui muito bom, não é atoa que meu pai me odeia, ele sempre vê tudo de errado em mim, e eu sou mesmo um erro da vida dele talvez, sorte eu tenho por ter amigos, mas nem eles podiam me salvar daquela dolorosa escuridão, cresci sem atenção fiquei amargurado, sempre vivendo a mesma vida, sempre tendo as mesmas coisas pessoas falsas, aproveitadores, sufoco, pressão, acabei ficando como eles, é difícil ter dinheiro não concorda Hinata?
– Vamos parar com essa conversa e ir...
– NÃO CONCORDA?! – esbravejou.
– Concordo – sussurrou.
– Então você caiu na minha vida – ela nunca ouviu ele falar de uma maneira tão gentil tão amorosa a encarando com um brilho no olhar enquanto encarava os olhos perolados – como um anjo perfeito me mostrando que existem pessoas diferentes, não apenas diferentes, únicas, pois sim você é única, minha amada namorada, sabia que eu nunca amei ninguém na minha vida? É Hinata eu te amo, eu não consigo te esquecer, sempre tão bela tão singela, tão gentil, você é brava e justa, atrapalhada e desastrada, insana, e ao mesmo tempo uma santa eu amo esse misto perfeito de tudo que vive dentro de você.
– Naruto...
– Mas então você me enganou – balançou a cabeça como flashs involuntários que o obrigavam mergulhar nas lembranças que queria esquecer – você ama outro cara, você ama outro, Riroki Morimoto, ele é perfeito, perfeito mesmo, serio e boa família, gosta de envolver com atividades sociais e com a caridade, empresário e quer ser medico é eu pesquisei – eu uma gargalhada – ele é muito melhor que eu, eu senti ódio por que você disse que me amava você viveu comigo durante seis meses, eu mudei por você meu amor, mas então eu me coloquei no seu lugar, até eu mesmo me trocaria – sua voz se tornara triste novamente e ela sentia o coração apertar enquanto continuava sentada naquele sofá o ouvindo caminhando andando para todos lados pensando que estava falando sozinho – eu te respeitei, não ousei nem sequer olhar para outra mulher pela primeira vez, eu te amei, eu ainda amo, meu peito doi, doi tanto, onde você esta meu amor? Onde você esta?
Quando se ama de verdade, as pessoas se perdem na própria consciência.
– O que eu fiz de errado? – voltou a sibilar – eu sou o errado, você estava certa, não podemos apagar o passado, eu sempre vou ser o medito Naruto arrogante, e você perfeita do jeito que é merece um homem perfeito, eu apenas posso desejar sua felicidade, a bela não pode ficar com fera.
– Naruto...
– Eu sou um monstro, meu pai me odeia, não mereço os amigos que tenho e até você me deixou...
– PARA!!! – foi o suficiente para Hinata esbravejar, se levantando e o abraçando, a imensidão azul como safiras se arregalaram, o cheiro dela, sempre o mesmo, invadiu suas narinas, parecia tão real, o coração de Hinata decidiu se sacrificar, se entregar a Riroki como esposa para que ele não fizesse nenhum mal a Naruto, mas ela não deixaria que ele se destruísse, as palavras fortes e certas começaram a sair de sua boca, ela nem notara o turbilhão de sentimentos acumulados pelas saudades de seu loiro estava tomando conta de sua consciência – nunca mais! Nunca mais diga que você é um mostro por que você não é, nunca mais diga que as pessoas te odeiam por que não odeiam, eu não te odeio, eu nunca vou te odiar, eu te amo Naruto – ela grudou nas bochechas me maneira apaixonante, todo aquele jeito tão sem jeito era tão... Ah Hinata – você é uma pessoa maravilhosa, se não percebe isso eu digo, me apaixonei por você do jeito que você é, eu não ligo pra sua arrogância eu amo ela, pois mesmo assim você é um cara ótimo, você se importa com as pessoas, você se importou comigo, você me mudou também, fez toda a diferença na minha vida, não se culpe por nada, seus amigos estão preocupados eu estou preocupada, nós te amamos Naruto, não se destrua, não se perca, não me deixe perder você.
– Meu amor... – sussurrou com um brilho nos olhos, é tão bom quando a pessoa que amamos diz que nós ama de volta, foi quando a pobre Hyuuga percebeu o que havia feito, deixou que seu coração a possuísse, ela se soltou dele dando passos medrosos para trás, porém Naruto sorriu mesmo sendo uma mera ilusão – você voltou.
– Naruto melhor irmos embora agora – ela bateu forte as costas na parede e virou o rosto não querendo vê-lo já era torturante o bastante ficar de frente para ele em uma forma tão sexy, mas o Namikaze em nenhum momento desejou sair dali, ele se aproximou colando seu corpo forte junto ao dela, Hinata ficou sem reação, o peitoral másculo e forte tão rígido, era tão impossível resistir, Naruto a encarou com um sorriso torto, sendo tão apaixonado por aqueles lábios levemente carnudos e rosados, os olhos perolados sempre brilhantes como se fossem joias raras recém encontradas, ele colocou a mão a sua cintura e com a outra virou seu rosto de forma que a obrigava encara-lo, ela o fitou, um azul purpuro repleto de prazer de malicia, tão lindo e tão sedutor quanto qualquer outra noite que tiveram juntos, sem pensar duas vezes ele lhe tomou os lábios de maneira voraz, faminto num misto desejo e de saudade, e pior, Hinata nem ao menos pensou duas vezes para corresponder, não adiantava quando se tratava do Namikaze ela não conseguia raciocinar, cada minúscula parte do seu corpo deseja ele, sentia falta, como sentia, duas semanas de repente se tornaram mil anos, como se ele se afastasse e nunca mais fosse vê-lo.
– Senti sua falta – ele disse entre beijos, e Hinata nada respondeu, Naruto era sua droga, era ele quem deixava ela alucinada completamente fora de si, dane-se o perigo por algum momento, ele colou ainda mais os corpos e arrancando os grampos dos seus cabelos, os fios azulados caíram afogando seus dedos.
– Naruto...
– Só sabe falar meu nome – murmurou sorridente, o sorriso brilhante que ela imaginou que nunca mais fosse ver, sentiu um ataque cardíaco se iniciar dentro do peito – já disse que prefiro seu cabelo solto.
– Não podemos – tentava dizer com o pouco de lucidez que lhe restava.
– Nós devemos – a tomou o lábios novamente afoito sem dar chance dela protestar, invadindo e explorando cada pedaço daquela boca com a língua, sempre completamente perfeita, sempre completamente sua, ela abraçou seu pescoço, completamente perdida nas próprias ações, estava sentindo saudades dele, daquele jeito autoritária que sempre enlouquecia de maneira formidável, Naruto era sempre Naruto, saliente e sedutor. Pararam o beijo por um minuto para recuperar o folego, maldito seja o ser humano por necessitar tanto de oxigênio, os olhares ficaram firmas em cada segundo, o loiro percebeu o busto mais avantajado e sorriu de forma cínica que apesar de odiar, na verdade amava, ele começou a passar o dedo indicador contornando toda a parte a mostra do seu seio, a mente de Hinata gritava para correr, porém ela não se moveu cada célula do seu corpo o desejava o queria, ela o amava sentia saudades. Ele voltou a tomar os lábios da Hyuuga a abraçando me mesmo que completamente desnorteado por causa do efeito das drogas ele encontrou o zíper do vestido o desceu e o mesmo caiu no chão, ele conhecia tão bem o corpo dela, mesmo assim nunca deixava de se surpreender ou de ficar longamente excitado no exato momento que a vinha daquele jeitinho apenas de calcinha, por surpresa do destino Hinata se viu já completamente ferrada e mandou a sanidade como sempre para os infernos, ela o amava, provavelmente no outro dia Naruto nem se lembraria, então assim ela não hesitou em beija-lo o empurrando até que ambos caíssem de forma tão apaixonante encima do sofá, Naurto a girou se colando por cima, desceu os beijos até a sua clavícula sentindo o maravilhoso sabor daquela pela tão firme tão bem cuidada, abocanhou um dos seios, sentiu Hinata arfar em prazer enquanto um de suas mãos deslizava pela barriga e adentrar no tecido fino de renda que era sua calcinha, como sentiu falta daquela intimidade molhada tão apertada tão quente, ver a expressão excitada nos seus olhos perolados enquanto se contorcia de prazer ela completamente desejável, não existia nada igual.
– Você esta ainda mais gostosa – ela sentiu de forma intensa ele começar a brincar com o clitóris penetrando o dedo em sua intimidade, brincando com seus sentidos, Hinata enlouquecia com facilidade e era isso que mais gostava, penetrou mais um dedo em sua intimidade e voltou a se concentrar nos seios cheios que era tão apaixonado toda deliciosa apenas para si.
– Naruto... – adorava quando gemia seu nome, ele se levantou e retirou suas duas únicas peças de roupas que vestia, seu membro já estava duro pulsando gritando querendo invadi-la, ele se aproximou ainda mais a encarando, e puxando sua calcinha para longe de suas pernas, Hinata sentiu como um vulcão, ficou tão vermelha que quase lhe provocou verdadeiras queimaduras, ele lhe estendeu a mão e a levantou, sentou-se novamente no sofá a colocando por cima, cada curva detalhada de cada rebolado o deixava completamente fora si, Hinata tinha um efeito sob ele incalculável.
– Vou regaçar você hoje, por te me abandonado – sussurrou e Hinata se surpreendeu, mas nada protestou, ele puxou seu cabelo de maneira feroz, sim queria castiga-la, mata-la de prazer enquanto deixava a linga percorrer pelo seu pescoço por então deixou que ela sentasse em seu membro a invadindo completamente deliciosa naquela posição que ele tanto admirava, tão quente e apertada, nunca mudava, perfeita para lhe, ela conseguia deixa-lo sem ação, mas o loiro não deixaria que ela comandasse, a jogou pro lado com violência ficando por cima e estocando sua rigidez com força e violência, Hinata perdeu completamente a noção de tudo ao redor, Naruto apertada sua curvas e batia nas suas coxas, investindo cada vez mais na estocadas, estava ficando mais rápido, ela gemia, e ele também, estava tão profundo que Hinata quase podia sentir ele invadindo o seu útero atingindo o ponto G, o som prazeroso ecoava no ar de maneira majestosa, deixando claro o chocar-se de corpos repletos de amor e de luxuria.
– N-naruto – gemeu ainda mais contorcendo sua cabeça para trás sentindo tudo girar.
– Quer mais? Esta bom? – deu mais um tapa no quadril e um gemido da Hyuuga saiu de sua garganta, adorava ouvir aquela voz de anjo como se estivesse sendo desvirtuada por alguma demônio, torturada, violada.
– Ahhh Naruto – gemeu novamente e o loiro não sabia de onde estava adquirindo forças, mas algo adquiriu mais vida ainda entre as suas pernas, ele se debruçou um pouco abocanhando seu busto, e Hinata rebolava mesmo que deitada, tão vasta, insana, de uma maneira que só ela sabia ser. Era loucura, era perigoso, é maluquice, mas eles se amavam, como se fossem imãs eles se atraiam demais, porém de uma forma que nem os maiores gênios da física conseguia explicar. Dentro de quatro paredes não existe mulher santa, principalmente ao lado do homem que se ama, Hinata em toda sua perfeita decência, perdia o controle ao lado do Namikaze, apesar de toda timidez adquira um rebolado na combinação de um gingado extraordinária, cada gemido cada posição cada movimento, cada gota de suor, ver aqueles cabelos longos e bagunçados sempre tão feroz, apenas dele, só dele. Ele não aguentou mais nenhum segundo e atingiu o ápice daquela loucura, explodiu como um canhão e não parou os movimentos, ela sentiu ser preenchida por todo aquele liquido gostoso e quente e ainda ao mesmo tempo ser invadida, não deixou de ser fraco, mas não precisou de muito para que a garota combinada com ele atingisse o intenso orgasmo. Naruto tombou ao seu lado, o cheiro perfeito de sexo pairava no ar, toda aquela ação durou cerca de meia hora e ela não se sentia cansada pelo contrario apenas desejava mais, então Hinata ficou alguns minutos estática olhando o teto daquela cabine apertada e de repente quente, ofegante e suada, Gaara deveria estar querendo mata-la, o sexo não estava nos planos, mas, foi tão irresistível, sempre foi, olhou o amado, e ele estava dormindo sereno e lindo incrível ter caído no sono com tamanha facilidade, ela passou a mão pelos fios dourados se apaixonando ainda mais, agora ele não tinha escapatória, nem parecia que estava bêbado tão pouco drogado, apesar de desejar tal coisa sentiu pena que Naruto louco do que estava no dia seguinte provavelmente nem se lembraria do ocorrido, foi o sexo mais selvagem que já fizeram e o mais cheio de amor, ela se levantou odiando por tal ato, esqueceu-se completamente do perigo e de certo modo arriscou a vida do seu amor, Hinata não podia deixar que sentimentos a levassem de tal forma, não se arrependia, jamais se arrependeria por ser Naruto, mas ela tinha quer ser mais cuidadosa, mais forte, por ele sempre por ele.
Foi insano, foi selvagem, foi loucura e inesperado, mas como sempre foi bom.
Riroki, sempre odiando sua existência.
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