Notas iniciais
Primeiro capitulo! Espero que gostem...

Eu acordei subitamente com alguém me chamando. Eu não conhecia a pessoa, e a pessoa também não me conhecia, pois ela me chamava por “moça”. Era uma mulher, e julgando pela roupa, ela devia ser a aeromoça. A aeromoça dizia que o avião havia pousado. Quando me dei conta do que ela falava, agradeci-a e ela se foi. Eu estava num avião com destino á New York, e por acaso, eu havia acabado de chegar á meu destino. Recolhi minhas bagagens de mão e sai rapidamente do avião. Atravessei a pista rumo ao aeroporto, e torcia para que tivesse sorte na hora de apanhar um táxi na saída Era minha primeira vez em New York, e estava ansiosa para conhecê-la. Mas não era o turismo o principal motivo para eu estar ali. É uma longa historia, mas posso resumir agora que tem haver com meu passado e minha família. Depois de toda a burocracia para pegar minhas bagagens e tal, saí do aeroporto e achei imediatamente um táxi vazio. Corri para ele e entrei. Pedi ao motorista que me levasse a um hotel próximo e este acenou com a cabeça dando partida no by InstantSavings\">carro.

Depois de chegar ao hotel, alugar um quarto, me acomodar neste, tomar um bom banho e vestir uma roupa confortável, pus-me á observar a vista da janela e pensar no objetivo da minha ida até NY. Bem, acho que não me apresentei á vocês. Meu nome é Anastácia Cooper. Tenho 23 anos, cabelos castanhos escuros (com alguns reflexos castanhos claro) na altura dos seios, olhos castanhos escuros, um metro e sessenta e sete de altura, pele branca (me chamavam de Branca de Neve na escola), sou brasileira (de São Paulo)... Enfim, esses são algumas informações básicas sobre mim. Como já disse, sou estrangeira nos EUA. Nunca tinha visitado o país antes, apesar de sonhar muito com isso um dia. Mas não estava simplesmente a passeio, turismo, em NY. Não, tinha algo maior por trás da minha ida até a Big Apple... A verdade era que estava lá para poder conhecer meu pai. Eu nunca o vira, mas sabia exatamente quem ele era. Minha mãe, pouco antes de morrer, me contara tudo sobre ele. Seu nome era Christopher Farrel e ele era guitarrista de uma banda famosa: Contarvi. Se eu já amava esta banda antes de saber que meu pai era um integrante, então imagina agora que descobri. Era uma banda de pop rock com influencia grande do soul, funk, R&B e até country. Amava o som deles, sem contar que eles eram atraentes (tirando o meu pai, que era bonito, mas era meu pai). O vocalista então nem se fala... Mas vamos voltar para minha historia; a questão é que meu pai nem sabe que existo. Minha mãe disse que eles namoraram um tempo na adolescência, mas a família dela se mudou e ela nunca mais soube dele. Quando ela descobria que esta grávida decidiu não contar ao meu pai, pois segundo ela, na época ela achou que era o certo a se fazer. Ela também nunca me contara muito sobre ele, e decidira também nunca contar. Mas a pouco mais de um ano ela descobriu que estava com câncer, e bem, foi duro para nós duas. No começo tínhamos muita esperança, mas a cerca de seis meses, ela piorou e não havia mais o quê fazer. Ela me contou tudo sobre meu pai porque, além dela saber que eu queria muito conhece-lo, ela não queria que eu ficasse sozinha após sua morte. Ela morreu á três meses. Vim para New York porque haveria um show do Contarvi na Madison Square Garden na noite seguinte. Eu comprara um ingresso e conheceria a banda depois do show, particularmente. Nessa hora eu pretendia contar que era filha de um dos integrantes, só não sabia ainda como faria isso. Não é o tipo de noticia que você simplesmente diz: “Prazer, tudo bem? Meu nome é Anastácia e eu sou sua filha! O senhor não sabia, né? Minha mãe bem que disse que nunca te contara...!”.Não, era o tipo de noticia que eu não sabia dar... E pesando como dar essa noticia, passei horas a fio olhando para a janela.

Notas finais
Gostaram? Bem isso foi um especie de introdução da história... Comentem então o que acharam da minha "introdução"