O Amigo Do Meu Pai

27 Ciúmes do Carter


Notas iniciais
People... como vão? Eu vou indo. mas também, eu vivo mal que já é até rotina pra vocês, né? Bom, bom... Eu estou soltando fogos de artificio por conta da recomendação graciosamente linda da Princess the Dark: obrigada querida, eu realmente amei. Ainda mais a parte que você diz que Rockstar do Nickelback te lembra a fic; eu amo essa música e a banda.Esse capítulo aqui é para você, e digo algo para todos, ou vocês morreram de rir ou morreram de raiva. Ou os dois, quem sabe.

Lá em baixo eu tenho algumas coisas importantes para dizer a vocês, então já sabem...

Enjoy

Com vocês sabem, não sou exatamente uma pessoa simples. Sempre gosto de surpreender. E para contar uma noticia tão boa assim para Sam não pode ser diferente. Ia fazer uma surpresa á ele; iria à Detroit. Sim, iria à Detroit, onde a banda estava para o próximo show da turnê. Arrumei minhas malas, que nem havia desfeito, e comprei uma passagem para Detroit. Depois de poucas horas de viagem, devido à proximidade dos estados, o avião posou na cidade. Depois de toda a burocracia do desembarque, peguei um táxi. Eu sabia o endereço do hotel onde todos estavam graças a Sam logicamente, e pedi para o taxista me levar até lá. Durante o caminho fiquei pensando se encontraria a banda ainda no hotel. Eram seis e pouco da tarde, e o show era às nove. Pelo que conhecia aqueles caras provavelmente não. Mas sempre pode existir uma possibilidade, não? Depois de o taxista chegar ao meu destino e me ajudar com as bagagens, eu fui dar entrada no hotel. Por sorte, consegui um quarto próximo ao de Sam. Subi com minhas bagagens até quarto com a ajuda de um carregador e tranquei-me no quarto assim que o carregador saiu agradecendo pela gorjeta. Peguei meu celular na bolsa e disquei o número de Sam, que a essa altura já sabia de cor.

-Alô – ele disse depois de dois toques.

-Eaí gato, topa um programa? — Disse brincando com ele.

-Com você... Até em uma sacada aberta! — Respondeu ele maliciosa entrando na brincadeira

-Tarado! — Disse rindo junto com ele.

-Então, você conseguiu executar sua parte “misteriosa” do plano? — Sam perguntou depois que paramos de rir.

-Sim, mas só contarei a ti depois. Você não tem um show agora?

-Tenho, mas é só daqui há... Duas horas mais ou menos.

-E você já está no lugar do show? — Perguntei tentando parecer o mais natural possível.

-Estou. Tínhamos que passar o som, e também por garantia de não haver um atraso... Você sabe como é; já viu de perto — Explicou ele.

-Sei sim. Bom, então como o senhor tem um show agora, vou te deixar em paz. Mas me aguarde, depois do show irei de infernizar em dobro! — Disse com duplo sentido.

Sam riu, e não notou o duplo sentido. Despedi-me dele, desejando um bom show, e ele desligou. Bom, eu teria que esperar bastante para poder ver Sam, então decidi desfazer as malas. Não tudo, mas só tirar o básico. Feito isso, troquei de roupa. Tirei a jeans e os calçados, ficando descalça e só com uma blusa que deixava até minha calcinha á mostra. Como não tinha nada para fazer, decidi tirar um cochilo. Botei meu celular para despertar mais ou menos no horário que a banda já teria voltado para o hotel após o show. Deitei minha cabeça no travesseiro e me botei embaixo das cobertas da cama. Estava cansada, então em pouco tempo já estava dormindo pesado. Pena que não sabia o que encontraria assim que acordasse senão nem teria o feito.

*

Despertei com meu celular tocando e vibrando loucamente. Peguei-o sonolenta e desliguei o alarme. Só aí que notei que meu alarme já havia tocado umas três vezes num período de dez minutos. Bufei, pois ainda estava com sono, e levantei-me e encaminhei-me ao banheiro. Lavei bem meu rosto espantando o cansaço e voltei ao quarto. Os pelos de meu corpo se arrepiaram todos em função da brisa fria que entrava pela janela. Fechei-a e peguei meu celular de novo para olhar o horário; meia-noite e dez. Era tarde, mas provavelmente agora a banda já estaria no hotel. Troquei de roupa, botando de novo a jeans e meu salto, e ajeitei minha camiseta toda amassada. Olhei-me no espelho que havia no quarto e ajeitei meu cabelo, penteando-o. Passei um pouco de gloss que sempre carregava em minha bolsa e finalizei. Estava aceitável para alguém que acabara de acordar. Suspirei e peguei a chave do quarto, enfiando-a no bolso e saí para o corredor. Tranquei a porta e encaminhei-me para a porta que era de Sam. Como era no mesmo andar que o meu, só ao final do corredor ao lado esquerdo dos elevadores (enquanto o meu era ao direito) não demorei muito á estar de frente à porta. Respirei fundo e bati duas vezes na porta, torcendo para que ele não tivesse ainda dormindo. Assim que a porta abriu-se pensei que era melhor que ele tivesse dormindo. A porta abriu-se revelando uma mulher. Ela era ruiva de farmácia (cabelos cereja bem berrante), tinha olhos escuros e maquiagem bem forte, com olhos esfumaçados em preto e boca da cor dos cabelos. Tinha seios enormes, de silicone sem dúvida. Ela trajava um robe de seda bege com pelos nas bordas que estava um pouco aberto. Embaixo do robe, ela usava uma lingerie bem provocativa. Quer dizer, se é que aquele pouco pano poderá ser chamado de lingerie! Eu, no mínimo, fiquei chocada. Além de claro de com muita raiva.

-Ah, acho que errei de quarto! — Disse falsa, tentando controlar a raiva dentro de mim.

-Com quem você deseja falar? — Ela perguntou com uma voz de nojenta que era a dela.

-Com o Carter — Respondi chamando Sam pelo sobrenome, de tanto que era minha raiva. O choque já se passar, agora só sobrara mesmo a raiva.

-Ah... — Ela disse dando uma risadinha que fez meu sangue ferver mais ainda– Bem, ele está ocupado agora!

-Percebi... — Respondi fria, sorrindo sínica.

-Posso dizer para ele depois que você veio aqui... – Ela sugeriu — Qual é seu nome? — Ela perguntou.

-É Anne, mas não precisa avisar. Não é nada urgente! — Disse ainda sínica.

-Ah, tudo bem então! — Ela disse sorrindo e dando de ombros. Não sei como não pulei no pescoço dela nessa hora!

-Bem, espero que vocês tenham uma excelente noite! — Disse falsa virando as costas á mulher e saindo pisando duro de volta ao meu quarto, deixando a vadia falando sozinha.

Entrei em meu quarto espumando de raiva, batendo até a porta sem ligar para o horário. Joguei-me na minha cama, pegando o travessei e botando no rosto para poder gritar à vontade. Que ódio! Tirei o travesseiro do rosto e levantei-me. Troquei aquela roupa e botei meu pijama de blusa de alças e calça comprida. Me celular, de súbito, começou a tocar. Era Sam. Ri ironicamente e peguei o aparelho, apertando para ignorar a ligação. Também desliguei o celular, não querendo ter de ignorar centenas de vezes as ligações de Sam. Joguei-me, de novo, em minha cama olhando pra o teto e cruzando os braços em meu peito. Filho da puta! Ela tinha de fazer essas coisas, né? Não duvidava nada que aquela mulher fosse uma prostituta! Se não era, era sem duvida nenhuma uma vadia! Homens...! Ele não podia usar as mãos? Não! Tinha que contratar ou arranjar de graça ou o raio que o parta, uma vadia pra se satisfazer! Peguei o travesseiro, botando-o em meu rosto e gritando de novo. Assim que descontei toda minha raiva, tirei-o do rosto, abraçando-o como uma criança abraça seu bicho de pelúcia favorito. Ajeitei-me na cama, deitando a cabeça no outro travesseiro da cama de casal e me enfiando por debaixo das cobertas. Continuei abraçada ao travesseiro, me sentindo meio só. Sempre fui assim, mas depois de conhecer a banda e ficara amiga de todos, especialmente de Sam, sempre que ficava só, eu e mim mesma, me sentia mais vazia; mais sozinha do que antes de conhecer a banda. Na verdade, sempre que eu não os via, ou conversava com eles, me sentia assim. E especialmente naquele momento me senti assim. Droga de Carter! Fechei meus olhos, rezando para o sono me pegar logo. Mas como havia acabado de acordar, não foi uma tarefa fácil. Demorei bastante, e assim que consegui, percebi algo: não ficara exatamente com raiva de Sam, e sim com ciúmes.

Notas finais
Que rufem os tambores: O que acharam? Meu Deus, eu não tenho nada a dizer! Anne ciumenta, Sam safadinho... Isso é compatível? Aguardaremos o próximo capítulo para ver a atitude de Anne perante Sam. Enfim, os recados que quero dar a vocês são:

1° - Não sei por que diabos, os meus leitores sumirem. Evaporaram. Só os mais fiéis comentam. Isso me chateia um pouco, pois como vocês já sabem de cor e salteado, eu amo saber o que vocês estão achando e como estou me saindo. Eu não farei chantagem, pois isso está se tornando clichê. eu espero só que esse apelo triste dessa pobre escritora os convença... hahahahahha. Nada dramática eu, não?

2° - Eu logo postarei uma nova fic, e gostaria que vocês me ajudassem com ela. Lendo, comentando e tudo mais. Ela é bem diferente de tudo que já postei aqui e estou bem ansiosa para saber o que vocês acharam dela. logo mesmo eu a postarei, afinal eu tenho minha amiga quase parindo dinossauro de ansiedade para lê-la, mas antes disso prometo dar mais detalhes dela a vocês.