Nunca diga nunca
6 Amigos
Notas iniciais
POV: Denise
Eu ia sair do hospital no mês seguinte, depois do mico que eu paguei semana passada, queria sair daquele lugar o mais rápido possível, fiquei com muita raiva e quase surtava, um mês é muito tempo, ainda mais depois daquela vergonha que eu passei acidentalmente.
Aquilo que a Xabéu me disse... foi um pouco chato, me senti meio envergonhada, tipo, mais do que eu já estava, como se isso fosse possível!!
Aff, não tenho tempo para ficar contando essas bobagens pra vocês, nem parece que eu sou a Denise. Enfim, graças aos céus tinha WI-FI no hospital, então eu continuei me conectando como se exatamente nada tivesse acontecido, aliás, vocês souberam que a Maria Melo foi... Desculpa aí produção, voltando, passei mais duas horas no maior e absoluto tédio, tava com saudades de usar as minhas gírias, porque ninguém vinha me visitar.
Estou me lamentando muito, que nojo de mim, tinha que ter alguém pra me visitar, certo? Siiiiiiim
Fiquei ansiosa assistindo fairy tail no me celular, ele é o melhor anime ever.
Quando ela chegou fui logo dar um abraço
“Oi, Cácá, demorou por quê?”
“Ai, Dê, eu fiquei presa no transito, amiga, agora me diz você tá melhor?”
“Mais ou menos, me conta, quais são os babados novos? Estou completamente presa aqui”
“Quer mesmo saber? Acho que você não vai gostar muito”
“Mete bomba gatz”
“Tá, eu vou contar, mas depois não reclama comigo, é o seguinte...”
POV: Xabéu
Na próxima semana eu iria voltar para o espaço e deixar minha família por mais um ano, quase que a tristeza me tomou, mas meu otimismo ganhou e me fez pensar:
‘Oras, eu ainda tenho mais uma semana afinal’
Então, fui até o quarto da minha mãe e disse.
“Mãezinha, posso sair só um pouquinho?” Tentando ser o mais fofa possível,
“Ok, mas volte antes das dez”.
Saí saltitando por aí como uma louca
Se estava no limoeiro tinha que aproveitar cada segundo.
POV: Xaveco
Eu tinha cansado de ficar ‘na bad’ por culpa de uma garota, não ia deixar, fiquei furioso por pensar nela, tinha que esquece-la totalmente.
Lavei o rosto, tentei me acalmar, depois de muito esforço finalmente consegui tirar o olhar gélido e a voz áspera, então voltei a ser o Xaveco de sempre, mas só por tipo três ou quatro horas.
Precisava sair, mas não faria aquilo sozinho, naquele momento eu estava incapaz, então liguei para uma pessoa que quase nunca me deixava na mão.
“Alô, oi cara, tava pensando, você pode ir lá na padoca do Quim?
“Pode ser, mas pra que cara?”
“Deixa quieto, vai ou não vai?”
“Vou,16 horas tá?”
“Beleza”
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