Nunca Te Esquecerei - Fanfic (concluída)
24 Ela está Viva! É isso que importa.
Notas iniciais
Não demorei muito dessa vez :D
Antes de tudo, quero agradecer a HeloCulen_Black por ter recomendado a fic: muito, muito obrigada! *.*
Quero dizer que esse capítulo não ficou muito bom... estou sem inspiração ¬¬
Em fim... espero que gostem! xD
Alice's POV
Estávamos eu e Esme paradas no meio da cozinhas ouvindo a doce melodia que vinha do outro andar. Acho que Esme estava em estado de choque, pois seus olhos nem piscavam. Então ela começou a caminhar devagar até a escada e eu a segui, subimos os degraus e quando chegamos na sala de onde vinha o som vimos Edward sentado em frete ao grade piano, seus dedos diminuindo o ritmo da delicada melodia até ela ser encerrada.
– Edward? — Esme o chamou e ele se virou a encarando.
Mas logo voltou a olhar para o instrumento, ajeitando o pano preto que protegia as teclas e depois fechando a tampa do piano. Esme caminhou até ele colocando a mão até sobre o ombro de Edward.
– Filho? — Ela falou. — Está tudo bem?
Acho que eu estava um pouco assustada com aquilo, ele nunca chegou perto daquele piano depois que ela morreu.
– Não, eu não estou nem um pouco bem. — Respondeu. — Eu vi a Jane morrer na minha frente e não pude fazer nada. — Surpreendi-me quando o ouvi falar o nome de Jane, nunca o ouvia dizer o nome dela. — E agora se algo acontecer... — Ele tinha dificuldade de falar. — ... eu não posso perder ela também.
Ele ainda continuava imóvel olhando para o piano e Esme se virou olhando para mim, como se pedisse ajuda. O pior era que eu também não sabia como lidar com isso, pois estava acostumada a viver com o Edward frio, que não falava de seus sentimentos com ninguém. O que deixava toda a tristeza de lado e ia para alguma festa, acabando a noite em algum motel como alguma garota. Sei que pedi muito para o Edward carinhoso, engraçado e atencioso voltasse... mas não sei como agir com ele.
– Filho, você não vai perdê-la. — Esme falou e ele se levantou, virando-se para olhá-la. — Vai dar tudo certo. — Ela disse e o abraço.
Edward olhou para mim enquanto abraçava Esme e pude ver algo brilhar em seu olho esquerdo quando a luz refletiu, seria uma lágrima?
– Esme tem razão, vai dar tudo certo e Isabella irá viver muito ainda. — Falei me aproximando e abrindo os braços para um abraço.
– Obrigado, Alice. — Ele falou baixo enquanto me abraçava, realmente me abraçava.
Edward realmente me abraçou! Não estava acreditando naquilo. Então nos separamos um pouco e olhei em seus olhos, vendo o medo.
– Estávamos fazendo chá. — Falei. — Quer tomar com a gente? — Perguntei e olhei para Esme vendo que seus olhos também tinham lágrimas. — Ou melhor, nós vamos tomar chá... — Apontei para minha tia e para mim. — ...e você uma dose de uísque. — Sugeri. — Já que homem que é homem não toma chá. — Falei lembrando de quando ele havia dito isso e o vi sorrir.
– Vamos. — Esme falou e então descemos a escada.
Chegamos a cozinha e terminamos de fazer o chá, enquanto Edward já segurava um copo com uísque e algumas pedras de gelo.
Ficamos ali conversando de assuntos que fizessem a gente esquecer temporariamente que Isa estava em um cirurgia de risco. Edward começou a contar uma de suas historias onde ele e Emmett sempre pagam algum mico, era engraçado e fiquei feliz em vê-lo bem novamente.
Mas era impossível esquecer que poderia perde minha melhor amiga. Meu coração doía com esses pensamentos e me lembrava de Jane. Droga! Não podia acontecer nada com Isabella!
Eram duas horas da tarde quando fomos para sala assistir TV, uma tentativa inútil de fazer as horas passarem mais rápidas. Ele estava sentado do meu lado então me aproximei mais e encostei minha cabeça em seu ombro, logo depois sentindo-o colocar o braço ao meu redor, olhei para cima e vi um pequeno sorriso em seus lábios.
....
Então, eram quase onze e meia da noite quando o telefone tocou. Edward se levantou e pegou o aparelho, que estava na estante ali perto, rapidamente e atendeu.
– Pronto. — Falou. — Oi, Carlisle. — Cumprimentou e ficou alguns minutos em silencio apenas ouvindo, vi então uma expressão preocupada tomar conta de seu rosto e meu coração gelou imaginando que algo terrível tivesse acontecido, mas um sorriso brotou em seus lábios logo depois. — Nossa! Graças a Deus! — Ele exclamou realmente aliviado e Esme me olhou sorrindo já percebendo que havia dado certo. — Ok, obrigado por avisar. Tchau. — Ele se despediu.
– E então? — Perguntei.
– Ela está bem! Deu tudo certo! — Exclamou.
– Aaahhh! — Gritei já me levantando rapidamente pulando em cima dele, abraçando-o.
– Graças a Deus! — Esme agradeceu por Isabella estar bem.
Simplesmente não conseguia parar de sorrir.
Edward's POV
Bella havia passado pela cirurgia ontem e graças a Deus tudo ocorreu bem. Agora estava estacionando em frente ao hospital, eram oito e meia da manhã e logo começaria o horário de visitas. Desliguei o motor de meu carro e sai fechando a porta, começando a caminhar em direção a entrada do hospital.
– Edward. — Carlisle me cumprimentou estendendo a mão.
– Oi. — Falei o cumprimentando. — Como ela está?
– Como disse a você ontem, ouve algumas complicações.... — Ele fez uma pausa procurando as palavras certas. — ... ela teve uma parada cardíaca... mas está tudo está bem agora.
– Ela já acordou?
– Ainda não, mas logo vamos poder entrar para vê-la.
Então vi o doutor Besson, médico responsável por Isabella.
– Olá, Carlisle. — Ele o cumprimentou e depois estendeu a mão para mim. — Olá, Edward.
– Olá. — Falei.
– E então? Ela já acordou? — Carlisle perguntou com a preocupação estampada em seu rosto.
– Ainda não, mas acordará nas próximas horas, se quiserem já podem entrar para vê-la.
– Seria ótimo. — Carlisle sorriu talvez mais aliviado.
Então Alec nos levou até o quarto onde ela estava e quando entrei vi Isabella deitada na cama de hospital, parecia dormir tranquilamente com os pequenos tubos que passava sobre suas bochechas se conectando em seu nariz, levando oxigênio. Sua cabeça estava enfaixada por causa do corte da cirurgia e em seu braço direito havia vários fios. Carlisle se aproximou dela acariciando de leve a pele pálida do rosto de Isabella.
– Podemos conversar? — Ele perguntou a Alec.
– Claro, vamos até minha sala. — O medico respondeu.
– Já volto. — Carlisle falou para mim.
– Ok. — Falei vendo ele e Alec saírem do quarto.
Sentei-me na cadeira ao lado da cama observando cada traço cansado de seu rosto, levei minha mão até sua bochecha acariciando-a de leve. Podia ouvir o BIP do monitor cardíaco lendo e ritmico.
– Oi. — Sussurrei próximo dela. — Vai ficar tudo bem.
Então vi seus dedos se moverem devagar tocando o lençol, como se procurassem algo, então coloquei minha mão sob a sua e senti seus dedos se fechando em volta dos meus.
– Eu sei... — Ouvi sua voz rouca mas ao mesmo tempo doce e meiga. — ... vai ficar tudo bem.
Ergui meu olhar vendo aqueles olhos que me lembravam a chocolate derretido e percebi o quanto eu a amava.
– Oi. — Murmurei ainda hipnotizado por aqueles olhos e acho que perdi todos os sentidos quando vi um sorriso em seus lábios.
Aquele sorriso que ontem, enquanto ela estava em cirurgia, por alguns minutos cheguei a pensar que nunca mais o veria.
– Oi. — Ela falou e acabou tossindo.
– Como está se sentindo?
– Bem. — Ela falou olhando o ambiente ao seu redor. — Odeio hospitais. — Comentou e sorri.
Bella tossiu novamente e fiquei preocupado.
– Certeza que está bem? — Perguntei.
– Sim, só que estou com sede.
– Eu... eu vou chamar seu médico, já volto, ok? — Falei e depois depositei um beijo casto nas costas de sua mão.
– Não vou a nenhum lugar. — Ela falou sorrindo.
Encontrei Alec e Carlisle já voltando para o quarto de Bella e avisei que ela havia acordado. Mas como ela passaria por vários exames, nós saímos do quarto e começamos a caminhar pelo enorme corredor.
– Edward, terei que ir na empresa pois aconteceram alguns imprevistos. — Carlisle falou. — Pode ficar aqui com a Bella até eu voltar?
– Claro, não estava pensando em ir embora agora mesmo. — Falei e ele sorriu.
– Não vou demorar. — Ele falou enquanto entravamos na ala de espera.
– Ok. — Respondi vendo-o caminhar para a porta de saída.
Sentei-me em uma das várias cadeiras ali no recinto e comecei e olhar a chuva através da porta de vidro do hospital.
....
Acho que havia se passado quase uma hora e meia quando o médico de Bella apareceu.
– Ah, você está aqui. Ela queria que o chamasse, mas falei que não sabia se ainda estava aqui. — Ele falou sorrindo.
– Posso entrar? — Perguntei.
– Claro.
Caminhei ao lado no homem todo de branco que parecia otimista.
– A cirurgia... — Comecei mas não sabia bem o que queria perguntar.
– Sim? — Ele falou pedindo que eu continuasse.
– Como ela está? Sinceramente. — Falei parando de andar no meio do corredor.
Alec também parou de caminhar e se virou para poder olhar em meus olhos.
– Edward, a cirurgia ocorreu muito bem, tirando alguns imprevisto, mas conseguimos remover praticamente todo o tumor o que é uma coisa muito rara de acontecer, então Isabella já teve sorte por isso. Entretanto ainda tem a quimioterapia que não é fácil, nem agradável mas sei que ela vai se sair bem. Não posso te falar que ela está 100% curada do câncer e nem te dar algo concreto, a única coisa que posso te passar são hipóteses... eu acho que ela vai conseguir se curar e viver muitos anos ainda, mas...
– ... Mas na medicina nada é definitivo. — Completei.
– Exatamente. — Ele falou.
– Mas agora... ela está bem, não está?
– Por enquanto, está.
– Obrigado. — Falei e ele sorriu passando confiança.
– Isabella é forte e tenho certeza que vai conseguir passar por tudo isso, ainda mas com todo o apoio que ela recebe de você e de Carlisle. — Ele comentou.
– Eu sei. — Falei e então seguimos para o quarto de Bella.
– Tenho que ir ver alguns pacientes, qualquer coisa é só chamar. — Alec disse já se distanciando.
Estava parado em frente a porta branca quando respirei calmamente e a abri, vendo Bella deitada com os olhos fechados.
– Nem adianta que não vai tirar mais sangue, Alec! — Ela falou levando a mão ao traço esquerdo, onde tinha curativos pequenos que deduzi ser de agulhas.
Ver aquilo em seu braço e ouvir o que ela tinha dito realmente me doeu, mas acabei sorrindo ao perceber como ela era teimosa. Eu daria qualquer coisa pela cura dessa doença...
Aproximei-me, vendo que ela ainda mantinha os olhos fechados.
– Alec?! — Indaguei fingindo incredulidade. — Passou longe, tenta de novo.
Bella abriu rapidamente os olhos me fitando.
– Pensei que tinha ido embora. — Ela comentou com uma voz triste. — Não tinha que estar no colégio, não?
– Acho que não. — Falei me abaixando para depositar um beijo em sua testa e logo depois me sentei na cadeira ao lado da cama.
– Acha que não? — Ela indagou.
– O colégio fica chato sem você. — Sussurrei segurando sua mão, olhando os vários fios que estavam fixados ali.
Bella deu um sorriso triste mas ao mesmo tempo meigo.
– Eu fiz o que você pediu, não caminhei em direção luz. — Ela falou e acabamos rindo.
– Então você viu a luz? — Indaguei.
– Na verdade não. Mas foi muito estranho. — Ela disse e percebi que parecia assustada, acabei sentindo medo ao perceber que ela realmente esteve a beira da morte..
– Como assim?
– É besteira... você não vai acreditar.
– Ei! Claro que vou, acredito em qualquer coisa que você disser. — Falei a encorajando.
– Ok. — Isabella cedeu. — Parecia que eu estava dormindo até que acordei em um corredor meio escuro, que era iluminado só por algumas velas brancas. Então não sabia para onde ir, haviam dois caminhos. Até que...
– Até que? — Perguntei quanto ela parou de falar.
– ... comecei a ouvir uma música ao longe, que parecia ser tocada em um piano, vinda de um dos lados do corredor. Segui na direção da melodia, comecei a correr quando ouvi passos atrás de mim, mas a cada vez que me aproximada mas da onde vinha a música, mais escuro o corredor ficava. Então ouvi sua voz falando que tudo iria ficar bem e comecei a correr mais, até que cheguei a uma porta e quando a abri havia uma luz, uma luz que me fez acordar.
– Nossa... — Murmurei.
– Eu fiquei com muito medo. — Ela sussurrou. — Mas ao mesmo tempo feliz.
– Não entendi. — Falei e ela riu.
– Você tocou para mim. — Ela disse simplesmente. — Eu ouvi você tocando e a música era linda.
– Bella... — Não sabia o que dizer.
– Ou vai falar que não tocou? — Indagou me encarando.
– Sim, eu toquei. Não fiquei aqui no hospital enquanto você estava em cirurgia, eu fui para casa e toquei para você.
– Obrigada.
– Eu te amo. — Sussurrei para ela me levantando e aproximando-me para beijá-la.
Toquei seus lábios com os meus de leve e então ouvimos o BIP, do monitor cardíaco que até agora estava baixo e lento, aumentar e ficar mais rápido.
– Ok. — Falei me afastando. — Desse jeito você vai ter um ataque cardíaco. — Ironizei e vi seu rosto pálido ficar tingido de um rosa fraco, quase nem aparecendo.
Isabella riu de si mesma e vi que seus olhos pareciam pesados.
– Por que não descansa um pouquinho? — Sugeri. — Parece cansada.
– Tenho medo de dormir e acordar naquele corredor, Edward. — Ela murmurou.
– Não vai não. Confie em mim. — Falei. — E eu não vou sair daqui... vou ficar aqui segurando sua mão.
– Promete?
– Eu juro. — Falei e a vi sorrir.
– Ok. — Ela falou fechando os olhos. — Estou feliz por estar aqui. — Ouvi-a sussurrar e apertar minha mão, antes de cair no sono.
Observei-a dormir e sinceramente a cada BIP baixo e ritmado, que eu ouvia do monitor cardíaco, eu agradecia a Deus. Agradecia por ela estar bem...
E percebi que única coisa que me importa agora é que Isabella está viva e vou fazer de tudo para ela continue assim... viva e feliz.
~*~
Bella's POV
Tudo começou a se passar rapidamente e minha primeira sessão de quimioterapia chegou. Preferi a fazer a quimioterapia através de soro, aplicado direto na veia, pois já não conseguia mais engolir comprimidos. Chegamos ao hospital e Carlisle me ajudou a sair do carro. Enquanto caminhávamos em direção a porta de entrada desejei que Edward estivesse ali, apesar de quase ter brigado com ele, para conseguir fazê-lo ir para o colégio ao invés de me acompanhar. Não era justo que ele perdesse aulas e tempo ficando ali no hospital comigo.
Em pouco tempo Alec nos levou até a sala de tratamento, onde havia alguns aparelhos e apenas uma poltrona azul. Sentei-me percebendo que ela era confortável e então Alec se sentou em uma cadeira a minha frente, explicando um pouco sobre como seria aplicado. Senti uma pequena dor com agulha, mas logo já estava com aquele pequeno fio em meu antebraço direito e ao meu lado na máquina podia ver o soro pingando dentro do vidrinho. Respirei fundo fechando os olhos e comecei a sentir meu braço queimar.
– Tudo bem? — Senti uma mão sobre a minha e quando abri os olhos vi que era de Alec.
– Parece que estava queimando. — Comentei levando minha outra mão ao meu braço onde o pequeno fio estava preso.
– Isso é normal e você pose sentir um pouco de tontura também. — Ele falou e eu assenti. — Vou pegar sua ficha, que acabei esquecendo, já volto. — Disse já se levantando.
– Alec, posso falar com você rapidinho? — Carlisle perguntou.
– Claro. — Meu médico respondeu e os dois saíram da sala.
Olhei para o meu braço sentindo-o queimar e novamente desejei que Edward estivesse ali.....
Não sei quanto tempo se passou... se foram segundos... minutos... horas... só sei que quando dei por mim uma enfermeira já fazia um pequeno curativo onde a pouco estava um pequeno fio que levou aquele soro para dentro de meu corpo.
– Prontinho, querida. — Ela falou sorrindo para mim.Então quando fui me levantar vi tudo rodar e acabei sentando novamente, fechando os olhos.
– É normal sentir tontura. — Ouvi Alec repetir o que já havia dito a algum tempo atrás e uma mão sobre meu ombro.
Abri os olhos e as paredes ainda pareciam se mover um pouco. Carlisle me ajudou a levantar e então nos despedimos de meu médico. Precisei de apoio durante todo o caminho até o carro e quando me sentei no banco preferi fechar os olhos.
Carlisle's POV
Acho que ainda estava em estado de choque desde que Alec me falou que ele se surpreendeu durante a cirurgia de Isabella, por perceber que o tumor era bem pior do que ele e os outros médicos pensavam. O câncer de Isabella já estava bem mais avançado do que os exames apontavam. Pedi para Alec não contar a Isabella, nem a Edward se ele perguntasse alguma coisa, acho que ninguém estava esperando um notícia desse, então achei melhor esperar até tudo ser confirmado para poder contar. E agora vendo-a ali naquela poltrona, presa aquela pequena máquina da quimioterapia... desejei que tudo aquilo fosse um sonho.
– Alec, posso falar com você rapidinho? — Perguntei.
– Claro. — Ele falou e o acompanhei para fora da sala.
– E então? — Indaguei assim que ele fechou a porta.
– O tecido foi analisado mais a fundo e houve um erro de diagnostico, Carlisle.
– Como assim?
– Tudo apontava para um astrocitoma de baixo grau, mas parece que o tumor começou como astrocitoma mas foi ficando mais avançado, se tornando um glioblastoma.
– E? — Perguntei querendo uma explicação.
– Posso dizer que removemos 99,99% do tumor, mas duvido muito que o resto seja eliminado com a quimioterapia, como eu espera.
– Seja mais claro, por favor. — Pedi.
– O glioblastoma é um astrocitoma de grau IV, maligno e de crescimento rápido. Então acredito que dentro de algum tempo o tumor voltará a crescer. — Ele disse e acho que parei de respirar.
Não conseguia pensar... nem piscar os olhos... não estava acreditando naquilo.
– Então por que ela está fazendo a quimioterapia? — Perguntei.
– A quimioterapia pode retardar o crescimento do tumor e dar a Isabella uma maior expectativa de vida.
– Não... — Murmurei passando as mãos no rosto nervosamente, sem acreditar naquilo. — Quanto tempo ela tem? — Acabei perguntando sem saber se eu queria mesmo saber a resposta.
– Carlisle, preciso analizar mais a situação para dar um tempo certo...
– Por favor, apenas... quanto tempo? — O interrompi.
– O glioblastoma dá a pessoa em torno de um ano de vida. — Ele falou mais logo se apressou em explicar. — Mas Isabella passou pela cirurgia e agora com o tratamento ela tem muitas chances de viver bem mais que só um ano.
– Entendi. Obrigado, Alec.
– Vai dar tudo certo, Carlisle. — Ele falou me passando confiança.
– Eu sei. — Falei já entrando novamente na sala e vendo ela recostada na poltrona azul com os olhos fechados.
Aquilo não podia ser verdade... tinha que ser um sonho... apenas um pesadelo...
Notas finais
Pois é, o câncer de Isabella é bem pior do que os médicos pensavam...
Vocês não vão acreditar, mas sempre que escrevo sobre a Bella na quimioterapia, ao sobre como ela está sofrendo... eu começo a chorar... ¬¬
Acho que o próximo capítulo será mais triste e dramático do que esse, então se preparem... pois no próximo vamos ver como Isabella irá sofrer com os efeitos colaterais da quimioterapia.
Para quem gosta de romance, sei que todas aqui gostam de romance xD Estou escrevendo uma nova fic, o nome é: Um Salto Para a Vitória.
https://www.fanfiction.com.br/historia/186277/Um_Salto_Para_A_Vitoria
Quem gosta de romances proibidos, com certeza irá amar essa fic ;D
Até o próximo capítulo!
Beijoss
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