Numb

7 sexto capítulo ::


Notas iniciais
capítulo novinho e com algumas novidades. Só para constar: O que estiver em itálico é flasback ok? Vai dar para entender – pelo menos no meu ponto de vista –, mas é bom explicar, enfim.. Espero que gostem. *-*'

Bella terminou de se arrumar de alguns minutos parou em frente ao espelho colocando o maiô, não poderia se dar ao luxo de colocar um biquíni e deixar sua cicatriz e tatuagem a mostra. Lembrou-se da pergunta do Edward quando tinham acabado de acordar.

— Bella, você tem uma cicatriz embaixo do seu seio direito e uma tatuagem ao lado, o que aconteceu? — ele perguntou quebrando o silêncio.

Era óbvio que uma cicatriz como aquela não passaria despercebida por ninguém. Ela apenas tocou a cicatriz com os dedos, não conseguia passar um dia sem vê-la, tocá-la e saber por que estava ali.

Sentiu a dor de ter a faca rasgando sua pele e penetrando em sua carne, urrou de dor e arregalou os olhos com o susto, sentia o liquido quente sangue escorrer pela sua barriga – seu próprio sangue –, assim como podia sentir o seu gosto em sua boca e um pouco escorrer pelo seu rosto do corte sobre a testa. O homem segurava a faca ainda no corpo dela, com uma expressão divertida e prazerosa no rosto. Samantha olhou para os lados respirando com dificuldade. Charlie no chão. Sangue. Morte. Dor. Gritou controlando as lágrimas que queriam escorrer pelo sue rosto, não demonstraria fraqueza. Ergueu o joelho e acertou entre as pernas do homem com força, ele largou a faca – ainda dentro da barriga dela – e cambaleou para trás. Ela arrancou a faca e controlou o grito de dor, a mesma faca que a feriu iria matar seu inimigo. Andou até ele antes que ele pegasse a arma jogada encima do sofá ela esticou o braço e fez um corte em sua jugular. O homem enorme arregalou os olhos e começou a engasgar com o próprio sangue, levou a mão até o corte por onde muito sangue escorria e caiu para trás. Samantha pegou a arma no sofá, colocou a mão encima da feriada aberta pela faca por onde sangue jorrava e apontou para a testa do homem no chão, não hesitou ou demonstrou fraqueza, apenas apertou o gatilho várias vezes descarregando a arma no rosto do homem que ficou estraçalhado. Ela afrouxou a mão da arma e a deixou cair ali mesmo, andou cambaleando lentamente até o corpo de Charlie no chão, morto e coberto de sangue, com a mão sobre a ferida caiu de joelhos ao lado dele. Queria gritar, mas sua voz não saia, se inclinou sobre o corpo e chorou.

Piscou forte e voltou para a realidade, estava de volta ao quarto e apenas se olhando no espelho, sentiu as lágrimas em seu rosto. Secou com as duas mãos com violência e engoliu seco, não podia chorar pelo passado, tinha que erguer a cabeça e seguir com o presente.

Vestiu por fim o maiô azul turquesa e uma saia jeans curta, deixou os cabelos soltos e pegou o celular, discou o número do Edward e esperou alguém atender.

— Alô, Edward?

— Alô, oi amor, está pronta? — ele perguntou carinhosamente.

— Eu estou quase, quem vai ir também?

— Alice, Rosalie e Emmett já estão no clube, alguns amigos delas.

— Edward você quer mesmo que eu vá? Quer dizer, será que não é um programa mais familiar?

— Deixa de ser boba, Bella, você vai e ponto final. Estou terminando de colocar minha sunga, bermuda e já estou indo de buscar está bem?

— Hum... Sunga? Uau, com certeza isso será interessante. — comentou com humor e malícia.

— Pode ter certeza que sim. — ele riu. — Até então amor, tchau.

“Por que não para de me chamar de amor? Droga!” esbravejou mentalmente e então pegou a bolsa com as coisas básicas, protetor, celular, câmera fotográfica, queria levar uma arma, mas como seria impossível colocou um canivete na bolsa, outra muda de roupa para qualquer problema e estava pronta. Colocou por cima do maiô uma camisa larga toda desenhada e desceu.

Laurent ainda estava amarrado e amordaçado no sofá, Riley e Victória sentados por perto, ela apenas sorriu cínica para ele, jogou a bolsa no sofá e seguiu para a cozinha. Estava vazia, pegou o saco de pão de forma no armário e na geladeira um pote de patê de atum enlatado, fez dois sanduíches rapidamente e comeu ali mesmo sem muita delicadeza, era colocar na boca, mastigar e engolir. Pegou na geladeira uma lata de refrigerante, abriu e tomou com pressa após comer os dois sanduíches.

— E ai Samantha, o que é pra fazer com ele enquanto você estiver fora? — Riley perguntou da sala.

Ela voltou para a sala e parou observando-os, pensando.

— Hum... Eu não ligo, façam o que quiserem só não o matem... Não por enquanto.

Andou até Laurent e tirou fita de sua boca com violência, riu com o gemido de dor, puxou com nojo e deixou ali mesmo o pano com sangue e saliva que estava dentro de sua boca.

— Vai me dizer por que estava querendo atirar em mim?

— Você merece morrer, Samantha.

— Eu sei que mereço, mas sou inteligente o suficiente para estar viva, mesmo depois de tantas e tantas tentativas de me matarem. — sorriu.

— Qual é o seu golpe agora? Vai roubar o herdeiro Cullen? Não acha muito óbvio?

— Eu não sou idiota igual você, nunca faria algo óbvio, acredite. É algo muito maior que eu ou você, maior do que a maioria dos seus golpes de meia tigela.

— Então é isso mesmo né? Vocês estão planejando um golpe contra os Cullen?

— Isso não te interessa. Onde está o James?

— Pelo mundo esperando noticias minhas, acho bom você ficar de olho senão vai acabar levando um tiro... Ou talvez o Edward. — Laurent riu sarcástico.

Ela sentiu uma onda de ódio lhe dominar quando ele ameaçou Edward, o segurou pelo colarinho da blusa e se aproximou.

— Então era para acertar o Edward?

— Se você entende assim... — Laurent sorriu faceiro.

— Estúpido. — ela o soltou e apontou o dedo na cara dele. — Fique sabendo que se o James fizer algo contra ele é você vai que vai pagar por isso, está me entendendo Laurent? Eu mato você da forma mais dolorosa que eu puder, então reza mais reza muito pra que ele não faça nada.

Escutaram a buzina do carro do Edward. Ela respirou fundo e engoliu seco. Hora de entrar no personagem, sou Bella Swan. Pegou a bolsa no sofá e se virou para escada, onde Demetri descia colocando munição na arma.

— Vou na frente com o Edward, saia de casa daqui há cinco minutos para não dar bandeira. E vocês dois — apontou Riley e Victória. — Cuidem dele e não deixe que faça nada para estragar. Dê um pouco de água e algo para comer, não quero ser acusada pelos direitos humanos por maus tratos.

Sorriu cinicamente, calçou a sandália de dedos nude que estava junto à porta e saiu. Edward a esperava do lado de fora do volvo como sempre, usando uma camisa de flanela xadrez, uma bermuda cinza e chinelo. Bella sorriu, era impossível para ela não sorrir com o sorriso de felicidade que iluminava o rosto dele sempre que a via.

— Já estava com saudades amor! — ele disse e a beijou, então entraram no carro rumo ao clube.

Alguns minutos depois Demetri saiu carregando sua arma com silenciador na cintura entrou no carro e foi seguindo discretamente o carro do Edward. Viu os dois entrarem no clube de mãos dadas, então percebeu que apenas sócios entrariam. Deu ré no carro e estacionou vários metros da entrada e desceu carregando consigo apenas a arma e o celular no bolso; trancou o carro e observou o muro do clube, viu um beco na lateral do muro e entrou ali, uma porta com a placa “apenas funcionários” e abriu a porta.

— Mais fácil do que eu imaginava. — murmurou consigo mesmo e entrou.

Estava no depósito do clube, andou se esgueirando para a porta de entrada do depósito e saiu na cozinha industrial do clube. Vários funcionários preparavam as refeições, estavam tão absortos no trabalho que nem se deram conta da presença dele ali. Saiu da cozinha e foi para a parte de conveniência do clube, várias piscinas de tamanhos diferentes, muitas pessoas – ricas, aparentemente – curtindo o sol e a piscina. Ele sabia que estava ali de trabalho e ficar de olho em Bella, mas não pode evitar sorrir quando uma mulher loira com um biquíni dourado minúsculo passou por ele sorrindo. Estava ali pelo trabalho, mas sabia que daria conta de se divertir enquanto fazia isso.

-

— Eu vou tomar meu banho, cuide dele Victória. — Riley mandou e subiu batendo os pés.

— Vê se não suja todo o banheiro enquanto estiver se masturbando pensando na Samantha, idiota! — ela zombou e ficou sentada encarando Laurent, já sem nenhuma mordaça, mas em silêncio. — Está com fome?

— E sede. — disse baixo, quase num sussurro.

— Aposto que sim, eu não gostaria de estar com gosto de sangue na boca por horas. Está legal, vou soltar suas mãos para facilitar e vou preparar algo para comermos. Acho bom não tentar nenhuma gracinha, a porta está trancada e até você conseguir fugir eu já voltei e atirei bem na sua nuca, está bem?

Laurent assentiu e ela desamarrou com dificuldade os nós da grossa corda envolvendo suas mãos, deixando apenas seus pés amarrados. Foi para a cozinha cantarolando. Laurent abriu e fechou as mãos várias vezes para fazer o sangue circular por seus braços, não podia fugir: pelos pés amarrados, porta trancada e dor onde Samantha tinha enfiado a faca, mas tinha que fazer algo. Olhou para o lado, o telefone.

Com dificuldade esticou o braço e pegou o telefone, discou o número de James e depois de três toques ele o atendeu.

— Alô?

— James? É o Laurent...

— Mas que po...

— Cala a boca e não me interrompe ok? Só escuta. Samantha e seus cúmplices me pegaram e agora estou na casa deles, estou amarrado e consegui por sorte pegar o telefone, me escuta: não mete o Cullen ou ela, nós podemos faturar muito com eles. — ele disse rápido e o mais baixo que pode, mas James escutou e entendeu.

— O que você...

— Não me interrompe porra! Eles estão armando um golpe contra os Cullen, tem muito dinheiro envolvido. Samantha e o Cullen estão no clube perto do hotel do Cullen, não sei o nome, mas só tem esse clube ai perto vai ser fácil encontrar. Entre e dê um jeito de falar com ela, ameace-a, faça com que ela me solte e fale sobre dinheiro. É muito dinheiro mesmo! Preciso desligar, vá atrás dela e chantageie ela, rápido.

Laurent desligou e colocou o telefone no lugar, ficou sentado como se nada tivesse acontecido. Victória voltou com uma bandeja com o saco de pão de forma e um pote de patê de atum, uma lata de refrigerante qualquer e uma colher.

— É o patê da Samantha, espero que ela fique brava depois que você o comer. — Victória disse sorrindo. — Não esperou que eu fosse montar seus sanduíches né? Use a colher para passar o patê no pão, não vou te dar uma faca, coma tudo e em silêncio.

Ela se ajeitou no sofá e começou a mexer nos canais da televisão buscando algo para ver. Em seu colo um pacote de salgadinho doritos e ao seu lado uma lata de coca-cola.

***

O dia na piscina estava absolutamente perfeito para todos, ou quase todos. O sol brilhava, Bella se dividia entre caricias com Edward e conversa com Alice. Rosalie se agarrava com Edward e conversa com os irmãos, Bella percebeu que Rose mal a encarava nos olhos e evitava conversar ou qualquer contato com ela, procurou ignorar isso e seguir dia. Viu Demetri do outro lado do clube, no quiosque conversando com várias meninas de biquíni, não parava de rir, brincar e trocar carícias com todas.

Para sua própria surpresa o dia não estava tão ruim para Samantha, conseguia brincar e rir com eles.

— Edward eu vou ao banheiro ok? Rapidinho. — ela disse perto do seu ouvido.

— Quer que eu lhe acompanhe? — sorriu.

— Não, eu sei onde fica e posso ir sozinha, controle-se Sr. Cullen! — brincou, o beijou rapidamente e ficou em pé. — Já volto.

Levou a bolsa consigo, não era algo suspeito já que a maioria das mulheres carregavam a bolsa para todos os lados. Entrou em uma das cabines do enorme e luxuoso banheiro do clube, com muita dificuldade graças ao maiô conseguiu usar o sanitário e saiu. Deixou a bolsa encima da pia de mármore e lavou as mãos com a cabeça baixa.

Do outro lado do clube um garçom não tirava os olhos de Bella. Usava uma regata branca e uma bermuda caqui, uniforme do clube. Viu quando ela se levantou para ir pro banheiro e sorriu com isso, deixou a bandeja que estava servindo drinks aos sócios do clube ali mesmo e andou para o banheiro disfarçadamente. Bella estava com a cabeça baixa lavando as mãos, ele não pude deixar de olhar seu corpo, suas pernas e bunda. Podia tentar se divertir além de conseguir um dinheiro. Ela andou até ela e a abraçou por trás, inclinando a cabeça para o seu pescoço e respirou fundo o seu perfume.

— Cheirosa como sempre... — sussurrou em seu ouvido e então disse cheio de humor e malicia sorrindo faceiro: — Surpresa!

Bella ergueu o rosto e se assustou ao ver o reflexo masculino no espelho atrás dela. Cabelos loiros e presos em um rabo de cavalo, uma roupa de funcionário do clube e ostentando um sorriso cínico. Ela deu uma cotovelada em seu tórax que fez com que ele se afastasse.

— Que susto seu desgraçado! — vociferou e se virou para encará-lo. — Mandou o Laurent, mas ele não conseguiu cumprir o serviço e veio pessoalmente?

— Pelo contrário, Laurent fez mais do que eu podia imaginar, acho que preferi assim. — sorriu malicioso. — Uau Sam, você está bem gostosinha hein? Como poderíamos nos divertir juntos.

Ela gargalhou sarcasticamente e então apenas sorriu:

— Se você for depender de mim para transar e se divertir vai continuar no “5 contra 1” por muito tempo. Fala logo James, o que você está fazendo aqui?

— Oras Samantha, bateu saudades e eu vim te visitar, não sentiu o mesmo? — sorria cínico.

— Você quer que eu ria? Porque se foi pra rir diz logo que eu dou risada e acabamos com isso. O que você está fazendo aqui?!

— Então você está planejando um golpe contra a famosa família Cullen?

Ela não respondeu nada, ficou em silêncio e engoliu seco. Como ele sabe? Merda.

— Pelo seu silêncio creio que é verdade, você está pronta para roubar os Cullen? É muito dinheiro em vista. Deixou os roubos e assassinatos por dinheiro de lado e começou a pensar grande? Roubar os Cullen? — ele riu.

— Fala baixo seu idiota, quer que todos te escutem? Você não veio aqui apenas para me parabenizar pelos meus planos, diz logo o que você está fazendo aqui?

— Vim negociar o meu silêncio.

— O que? — perguntou incrédula.

— Eu sei do seu golpe, conheço o seu passado e posso provar uma boa parte dele, então vamos negociar o meu silêncio. Primeiro você vai soltar o Laurent, eu sei que ele está com você e quero ele solto até a noite de hoje, escutou?

— Quer ele em um caixão de madeira ou cortado em vários pedacinhos dentro de um saco de lixo é suficiente para você? — perguntou irônica.

— Haha. Eu o quero vivo ou então os Cullen vão saber quem é na verdade Isabella Marie Swan! — sorriu e riu. — Gostei desse nome, é de alguma pessoa que você matou Bella?

— O que mais você quer? Diz logo ou vai embora! — disse entre dentes.

— Solta o Laurent e depois quando estiver disposta a negociar me liga, você tem três dias para me ligar, está me entendendo? — ele entregou para ela um cartão com um telefone celular. — Não se esquece que matar você pode ser até um pouco difícil, assumo, mas o Edward? Ah, ele não vai ser algo muito complicado, querida. Fico esperando sua ligação, até! — ele saiu do banheiro rindo.

Ela sentia o rosto quente e se virou para o espelho novamente. O rosto completamente vermelho de ódio, o sangue fervendo. Queria matá-lo, queria fazê-lo sofrer, torturá-lo. Raiva, ódio. Pensou no Edward, ele o ameaçou também, droga.

— Porra! — esbravejou, pegou a saboneteira de prata e pesada em cima da pia e com todo o ódio e força que podia atacou no espelho.

Onde a saboneteira acertou no vidro ficou a marca, um baralho surdo e espelho trincou caindo em vários pedaços sobre a pia. Pegou o celular com raiva e mandou uma mensagem para Demetri: Vem para o banheiro agora merda, é urgente!

Ficou andando de um lado para o outro na porta do banheiro, era um enorme corredor coberto que dava para os banheiros, vestiários e lavabos. Ela viu Demetri vindo com um drink em mãos e um sorriso nos lábios.

— O que aconteceu, Bellazinha? Qual é a urgência?

— James. Você não tinha que ficar me vigiando? Cuidando para que ninguém se aproximasse merda? — perguntou com raiva.

Pegou o drink da mão dele – um copo cumprindo com um líquido vermelho, um chapeuzinho e um morango preso ao copo – e o atacou no chão no chão do outro lado do corredor, o copo se espatifou no chão molhando tudo com a bebida.

— Mas que po... Você tinha ido para o banheiro, como saberia que ele te seguiria?

— Agora já aconteceu e ele me ameaçou, idiota.

— O que ele queria? — Demetri perguntou mantendo o tom de voz.

— Dinheiro? Porra, como é que eu vou saber...

— Se acalma e fala baixo Samantha! — pediu ao ver ela quase gritando.

— Me acalmar? Ele me ameaçou droga! Ele queria matar a mim e ao Edward. Se fosse algo contra mim tudo bem, mas isso eu não vou permitir.

— E o que você pretende fazer?

— Matá-lo! — respondeu firme.

— Isso tudo pelo Cullen? Você nunca teve medo de morrer, já passou por situações piores e sem perder o controle, esse seu estresse é pelo Edward?

Ela respirou fundo e engoliu seco, teve que repensar o que estava fazendo e sentindo, por que tinha se descontrolado com a ameaça? Olhando Demetri nos olhos, engoliu seco mais uma vez e tentou controlar a voz:

— É por tudo! Eu não cheguei até aqui para morrer nas mãos do James, um idiota qualquer. É por absolutamente tudo, pelo plano... Pela minha vida!

Demetri segurou o rosto de Bella entre as mãos e segurou seu olhar no dele, disse com a voz calma e macia:

— Se acalma ok? Nós vamos dar um jeito e tudo dará certo.

— Demetri... — ela tentou virar o rosto sem acreditar na promessa, mas Demetri o segurou com força e cuidado mantendo o olho no olho.

— Samy, eu prometo.

Estava quase pronto para beijá-la quando ouviram passos atrás dele, não deu tempo nem de se separarem quando a voz irrompeu o silêncio do corredor.

— Bella? — Edward a chamou.

Ele se aproximou um pouco dos dois, não entendia o que estava acontecendo, mas a proximidade entre os dois fez com que sentisse uma sensação estranha do estômago, queria entender e saber por que aquele homem segurando o rosto de sua Bella.

Ela encarando Demetri sentiu o coração falhar e então acelerar depois do susto de escutar repentinamente a voz do Edward, estava de costas para ele e viu Demetri olhando para Edward por cima do seu ombro. Engoliu seco.

— Merda, — disse entre dentes franzindo um cenho e pensando em como sairia dessa situação sem estragar tudo. — Mil vezes merda!

Notas finais
E então, como será que ela sairá dessa situação? Se é que vai sair né KK O passado dela realmente não é fácil, pelo flashback que teve só de tocar a cicatriz. E os sentimentos dela? Ain, deixem nos reviews opiniões sobre o que vai ou o que acham que vai acontecer, adoraria ler o ponto de vista de vocês também. Até o próximo, bjsbjs s2

PS: queria agradecer a duas pessoas especialmente nesse capítulo, Famke e Vevelem. Meninas obrigada de coração pelas recomendações, tão fofas e eu realmente adorei! Obrigada *----*' Claro agradeço também a quem lê e comenta, obrigada também, vocês são demais *-*'