Notas iniciais
Desculpem por não estar respondendo aos comentários, mas é que eu estou tendo problemas para usar o pc, então não sei quando postarei novamente.

Queria agradecer a todos que comentaram os últimos dois capítulos e principalmente a Barbie Millicent, eu amo seus comentários :)

Espero que gostem desse novo capítulo!

Franklin e Austin apareceram pousaram bruscamente no chão do jato, deixando os outros heróis assustados com o barulho. Os dois heróis se levantaram, e Franklin olhou para Austin.

– Adorei a aterrizagem suave — ele disse, ironicamente.

– Foi mal, estava com pressa.

– Eu descobri uma coisa — Frank disse para Damian — Leena não morreu.

– Ah, fala sério! Isso é uma montanha russa de emoções! — Chiara disse — Primeiro achei que a Carol estava morta, agora vi que ela está viva. Daí vocês me dizem que a Leena morreu, e agora falam que ela está viva?! Vou parar de acreditar em vocês — ela cruzou os braços.

– Concordo com ela — Dean disse.

– Onde ela está? — Marlena perguntou.

– Elena disse que a mandou para outra dimensão. — Frank respondeu.

– Nunca mais vamos acha-la — Lyra disse.

– Quanta positividade! — Carol abriu um sorriso falso — Se temos uma chance de encontra-la, vamos fazer isso, não importa o quanto demore.

– Existem milhões de dimensões espalhadas por ai, nós a encontraríamos em uns dez anos, com sorte! — Lyra cruzou os braços.

– Eu coloquei um localizador nela. — Damian disse — Podemos usar de referência para encontra-la.

– Você está propondo que viajemos entre as dimensões até encontrar a Leena? — Renata perguntou.

– Sim. — Nightbat respondeu.

– Se todos vocês forem, não haverá ninguém para proteger a Terra da invasão alienígena, que acontecerá em algumas horas — Corvo disse.

– Ele tem razão — Summer disse. — Apenas alguns devem ir.

– Eu vou — Lyra falou.

– Eu também. Não curto muito invasões alienígenas — Austin se aproximou dela. Damian lhes entregou um tipo de IPhone, que mostraria a localização de Leena. Franklin entregou o cetro de Elena para Lyra, e em alguns segundos, eles foram sugados para dentro de um portal.

– Espero que eles fiquem bem — Summer disse.

– Vão ficar, agora, temos problemas maiores para resolver. — Damian abriu uma mesa que ficava acoplada na parede do jato, em seguida, colocou um mapa de toda a cidade de Nova York. — Essa não é a primeira invasão que acontece na cidade.

– Da última vez os Vingadores controlaram tudo — Renata disse.

– O problema é que os Vingadores estão presos. — Marlena falou — Só depende de nós acabar com esses alienígenas.

– Temos que ter um plano de ataque. — Dean disse.

– Não vamos conseguir fazer tudo sozinhos. Por mais que eu deteste admitir, precisamos de mais gente. — Henry disse.

– Defina: "mais gente" — Carol usou os dedos para fazer aspas.

– Precisamos da ajuda dos vilões — Damian completou.

– Nem pensar! Esses vilões são idiotas, nojentos, grosseiros e arrogantes! — Carol disse, em seguida se lembrou que Corvo estava bem ao seu lado — É claro que você não meu amor! — ela o beijou.

– Se quiserem mesmo a ajuda dos vilões, vão ter que dar um bom motivo para eles ajudarem. — Corvo disse.

– Que tal esse motivo: Ou vocês ajudam, ou morrem nas mãos dos alienígenas — Natalie usou um tom ameaçador para dizer isso.

– Eu posso falar com eles. — Corvo se levantou.

– Faça isso. Nos encontre no Central Park em uma hora. — Nightbat disse. Corvo assentiu, então saiu do jato. Os heróis continuaram a planejar como deteriam os alienígenas, mesmo que eles não soubessem o que iriam enfrentar. De uma coisa eles sabiam; essa batalha não seria nada fácil.

Depois de alguns minutos, eles levaram o jato até o Central Park, para esperar por Corvo e os outros vilões.

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– Você quer que a gente faça o que?! — Dama gritou, lançando uma bola de fogo no Corvo, e ele desviou facilmente.

– Ajudem a impedir a invasão. — ele repetiu.

– Acha que vamos virar traidores como você?! — Leigh disse.

– Acho que já escolheu seu lado não é passarinho? — Ás gargalhou — Você virou mesmo um herói!

– Eu não sou um herói! — ele gritou — Só acho que se o mundo fosse dominado por extraterrestres, a humanidade não duraria muito.

– Elena disse que nós iriamos governar com ela. — Sombra disse.

– E vocês acreditaram mesmo? Vocês são vilões, assim como ela, me digam o que fariam em uma situação dessas: Tomariam o poder sozinhos, ou dividiria com os amiguinhos? — todos ficaram em silêncio por um tempo.

– Se o que diz é verdade, o que ganharíamos com tudo isso? — Devastador pegou sua espada.

– Não morrer. — Corvo disse — Eu não estou pedindo para vocês se tornarem heróis, mas precisamos de toda a ajuda possível.

– Vamos pensar no seu caso — Poisonboy disse.

– Vocês é que sabem. — Corvo saiu da sede da Liga dos Assassinos.

Os vilões ficaram em silêncio por longos minutos, pensando sobre isso. Eles pensavam se Elena iria mesmo cumprir com sua palavra, e era muito provável que não.

– Estão mesmo pensando em ajudar os heróis? — Ás disse, quando viu uma expressão pensativa no rosto de alguns vilões.

– Não vou deixar que alienígenas roubem a minha posição de vilã — Sombra disse.

– Isso provavelmente vai acabar em milhares de mortes ... Adorei — Dama sorriu.

– Fazer o que né?! — Ás caminhou até a saída, junto com as duas vilãs.

– Vocês não vem meninos? — Sombra disse, olhando para Devastador.

– A última coisa que eu quero, é lutar ao lado daqueles heróis. — o vilão disse — Mas se eu não for, Nightbat vai me chamar de covarde, e eu não vou deixar que isso aconteça. — ele caminhou para a saída. Ackerman e Poisonboy viram que não tinha outro jeito, então, foram também, e para não ficar sozinho, Leigh se uniu a eles.

Perto de lá, Aegir ouviu toda a conversa, e achou tudo muito interessante. Ele subiu até o local onde Elena estava, então se aproximou dela.

– Os seus capangas passaram para o lado dos heróis — Aegir disse, ainda sorrindo.

– O que?! Como aqueles imprestáveis ousam fazer isso! — Elena gritou e deu um soco na parede. — Mas não importa. O exército que meu pai me deu é invencível. Eles não podem ser detidos por nada, nem mesmo pelos maiores heróis da Terra. Duvido que esses aspirantes a heróis e vilões traidores consigam me derrotar agora.

– E tem mais uma coisa. — ela se virou para Aegir — Sua priminha foi atrás da Leena. — ao ouvir isso, Elena sentiu um arrepio percorrer sua espinha.

– Vá atrás dela, e quando a encontrar, MATE-A! — a vilã ordenou. Aegir assentiu, então pegou sua espada e abriu uma fenda interdimensional, passando pela mesma logo em seguida.

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Central Park ...

Quando saíram do jato, os heróis começaram a se preparar para a maior batalha de suas vidas. Dean e Renata colocaram armaduras novas, projetadas para suportar qualquer impacto, e ainda os deixava mais fortes.

Damian colocou a roupa original do Batman, e Marlena vestiu seu uniforme normal. Carol colocou suas roupas que lembravam uma guerreira grega, e para completar, pegou uma espada e um escudo que Damian lhe dera.

Natalie fez uma enorme armadura de gelo, que a fazia ficar cinco vezes o seu tamanho normal. Henry carregou seu anel, e agora, estava pronto para enfrentar um exército. Summer pegou centenas de flechas que seu pai havia feito, e as colocou presas nas costas.

– Estão prontos? — Nightbat perguntou.

– Sim — os heróis responderam ao mesmo tempo.

De repente, eles ouviram um enorme barulho vindo do céu, e uma fenda negra se abriu, no momento em que o sol se pôs, e a noite caiu. Da enorme fenda negra, começaram a sair grande naves, que poderia cobrir uma cidade inteira. Os heróis não sabiam que teriam que enfrentar algo como isso. Eles agora entendiam o significado de: "Mais do que podem suportar."



Notas finais
Sei que nesse capítulo houveram muitos diálogos, mas no próximo, descreverei as cenas da batalha *-*