Notas iniciais
Oi pessoal! Eu escrevi esse capítulo ontem, mas não deu tempo de postar, então, aqui está um capítulo novinho para vocês :)

– Isso não é nada igual ao que os Vingadores enfrentaram. — Dean disse, vendo várias frotas alienígenas cobrirem o céu de Nova York. Damian tentava pensar em um plano para que impedissem que as naves destruíssem a cidade, mas isso estava ficando cada vez mais difícil.

– Não vamos conseguir impedir tudo isso sozinhos — Natalie disse.

– Eu trouxe alguma ajuda — Corvo apareceu, juntamente com os vilões.

– Por que resolveram ajudar? — Summer perguntou.

– A Terra é o nosso planeta também, e se ela for destruída, nós também seremos, então vamos ajudar — Sombra disse.

– Tudo bem, eu bolei um plano que pode dar certo. — Damian se aproximou deles — Corvo, você tem uma nave, certo?

– Sim.

– Consegue abater as naves enquanto estão lá em cima?

– Posso tentar. — ele apertou um botão em seu cinto, e um enorme jato em forma de corvo. — Sabe o que seria bom? Derrubar o Empire State naquelas naves.

– Carol, vai com ele — Marlena ordenou.

– Por que? — Corvo disse, sem entender nada.

– Se não você vai destruir Nova York antes que os alienígenas façam isso!

– Ok, eu vou com ele — Carol e Corvo entraram no jato e foram na direção das naves.

– Não podemos deixar vilões sozinhos, ele com certeza vão fazer besteira. — Dean disse.

– Até parece — Dama cruzou os braços.

– Marlena, eu e Devastador vamos para o Battery Park. — Damian disse. — Dama, Natalie e Renata vão para Quinta Avenida, perto do Empire State.

– Não vou lutar ao lado dessa esquentadinha! — Natalie apontou para a vilã.

– Nem eu quero lutar junto com esse cubo de gelo! — Dama reclamou.

– Eu não deixei o assunto aberto a debates. Vocês não estão fazendo isso por vocês, e sim para salvar o mundo! — Damian gritou. — Dean, Summer, Ackerman e Sombra vão ficar no Túnel Lincoln. Leigh, Franklin e Chiara ficam aqui no Central Park.

– Eu vou ser babá? — Frank riu.

– Eu não sou criança! Tenho quase quatorze anos — Chiara ficou emburrada.

– Henry, Poisonboy e Ás ficam no centro de Manhattan. — Damian terminou de dizer. — Todos sabem o que tem que fazer?

– Vamos chutar uns traseiros alienígenas — Dean disse.

– Isso, e também, tirar os civis das áreas de risco. Não deixe que eles se machuquem — ele completou. Em seguida, todos foram para os lugares designados por Nightbat.

Marlena, Damian e Devastador chegaram ao Battery Park e logo viram uma grande nave pousar no chão. Nightbat pegou dois pequenos bastões em seu cinto e os entregou para Marlena.

– Pra que isso? — ela perguntou.

– Em caso de emergência. — ele disse.

Depois que os heróis tiraram as pessoas das ruas, a porta da nave a frente se abriu, e ao verem os seres grotescos que saíram de lá, os três ficaram espantados.

– Ta vendo isso Summer? — Marlena perguntou, pelo comunicador.

***

– O que são eles? — ela perguntou pelo comunicador, vendo os monstros saírem da nave.

– Eu não sei, mas vão levar uma surra! — depois de dizer isso, Marlena desligou o comunicador.

Dean voou na direção dos alienígenas, lhes lançando pequenos mísseis e raio de plasmas, mas os monstros pareciam nem sentir nada. Sombra fez um enorme portal negro que sugou uns vinte aliens, lhes dando uma pequena vantagem. Summer atirava várias flechas explosivas neles, se efeito algum. Ela fez isso até que sentiu o alien segurar sua cintura e a lançar para longe, a fazendo cair em cima de um carro.

***

Natalie congelava cada monstro que se aproximava dela, enquanto Dama queimava todos. Eles pareciam sentir dor, mas logo se levantavam e continuavam a lutar. Renata usava seus repulsores para atingi-los, e isso também não os fazia parar de lutar.

***

Por ser Lanterna Verde, Henry conhecia a maioria das espécies alienígenas, e assim que viu os monstros saírem de suas naves, sentiu um frio na espinha.

– Damian, me escuta! — ele gritou pelo comunicador.

– O que foi?– o herói perguntou.

– Eu conheço essa espécie alienígena! — ele disse.

***

– Qual é? — Damian deu vários socos no monstro na sua frente e finalmente ele caiu.

São os Invictus! Esses caras são nunca foram vencidos. Se você tenta matar um eles ... — Quando Henry ia falar, Damian viu Devastador cortar a cabeça de um deles, e em menos de alguns segundos, ela cresceu de novo.

– Eles se regeneram! — Damian completou.

Exatamente. Não temos como vence-los! — Lanterna disse. Damian olhou para o céu e viu que a enorme abertura negra ainda estava aberta.

Podemos tentar manda-los de volta. — ele começou a pensar nessa possibilidade, quando um alienígena correu em sua direção e tentou cravar uma lança em seu peito. O herói segurou a arma e a partiu ao meio, como se fosse um palito de dentes, dando um chute no monstro lodo depois.

De repente, ele ouviu um enorme barulho, então ouviu vários gritos, e ao se aproximar, viu a escola, que havia no centro, começar a desabar. Ele tentou voar para lá, mas um dos aliens segurou seu pé e o puxou para baixo.

***

– Deixa eu pilotar! — Carol pediu.

– Você não sabe fazer isso. — Corvo repetiu.

– Se você nunca me deixar pilotar eu nunca vou aprender! — ela ficou emburrada.

– Pode treinar isso no jato do Damian, não no meu!

– Ah, você é muito chato! — ela cruzou os braços.

– Pessoal! – eles ouviram a voz de Damian pelo comunicador – A escola no centro vai desabar! Estou muito ocupado no momento. Vão lá e salvem as crianças!

– Tudo bem! — Carol respondeu, então os dois foram para a escola. Ao chegarem, viram que o prédio estava sendo derrubado por vários alienígenas que estavam no andar de baixo.

– Quem construiria uma escola em um prédio? — Corvo perguntou.

– Isso é Nova York, tudo é feito em prédios — Carol pegou sua espada — Você salva as crianças, eu cuido dos monstros.

– Não me dou muito bem com crianças. — ele disse, seriamente.

– Vai logo! — ao dizer isso, ela pulou da nave e caiu em pé, bem ao lado dos alienígenas, então começou a lutar com eles.

Corvo não gostou muito da ideia, mas parou a nave ao lado de uma das janelas e entrou no prédio. Ele viu as crianças gritando e correndo, desesperadamente, assim como os professores. Ele tentou falar alguma coisa, mas o som da sua voz foi abafado com os gritos de todos. Sem paciência, ele pegou um pequeno dispositivo em seu cinto, e quando o apertou, ele emitiu um som tão agudo que fez todos sentirem dor de ouvido e pararem de gritar.

– Obrigado pela atenção — ele disse, agora com todos em silêncio — Se quiserem viver, venham comigo. — ele andou até a janela e foi seguido pelos professores e crianças.

Ele as ajudou a entrar na nave, e quando tinham ido quase todos, ele sentiu o prédio estremecer. Ao olhar para baixo, viu que Carol ainda lutava contra o mesmo número de aliens, o que era estranho, pois a essas alturas já devia ter conseguido matar pelo menos um.

– Tem uma menina lá em cima! — ele ouviu uma das professoras gritar.

– O que?

– A Candece está lá em cima! — ela apontou para um andar acima deles. Corvo foi, de má vontade, mas foi. Ele correu até chegar as escadas e começar a subi-las. O vilão notou que o prédio estava completamente inclinado, mais um pouco e ele cairia. Ao chegar ao andar de cima viu uma garotinha perto da janela.

– Vem comigo. — ele a segurou no colo e correu até o andar de baixo. No meio da escada, a mesma desabou, o fazendo quase cair, mas ele pegou um gancho em seu cinto e pulou por cima do buraco que ficou no local onde era a escada.

Ele ainda estava na metade do caminho, quando um alarme soou em seu pulso, o fazendo parar bruscamente.

– Agora não — ele disse. Então voltou a correr na direção do jato, com Candence no colo. Ao chegar na janela, o prédio começou a desabar definitivamente. Ele jogou a menina para dentro da nave e pulou logo depois, mas ele não parou do lado de dentro, e sim em uma das asas da nave. Quando conseguiu se levantar, viu um dos alienígenas pousando na mesa asa da nave em que ele estava.

Ele começou a lutar contra o monstro, lhe dando socos e chutes, mas a pele dele era bem resistente. Quando deu o décimo soco, acabou por levar um bem mais forte e caiu. O apito no seu braço soou mais uma vez, e ele sabia que não aguentaria por muito mais tempo.

– Carol, está muito ocupada? — ele disse pelo comunicador.

Um pouquinho. Essas coisas não morrem!

– Estou com um problema — ele se levantou, mas sentiu suas pernas ficarem fracas. O alienígena correu na direção dele e tentou lhe dar um soco, mas o vilão desviou e jogou duas penas de metal, pretas, nos olhos do alien, que grunhiu de dor. A escola, ao lado deles, começou a desabar, então, Corvo apertou um botão em seu cinto que fez a nave sair de perto de lá. O vilão viu o alien remover as penas de metal em seus olhou e correr furioso na direção dele, o empurrando, e indo junto para fora da nave.

***

Franklin, Chiara e Leigh estavam no Central Park, tentando tirar as pessoas que passavam de lá, quando perceberam que a batalha tinha começado, por conta das explosões que aconteciam pela cidade.

– Vamos ajudar eles! — Chiara disse.

– Temos que ficar aqui — Frank falou. Ele reparou que nenhuma das naves alienígenas havia atacado o Central Park. Ele pensou que isso devia ser coisa da Elena. — Temos que ir para a Sede da Liga dos Assassinos. Vou tentar falar com a Elena.

– Ficou maluco? — Chiara fez uma cara de espanto. — Ela é quem está fazendo tudo isso!

– E ela pode parar — ele correu na direção de onde a sede ficava, sendo seguido por Chiara e Leigh. Enquanto corria, ele começou a imaginar como Lyra e Austin estavam se saindo no resgate.



Notas finais
O próximo vai mostrar o Austin e a Lyra atrás da Leena em outras dimensões :3