Novos Heróis - 2ª Temporada [Interativa]
14 Capítulo 15 - Que a invasão comece
Notas iniciais
Queria agradecer a todos que comentaram os últimos dois capítulos e principalmente a Barbie Millicent, eu amo seus comentários :)
Espero que gostem desse novo capítulo!
Franklin e Austin apareceram pousaram bruscamente no chão do jato, deixando os outros heróis assustados com o barulho. Os dois heróis se levantaram, e Franklin olhou para Austin.
– Adorei a aterrizagem suave — ele disse, ironicamente.
– Foi mal, estava com pressa.
– Eu descobri uma coisa — Frank disse para Damian — Leena não morreu.
– Ah, fala sério! Isso é uma montanha russa de emoções! — Chiara disse — Primeiro achei que a Carol estava morta, agora vi que ela está viva. Daí vocês me dizem que a Leena morreu, e agora falam que ela está viva?! Vou parar de acreditar em vocês — ela cruzou os braços.
– Concordo com ela — Dean disse.
– Onde ela está? — Marlena perguntou.
– Elena disse que a mandou para outra dimensão. — Frank respondeu.
– Nunca mais vamos acha-la — Lyra disse.
– Quanta positividade! — Carol abriu um sorriso falso — Se temos uma chance de encontra-la, vamos fazer isso, não importa o quanto demore.
– Existem milhões de dimensões espalhadas por ai, nós a encontraríamos em uns dez anos, com sorte! — Lyra cruzou os braços.
– Eu coloquei um localizador nela. — Damian disse — Podemos usar de referência para encontra-la.
– Você está propondo que viajemos entre as dimensões até encontrar a Leena? — Renata perguntou.
– Sim. — Nightbat respondeu.
– Se todos vocês forem, não haverá ninguém para proteger a Terra da invasão alienígena, que acontecerá em algumas horas — Corvo disse.
– Ele tem razão — Summer disse. — Apenas alguns devem ir.
– Eu vou — Lyra falou.
– Eu também. Não curto muito invasões alienígenas — Austin se aproximou dela. Damian lhes entregou um tipo de IPhone, que mostraria a localização de Leena. Franklin entregou o cetro de Elena para Lyra, e em alguns segundos, eles foram sugados para dentro de um portal.
– Espero que eles fiquem bem — Summer disse.
– Vão ficar, agora, temos problemas maiores para resolver. — Damian abriu uma mesa que ficava acoplada na parede do jato, em seguida, colocou um mapa de toda a cidade de Nova York. — Essa não é a primeira invasão que acontece na cidade.
– Da última vez os Vingadores controlaram tudo — Renata disse.
– O problema é que os Vingadores estão presos. — Marlena falou — Só depende de nós acabar com esses alienígenas.
– Temos que ter um plano de ataque. — Dean disse.
– Não vamos conseguir fazer tudo sozinhos. Por mais que eu deteste admitir, precisamos de mais gente. — Henry disse.
– Defina: "mais gente" — Carol usou os dedos para fazer aspas.
– Precisamos da ajuda dos vilões — Damian completou.
– Nem pensar! Esses vilões são idiotas, nojentos, grosseiros e arrogantes! — Carol disse, em seguida se lembrou que Corvo estava bem ao seu lado — É claro que você não meu amor! — ela o beijou.
– Se quiserem mesmo a ajuda dos vilões, vão ter que dar um bom motivo para eles ajudarem. — Corvo disse.
– Que tal esse motivo: Ou vocês ajudam, ou morrem nas mãos dos alienígenas — Natalie usou um tom ameaçador para dizer isso.
– Eu posso falar com eles. — Corvo se levantou.
– Faça isso. Nos encontre no Central Park em uma hora. — Nightbat disse. Corvo assentiu, então saiu do jato. Os heróis continuaram a planejar como deteriam os alienígenas, mesmo que eles não soubessem o que iriam enfrentar. De uma coisa eles sabiam; essa batalha não seria nada fácil.
Depois de alguns minutos, eles levaram o jato até o Central Park, para esperar por Corvo e os outros vilões.
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– Você quer que a gente faça o que?! — Dama gritou, lançando uma bola de fogo no Corvo, e ele desviou facilmente.
– Ajudem a impedir a invasão. — ele repetiu.
– Acha que vamos virar traidores como você?! — Leigh disse.
– Acho que já escolheu seu lado não é passarinho? — Ás gargalhou — Você virou mesmo um herói!
– Eu não sou um herói! — ele gritou — Só acho que se o mundo fosse dominado por extraterrestres, a humanidade não duraria muito.
– Elena disse que nós iriamos governar com ela. — Sombra disse.
– E vocês acreditaram mesmo? Vocês são vilões, assim como ela, me digam o que fariam em uma situação dessas: Tomariam o poder sozinhos, ou dividiria com os amiguinhos? — todos ficaram em silêncio por um tempo.
– Se o que diz é verdade, o que ganharíamos com tudo isso? — Devastador pegou sua espada.
– Não morrer. — Corvo disse — Eu não estou pedindo para vocês se tornarem heróis, mas precisamos de toda a ajuda possível.
– Vamos pensar no seu caso — Poisonboy disse.
– Vocês é que sabem. — Corvo saiu da sede da Liga dos Assassinos.
Os vilões ficaram em silêncio por longos minutos, pensando sobre isso. Eles pensavam se Elena iria mesmo cumprir com sua palavra, e era muito provável que não.
– Estão mesmo pensando em ajudar os heróis? — Ás disse, quando viu uma expressão pensativa no rosto de alguns vilões.
– Não vou deixar que alienígenas roubem a minha posição de vilã — Sombra disse.
– Isso provavelmente vai acabar em milhares de mortes ... Adorei — Dama sorriu.
– Fazer o que né?! — Ás caminhou até a saída, junto com as duas vilãs.
– Vocês não vem meninos? — Sombra disse, olhando para Devastador.
– A última coisa que eu quero, é lutar ao lado daqueles heróis. — o vilão disse — Mas se eu não for, Nightbat vai me chamar de covarde, e eu não vou deixar que isso aconteça. — ele caminhou para a saída. Ackerman e Poisonboy viram que não tinha outro jeito, então, foram também, e para não ficar sozinho, Leigh se uniu a eles.
Perto de lá, Aegir ouviu toda a conversa, e achou tudo muito interessante. Ele subiu até o local onde Elena estava, então se aproximou dela.
– Os seus capangas passaram para o lado dos heróis — Aegir disse, ainda sorrindo.
– O que?! Como aqueles imprestáveis ousam fazer isso! — Elena gritou e deu um soco na parede. — Mas não importa. O exército que meu pai me deu é invencível. Eles não podem ser detidos por nada, nem mesmo pelos maiores heróis da Terra. Duvido que esses aspirantes a heróis e vilões traidores consigam me derrotar agora.
– E tem mais uma coisa. — ela se virou para Aegir — Sua priminha foi atrás da Leena. — ao ouvir isso, Elena sentiu um arrepio percorrer sua espinha.
– Vá atrás dela, e quando a encontrar, MATE-A! — a vilã ordenou. Aegir assentiu, então pegou sua espada e abriu uma fenda interdimensional, passando pela mesma logo em seguida.
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Central Park ...
Quando saíram do jato, os heróis começaram a se preparar para a maior batalha de suas vidas. Dean e Renata colocaram armaduras novas, projetadas para suportar qualquer impacto, e ainda os deixava mais fortes.
Damian colocou a roupa original do Batman, e Marlena vestiu seu uniforme normal. Carol colocou suas roupas que lembravam uma guerreira grega, e para completar, pegou uma espada e um escudo que Damian lhe dera.
Natalie fez uma enorme armadura de gelo, que a fazia ficar cinco vezes o seu tamanho normal. Henry carregou seu anel, e agora, estava pronto para enfrentar um exército. Summer pegou centenas de flechas que seu pai havia feito, e as colocou presas nas costas.
– Estão prontos? — Nightbat perguntou.
– Sim — os heróis responderam ao mesmo tempo.
De repente, eles ouviram um enorme barulho vindo do céu, e uma fenda negra se abriu, no momento em que o sol se pôs, e a noite caiu. Da enorme fenda negra, começaram a sair grande naves, que poderia cobrir uma cidade inteira. Os heróis não sabiam que teriam que enfrentar algo como isso. Eles agora entendiam o significado de: "Mais do que podem suportar."
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