Nove Meses

36 Capítulo 32 — Finalmente


No capítulo anterior:

“— Eles sabem Virgo, Sting e Igneel sabem de toda a verdade.”

Capítulo 32 — Finalmente

17 de Outubro de 2001

Cinco dias haviam se passado desde o casamento, cinco dias que eu estava tentando seguir em frente.

Eu havia conseguido o emprego na biblioteca, e advinha quem estava lá o tempo todo comigo? Loke. O gay mais engraçado do mundo. Eu só conseguia me sentir um pouco melhor, tendo ele ao meu lado, que tentava sempre espantar a minha falta de ânimo.

O trabalho como bibliotecária era mais leve que o anterior, eu era responsável pelo atendimento. Na maioria das vezes apenas tinha que anotar os livros locados e de vez em quando aproveitava para repor algumas leituras.

O salário era menor, mas nada com que eu não conseguisse sobreviver.

Senhor Igneel estava realmente cumprindo a sua palavra, ele ia me visitar quase todos os dias. Levava-me presentes, e fez questão de me acompanhar a uma das minhas consultas a Dra. Mieko. Mas nesse mesmo tempo, sempre me cobrava uma atitude definitiva. E eu, continuava fugindo da verdade. Meu maior medo era que uma hora ele revelasse a verdade a Natsu. Apesar de sua compreensão comigo, não sabia até quando isso iria.

Quanto a minha gravidez, as coisas andavam bem, dentro do possível. Eu estava na décima primeira semana de gestação, a melhor notícia era: os enjôos estavam diminuindo.

Bem, depois de mais uma aula com a Dra. Mieko, esse era o nome que eu gostava de dar as coisas que ela me falava, eu soube que nesta fase o diafragma e o músculo da respiração também estavam em pleno processo de desenvolvimento. Meu bebê estava medindo mais ou menos 50 milímetros. O que estava começando a me incomodar eras essas dores de cabeça, que insistiam em me acompanhar na maior parte do tempo. Bem, eu tentava pensar que isso tudo era por um bem maior.

Sting agora estava trabalhando novamente, mais uma coisa que devemos agradecer ao meu ex-patrão. Yukino estava seguindo bem com o tratamento, era o que meu irmão falava aos meus pais. Seus cabelos começaram a cair e tinha noites que ela entrava em crise, às vezes eu gostaria de estar lá, para ampará-la, esse também era um desejo da minha mãe, mas Sting disse que não era o momento certo. Bem se não esse qual seria então?

— Lucy, o que acha de assistirmos a um filme? — Loke falou, em algum lugar no meio das prateleiras.

Continuei dando uma olhada nas datas de entrega, tinha uma menina que estava atrasada em dois dias.

— E qual seria?

Ele respondeu, e notei que sua voz estava fanhosa.

— Um amor para recordar. — Franzi o cenho, quando levantei os olhos para tentar encontrá-lo, vi Loke sentado em uma das mesas com um livro na mão. — É horrível Lucy, você não sabe o que acontece com a Jamie.

— Até onde sei Loke, o filme ainda está para ser lançado.

— Precisamos ir vê-lo no cinema, você sabe né?

— Bem, porque não? O livro deve ser muito emocionante, já que até mesmo você não conseguiu segurar as lágrimas.

Ele se levantou bruscamente e guardou o livro no lugar.

— Pois você está muito enganada amiga, foi um cisquinho que caiu no meu olho.

Ri, quando ele fechou a cara. Era impossível não descontrair com ele ao meu lado.

*

Eram 18 horas quando cheguei em casa, o bom do meu novo trabalho era que, depois das 17 horas o movimento acabava e sempre voltávamos para casa mais cedo.

Passei direto para o banheiro, eu sentia que o que mais precisava era de um banho. A água quente escorreu pelo meu corpo levando todas as impurezas com ela. Suspirei aliviada, agradecendo por ter conseguido suportar mais um dia. Depois de cinco minutos vesti a camisola e segui para a cozinha a procura de algo para saciar o buraco negro que tinha se formado no meu estomago.

— Hum... Isso parece delicioso. — Falei ao ver mamãe terminar de bater algo. Pela cor provavelmente era vitamina, e aquilo parecia ainda mais delicioso depois que a vi despejando em um copo tão grande quanto aqueles que eles utilizam para fazer comercial de suco na TV.

— Especialmente para você.

— Agradecida mãe. — Tomei o primeiro gole, e fechei os olhos em satisfação. Estava melhor do que eu havia imaginando.

— E como vai o meu... — Ela franziu o cenho. — isso é realmente agonizante eu não sei se devo falar netinho ou netinha. — Nós duas rimos, era meio difícil saber como se dirigir a esse bebe. — Falando nisso, você já pensou nos nomes?

— Ainda não mãe. Falta tanto tempo ainda, posso pensar nisso depois?

— Não Lucy, você tem que se decidir logo. — Mamãe encheu um copo para si também. — Eu tenho um antigo livro de nomes, deve estar em algum lugar naquela bagunça da dispensa.

— Se a senhora faz tanta questão, quando conseguir encontrá-lo eu ficarei satisfeita em dar uma olhadinha.

*

Autora:

Mansão Dragneel

20h52min

— Eu me pergunto por que diabos eu não posso acompanhá-la em suas visitas ao médico. Eu sou o pai dessa criança Lisanna, da próxima vez que for vê-lo, eu exijo que me avise. Quero saber de tudo que acontece com o meu filho.

— Natsu eu já falei, eu posso ir sozinha com sua mãe. — A garota se sentou na cama, e preocupou-se em tirar os sapatos que estavam lhe apertando os dedos.

O garoto passou as mãos no cabelo, nervoso. Seu semblante mostrava claramente o quão estressado aquela situação o deixava.

— Eu não entendo Lis... Não entendo mesmo. Nunca mais faça isso novamente, chame-me da próxima vez.

— Natsu...

— Ele tem razão Lisanna, da próxima vez que formos ao doutor com certeza levaremos Natsu conosco.

A garota olhou inquisitivamente para a mulher, perguntando-se se Yukiko estava pensando corretamente. Natsu não poderia ir com elas, ou descobriria que na verdade, estavam indo para a casa de Misaki, uma senhora que estava ajudando-as a encontrar o médico que lhes auxiliaria.

Yukiko piscou-lhe um olho, e Lisanna entendeu que finalmente estava tudo resolvido. Elas haviam encontrado a pessoa certa.

— Está vendo? Você conseguiu. — Falou impaciente, não estava totalmente convicta de que seria uma boa ideia. E se o tal médico não fosse convincente? O que elas fariam se Natsu desconfiasse de algo? Esse plano tinha muitas pontas soltas que poderia dar errado.

— Não estou querendo nada demais, não vejo que mal há em acompanhá-las.

— E você vai meu filho. — Yukiko se aproximou do garoto, e passou os braços em volta de sua cintura. Um abraço de lado, que Natsu logo fez questão de desfazer.

— Tudo bem, eu vou indo. Preciso falar com o meu pai. — Olhou pela última vez para a esposa antes de sair.

Foi como se Lisanna voltasse a respirar depois de um longo tempo.

— Você tem certeza que esse cara é confiável Yukiko? — Ela foi até a porta e a trancou. Lisanna levantou a blusa e tirou a barriga de silicone o mais rápido que pode. Usar aquilo incomodava mais do que imaginou.

— É claro que sim. — A mulher se sentou na cama de casal, e riu descontraidamente.

— O que está acontecendo com você? Nesses últimos dias você tem estado muito risonha. Está vendo passarinho verde?

A mulher voltou a rir novamente.

— Oh... Sim, um belo passarinho verde.

A alguns cômodos dali, mais necessariamente no escritório de Igneel Dragneel se encontraram pai e filho desfrutando de uma exótica garrafa de champanhe.

— Você a viu recentemente pai?— Perguntou. Balançou a cabeça, percebendo a pergunta idiota que havia feito. — Não sei por que estou perguntando, tenho certeza que está vendo Lucy. Gostaria de poder estar fazendo o mesmo.

Igneel abaixou o olhar. A notícia da gravidez de Lucy o atormentava em todos os momentos, às vezes tinha a impressão de que não conseguiria segurar aquele segredo por mais nenhum segundo.

— E porque não o faz meu filho? Tenho certeza que muita coisa seria esclarecida se você a visse nesse momento. — Comentou. Natsu encarou o homem a sua frente, e viu o quão abatido ele estava.

— Cinco dias que estamos casados e parecem que foram anos. Nós brigamos o tempo todo, parece que não nos entendemos mais. Eu cometi o maior erro da minha vida pai, eu o pior foi que fiz sabendo de sua existência.

— Você fez o que tinha que fazer Natsu. — Virou mais uma taça de uma só vez, como se estivesse com a intenção de realmente se embriagar.

— Ei... Você também não está bem, não é mesmo?

E seus pensamentos naquele momento foram a outro local, mas especificamente, a outra companheira.

Igneel sacudiu a cabeça, negando. Não era sua intenção comentar nada a Natsu, mas a garrafa de Wiski que havia secado mais cedo estava fazendo com que alguns de seus pensamentos se tornassem erráticos.

— Natsu... Se eu te dissesse que estou me apaixonando por outra mulher, você me odiaria?

A pergunta o pegou desprevenido, tanto que não soube responder imediatamente. Algumas lembranças vieram a sua cabeça, e imediatamente soube de quem se tratava. Ela era mesmo muito especial, para conseguir preencher novamente de amor o coração daquele magnata.

— Não, pois eu sei que há muito tempo não existe nada entre o senhor e Yukiko. Vocês vivem na mesma casa, mas são como dois desconhecidos.

— Eu tentei evitar filho, mas eu não sei o que aconteceu. De repente me vi novamente como um adolescente bobo e apaixonado que eu não posso ser.

— E porque não? Você também merece alguém para estar ao seu lado. Quando toda essa história finalmente se resolver, fique com ela pai, o senhor tem o meu apoio.

Bem, foi impressionante o rumo que tomou aquela conversa, pois quando Natsu encontrou com o pai, pensou que poderia desabafar como vinha fazendo nos últimos dias. Mas para sua surpresa foi Igneel que lhe pediu os ouvidos.

Depois que ouviu as palavras do filho, o homem se sentiu impulsionado. Não sabia para que exatamente, só sentia que tinha que vê-la.

Ele se levantou e deu um aceno de despedida para o filho. Não foi preciso mais que isso para que Natsu compreendesse o que o pai pretendia fazer.

Igneel seguiu pelos corredores até o local onde sabia que iria encontrá-la. E não foi diferente, ele a viu, lavando as últimas louças do jantar que tiveram ainda há pouco.

— Virgo... — Falou, rente a porta.

— Igneel — Ele sorriu, era mais fácil com ela do que com Lucy. — Você por aqui. Ainda está com fome? Sinto muito, mas todos comeram como elefantes essa noite.

Virgo percebendo o que havia acabado de falar, quase se deu um tapa. Se Lucy estivesse ali teria com certeza lhe olhado torto. No entanto, no momento seguinte ela deu de ombros, desde quando se importava com o que a amiga achava com relação a isso?Isso era algo que cabia somente a loira.

— Não, vim para ver se tinha muito trabalho ainda para fazer. Já está tarde.

— Bem, eu acabei me enrolando hoje. Mas graças aos céus, já está tudo pronto.

— Você quer dizer: Nós te enrolamos hoje. — Ele riu,observando atentamente até os menores detalhes da mulher a sua frente.

— Eu não ia dizer nada, mas sim, se não fosse a academia estariam todos umas bolotas viu.

Ele gargalhou novamente. Mal havia chegado, e ela já lhe fizera rir diversas vezes, havia tirado um pouco do peso que vivia em suas costas.

— E você já tem uma carona? — Ela lhe olhou, primeiro espantada, depois pareceu compreender o que ele havia falado.

— Para falar a verdade não. Há essas horas o meu ônibus já deve ter passado há décadas.

— Bem, então você acabou de encontrar uma. — Igneel pegou a bolsa dela sobre a mesa e a entregou.

Ambos se dirigiram a frente da casa, onde Max havia deixado o carro. No caminho, eles se pegaram diversas vezes olhando um para o outro. Virgo não pode negar, mesmo sendo ela, o constrangimento tomou conta do seu ser.

Igneel abriu-lhe a porta, e ela entrou. Viu o quão bonito era o carro por dentro, um daqueles que seu pai sempre sonhou em ter.

Quando o olhou, um sorriso malicioso tomou-lhe os lábios. Igneel era todo perfeito, até mesmo em uma situação casual conseguia ser tão deslumbrante. Não era a toa que aquele homem vinha tomando todas as suas noites de sono, que impediu que ela se curtisse com outro cara.

— Há alguns dias notei algo, mas quando perguntei a Yukiko ela preferiu não me dizer a verdade.

— E sobre o que era? — Perguntou, desviando o olhar para a rua. Não lhe agradava em nada que o nome dela fosse discutido até mesmo longe da mansão.

— Vi que ela estava usando óculos de sol. Até ai nada demais. Mas me perguntei por que ela o faria mesmo estando de noite. E quando consegui tirá-los, vi que havia um roxo em seus olhos. Yukiko me falou que foi um tombo.

— E porque acha que não foi? — Perguntou, segurando a maldade dentro de si. Estava satisfeita com o resultado da briga das duas no outro dia, se pudesse teria esfregado a cara branca dela no asfalto.

— Porque também vi um machucado em seu queixo, acha que pode me contar o que aconteceu?E mais especificamente pela tentativas de Yukiko em despedí-la, nunca vi tanos motivos para tal.

Seu coração esfriou, e isso não acontecia muito. Pensou rapidamente em uma saída, talvez se inventasse uma boa história conseguisse enganá-lo, mas desistiu da ideia quando viu a seriedade no rosto másculo. Yukiko não merecia o esforço.

— Nós brigamos.

— Isso me parece obvio, quero saber os motivos que as levaram a isso. — Falou, ao fazer uma curva.

— Ela estava ofendendo Lucy, eu não podia suportar mais. Ela vem fazendo isso desde aquela bendita noite. Mesmo depois que soube que da existência dessa criança, suas maldades não pararam. Sinto muito Igneel mas...

— Espera... Você está me dizendo que Yukiko sempre soube do que aconteceu entre os dois? — Virgo confirmou. — E a quanto tempo ela sabe sobre a gravidez?

— Eu não sei ao certo, foi quando Lucy passou mal e teve que ir ao hospital. Eu não me arrependo do que fiz, Lucy não precisa de mais problemas. — Ela se encolheu no banco. Sabia no que aquilo podia resultar. Aquela mulher, apesar de tudo ainda era esposa do homem o qual estava apaixonada.

— E o que ela falava, exatamente? —Freou bruscamente ao ver o sinal vermelho. Em seguida continuou dirigindo pelos becos que se aproximavam de sua casa.

— Que iria contar ao Natsu o que Lucy fez. Ela sabe que ele não irá reagir bem .

O carro parou, olhou para os lados certificando-se de que estava mesmo em casa.

— Eu não posso acreditar que ela vem fazendo isso. Mal posso reconhecer essa mulher.

— Sinceramente Igneel, eu temo por Lucy. Temo pelas maldades que pode fazer com ela, ainda mais sabendo do seu ponto fraco.

Ouviu Igneel xingar baixinho, se não fosse a excelente audição não teria escutado. Sabia que ele havia lhe dado razão, não teria como negar.

Virgo apertou a bolsa sobre o colo, haviam tantas coisas que poderia fazer naquele momento, mas o assunto acabara com qualquer clima que tentasse criar.

— Tenha calma Virgo, jamais permitirei que nada aconteça a Lucy. No fim, independente do tempo, a verdade e as más intenções são sempre reveladas. — Concluiu vagamente.

A ruiva notou que ele estava de punhos cerrados, e quando seus olhos se encontraram com os seus surpreendeu-se. Nunca vira Igneel tão ameaçador, desafiante... excitante.

— Eu já me privei de tanta coisa até agora por causa dessa mulher, não acho que devo continuar fazendo isso. — Comentou parando o carro. Observando bem faltavam ainda umas duas ruas para chegarem até a residência da rosada,

— Não, não mesmo. — Completou Virgo, mordendo o lábio inferior.

Igneel avançou sobre ela, como um animal com sede ao pote. Poderia ser clichê, mas nunca nada parecido havia acontecido. A língua feroz e provocante, mal lhe dava tempo de raciocinar. Tudo que fez foi tentar retribuir ao máximo, provocando, às vezes mordiscando aqueles lábios que diversas vezes estivera em seus sonhos.

Um único beijo foi capaz de lhe deixar de pernas bambas.

— Meu Deus... — Respirou fundo, retomando o fôlego.

Eles voltaram a unir os lábios na mesma dança violenta e envolvente, e desejavam que a noite não acabasse ali, ambos não permitiriam que isso acontecesse.

Igneel encarou as duas pérolas que tinham o poder de lhe hipnotizar, todo o desejo reprimido há vários dias se libertou naquele momento. Seus lábios procuraram sedentos os da mulher a sua frente, e procurando se aprofundar ainda mais, encontraram o pescoço alvo da consorte. Chupava e mordiscava fortemente, sem a preocupação de que ficaria alguma marca.

Ela simplesmente o enlouquecia.

Seus dedos procuraram imediatamente os botões que escondiam os seios volumosos sobre o uniforme de trabalho. Desabotoá-los um a um parecia levar um tempo que não estava disposto a esperar, e então, com o pensamento de que depois poderia lhe dar outro, ele o rasgou. O ato que poderia assustar apenas contribuiu para que o sorriso aumentasse no rosto da jovem.

Encarando o busto da garota pôde concluir que era melhor do que em todos os seus sonhos. Estava alucinando por ela, como jamais acontecera com nenhuma outra mulher.

—Ign-neel..

Essa apenas puxou-lhe a camiseta que vestia pelos ombros.

— Não sabe quantas noites passei em claro imaginando esse momento Virgo. Você é tudo que eu sempre quis.

O peitoral a mostra apenas contribua para a perca de sua sanidade, Igneel Dragneel era com certeza um pedaço de mal caminho.

— Igualmente senhor, igualmente... — Interrompida por um gemido, levou os dedos até a parte rígida contra a calça do homem. Ela mal poderia acreditar que aquilo estava acontecendo, e por um segundo se lembrou da primeira vez e de como estivera nervosa. A mesma sensação estava presente naquele momento.

Sentiu os dedos do homem adentrarem o bojo do sutiã, e o arrepio cruzou-lhe a coluna. Seu mundo se perdeu quando os lábios ocuparam o lugar das mãos. Ela estava completamente perdida...

*

A quilômetros dali, a mulher ainda observava a janela, praguejando silenciosamente.

— O desgraçado a levou. Eu seria capaz de matá-la bem lentamente em sua frente. Seria o meu maior prazer. Logo ela...

Lisanna, sentada em frente o espelho, pentendo as últimas mechas riu debochadamente.

— Você faz o mesmo com ele, não é mesmo? Não sei porque a raiva.

Notas finais
Boa noite amores♥ Como falei aqui está mais um capítulo de Nove Meses. Peço perdão pelo erros e me avisem se tiver algum grotesco demais. Tivemos um momento de um dos meus casais favoritos(Igneel e Virgo) gente amo esses dois. Logo estarei respondendo os comentários do capítulo anterior. Beijos♥