Nova Vida como Vampira
1 Mudança de Vida
Capítulo 1 – Mudança de vida
Júlia era uma garota como qualquer outra. Tinha 16 anos de idade, era de estatura média, magra, seu cabelo era vermelho, quase preto, tinha os olhos castanhos e suas pálpebras eram levemente alongadas devido à sua descendência japonesa. De manhã ia para a escola e à tarde, quando não saía com as amigas, ficava conversando com elas pelo computador.
Uma noite, depois de voltar de um passeio com as amigas, Júlia resolveu dar mais uma volta para aproveitar a noite fresca. Ela foi andando sem rumo definido, quando viu que tinha entrado numa rua escura e deserta. Sem querer se arriscar, Júlia virou-se e começou a voltar e, quando já estava quase chegando na esquina, um homem pulou em cima dela jogando-a no chão. Assustada ela se debatia e gritava para ele soltá-la, mas ele era muito forte e começou a mordê-la no pescoço, chupando seu sangue.
Júlia sentia muita dor e se sentia cada vez mais fraca, já não conseguia mais gritar ou se mexer. Estava totalmente à disposição daquele homem para ele fazer o que quisesse com ela. E ele fez: parou de tomar o sangue dela e, por um tempo, ficou segurando-a e olhando para ela com um sorriso de satisfação, como se tivesse acabado a tortura. Mas Júlia estava enganada ao pensar assim, pois, logo depois, ele agarrou-a pela cintura e abriu o cinto da calça dela tirando-o. Júlia tentou reagir, mas não tinha mais forças. O homem começou a abaixar a calça dela lentamente e, conforme ia baixando, ia passando os dedos pelas pernas lisas da garota. Depois de tirar-lhe a calça e acariciar os pés, ele voltou para cima dela segurou-a pela cintura, olhando para ela com alegria e a garota, totalmente entregue, só conseguiu dizer “não”, mas ele nem deve ter ouvido ou fingiu que não ouviu. No mesmo instante, segurou a camiseta dela e começou a levantá-la lentamente, forçando-a a esticar os braços para ficar apenas de sutiã e calcinha.
Júlia já não tinha mais esperanças ou vontade de se soltar, pois se sentia muito fraca devido à perda de mais da metade de seu sangue. O homem deitou em cima dela e, sem ser evitado de nenhuma maneira, beijou-a demoradamente em seus lábios vermelhos e secos. Depois deste longo beijo, ele colocou as mãos por baixo do corpo dela e abriu o sutiã e, como reação, ela só conseguiu balançar negativamente a cabeça, mas, como antes, não foi respeitada e, rapidamente, o homem tirou o sutiã dela e pôs as mãos em seus seios pequenos e macios. Neste instante, Júlia desmaiou e não viu mais nada.
Ela acordou algumas horas depois e percebeu que estava nua e suas roupas tinham sido levadas. Estava frio e ela queria chegar em casa e esquecer tudo isso, mas não fazia idéia de onde estava. “Não devia ter saído de casa”, pensou ela.
Lembrou-se que, antes de ser atacada, ela estava indo até a esquina para descobrir onde estava e voltar, mas foi surpreendida por uma mulher que acabava de sair de casa para pegar o jornal:
– Minha nossa! O que você está fazendo assim na rua numa hora dessas!
Júlia olhou para a mulher e, sem responder, só conseguiu se encolher de vergonha da situação.
– Entre, por favor! Venha tomar café e depois te dou uma roupa para você ir pra casa.
A garota acenou com a cabeça no mesmo instante, sem hesitar, pois já estava amanhecendo e, estranhamente, parecia que sua pele começava a queimar. Ela também percebeu que sua pele estava muito branca, parecendo que ela estava pálida.
Assim que entraram a mulher terminou de arrumar a mesa para o café e disse à garota:
– Sente-se e sirva-se. Vou buscar uma roupa para você.
Júlia sentou-se e comeu um pedaço de pão, mas logo se arrependeu: o estômago dela ardeu tanto com a chegada do pão que ela se segurou para não gritar.
– Encontrei estas peças da minha sobrinha. Acho que servem pra você. – disse a mulher entrando na cozinha e vendo a menina com as mãos na barriga e quase chorando. – O que foi, menina! O que aconteceu?
– Ai! Meu estômago está doendo muito. – disse a menina levantando a cabeça. – Não consigo nem comer.
– Vista-se e lhe darei um remédio que fará a dor passar rapidinho. – disse a mulher ainda mais preocupada.
– Não quero remédio. Ai! – disse a garota colocando a roupa. – Apenas gostaria de descansar um pouco antes de ir pra casa.
– Tudo bem, pode descansar na minha cama. – disse a mulher antes de sair. – Me acompanhe.
Júlia entrou no quarto da dona da casa e deitou-se na cama.
– Está com frio? – perguntou a mulher. – Quer uma coberta?
Júlia fez sinal positivo com a cabeça, então a dona da casa abriu o armário, pegou uma colcha e cobriu a garota com cuidado.
– Descanse o tempo que quiser. Vou chamar meu filho que ele precisa ir para a escola – na porta do quarto, antes de sair, ela completou. – Depois venho ver como você está.
Júlia virou-se para um lado e lembrou que também deveria estar acordando para ir à escola. Em seguida, lembrou-se da mãe que, com certeza, estava muito preocupada sem saber onde ela estava. Ela ainda estava com um pouco de frio, pois estava vestindo somente uma camiseta e um short muito finos.
Algum tempo depois, a dona da casa entrou novamente no quarto e Júlia virou-se para ela, preocupada:
– Já está melhor? – perguntou a mulher.
– Estou. – respondeu a garota. – Só estou preocupada com minha mãe. Ela não sabe onde estou desde ontem à noite.
– Podemos ligar pra ela, se você quiser – disse a mulher. – O telefone fica lá na sala.
– Então vamos. – respondeu Júlia já se levantando.
As duas saíram do quarto e, assim que chegaram na sala, Júlia começou a sentir sua pele ficar quente novamente. Ela ainda não sabia o que era essa sensação, mas viu que a luz do sol entrava pela janela e, sem pensar muito, pediu para a mulher fechar a cortina com a desculpa de que a luz estava dando-lhe dor de cabeça. A mulher, desconfiada do que essa menina poderia ter feito na noite anterior, correu e fechou a cortina. No mesmo instante, Júlia sentiu seu corpo esfriar completamente e ela voltou a sentir muito frio.
– Pode ligar pra sua mãe. – disse a mulher se aproximando novamente. – Fique à vontade.
A menina tirou o fone do gancho, discou e, rapidamente, a mão atendeu:
– Júlia?
– Oi, mãe.
– Onde você está, filha? Está tudo bem?
– Eu estou bem, mãe. Me perdi e desmaiei, então uma mulher me encontrou e estou na casa dela.
– Na casa de uma mulher? Onde fica essa casa?
– Não sei. Não vi o nome da rua.
– E você acha que é certo sair de casa tarde da noite e entrar em uma rua que não conhece. – A mãe de Júlia falou tão alto que até a dona da casa ouviu. – Sua irresponsável.
– Calma, mãe! Desculpa!
– Deixa eu falar com ela. – pediu a dona da casa. – Como ela chama?
– Márcia. – respondeu Júlia entregando o telefone. – Por favor, não diga a ela que me encontrou nua.
– Pode deixar. – disse a mulher um pouco mais desconfiada.
– Oi, dona Márcia. Meu nome é Vera. Sua filha está bem, ela só está descansando um pouco antes de ir pra casa.
– Que rua a senhora mora, dona Vera? – perguntou Márcia tentando parecer mais calma.
Vera, depois de dar o endereço para a mãe de Júlia, disse:
– Pode ficar tranqüila, Márcia. A Júlia não está me atrapalhando em nada e assim que ela estiver bem eu a levo pra casa.
– Está bem, dona Vera. Obrigada. – respondeu a mãe da garota, agora sim mais calma sabendo onde sua filha está.
Vera colocou o telefone no gancho e olhou para a garota, querendo explicações:
– Eu gostaria de saber o que aconteceu com você. – disse ela. – Se quiser me contar, é claro.
– Eu... Eu... – Júlia não sabia como nem o que falar. – Quando estava passando aqui na sua porta fui... fui atacada por um homem, ele... ele me agarrou e tirou minha roupa.
– Foi isso mesmo? Você não se lembra de mais nada? – perguntou a mulher.
– Só lembro que ele me beijou e, depois disso, eu desmaiei. Quando acordei minhas roupas tinham sumido.
– Esta bem. – respondeu a mulher sorrindo. – Aqui você está segura e pode voltar pra cama. Você deve estar cansada.
– Estou mesmo. – disse a menina. – Agora consigo dormir sabendo que minha mãe está mais tranqüila.
Júlia deitou e logo adormeceu. Foi um sono tranqüilo e relaxante, tudo que ela precisava depois de uma noite que será difícil de ser esquecida. (Ela mal sabe que o pior está por vir, coitada.)
Vera entrou no quarto na hora do almoço, com a intenção de chamar a menina, mas não o fez, pois a garota estava dormindo tão bem que ela teve dó. Voltou para a cozinha para almoçar junto com o filho e, como não tinha falado para ele sobre a menina, fingiu que não tinha encontrado o que foi pegar.
Quando já estava escurecendo a dona da casa foi até seu quarto e, assim que entrou viu Júlia sentada na cama.
– Você está bem? – perguntou se aproximando.
– Sim. – respondeu Júlia, olhando para a mulher. – A senhora me leva pra casa?
– Levo. – disse a mulher. – Mas você não quer comer alguma coisa antes. Passou o dia em jejum.
– Não, obrigada! – respondeu Júlia se levantando. – Eu como em casa. Vamos.
– Meu filho está tomando banho. – disse a mulher saindo do quarto junto com a garota. – Não quer esperar para conhecê-lo?
– A senhora falou de mim pra ele?
– Não. Eu ia falar, mas achei que você não quisesse.
– Obrigada! – agradeceu Júlia sorrindo. – Eu prefiro que você conte pra ele depois que eu já tiver ido. Acho que é melhor assim.
– Tudo bem. – concordou a mulher. – Então vamos.
A dona da casa concordou com a garota, mas a desconfiança aumentou ainda mais com esta reação inesperada.
As duas entraram no carro e, em menos de 15 minutos já estavam na porta da casa de Júlia. A mãe da menina estava na porta esperando por ela e, assim que viu a filha saindo do carro correu para abraçá-la.
– Júlia! Você está bem? – disse a mãe emocionada.
– Sim, mãe. Estou bem.
Vendo que Vera estava ao seu lado, Márcia, sem soltar a filha, olhou para ela e sorriu:
– Obrigada por cuidar da minha filha.
– Não foi nada. – respondeu Vera retribuindo o sorriso. – Ela precisava de ajuda e foi um prazer ajudar.
– Ela não deu trabalho mesmo? – perguntou a mãe.
– Não, Márcia. A Júlia é uma garota muito educada. – respondeu Vera. – Ela só não quis comer nada na minha casa, deve estar com fome. – completou ela olhando para a garota.
– Obrigada, por tudo. – agradeceu Márcia. – Foi um prazer conhecê-la.
– O prazer foi meu. – respondeu Vera. – Tchau.
Ela virou-se e entrou em seu carro.
– D. Vera! – chamou Júlia. – Amanhã eu levo as roupas da sua sobrinha.
– Não se preocupe, querida. – respondeu a mulher. – Não precisa ter pressa.
Vera ligou o carro e partiu, acenando com a mão para as duas.
Assim que o carro virou a esquina elas foram em direção à porta de casa, mas antes de entrar Júlia olhou para a árvore ao lado da casa, meio desconfiada.
– O que foi, filha? – perguntou a mãe.
– Nada não, mãe. – respondeu a garota entrando. – Tive a impressão de ter visto alguém na árvore, mas era só um pássaro.
Júlia foi direto para o banheiro, precisava muito de um banho. Se sentia suja por ter sido atacada daquele jeito, não fazia idéia do que aquele homem fez com ela depois que desmaiou. Assim que passou a mão no pescoço, Júlia percebeu as marcas dos dentes daquele homem e sentiu-se aliviada de lembrar que D. Vera, e nem mesmo sua mãe, perceberam essas marcas, pois não saberia o que dizer a respeito. Ela ficou quase duas horas embaixo do chuveiro, a mãe dela até bateu na porta chamando-a. Quando saiu a mãe já estava na porta esperando para tomar banho e, antes de fechar a porta, disse:
– A mesa já está arrumada, filha. Você precisa comer, deve estar com muita fome mesmo. Não come desde ontem à noite.
A menina foi para a cozinha sem dizer nada e sentou-se, na mesa havia um copo com leite e um pão já preparado. Ela pegou o pão e, quando foi mordê-lo, lembrou-se da dor insuportável que sentira pela manhã. Após um tempo, conseguiu criar coragem e pôs um pedaço na boca, ela mastigou um pouco, sem dor nenhuma, e engoliu. Novamente teve que se segurar para não gritar, era insuportável a dor.
– O que será que está acontecendo comigo? – pensou ela.
Pegou o copo de leite e deu um pequeno gole, mas a dor aumentou ainda mais. Ela teve a sensação de que seu estômago estava em chamas, de tanto que queimava.
A mãe saiu do banheiro e entrou no quarto. Júlia não podia dizer para a mãe que não queria comer, ela não aceitaria desculpas. Sem pensar muito veio a idéia do que fazer: ela jogou o leite na pia e o pão no lixo.
É um desperdício fazer isso, mas não tinha outra escolha. – pensou ela saindo da cozinha. – Amanhã vou ao médico ver o que eu tenho.
D. Márcia saiu do quarto e encontrou a filha na sala assistindo televisão.
– Estou indo, filha. – disse a mulher se aproximando da garota. – Você vai ficar bem?
– Vou sim, mãe. – respondeu a garota sorrindo. – Pode ir tranqüila.
Assim que a mãe saiu, Júlia foi até a porta e trancou-a. Deitou no sofá para continuar assistindo o filme que passava na TV, mas teve que se levantar para abrir a porta novamente. Deve ser mamãe, que esqueceu alguma coisa. – pensou ela, abrindo sem ver quem era.
Já ia brincar com a mãe dizendo que ela não demorou muito, mas assustou-se ao ver quem era. Júlia não conseguia acreditar, ficou parada na frente da porta olhando para aquela pessoa, não sabia o que fazer. Era o homem que a atacou na noite anterior.
– O q... O que você quer aqui! – conseguiu dizer a garota, muito assustada.
– Fique calma, Júlia. – respondeu o homem com tranqüilidade. – Não quero te atacar de novo. Preciso conversar com você.
– Não... não quero saber, vai embora ou eu chamo a polícia. – respondeu a garota.
– Júlia, por favor, me ouça. Você precisa saber o que fiz com você.
A garota arregalou os olhos, não esperava que o homem que a atacou quisesse contar o que fez e nem queria saber o que aconteceu.
– Já disse que não quero saber de nada. – respondeu ela, quase gritando. – Só quero esquecer aquela noite horrível.
– Você deve ter tentado comer alguma coisa e seu estômago ardeu muito, não é?
– Sim... mas como você sabe disso? – respondeu a garota impressionada.
– É que essa sensação tem a ver com o que fiz com você. Quero, e preciso, contá-la tudo. – disse ele com um sorriso no rosto. – Por favor, deixe-me entrar.
Júlia não sabia o que fazer ou dizer, ela queria saber o que tinha e tinha a oportunidade, não precisaria esperar até o dia seguinte. O homem estava calado, simplesmente olhando para ela esperando o convite para entrar.
– Está bem. – disse ela vendo que não tinha outra escolha. – Pode entrar e me contar tudo. Estou preparada.
O homem, no mesmo instante, entrou e dirigiu-se ao sofá seguido pela garota.
– Antes de qualquer coisa, vou me apresentar. – disse ele querendo ser amigável. – Meu nome é Cléber.
Júlia continuou olhando para ele sem responder nada, pois ele já sabia o nome dela. Era um homem de pouca idade, talvez menos de trinta anos, tinha os cabelos e olhos pretos.
– Bem... Júlia. – disse ele pensando cuidadosamente como ia começar. – É melhor não enrolar muito e dizer de uma vez.
A garota só balançou a cabeça, concordando com ele.
– Eu... eu sou um vampiro. – disse ele. – E, acredite, não queria fazer isso com você. Me desculpa. Não, não adianta pedir desculpas, essa situação não tem volta. Eu sinto muito mesmo.
– O que você fez comigo, afinal? – perguntou a garota.
– Você... agora você... você também é vampira. – disse ele olhando pra baixo, parecendo muito arrependido.
– O que? – berrou a garota, assustando-o. – Isso não pode ser verdade!
– Infelizmente é verdade, Júlia. – disse ele com um olhar muito triste. – E você terá que aceitar. Não tem outro jeito.
A garota não queria acreditar no que estava ouvindo, mas sabia que era verdade e ela precisava saber como seria sua vida agora.
Cléber explicou para ela tudo sobre os vampiros: que eles eram divididos em clãs, só se podia “criar” outro vampiro com a permissão do príncipe do clã e ele não tinha essa permissão. Ele disse também que não podem andar na luz do sol, a qual queima a pele e transforma o vampiro em uma tocha, disse que os vampiros não podem comer nem beber nada que não seja sangue...
Júlia ouvia tudo, tentando manter a calma. Ela compreendeu tudo, principalmente a parte do sol e de não poder comer nada, pois ela teve essas sensações desagradáveis.
– Mais uma vez, digo que não queria ter feito isso com você. – completou Cléber. – Eu não consegui me controlar. Você entenderá quando estiver “com fome”.
– É... minha vida mudou. – lamentou-se a garota. – Preciso aceitar isso.
– Já te contei tudo o que precisava saber, agora preciso ir. – disse ele se levantando. – Ah, já ia me esquecendo. A sua aparência sempre será essa de agora em diante, você não irá envelhecer fisicamente.
Júlia olhou para ele, com um sorriso no rosto, dizendo:
– Essa parte eu gostei. Ficar jovem para sempre. – ela se levantou e foi abrir a porta para Cléber.
– Tchau, Júlia. – disse ele saindo. – Manterei contato com você.
– Tchau.
Ela trancou a porta e voltou para o sofá, ainda estava um pouco assustada e inconformada com sua nova condição. Desligou a televisão e ficou pensando em como ia contar para sua mãe. Lembrou-se também que não poderia mais ir para e escola e ia ficar sem ver suas amigas todos os dias.
Pois é..... Júlia não é mais uma garota normal. Ela terá que mudar completamente sua rotina, seus hábitos e tudo mais.
Como ela irá explicar isso para sua mãe? Como a mãe irá reagir? Ela conseguirá suportar e controlar sua sede de sangue?
Assim termina o primeiro capítulo. Espero que tenham gostado e, por favor, comentem.
Thelef.
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