Notas iniciais
Hey, pessoas lindas *---*Desculpem pela demora mas é que eu tive que sair por esses dias, e não tive tempo de escrever o capítulo, anyways.Queria agradecer a linda da sakura_uchihaLV por deixar uma recomendação incrível na fanfic, eu amei :D E esse capítulo é dedicado a você :)

– Você está vendo aquela estrela? – Perguntou Sakura, enquanto apontava para uma estrela mais afastada das outras.

– Hn. – Respondeu, olhando na direção que ela apontava.

– Ela é como eu. – Disse, convicta.

– Por quê? – Perguntou, confuso.

– Ela não brilha tanto quanto as outras, como se tivesse perdido seu brilho aos poucos e... Está sozinha. – Falou, olhando fixamente para a estrela.

– Sakura... – Disse e então puxou o queixo dela delicadamente, virando-a para si e a beijando em seguida.

Eu estou aqui, queria dizer.

.

.

.

Nothing Like Us

Ultimamente eu tenho pensado, pensado sobre o que nós tivemos.

Eu sei que foi difícil, isso é tudo que sabemos, yeah

Você tem bebido para fazer a dor ir embora?

Eu queria poder te dar tudo que você merece

Pois nada nunca poderá substituir você

Nada pode me fazer sentir como você faz

Você sabe que não há ninguém que eu possa me relacionar

E sabe que nós não vamos encontrar um amor tão verdadeiro

Não há nada como nós, não há nada como você e eu.

Juntos, através da tempestade.

Não há nada como nós, não há nada como você e eu.

Juntos

.

.

.

– Sasuke...kun... – gritava entre cortadamente uma garota de cabelos castanhos enquanto se enfiava com força dentro dela.

Estava furioso.

Furioso com Sakura, com a garota embaixo dele – a qual nem ao menos sabia o nome – e que não tinha o direito de chama-lo de Sasuke-kun e, principalmente, estava furioso consigo mesmo.

Porque durante um mês inteiro, tudo o que conseguia pensar era em Sakura. Em seu cabelo rosado que deveria achar totalmente ridículo – porque odiava rosa – mas tudo o que conseguia pensar era no quão adorável era aquela cor enquanto rodeava a pele branca e macia de Sakura.

Tudo o que conseguia pensar nos momentos em que ficava treinando sozinho – porque agora Sakura passava a maior parte de seu tempo com o dobe do Naruto ou dentro do hospital e, sempre que tentava treinar com ela, dizia que não porque estava cansada, o que sabia ser mentira porque Sakura Haruno nunca estava cansada o suficiente para treinar. – era que gostaria de ouvir as raras risadas de Sakura quando conseguia dar uma rasteira nele e jogá-lo ao chão. Para em seguida subir em cima dele e, enquanto curava alguma suposta ferida dele, beijá-lo nos lábios com todo o carinho e afeto que identificavam Sakura e que não haviam sido mortos junto com seus pais.

Tudo o que queria era olhar dentro dos lindos olhos verdes dela, e passar a mão pelo seu rosto corado, enquanto finalmente se acomodava dentro dela e a sentia tremer em seus braços.

Pela primeira vez em sua vida, Sasuke Uchiha queria quase que desesperadamente a companhia de alguém, e isso o estava deixando completamente louco.

Porque não entendia o vazio que se instalara em seu peito no momento em que Sakura havia terminado o que quer que eles tinham um com o outro.

E não entender o que acontecia consigo mesmo o deixava furioso.

Mas, principalmente, imaginar qualquer outro homem tocando em sua Sakura o deixava mais do que simplesmente furioso.

Ela é minha.

Terminou de se despejar dentro da camisinha e saiu rapidamente de dentro da mulher. Jogou a camisinha usada dentro do lixo e se virou de costas para a outra, claramente dizendo-a para ir embora. Mas, aparentemente, ela não havia entendido isso.

Sentiu-a se encostar em suas costas e tentar passar os braços em volta dele, mas tirou as mãos dela do corpo dele abruptamente.

– Vá embora. – praticamente rosnou.

– O que? Mas Sasuke-kun... – balbuciou com uma voz chorosa, mas a cortou friamente.

Eu não me importo com você.

Você não é ela.

– Não me chame assim – começou com uma voz baixa e ameaçadora – Agora vá embora.

Ainda de costas para ela, percebeu-a se vestir silenciosamente e sair pela porta, fechando-a com um estrondo alto.

Foda-se.

E quando finalmente estava sozinho, fechou os olhos e se deixou adormecer.

Talvez quando eu acordar amanhã, tudo já tenha voltado ao normal, e você ainda seja minha, Sakura...

.X.

– Você não vai conseguir me pegar, Sa-su-ke. – Disse a rosada enquanto corria em torno do sofá usando somente uma das camisas dele e, superando todas as expectativas, decidiu entrar na brincadeira e correr atrás dela, também.

– O que você dizia, Sa-ku-ra? – disse sedutoramente no ouvido dela enquanto a agarrava pela cintura e puxava-a na direção de seu tronco.

Pressionou sua ereção no traseiro dela e se sentiu satisfeito quando a ouviu suspirar. Sorriu de canto antes de prensá-la – ainda de costas – na parede.

Passou uma de suas mãos grandes e calejadas por um dos glúteos dela, o apertando forte para em seguida dar um tapa no local, ficando ainda mais excitado ao vê-la soltar um grito abafado. Subiu as mãos pela barriga lisa dela, parando nos seios volumosos, começando a alongar e apertar os mamilos dela, apreciando os gemidos que ela dava com o ato.

Prendeu o ar quando sentiu uma das mãos pequenas e quentes dela entrarem pela calça de moletom que usava.

Ela começou com movimentos lentos de vai e vem, até que ele, sem parar de acariciar os seios dela, começou a movimentar o quadril na direção das mãos dela, acelerando os movimentos, o que fez com que ela apertasse ainda mais o membro dele, levando-o a soltar um gemido baixo e contido – mas que já era muito, porque nenhuma outra mulher o fazia gemer.

Nenhuma outra mulher conseguia dar tanto prazer quanto ela o dava.

E, não aguentando mais, tirou a mão dela do membro dele, e retirou apressadamente a calça que, no momento, não eram mais do que um empecilho.

Puxou o quadril dela para cima e sibilou um "Segure-se na parede", para então entrar rapidamente dentro dela, cerrando o maxilar com força para impedir-se de gemer novamente.

Sentia a cavidade quente e molhada dela praticamente o mastigando, e não conseguia pensar em mais nada. Entrava e saia rapidamente de dentro dela, se deliciando com os gemidos que ela dava.

E quando sentiu a intimidade pequena dela se contrair em volta dele, e ela gritar "Sasuke-kun..." enquanto chegava ao clímax, se viu enlouquecido.

Fazia tanto, tanto tempo que não a ouvia chama-lo dessa forma...

– Eu quero gozar dentro de você. – Disse, entre dentes, enquanto aumentava o ritmo dos movimentos.

– Não, não, por favor... – Repetia ela, com a voz falha e cansada.

E mesmo que soubesse que era errado fazer isso – porque sabia que não a merecia, por mais que bem no fundo, adorasse a ideia de ver garotos de cabelos negros e olhos verdes correndo em volta dele – não conseguiu se conter quando finalmente atingiu o clímax, se enterrando profundamente dentro dela.

– Seu... idiota. – Disse ela com a respiração entrecortada.

Mas somente sorriu.

Não se importava nenhum um pouco de correr o risco.

.X.

Acordou com a respiração falha e ofegante, sentindo uma parte de sua anatomia latejando de excitação.

Era normal, depois que havia se afastado dela, acordar no meio da noite, excitado e irritado.

Era normal sonhar com ela, com as lembranças do passado dos dois.

Suspirou e bagunçou os cabelos nervosamente, para então se levantar e se dirigir até o banheiro.

Precisava de um banho frio.

.X.

Depois de se vestir, e constatar que agora era apenas três horas da manhã, decidiu sair um pouco. Precisava de um pouco de ar.

Enquanto caminhava pelas ruas vazias de Konoha, olhando para as estrelas, não podia deixar de se perguntar por que, diabos, tudo o que fazia o lembrava de Sakura.

Bufou irritado, e entrou em um dos bares de Konoha, nem se dando ao trabalho de olhar para os lados.

– Uma dose de sakê. – Pediu friamente para o atendente do bar, que prontamente o entregou um copo contendo o líquido.

Tomou tudo de uma única vez, fechando os olhos e sentindo a bebida descer rasgando por sua garganta.

– Ela fica linda com aquele sorriso, não é? – Ouviu um homem sentado na mesa ao lado da dele murmurar para outro homem, mas decidiu ignorar isso.

– Sim, eu sinto o meu coração bater mais rápido só de pensar em beijá-la e acariciar aqueles cabelos róseos. – Disse o outro, com uma voz tímida.

Mas isso só o fez abrir os olhos rapidamente, e como se tivesse um imã o puxando pra ela, os olhos dele rapidamente a focalizaram.

Usando um vestido preto colado e que ia até o meio das coxas, sorrindo amplamente para Ino, enquanto bebia um copo de sakê, estava Sakura Haruno.

Linda, pensou. E rapidamente se sentiu irritado ao perceber que praticamente todos os homens do local a comiam com os olhos.

Ela é minha.

Teve que segurar com força na mesa para evitar que seu corpo se levantasse sozinho e fosse até ela. Tinha que admitir que, a ideia de arrastá-la daquele lugar – somente para leva-la até o apartamento dela e despi-la daquele vestido, jogando-a na cama e se afundando dentro dela – parecia mais do que tentadora.

Essa coisa entre nós. Ela vai ter que acabar. – Se lembrou de ouvi-la falar.

Eu não quero que acabe, ainda não. – Quis dizer, mas tudo o que fez foi concordar com ela.

Não poderia dizer o que realmente queria. Não poderia dizer a ela que poderia e queria formar uma família com ela.

Porque, por mais que cada célula do corpo dele se enfurecesse com a ideia de outro homem a tocando, sabia que ela merecia ser amada por alguém.

E nunca conseguiria amar ninguém.

E foi por isso que, contrariando todo seu ser – que insistia para que a tirasse de lá-, saiu pela porta daquele bar, com as mãos no bolso e com sua típica máscara de apatia.

Esse vazio que eu sinto no peito...

Eu nem ao menos quero saber o que ele significa.

Ele não importa.

Não se eu puder ver aquele sorriso no seu rosto de novo.

Notas finais
Então, o que acharam do capítulo? :)Deixem suas opiniões sobre o capítulo, sim? Elas são muito importantes pra mim :)Beijoos ♥