Nothing Left To Lose
13 Chapter Twelve
Notas iniciais
“ O negocio é que, quando você se apaixona você fica doida e o mundo fica diferente e você faz qualquer coisa pela pessoa. “
POV Klaus
Eu acordo ainda meio sonolento, a noite passada havia sido maravilhosa, eu havia finalmente conseguido Caroline, ela era uma droga para mim e eu estava completamente viciado, eu me sentia perdido perto dela, tudo era diferente, Caroline era a luz que havia entrado na minha vida e eu não iria desistir de tê-la, eu me viro e vejo o lado da cama vazio, merda. Me levanto rapidamente e me visto.
– Caroline – saio do quarto gritando pelo nome dela, não obtenho resposta procuro pela casa toda e nada encontro, ela havia ido embora logo que amanheceu e hoje seria seu dia se folga, que porra, vou para a sala e me jogo no sofá, vejo Margaret descer.
– Papai, a tia Carol já foi? – ela pergunta sentando ao meu lado.
– Já, ela foi para a casa dela – eu sorrio fraco tentando esconder a minha frustração e abraço a minha filha, eu lembro que teria que ir para o partido hoje resolver uns negócios, eu sinceramente não agüentava mais um dia nessa porra, eu só quero ir embora, mas meu pai iria me caçar até no inferno.
– Ah – Maggie me abraça e deita a cabeça no meu ombro, de repente a porta abre e está ninguém menos que Camille, ela não iria chegar na próxima semana?.
– Klaus – ela sorri e vem em minha direção me dando um beijo.
– Oi – eu sorrio fraco. – Bom, que bom que alguém chegou, fica com a Margaret, tenho que ir para o partido – falo frio e saio dali já vestido, pego o carro e dirijo até lá, entro e vejo que Kol já chegara e estava com Damon, cumprimento eles e vou direto para o escritório.
( . . . )
Anoitece logo, eu pego as minhas coisas, chamo Kol e vamos para a casa, ele está exausto e vai direto para o quarto dele, eu me dirijo para o meu quarto e está Camille saindo do banho.
– Boa noite Klaus – ela tenta soar sedutora mas eu dou de ombros,
– Boa noite – eu passo direto e vou para o banheiro tomar um banho, deixo a água cair sobre meu corpo, hoje foi desgastante, saio do banheiro e deito na cama, Camille me abraça por trás e morde a minha orelha – Não to afim – falo.
– Klaus o que está acontecendo com você? – ela se irrita.
– Eu só estou cansado, porra – eu quase grito, ela se sente incomodada e se vira, está certo que nosso casamento nunca foi por amor e sim por negócios, mas ela acabou se apaixonando por mim, eu gostava dela mas nem ao se apaixonar eu cheguei, mas ela muitas vezes sabia ser irritante e isso me deixava extremamente puto da vida, me relaxo na cama e espero o sono vir.
Duas semanas depois...
Eu estou completamente angustiado, o partido cada vez me lota mais de compromisso e estou podendo cada vez mais passar menos tempo com a minha filha, hoje finalmente seria domingo e dia de folga, Caroline viria hoje para a minha felicidade, vejo Kol sentar ao meu lado.
– O que está havendo irmão? – ele me pergunta se servindo de uísque.
– Eu devo confiar em você? – pergunto para ele.
– Claro, você sempre foi meu irmão favorito – Kol diz — O que é? Que você se apaixonou pela Caroline? Até a sua filha já percebeu.
– Dá pra falar mais baixo, eu sei que isso é errado mas eu não consigo evitar – eu penso em falar sobre o sexo mas evito, quanto menos pessoas souberem melhor.
– Olha eu acho que você deve ir afundo, você nunca foi feliz com a Camille mesmo e só ficou feliz quando teve a Maggie que é a única coisa que prendem vocês, mas ela ama a Caroline então não vejo problema algum. – Kol me diz com sinceridade, ele tinha razão, essas semanas eu havia reparado que Rebekah também estava distante de Camille e havia começado a tratar Caroline bem, pelo menos isso, acho que Stefan estava fazendo bem para a minha irmã.
– Obrigado – eu dou um tapinha nas costas dele e resolvo aproveitar que Camille não estava em casa pois fora buscar meus pais e irmãos na estação, e desço para a cozinha onde Caroline prepara um grande almoço. – Oi – eu digo e ela dá um pequeno pulo para trás se assustando.
– Klaus você me assustou – ela se vira.
– Está tudo bem, eu sou vim aqui falar algo – eu ajudo ela a pega um negócio na estante alta.
– O quê? – ela pergunta um pouco nervosa.
– Você já sabe que eu estou completamente apaixonado por você – eu pego o rosto dela com cuidado – Eu farei o possível e lutarei por você, porque Caroline eu sinto com você algo que estava escondido, eu sempre fui frio e vazio, mas você tem uma luz. – eu percebo que ela cora um pouquinho.
– Klaus – ela respira fundo e pega na minha mão – Eu tentei evitar, mas eu estou apaixonada por você, você cuidou de mim quando eu mais precisava, você esteve comigo em momentos difíceis mesmo sem me conhecer direito e mesmo assim confiou em mim para cuidar da casa e de sua filha, não tem como eu não corresponder isso. – eu abro um sorrio inevitável e a tomo em meus braços e a beijo, ela corresponde, foi um beijo doce e adorável, eu sorrio e vou para sala onde a porta se abre e está meus pais Esther e Mikael com Elijah, Finn e suas esposas Katherine e Sage com seus respectivos filhos juntos com Camille.
– Niklaus Mikaelson, meu filho – meu pai vem me dar um rápido abraço – Cadê seus irmãos?
– Aqui – Rebekah desce com Kol e ela está acompanhada de Stefan, ele vai até eles.
– Klaus – minha mãe me abraça com força e eu sorrio.
– Irmão – Elijah me abraça também e assim cumprimento todos, ficamos ali conversando no sofá e Rebekah fala que Stefan é seu namorado, meu pai fica meio recuado mas eles conversam aparentemente se entendendo.
– A comida está na mesa – Caroline vem um pouco envergonhada.
– Nova empregada? – meu pai pergunta.
– Sim — eu digo, se meu pai soubesse que eu estava envolvido com ela, bom ele iria Caroline era importante para mim e eu passaria por cima de todos por ela. Nós vamos e sentamos e ainda sobra um lugar. – Caroline sente-se acompanhe nós – eu peço e ela ainda tímida acaba sentando, percebo meu pai ficar estranho e os outros nem ligam, exceto por Camille que estava nervosa. Nós almoçamos normalmente, falando sobre assuntos normais, a comida estava maravilhosa, Kol deveria ter trazido Lola para fazer companhia para Caroline. Nós acabamos de almoçar, Caroline recolhe os pratos, todos nos reunimos na sala e Stefan se levanta com a taça de champagne.
– Bom, eu queria pedir com toda a família reunida, a minha não está aqui mas já é o suficiente, queria pedir a mão do senhor – ele olha para meu pai e ajoelha para Rebekah – Rebekah Mikaelson, foi difícil de que conquistar você, mas já sabia que você era perfeita para mim e eu não me vejo num futuro sem você, quer se casar comigo? – ele estende uma caixinha com um anel de diamantes, Rebekah começa a chorar e o abraça.
– Vocês tem minha benção – meu pai sorri fraco e eles sorriem, Stefan puxa Rebekah para um beijo.
– Claro que eu aceito, eu te amo – Rebekah sorri para ele. Nós brindamos, eu fico feliz pela minha irmã, Stefan realmente a faz feliz. Mais tarde eu me dirijo para beber no escritório e meu pai vem atrás.
– Quero te perguntar algo – ele vem na minha direção.
– O quê? – eu pergunto.
– É apenas impressão ou eu senti que você não parava de olhar para a sua empregada? – ele me pergunta, merda.
– Olha, não é impressão, uma hora você teria que saber eu não agüento mais um dia casado com a Camille, ela está cada vez pior e Caroline não tem culpa de nada, ela apenas sofreu na vida e eu acabei me apaixonando por sua inocência – eu digo.
– Você sabe que não vou permitir você se divorciar de Camille que vêm de uma família rica para se casar com uma pobretona – ele diz, meu pai era tão mesquinha.
– Não é você que decide o que eu quero ou não quero fazer – eu ameaço sair e ele me puxa.
–- Você vai por bem ou por mal – ele diz com o olhar ameaçador.
– Eu irei lutar por ela nem que eu morra pra isso, eu a amo e acabou – eu saio dali puto da vida e vejo Camille que acho que ainda seria mais complicado de avisar do que meu pai, eu vou até ela. – Preciso falar com você.
– Nossa que milagre, você me dando atenção – ela diz irônica, eu a puxo para um dos quartos. – O que quer falar?
– Eu vou ser direto – eu a olho – Eu gosto de você como pessoa, mas saiba que eu vou pedir o divórcio.
– O QUÊ? – ela começa a ficar vermelha de raiva. – ISSO NÃO É POSSÍVEL, TEM A VER COM AQUELA EMPREGADINHA NÃO É?
– Se tem ou não, você não tem nada com isso, a decisão é minha e você vai aceitar querendo ou não – eu digo e ela surta e começa a quebrar tudo – CAMILLE PORRA PARA, É POR ISSO QUE NÃO DÁ PARA DIALOGAR COM VOCÊ.
– ISSO NÃO VAI FICAR ASSIM – ela sai batendo o pé com força no chão, Camille era muito nervosinha, pego um uísque para beber quando eu escuto uns gritos e barulhos estranhos, eu desço para ver o que era e vejo nada menos que Camille estapeando Caroline.
– QUE PORRA ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – eu chego e separo Camille a jogando no sofá, vou até Caroline que está chorando de dor e acaricio seu rosto de leve.
– FICA AÍ COM A SUA AMANTEZINHA – Camille joga um jarro na nossa direção que quebra na parede e sai batendo com muita força a porta, eu olho pra cima e vejo Maggie assustada encolhida num canto, vejo Kol pegar ela e levá-la para o quarto.
– Vai ficar tudo bem – eu pego ela no colo, subo e a deito na minha cama.
– Meu rosto dói demais – ela choraminga, eu pego um kit de primeiros socorros e cuido das feridas pequenas que estavam pelo rosto. – O que eu falo para minha mãe quando ela ver isso?
– Você vai ter que dizer que foi assaltada, mas ficará tudo bem – eu abraço ela com força – Eu vou te levar para casa e eu te prometo que farei tudo para nós ficarmos juntos, eu já sei que eu te amo.
– Eu também – ela sorri e eu correspondo o sorriso.
– Vamos vou te levar para casa – eu a guio até o carro, eu dirijo e rapidamente nós chegamos na casa dela – Boa noite Caroline.
– Boa noite Klaus – ela sorri e beija meu rosto, ela sai e espero ela entrar em casa para dar saída com o carro, lembro que teria que adiantar logo a entrada do pedido de divórcio e nada mais rápido do que ir a Elijah que já era um advogado conceituado, ele tinha uma casa com Katherine, eu dirigi até lá o mais rápido que eu pude, estaciono o carro e vou e toco a campainha. Não demora muito e Katherine abre a porta para mim.
– Klaus, o que faz aqui? – Katherine pergunta confusa.
– Preciso ver meu irmão, ele está? – pergunto.
– Está sim – ela abre a porta.
– Obrigado – eu sorrio e vou até o escritório e está meu irmão vendo umas papelas.
– Klaus, o que faz aqui?- ele me pergunta.
– Eu vou ser rápido, quero uma entrada com pedido de divórcio e se for possível pra hoje mesmo – eu digo e vejo ele ficar estranho.
– Não vou nem perguntar o motivo, porque quando você decide algo já sabe. – ele se levanta – Irei providenciar me espere. – ele sai e eu sinto apenas o som da vitória se aproximar.
“As coisas ruins ficam com você, elas seguem você. Não da pra escapar, por mais que se queira. Só podemos mesmo nos preparar para o bem, e quando ele chegar podemos aceita-los, por que precisamos dele. “
Fale com o autor