Nothing Left To Lose
14 Chapter Thirteen
Notas iniciais
POV Caroline
Estava sentada na cadeira, minha mãe preparava a janta, faz dois dias do jantar de Klaus, eu sentia que o amava, num sentia assim nem com Tyler, ele me fazia se sentir a única mulher do universo, meus pensamentos vagaram para duas semanas atrás, quando dormi em sua casa.
“Eu acordo, o dia ainda estava um pouco escurecido já que olhei no relógio e eram cinco da manhã, me viro e está Klaus nu dormindo ao meu lado, O que foi que eu fiz meu Deus? Eu entreguei a minha virtude para Klaus, eu me sinto completamente envergonhada, eu me levanto, pego a minha roupa que estava na cadeira, fico na ponta dos pés e evito o máximo em fazer barulho, pego troco e desço, a minha sorte que Maggie não acordou e ninguém chegara, vou correndo para a casa, as ruas estavam ainda desertas mas fui o mais rápido possível. Eu abro a porta de casa e dou de cara com a minha mãe preocupada
– Caroline, meu Deus onde você estava? – minha mãe me pergunta preocupada.
– Está tudo bem, eu acabei tendo que dormir na casa de Klaus – minha mãe arregala os olhos assustadas – Está tudo bem, eu dormi no quarto de hóspede – menti, eu não era de mentir, mas eu não poderia por hipótese alguma falar o que houve.
– Okay, meu amor eu fico aliviada por você estar bem – ela me abraça com força.
– E esse cheirinho bom? – eu pergunto sorrindo.
– Estou fazendo seu bolo favorito – minha mãe sorri e eu me sento para comer.”
Eu não havia voltado ainda para a casa de Klaus desde que a mulher dele me espancara, eu estava de folga, eu fico pensando como seria ele tendo que falar com ela, mas eu acho que ela deveria estar em outro lugar, naquele dia que eu tive relações sexuais com ele, eu resolvi ir para a capela no hospital e me aproveitei para passar a tarde com Lola ajudando as crianças. Eu saio para pegar as correspondências na caixa do correio e vejo Elena regando as plantas na casa em frente.
– Caroline – ela me chama e eu sorrio para ela.
– Elena – eu atravesso a rua e vou até ela abraçando-a bem apertado.- Como vai meus dois amorzinhos? – eu sorrio e acaricio a barriga dela que já estava com sinais de crescimento.
– Estão bem, Damon ficou a madrugada toda no partido – Elena diz – Ele já está pra voltar.
– Por que não me avisou? Você iria lá para casa ou eu ficaria com você, você está numa fase delicada da gravidez, precisa de cuidado -eu falo séria para ela, Elena não podia ficar sozinha ela poderia ter desmaios, enjôos e desconfortos.
– Está tudo bem Care – ela sorri e me dá mais um rápido abraço, eu sorrio de volta até que vejo Elena se empalidecer e ficar zonza, ela quase cai no chão, mas eu consigo a segurar a tempo.
– ELENA – eu pego ela – Meu Deus – eu abro a porta da casa dela, fecho com pressa e a guio até a cama de casal, eu abro a janela para deixar o ar fresco entrar, fico um tempo com ela, vejo Damon chegar.
– Caroline, o que aconteceu? Ela está bem? — Damon joga as coisas com pressa no chão e vai correndo para o lado dela.
– Agora está, ela teve uma queda de pressão – eu falo o confortando e ele respira aliviado.
– Obrigado – ele sorri fraco, e eu retribuo.
– Bom, eu vou para casa se cuida – eu beijo o rosto dele e volto para casa, eu saio e me sinto ser puxada com muita força pro beco, me assusto e quando vejo é Camille, o que diabos ela tava fazendo aqui?
– Surpresa doce Caroline – ela sorri maligna e aperta a mão pressionando a minha garganta, eu tusso sem parar.
– Como sabe onde eu moro? – eu falo tentando em sair, mas eu fui pega de surpresa, isso foi uma covardia.
– Não interessa – ela me joga no chão e me chuta, eu sinto o sangue escorrer pelo canto da boca – Se prepare para aprender a lição – ela começa a me estapear, na hora que ela ia me dar um soco alguém a puxa.
– VOCÊ FICOU LOUCA? – me surpreendo ao ver que é Rebekah – Ainda bem que eu te segui, você está ficando maluca.
– VOCÊ TÁ DO LADO DELA POR ACASO? – Camille está completamente louca.
– Ela é uma boa pessoa e uma das melhores amigas do meu noivo, agora se não quer que eu fale com o Klaus sobre isso dê o fora daqui – Rebekah a olha ameaçadora, ela sai assustada e com raiva morta.
– Você está bem? – Rebekah me pergunta vindo até a mim.
– Poderia estar pior – eu sorrio fraco e ela me ajuda a levantar.
– Olha eu sei que eu lhe tratei da pior maneira possível, mas o Stefan me ajudou a enxergar a verdade sobre você, ele me mudou pra uma pessoa melhor – Rebekah sorri.
– Ele é uma boa pessoa, eu fico feliz por vocês dois – eu sorrio.
– Me perdoa? – ela estende a mão e eu coloco a minha e nos cumprimentamos.
– Por que não? – eu sorrio e ela retribui.
– Bom, meu irmão acho que está pra vir aqui mais tarde, ele têm uma surpresa pra você, eu tenho que ir apressar as coisas a gente se vê futura cunhada – ela ri pra mim e sai, futura cunhada? O que estava para vir, eu volto para a minha casa e vou para o banheiro tratar as leves feridas antes que minha mãe visse, passo um remédio e ele dá uma disfarçada, vou para sala, pego um livro na estante, minha mãe estava no mercado daqui algumas duas horas ela chegaria, me entretenho com o livro e nem vejo os minutos passarem, escuto a porta bater, eu me levanto e vou abrir e vejo que é Klaus.
– O que faz aqui? – eu pergunto e ele entra.
– Esses dois dias que sumi estava resolvendo uma papelada com meu irmão – ele abre um sorriso.
– Que papelada?- eu pergunto confusa.
– Abre – ele me estende um envelope, eu abro e começo a ler, ai que eu saco tudo ele já havia conseguido o divórcio e o que eu mais estranhei que já tinha assinatura de Camille – Klaus, você falsificou a assinatura dela?
– Não, eu consegui um modo de fazê-la assinar, eu não a torturei nem nada eu prometo – ele ri – Mas digamos que tenho algo que a fez assinar sem escolha.
– Eu não to acreditando – eu acabo sorrindo.
– Então acredite – Klaus sorri e ele me abraça com força – Agora não tem nada que possa nos impedir, exceto por....
– Por? – eu pergunto confuso.
– Meu pai, ele não irá aceitar que eu troquei a Camille – Klaus suspira – E eu também pretendo abandonar o partido.
– O quê? Por que vai fazer isso? – eu pergunto.
– Minha mãe me apoia, porque ela nunca gostou da Camille – ele diz – Ela tem muito dinheiro da herança, ela com certeza iria me emprestar para mim e para Rebekah e Kol.
– Emprestar para que? – eu fico ainda mais confusa.
– Vamos fugir, para a América – ele diz.
– O quê? Você tem certeza? – eu falo.
– Com você eu faria tudo – ele sorri e me beija.
– Kol e Rebekah iriam com você? – eu pergunto.
– Eles são fiéis a mim a vida inteira, Elijah não mora aqui e Finn é distante de mim então eles estão seguros – Klaus sorri.
– Mas eu tenho a Elena, o Damon e a minha mãe eu não sei – eu fico mal, eu não iria embora sem eles.
– Damon também estava para querer sair e estava dando jeito – ele falou — Vai dar tudo certo nem que ele venham depois da gente.
– Você me promete? – eu falo.
– Prometo – ele sorri e me puxa para um beijo calmo, sua língua pede passagem e eu cedo, nós paramos quando o ar é necessário. – Sua mãe com certeza irá conosco e quanto a Damon e Elena, você conversa com eles, eu tenho quer ir terminar algo com Elijah a gente se vê.
– Okay – eu sorri e ele me dá um beijo na testa e ele se vai, ah meu Deus, será que eu teria coragem de fugir, para Brasil, Argentina, Estados Unidos? Bom, Dylan mora lá não seria uma má ideia porque eu sei que ele não vai voltar, um tempo depois minha mãe chega – Mãe tenho que falar com você – e assim iniciarei uma longa conversa.
“O amor é frágil. E nós nem sempre somos os seus melhores cuidadores. Acabamos de escapar de alguma maneira e fazemos o melhor que conseguimos. E esperamos que esta coisa frágil sobreviva contra todas as probabilidades. “
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