Nothing Left To Lose
15 Chapter Fourteen
Notas iniciais
“ Destino é para os perdedores. É só uma desculpa idiota para esperar que as coisas aconteçam ao invés de fazê-las acontecer. “
POV KLAUS
Eu não esperava que Caroline fosse aceitar essa loucura, fugir com ela e nossa família era melhor coisa a se fazer, meu pai assim que voltasse de Moscou iria me caçar até o inferno, eu agradeço pela minha mãe me apoiar e estar ao meu lado, eu acabara de passar na casa de Elijah e eles me prometeram a palavra de que não falaria nada, eu volto para casa e estão Kol e Rebekah conversando no sofá.
– Me diga que Camille não está aqui – eu falo.
– Ela sumiu tem horas, só Deus sabe aonde está lá – Kol dá de ombros.
– Melhor assim, eu tenho que falar com vocês – eu respiro fundo.
– O que aconteceu? – Rebekah pergunta confusa.
– Eu consegui o divórcio – falo por fim.
– Como você conseguiu que Camille assinasse? – Kol pergunta confuso.
– É uma longa história, mas enfim como vocês sabem nosso amável pai ao descobrir irá vir atrás de mim, então eu estou armando com Elijah e mamãe para nós fugirmos para América – Eu falo e eles me olham assustados.
– E quer que a gente vá com você? – Rebekah pergunta.
– Sim, e podem levar Lola e Stefan, Caroline aceitou com a promessa de que eu levaria a mãe dela com Damon e Elena, enfim se tudo der certo nós iremos daqui há duas semanas – eu sento na frente deles.
– Eu estou dentro – Kol fala.
– Eu não tenho escolha – Rebekah diz.
– Obrigado – eu sorrio e subo, vejo Maggie meio triste brincando com a sua boneca de pano e vou até ela – Filha você está bem?
– A mamãe não gosta mais de mim, ela disse que eu troquei ela e que eu não sou uma boa filha – ela começa a chorar, eu não acredito que Camille teve a coragem de fazer isso com a própria filha, eu sento ao lado dela.
– Você é a melhor filha que eu poderia ter – eu a abraço e ela sorri fraco, eu beijo a sua testinha.
– Você é o melhor pai do mundo, eu te amo – ela pula e me aperta com a sua pequena força, eu a aperto contra mim.
– Eu também te amo – eu beijo o topo da cabeça dela – Agora já está tarde, hora de por você para dormir – eu pego ela no colo me levantando.
– Fica comigo até eu pegar no sono?- ela faz uma carinha manhosa e eu assinto, ela sorri, eu a coloco na cama e faço carinho em seus fios sedosos, Camille estava praticamente louca, ela já tinha problemas de esquizofrenia e eu só piorava, ela não deveria nem estar mais tomando os remédios, eu temia o que ela poderia ser capaz de fazer, eu tinha que ir embora o quanto antes.
POV CAROLINE
Eu terminei de conversar com a minha mãe, confesso que a reação dela me impressionou, ela disse que nós não escolhemos por quem nos apaixonamos, é claro que eu não contei sobre o sexo e muito menos que apanhei de Camille, eu fazia questão de tranqüilizá-la, ela aceitou ir com a gente porque queria ficar perto do filho, eu fiquei com ela até ela ir dormir, agora que eu estava sem sono e sabia que tanto Damon quanto Elena dormiam tarde, eu tinha que passar para avisá-los. Eu atravesso a rua e bato lá.
– Caroline entra – Damon sorri e eu entro, abraço ele rápido e vou até Elena.
– Elena você está melhor? – eu pergunto preocupada.
– Estou sim – ela aperta a minha mão.
– Eu tenho que falar com vocês – eu falo séria.
– O que aconteceu? – Damon pergunta, eu começo a contar, eles já sabiam de mim e do Klaus porque eu confiava plenamente neles, conto do divórcio dele com Camille e que nós pretendemos fugir para a América e que como Damon queria sair do partido eu os chamo para eles irem comigo.
– Uau – Elena fica surpresa – Eu não sei isso depende de você – ela olha para Damon.
– Eu não vejo problema, mas será que com a Elena grávida não tem problema? – Damon me pergunta.
– Bom, enjoar na viagem com certeza ela vai, iremos demorar já que iremos em direção a Turquia e de lá vamos pegar uma embarcação para o Mar Vermelho, passaremos para Portugal, onde de lá pegaremos outra indo direto para os Estados Unidos. – eu explico.
– Vai ser uma viagem muito longa, mas eu não tenho mas familiares vivos só Jeremy e Damon não tem contato com o pai e os tios, só com Stefan que deve ir com Rebekah, bom eu não vejo problema – Elena sorri e se vira para Damon – E você?
– Pra onde você quiser eu vou – Damon beija o rosto dela e eu sorrio e abraço eles, nesse exato momento a porta abre e está Jeremy com os olhos inchados e chorando.
– Jeremy o que aconteceu? – Elena pergunta preocupada.
– Anna morreu – ele chora se jogando no sofá – Eles tentaram operá-la mas ela não resistiu – ele chora ainda mais e nós vamos consolar ele.
– Ela foi para um lugar melhor – Elena aperta ele com força e abraço ele, enquanto ele deixa as lágrimas transbordarem.
Duas semanas depois . . .
POV AUTORA
Um grande tempo havia se passado, cerca de quase um mês eles passaram viajando, passaram alguns apertos como tempestades e outras coisas, mas finalmente eles chegam em Nova Iorque, parecia que o dia que eles saíram era mais distante do que era.
“Caroline e sua mãe estavam na casa de Klaus há cinco dias, Caroline subira para arrumar as coisas e eles sairiam em breve, ainda era quatro e meia da manhã, mas quanto mais cedo eles saíssem mais rápido eles chegariam, Caroline ajudava Klaus coma bolsa. Camille estava desaparecida desde o dia que ela espancara Caroline, de repente Esther chega no quarto.
– Eu tenho uma notícia para dar – ela entra com uma cara meio em estado de choque.
– Qual? – Klaus pergunta confuso.
– Camille foi encontrada morta na estação de trem – ela fala.
– Ah meu Deus – Caroline se assusta — O que aconteceu?
– As câmera pegaram, nessa madrugada ela andou pelos trilhos completamente perturbada até chegar na estação, quando ela se vira um trem está passando e ela se joga por baixo dela, então foi um suicídio – Esther explica, o choque invadia pelo quarto, Klaus imaginava que ela era capaz de fazer uma loucura, mas não de se matar, mas tudo isso deveria ser pela falta dos remédios, ela ficara completamente fora de si.
– Meu Deus – Caroline põe a mão na boca em choque.
– Eu jamais imaginaria que ela atentaria contra a própria vida – Klaus fala em meio ao choque.
–Nem um de nós – Esther fala – Bom, o corpo dela foi enviado para a família, agora se apressem – Esther sai e Elijah entra com Katherine.
– Mikael saiu ontem de Moscou – Elijah sai.
– Ele já está par chegar em uma hora – Katherine responde.
– Vamos rápido – Klaus fecha as duas bolsas – Já estão todos lá em baixo?
– Sim – Katherine responde, eles descem e estão todos Maggie, Rebekah, Stefan, Kol, Lola, Elena, Damon, Liz e Jeremy que havia tomado a decisão, ele não queria mais ficar ali onde sua esposa falecera.
– Todos prontos? – Klaus pergunta e todos assentem e se levantam, Caroline pega Maggie no colo e ela estava dormindo em um sono profundo.
– Se cuidem – Esther abraça os três filhos com força e começa a chorar – O dinheiro está bem guardado?
– Sim – Klaus assente.
– Até mais irmão – Elijah os abraça e Katherine também se despedem, eles vão e se dividem em três carros e assim começam a sua longa jornada.”
– Finalmente – Klaus sussurra abraçando Caroline, eles vão até um apartamento grande e luxuoso que pertencia a família de Esther, já que ela veio de origem inglesa, mas seus pais eram norte-americanos e ela consequentemente nasceu lá, eles chegam no enorme apartamento com uns seis quartos, assim todos poderiam ter sua própria privacidade, eles terminam de colocar as coisas, Klaus esperava na cama após o banho, Caroline saíra logo do seu e sentava ao lado dele.
– Eu estou exausta – ela diz.
– Nós conseguimos é isso que importa – Klaus a abraça — Eu lhe prometi e assim eu a termino de cumprir.
– Obrigada – ela sorri.
– Não fala nada – ele a puxa pela cintura e a beija com ternura, a língua dele se encontra com a dela, elas se entrelaçavam juntas, o beijo era cheio de ternura, Klaus posiciona Caroline na cama.
– Quer fazer isso mesmo novamente? – ele pergunta.
– Eu preciso de você – ela puxa ele para si e se beijam novamente, o beijo se torna mais quente, as mãos de Klaus arrancam a toalha dela e ele fica por cima.
– Então atenderei seu pedido – ele sorri de lado, vai em direção ao pescoço dela, o beija com intensidade, dando lambidas e chupadas na região, a mão dele passa pelo corpo dela apertando cada parte de seu corpo, um gemido inevitável sai dos lábios de Caroline.
– Vai logo – Caroline já diz impaciente, Klaus a torturava de propósito, as mão dele descem para a intimidade dele dando uma leve apertada, Klaus abre as pernas dela mais e fica no meio delas, seu membro rijo começa a penetrá-la, ela geme enquanto ele fazia as investidas, elas eram cada vez mais forte, ambos gemiam juntos, os gemidos doces de Caroline faziam Klaus se excitar ainda mais. Os movimentos fortes se terminam quando ambos atingem juntos ao orgasmo, Klaus cai ao lado dela. – Eu te amo – ela se vira sussurrando exausta.
– Eu te amo – ele sorri e a beija, assim ambos dispostos a repetir o processo.
Rebekah pega Margaret que caiu exausta dormindo nos seus braços e leva para o quartinho que tinha a menor cama, Rebekah beija a testa dela, Stefan chega por trás e a abraça.
– Eu sempre quis conhecer Nova Iorque – Rebekah sorri.
– Eu também – Stefan beija o ombro dela – Agora nós vamos viver aqui, se casar aqui e construir a nossa vida, nós poderíamos estar em qualquer lugar, mas só quero estar com você.
– Stefan, obrigada por tudo, eu te amo – ela sorri.
– Eu também – ele sorri e a beija calmamente.
Elena está na sala após tomar um quente banho, ela se joga no sofá e relaxa, ela pega um livro para ler e Damon estava arrumando as coisas, Elena de repente senta algo se mexer dentro dela, ela percebe que o bebê que já devia estar com seus cinco meses dava seu primeiro chute.
– DAMON, DAMON – Elena começa a chamá-lo e ele corre vindo desesperado.
– O que houve? – ele fica preocupado.
– O bebê mexeu – ela sorri.
– Ah meu Deus – Damon senta ao lado dela, ele começa a fazer carinho na barriga dela, eles sentem juntos os primeiros chutezinhos, Elena fica com lágrimas no olhos e Damon a beija – Ela vai nascer tão linda quanto você?
– Por que tanta certeza que é menina? – Elena pergunta.
– Eu não sei, mas algo me diz – Damon ri.
– Eu também acho – ela sorri e se aconchega no ombro dele. De repente a porta é batida e Liz vai atender, ela abre e está Dylan, seu filho.
– Mãe – ele a abraça com força .
– Meu filho – ela sorri e o aperta.
– DYLAN? – Caroline chega na sala, já trocada e corre pulando no colo de seu irmão.
– Care – ele beija o topo da cabeça dela.
– Entra – Caroline sorri e assim todos eles se reúnem, menos Jeremy que havia saído para beber, Jeremy ainda não tinha superado a dor da perda de sua esposa, ele andava sem destino pela quinta avenida e não vê que esbarra em alguém, ela se vira para ajudá-la e está uma mulher, de estatura mediana, cabelos castanhos.
– Me desculpa – ele fala para ela a ajudando a pegar as coisas que caíram.
– Não tem problema – ela fala sem graça.
– Eu estava completamente distraído.
– Sem problemas – ela sorri fraco.
– Sou Jeremy Gilbert – ele estende a mão.
– Sophie Blanc – ela aperta a mão dele.
9 meses depois . . .
Nove longos meses haviam se passado depois de tantas coisas, a guerra estava em um estado bastante grave, era Março de 1944, muita coisa havia acontecido, a bebê de Elena e Damon havia nascido, era uma menina chamada Ashley, Klaus e Caroline estavam cada vez mais se amando, Lola havia conseguido fazer Kol mudar completamente, ele estava bom e parecia ser outra pessoa, Jeremy havia achado a sua felicidade, ele havia entrado num relacionamento com Sophie Blanc, há uns cinco meses atrás, a dor estava quase curada, e hoje bom, hoje era o casamento de Rebekah Mikaelson e Stefan Salvatore.
– Eu acharia que estaria nervosa, mas estou extremamente calma – Rebekah fala para Klaus, ela entraria com ele, eles arranjaram uma pequena cerimônia num jardim, com não muitos convidado, apenas pessoas próximas.
– Você está linda irmã – Klaus sorri.
– Obrigada por tudo e por acreditar em mim.
– Era apenas uma obrigação – Klaus sorri fraco – Agora vamos – ele a puxa, e assim eles caminham, Rebekah entra com os braços dados a Klaus, ela vê todos ali e caminha com seu maravilhoso vestido branco, Klaus a entrega para Stefan e se senta ao lado de Caroline.
– Você está perfeita – Stefan diz com um pouco de lágrimas nos olhos.
– Você que está – ela sorri e eles se viram, as benção são feitas e a cerimônia é realizada, eles fazem suas juras de amor e após o sim, Stefan a puxa levemente e eles se beijam, eles não poderiam estar mais felizes, assim todos são guiados para o outro lado onde a pequena festa seria realizada. Klaus puxa Caroline para o lago e a abraça pela cintura.
– Em breve seremos nós, mas por enquanto eu quero aproveitar cada momento com você – ele beija o rosto dela.
– Eu também – Caroline sorri e se vira para ele – Obrigada por tudo Klaus, se não fosse você entrando na minha vida só Deus sabe o que seria de mim.
– O destino nos prega peças, mas somos nós mesmo que o escrevemos – ele acaricia meu rosto.
– Eu te amo – ela diz.
– Eu te amo – ele lhe dá um rápido selinho, assim eles vêem Kol reunindo todos, os dois vão até lá, Maggie pula no colo de Klaus que a pega.
– Bom, eu queria fazer um pedido, eu sei que é meio irônico afinal já estamos num casamento – ele ri — Mas eu acho um momento perfeito para realizar esse pedido – seus olhos se encontram com os de Lola – Eu quero agradecer essa doce pessoa por ter me tornado alguém com algum propósito na vida, sem ela eu não sei o que eu faria, ela é o amor da minha vida, eu jamais imaginaria que isso aconteceria justo comigo, mas aconteceu e agora estou aqui, Lola Foster quer ser a minha esposa? – ele ajoelha até ela com uma caixinha, onde tinha um anel de diamantes.
– Sim eu aceito – ela chora emocionada e o beija – Eu te amo Kol – ele sorri e a abraça com força após colocar o anel delicadamente em seu dedo, todos os aplaudem. E assim eles olham alguém chegar e vêem que é Esther acompanhada de Elijah, Katherine e os netos.
– Mamãe? – Klaus pergunta surpreso – E o papai?
– Ele foi assassinado – Esther fala completamente mal – Isso já tem quatro meses, mas eu não tive como mandar notícias e nós resolvemos vir para cá sabendo do casamento. – ela sorri fraco e abraça o filho.
– Mãe – Rebekah corre e abraça a mãe e o irmão.
– Eu estou orgulhosa de você – Esther sorri e acaricia o rosto dela. Assim Stefan pega uma taça de champanhe e a levanta.
– Eu queria fazer um brinde – ele fala – Eu quero agradecer por todas as pessoas que entraram na minha vida por estar aqui presenciando esse momento maravilhoso, mas quero agradecer principalmente a Rebekah, não teria pessoa melhor para mim em todos os meus vinte e seis anos de vida. – Stefan brinda com todos e Rebekah vai até ele.
– E nem para mim nesses meus vinte e quatro anos – ela sorri e o beija ele, assim todos estão ali reunidos presenciando um momento feliz, se deslocando de tudo principalmente da guerra que parecia estar em sua reta cada vez pior, afinal naqueles tempos de guerra, o que importava era saber que o amor ainda existia e estava presente.
"É o crepúsculo de novo. Outro final. Não importa o quanto os dias sejam perfeitos, eles têm que acabar."
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