Notas iniciais
Amores, aqui está meu primeiro capítulo de Nothing Left to Lose do ano, dia 1 fez dois anos da minha conta aqui, passou tão rápido e eu já acessava antes de ter a conta kkk, bom eu espero que gostem e amanhã irei postar Love is Written With Blood e mais um cap de Nothing Left to Lose que postarei direto até dia 8 de Janeiro, nesse mês também terá o encerramento de Heart of Stone previsto para o dia 21 de Janeiro e dia 10 talvez postarei uma nova fic, então é só nos vemos lá em baixo.

Outro modo pelo qual a verdade se revela, é quando você nem mesmo pretendia... ou quando, sem nenhuma palavra, ela continua alta e clara. Mas a pior coisa que a verdade pode fazer, é quando você finalmente a revela, ela não te liberta, mas fecha você para sempre. “

POV KLAUS

3 meses depois...

Depois de três longos meses as coisas estavam um pouco mais calmas, já estávamos em abril de 1943, muita coisa havia acontecido, os países do Eixo começaram a se retirar da Tunísia e União Soviética rompeu suas relações diplomáticas com a Polônia. A batalha de Stalingrado que atormentava nossa cidade havia acabado de vez, a cidade estava em ruínas, a Alemanha saiu derrotada e suas tropas estavam se enfraquecendo, isso já era de se esperar, a cidade estava em ruínas. Aqui em casa as coisas continuavam na mesma, Camille ainda estava fora cuidando de seu pai, Kol havia formalizado o namoro com uma garota chamada Lola Foster, ela era boa e inocente demais, as vezes eu tinha medo de que Kol possa se aproveitar dela, mas ela o faz ser uma pessoa melhor, Rebekah viva saindo já estava começando a suspeitar. Me levanto e me visto, desco para tomar o café, hoje teria almoço na casa de Damon já que Elena sua esposa estava pela primeira vez grávida.

– Bom dia – respondo quando todos já se encontram reunidos.

– Papai – Maggie me dá um abraço, eu vejo que ela está com uma carinha de sono.

– Bom dia Nik – Kol e Rebekah me cumprimentam ao mesmo tempo.

– Maggie – eu me viro olhando para ela – eu e o tio Kol vamos num almoço e a sua tia Caroline estará lá – vejo Rebekah revirar os olhos.

– Como sempre – ela fala – Você está dando muito valor para uma empregadinha – eu simplesmente detestava quando Rebekah dava seu jeito de humilhar Caroline, eu não tinha ideia que a minha irmã poderia ser alguém mesquinha.

– Acontece que ela está sempre a disposição para a Maggie e ela gosta muito da Caroline – eu falo tentando não alterar a voz, Kol apenas nos ignora e toma seu café normalmente.

– E eu acredito nessa desculpa esfarrapada, eu só espero que você não tenha se apaixonado por ela, acho que a Camille adoraria botá-la no olho da rua – Rebekah fala com um tom alterado, eu sempre vivia entre brigas com a minha irmã caçula.

– Eu não estou – o que eu ainda não tinha certeza, já que Caroline mexia comigo de uma forma estranha.

– Eu to com soninho papai – Maggie assustada com nossa briga se vira para mim – Eu quero brincar e não quero sair – vejo que ela realmente estava com os olhinhos quase se fechando, essa noite ela estava tendo aqueles pesadelos infantis e eu a levei para dormir comigo e ela custou a pegar no sono.

– Está bem amor – eu beijo a sua testinha. – Vou colocar você no seu quarto e qualquer coisa você chama a sua tia – ela assente e abre os bracinhos para eu pegá-la no colo, apesar dos milhares de defeitos de Rebekah, ela amava muito a sua sobrinha e seu maior sonho era ser mãe um dia, ela tratava a minha sobrinha como uma princesa e era umas das pessoas mais confiáveis para ela tomar conta.

– Bom, eu vou indo na frente e ficar um pouco com a Lola – Kol diz se levantando – A gente se vê lá Nik – eu assinto e vejo sair porta à fora, eu pego Maggie e a levo lá para cima e fico lhe fazendo companhia até dar a hora de sair, desço e me despeço de Rebekah, pego meu carro e dirijo até a casa de Damon, por coincidência era em frente a de Caroline, toco a campainha e logo sou recebido por Damon.

– Klaus entre – ele me dá um abraço amigável e eu entro e Elena sorri docemente.

– Parabéns pelo bebê- eu sorrio e Elena passa a mão de leve na barriga e me indica para entrar, ele me apresenta a seu irmão Stefan, e ela a seu irmão Jeremy que estava com uma aparência para baixo. Eles me apresentam a outras pessoas e eu fico ali me socializando quando vejo Caroline entrar e cumprimentar Elena e Damon e eles ficam um tempo conversando até que ela vai cumprimentar as pessoas presentes e vem até a mim.

– Caroline – eu sorrio e a abraço, ela retrubui.

– Oi – ela me dá o seu sorriso encantador e vai cumprimentar os outros, confesso que não conseguia para de olhar, ela era tão cheia de vida, apesar de ter enfrentado tantas perdas para uma pessoa só, ela merecia ser feliz acima de tudo, ela era uma pessoa muito boa.

– Então como você está? – quando ela termina de cumprimentar todos eu vou até ela.

– Eu vou bem – ela sorri – E você?

– Também, Camille disse que terá que estender sua estadia então menos trabalho pra você – eu rio sem humor para apenas puxar assunto.

– Pois é – ela ri sem graça – Bom, achei que estaria com Margaret hoje.

– Ela não quis vir – eu falo rindo – Mesmo quando eu mencionei você, ela estava de mal humor hoje.

– Crianças – ela ri e vai até a mesa pegar uma bebida e tropeça na cadeira, eu a seguro com meus braços firmes, seu rosto se vira e nossos olhos se encontram, nós vamos nos aproximando até que a campainha toca, Damon vai atender e está Kol com sua namorada Lola;

– Kol – Damon dá um rápido abraço nele.

– Bom – Kol abre um sorriso e envolve Lola pela a cintura e beija o rosto dela – Quer apresentar a minha namorada, Lola Foster – ela fica sorrindo boba ela estava feliz com meu irmão – Caroline? – Lola olha para Carolnei – O que faz aqui? — Elas se conheciam?

– Bom, é o almoço de Elena – Caroline responde.

– Elena, meu Deus – Lola a abraça – Kol me chamou mas eu não fazia ideia – ela ri.

– Sinta-se em casa – Elena sorri, as três se conheciam e eu fiquei ainda mais confuso, nós no reunimos na mesa grande e Elena serve o almoço que estava delicioso, Damon fez um discurso que fez Elena cair em lágrimas, o almoço acaba normalmente eu fico conversando com Kol na mesa sobre assuntos cotidianos, vejo Caroline ir consolar o irmão de Elena por algum motivo que deveria estar acontecendo e logo depois conversa com o irmão de Damon. A tarde vai se passando eu e Kol nos despedimos e vamos embora, Kol vai com seu carro para outro canto com Lola e eu vou para casa, Rebekah saíra assim que eu cheguei, ela disse que ia encontrar alguém e estaria de volta em meia hora, eu subo para tomar um banho relaxante, termino, me visto e vou até o quarto de Maggie e ela já está dormindo, beijo sua testinha e vejo que já são nove e meia da noite, escuto Kol chegar e ir direto para seu quarto, vou para a biblioteca ler um livro por um tempo, até que vou pegar algo na cozinha, enquanto desço as escadas escuto vozes, eu paro e vejo Rebekah se despedindo de alguém com um beijo, quando eles se separam eu vejo que era ninguém menos que Stefan, o irmão de Damon, eu espero um tempo para descer e Rebekah está na sala tirando o salto.

– Oi Nik – ela sorri – Achei que já ia dormir – ela diz.

– Vou dormir cedo porque amanhã tenho trabalho mais cedo amanhã, vim só pegar algo na cozinha –eu falo.

– Okay, eu já vou tomar meu banho e ir direto para a cama – ela beija meu rosto. – Boa noite, Nik.

– Boa noite – eu sorrio e pego uma maçã para comer, termino de comê-la e subo para escovar os dentes e assim me jogo na cama e logo me pego no sono.

( . . . )

Acordo com o telefone tocando, me levanto e desço para atender, já que Kol e Rebekah com certeza não iriam atender, pego ele e atendo.

– Alô?

– Klaus – escuto a voz de Camille.

– Oi Cami, como vai as coisas? – pergunto.

– Melhores do que nunca, meu pai apresentou cem por cento de melhoras graças a Deus e eu já comprei a passagem e estarei voltando semana que vem – ela diz animadamente, eu não sei porque não consegui ficar feliz com a notícia, afinal ela era a minha esposa.

– Que bom, já estou com saudades – falo.

– Eu também, agora vou desligar em breve estarei ai – ela se despede e desliga, eu percebo que irei me atrasar, subo para fazer a higiene matinal, nem tenho tempo de tomar o café, pego meu carro e dirijo até o partido, hoje Kol não iria por ser sua folga, eu chego e já estão todos lá, vou para meu escritório e vejo uma carta em cima da mesa, eu abro para ler e era apenas uma carta curta de meu pai dizendo que iria visitar a família daqui há uma semana, eu sinceramente não estava com vontade de aturar as arrogâncias de Mikael, guardei a carta na gaveta e fui fazer meus afazeres necessários. Alguns soldados eram convocados para lutar em lugares mais afastados de Stalingrado, eu não estava com a mínima vontade de me inscrever para isso, nem Kol e Damon, eu pouco me importava sobre a opinião do meu pai e de suas histórias sobre as suas lutas na Primeira Guerra e logo depois na Revolução Russa.

( . . .)

A noite chegara finalmente, eu já estava de saco cheio de ter que ficar lá o dia inteiro e chamando a atenção de soldados imprestáveis que só estavam ali para jogar cartas e ir ao puteiro mais tarde, eu pego minhas coisas e vou até meu carro dirijindo de volta para casa, Kol deveria estar na casa de Lola, Rebekah sairia com Stefan, óbvio que ela não iria me dizer o nome dele, mas ela iria sair com ele ou Bonnie sua amiga, ou já deveria ter voltado e se escondido num dos quartos, Caroline estava cuidando da minha filha, Rebekah não gostava disso, mas ela não manda na porra da casa, então não importa, eu chego e abro a porta e está Caroline no sofá.

– Caroline – eu sorrio para ela.

– Bom, já estou de saída, terminei tudinho e Margaret já foi dormir – ela retribui o sorriso para mim – A gente se vê amanhã – ela vai saindo mais eu a puxo.

– Eu tenho que falar algo – eu a olho em seu olhos azuis maravilhosos.

– O quê? – ela pergunta confusa.

– Eu sei que isso é errado e eu devo estar cometendo adultério, mas isso não me afeta porque tudo que eu sinto é maior do que tudo, Caroline eu estou completamente apaixonado por você – eu finalmente admito e só vejo ela empalidecer completamente confusa.

Às vezes é difícil ver os limites que criamos. Até atravessá-los. É aí que confiamos em quem amamos para nos impulsionar. E nos dar algo para confiar. Então há os limites claramente demarcados, os que se ousar ultrapassar, talvez nunca ache o caminho de volta. “

Notas finais
Então é so amores, já estamos na reta final faltando apenas cinco capítulos + o epílogo, tudo ficará maior e mais intrigante. XOXO