Notas iniciais
bom amores aqui estou eu psotando mais um capítulo, eu espero que gostem, nos vemos lá em baixo.... OBS: Obg Julie Volturi por recomendar amor

POV Caroline

“ Alguns dizem que o amor é um rio ,alguns dizem que o amor é uma musica boba , alguns dizem que o amor está ao nosso redor , nos eleva para onde pertencemos , alguns dizem que o amor é ouvir risadas durante a chuva , mas .. todos nós sabemos que o amor é um sofrimento. “

– Eu sei que isso é errado e eu devo estar cometendo adultério, mas isso não me afeta porque tudo que eu sinto é maior do que tudo, Caroline eu estou completamente apaixonado por você – nesse momento eu sinto o mundo girar, o que ele estava dizendo? Ele não poderia ser apaixonado por mim, ele era casado, tinha uma filha, isso não poderia estar acontecendo. – Caroline você me ouviu?

– Klaus – eu sussurro — Você não pode sentir isso , você é casado e já tem família construída me deixa seguir a minha vida normalmente e tente tirar esse sentimento errado de você.

– Você sente o mesmo? – ele me olha profundamente, eu não sabia o que responder, se eu dissesse que não estaria mentindo para mim mesma e se dissesse sim eu poderia destruir um casamento, eu não quero isso, eu estou perdida.

– Eu... – eu travo e vou sair deixando ele, mas ele me puxa com força e eu me viro, nossos olhares se encontram e nossos rostos ficam bem próximos, a sua respiração ofegante inala sobre mim, eu não tinha mais reação, até que seus lábios me atacam, nosso beijo começa delicado até nossa tensão aumentar, nossas línguas se entrelaçam numa perfeita sintonia, eu sinto que ia aumentar e me afasto. – Tenho quer ir. – eu saio completamente envergonhada, eu não sei o que deu na minha cabeça, pego o caminho mais rápido em direção a minha casa, chego e me desabo em lágrimas eu ando e acabo esbarrando em ninguém menos que Elena, droga.

– Caroline, o que houve? – Elena me pergunta assusta.

– Nada – eu tendo esconder as lagrimas.

– Para com isso e me fale – ela me puxa e nós sentamos nas escadas baixas em frente a casa dela.

– Tá – eu respiro fundo soluçando para ela e começo a contar tudo, falo desde a primeira vez que a gente se viu, quando ele me salvou, o beijo que ele me dera, cada momento que eu passara na casa dele até citar que ele estava apaixonado por mim, Elena se assustara.

– Caroline, eu não sei bem o que falar – Elena olha para o nada – Mas você não se culpe por favor, ele sente algo forte por você, isso acabou sendo inevitável afinal não escolhemos por que nos apaixonamos o destino nos cruza com a pessoa certa.

– Você está dizendo que ele é a pessoa certa para mim? – eu pergunto confusa.

– Não tem como saber mas siga o seu coração Caroline, mas antes siga seu cérebro para certificar de que é o certo – Elena pega a minha mão.

– Obrigada mesmo, Lena – eu sorrio e abraço com força, não seria nada sem ela ali ao meu lado.

– Agora vai para casa e durma – ela beija a minha testa, dou mais um abraço nela e saio, entro em casa e minha mãe já fora dormir, eu tomo um banho, visto o pijama e me jogo na cama refletindo tudo o que acontecera, até finalmente dormir num sono pesado.

( . . . )

Eu acordo na manha e me levanto, tomo meu banho e termino de fazer a higiene matinal, me visto e vou até a cozinha, vejo um bilhete da minha mãe dizendo que foi ao centro fazer compras, eu tomo o café e vou andando devagar, sabendo que iria encarar a casa de Klaus, e o pior hoje seria seu dia de folga, eu finalmente chego na casa dele, abro a porta e entro, escuta umas vozes descendo a escada, uma delas era muito familiar ao ver ele descendo logo fico surpresa, o que Stefan estava fazendo aqui?

– Caroline? – ele me pergunta surpreso.

– Stefan o que faz aqui? – vejo Rebekah descendo atrás dele.

– Eu estou namorando a Rebekah – O que? Como assim? Sério isso?

– Ah – eu rio sem graça e Rebekah franze a testa.

– Vocês se conhecem? – ela pergunta.

– Caroline é minha amiga de infância, nós somos bem próximo – Stefan sorri e vejo que Rebekah não se alegrara muito com isso, ainda bem que ela não sabe que Stefan já fora apaixonado por mim.

– Coincidência – ela ri sem graça – Bom vamos – ela puxa Stefan pela mão – Avisa meu irmão que não voltarei para a casa hoje – ela diz.

– Okay – eu assinto e ela sai com Stefan fechando a porta, vou pegar as coisas e vejo Kol descendo as escadas.

– Bom dia Caroline – ele sorri.

– Bom dia Kol – eu retribuo o sorriso.

– Bom, eu irei para a casa de Lola e voltarei só amanhã – Kol diz ajeitando a camisa.

– Okay, irei avisar ao Klaus – eu sorrio fraco.

– Em falar nele – Kol se vira antes de sair — Fica sabendo que eu sei que ele gosta de você – meu rosto fica pálido rapidamente, meu Deus – E pra falar a verdade eu prefiro mil vezes você que a chata da mulher dele, afinal eles nem se amam de verdade, não passa de mais um casamento arranjado desde a infância devido a negócios, eles nunca chegaram a se apaixonar – Kol me da uma piscada – Torço por você, até mais – Kol sai batendo a porta e eu fico sem o que agir, então Klaus e Camille era tudo arranjado? Eu estava ainda mais confusa, me viro e vejo Maggie correr na minha direção e pular no meu colo.

– Tia Carol – ela sorri e beija meu rosto.

– Oii amorzinho – eu sorrio.

– Papai vai descer já já – ela diz.

– Então é melhor eu ir logo preparar o almoço – eu sorrio e ela vai para o quarto dos brinquedos, vou para a cozinha, separo os ingredientes e começo a cozinhar, até que fica pronto, sirvo a mesa e Klaus almoça com Maggie na mesa, ele me convida para almoçar com ele mas eu digo que não é necessário e como sozinha na cozinha, eles terminam e eu lavo a louça.

O dia se passa demoradamente, Klaus ficava a maior parte do tempo no escritório, nós só trocamos algumas palavras, eu terminava de ajeitar o sofá, há alguns minutos começara a chover, eu iria esperar a chuva passar mas ela só parecia apertar ainda mais, eu vou tentar ir na chuva mesmo se não, não chegaria em casa até que sinto alguém me puxar.

– Você não vai nessa chuva – vejo que Klaus me puxara.

– Vou sim não tem problema – eu abro a porta e vejo tudo alagado e sem poder se locomover.

– Anda – ele me puxa – Você vai dormi aqui – Klaus diz com a voz firme.

– Não precisa, não quero incomodar – falo nervosa.

– Por favor tia Carol, aí você conta historinhas para mim – Maggie me abraça pelas pernas e faz uma carinha tão fofinha que é impossível de negar.

– Okay – eu acabo falando por fim, não tinha outra escolha, eu fui para a cozinha preparar o jantar, preparei uma sopa leve e assim que ficou pronta eu jantei com os dois na mesa, nós permanecíamos em silêncio, Maggie me olhava e brincava comigo, eu não imaginaria que ela ia se apegar tanto a mim, eu também já me apegara a ela, levei as louças para a cozinha e as lavei, terminei tudo e Maggie está na porta.

– Oi amorzinho – eu abaixo.

– Conta historinha até eu dormir? – ela já estava com um pijama e um ursinho na sua mão.

– Claro – eu sorrio e a pego no colo, subo as escadas e a levo até seu quarto, ponho-a na cama e a cubro, eu sento do lado dela e começo a contar histórias de princesas, ela fica completamente maravilhada com a história, faltando pouco para o fim a vejo num sono profundo, pego a coberta e a cubro, beijo a sua testinha, apago o abajur e saio do quarto fechando a porta. Vejo Klaus saindo do quarto dele com um pijama na mão.

– Tome, para você dormir peguei um dos pijamas de Camille – ele estende para mim e eu pego, eu entro no banheiro, troco de roupa, lavo o meu rosto e saio, vejo Klaus me observando para fora do quarto, eu não sei o que ele fazia comigo, mas ele me fazia sentir algo que eu não entendia.

– Boa noite – eu vou indo em direção ao quarto de hospedes, mas ele me puxa pelo braço, nosso olhares se encontram – Klaus – eu sussurro.

– Não fala nada – ele me olha profundamente e sela nossos lábios com um beijo profundo, eu sinto a língua dele invadindo a minha boca, elas se entrelaçam na mesma sintonia, eu tento sair mais o meu instinto faz eu retribuir, a cintura dele aperta a minha com força, eu envolvo meu braços envolta do pescoço dele, a tensão do beijo aumenta cada vez mais, Klaus me guia até o seu quarto e distribui beijos pelo meu pescoço, eu já nem raciocinava mais. Ele me deita na cama e se posiciona por cima, sinto ele tirar o meu pijama devagar, eu fico confusa.

– O que está fazendo? – eu pergunto.

– Apenas sinta – ele beija meu pescoço enquanto minhas mãos por impulso puxaram sua camiseta e eu estava de olhos fechados querendo apenas sentir o prazer que meu corpo já estava sentindo, ele desabotoou meu sutiã jogando em qualquer lugar e massageou meu seios, vejo ele tirar o resto da sua roupa e ficar nu na minha frente, eu já nem tinha mais noção de nada, ele tira minha calcinha e começa a beijar cada extremidade do meu corpo, ele desce os beijos do pescoço até chegar na minha intimidade, ele beija o local e sinto a sua língua tocar o meu clitóris, ele começa aumentar os movimentos com a língua, eu sinto um prazer enlouquecedor vindo sobre mim, ele apertou um dos meus seios e um gemido inevitável escapou de meus lábios, sinto um prazer chegar, o orgasmo chega por fim até que ele volta passando as mãos e apertando com força o meu corpo.

– Klaus... – eu gemo o seu nome e ele abre um sorriso de lado, eu vejo que o seu membro está completamente rijo, ele começa a me penetrar, eu sinto uma leve dor mas acaba sendo tomada pelo prazer, eu gemo alto e minhas mãos agarram suas costas, ele aumentou e sua boca foi para meu pescoço, abri as pernas e ele aumentou sua velocidade, unhava suas costas com prazer até que sinto o orgasmo de ambos chegam juntos.

O que eu estou fazendo é me esconder da verdade. E a verdade é que eu estou com medo, medo de me deixar ser feliz por um momento, ai o mundo inteiro desabar e... E eu não sei se vou conseguir superar.”

Notas finais
Então é só obg novamente e n esqueçam os reviews XOXO