Nothing Left To Lose
7 Chapter Six
Notas iniciais
POV Klaus
“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”
Acordo com a claridade sob o meu rosto, estava completamente cansado com o desgastante dia que havia tido, há tanto tempo que não sabia que era um descanso e paz, desde que a guerra havia começado, a qualquer momento eu poderia ser acionado para servir ao partido, não tinha muito tempo para dar atenção à minha família, meu pai que estava completamente orgulhoso da guerra e principalmente por eu e agora atualmente Kol, estarmos envolvidos nisso. Tomo coragem para levantar, vejo que o lado da minha cama está vazio, Camille provavelmente já estava pedindo para uma das velhas empregadas fazer a comida. Nós estávamos precisando de mais uma empregada, afinal uma já estava velha enquanto a outra não consegui limpar toda a casa sozinha, enquanto a outra só cozinhava. Lavei meu rosto, fiz minha higiene matinal e coloquei o uniforme do partido, olhei no relógio e eram cinco e quarenta e sete da manhã, desci as escadas e já estava a família toda ali menos Rebekah que do jeito que era preguiçosa devia estar dormindo.
– Bom dia – eu cumprimento todos que estavam ali e dou um rápido selinho em Camille.
– Bom dia – eles respondem.
– Então Kol, ansioso para começar o seu primeiro dia? – eu pergunto.
– Sim – Kol responde – Vou só entrar as seis e meia hoje.
– Bom, eu vou ter que ir logo porque vou buscar algo na cidade para levar. – eu como mais um pedaço de pão e bebo o resto do suco, levanto-me e vou até a salinha onde Margaret brincava com seu ursinho de pelúcia.
– Papai – ela sorri e vem correndo na minha direção, pego ela no colo e beijo seu rostinho. – Vai poder brincar comigo hoje? – seus olhos brilham esperançosos.
– Papai vai ter que trabalhar – eu respondo e no mesmo instante os brilhos de seus olhos somem, aquilo me cortava o coração, nesse momento eu queria estar em um tempo alternativo, onde não havia guerra nem nada, eu não arranjava tempo para dar atenção a ninguém. –Mas se eu chegar mais cedo, eu prometo que brinco um pouco com você. – sorrio para ela na esperança de animá-la.
– Ok – ela beija meu rosto sorrindo, eu coloco ela no chão, dou um beijo na sua testinha e volto para sala.
– Espero que volte mais cedo – Camille me abraça.
– Vou tentar – eu sorrio pra ela e dou-lhe outro selinho – Lhe vejo lá Kol. – ele assente e eu pego o carro e dirigo a caminho do centro para buscar algumas coisas na fábrica que teria que levar para o partido. Estaciono o carro e ando por ali, acho a fábrica e sou atendido pela mesma moça morena da outra vez, Elena Gilbert.
– Senhor Mikaelson – ela sorri – Vou trazer o que pedira. – eu assinto e ela volta para dentro, em menos de cinco minutos ela volta com as coisas encomendadas. – Só assinar aqui – ela pega um papel e uma caneta, assino rapidamente.
– Obrigado Srta.Gilbert – agradeço ela.
– Não foi nada – ela sorri, eu desço as escadas dali, volto para rua indo em direção ao meu carro até que uma moça esbarra em mim, eu me viro para ajudá-la e ela se revele ser ninguém menos que Caroline Forbes.
– Desc... – ela vai se desculpar mas para ao ver que sou eu.
– Caroline? O que faz andando por aqui? – perguntei achando que essa hora ela deveria estar trabalhando na fábrica.
– Procurando emprego – ela dá de ombros, eu estranho achando que ela já trabalhava. — Está impossível, todos os empregos já estão ocupados e alguns tem até a mais. – ela fala.
– Bom, talvez não seja tão impossível assim. — eu abro um sorriso fraco, isso acho que a deixara um pouco confusa.
– Como assim? — ela pergunta sem entender.
– Na minha casa, eu e minha esposa estamos precisando de uma nova empregada, — eu explica para ela. — Se você quiser, posso lhe contratar. – ofereci para ela já que nós realmente estávamos precisando.
– Sim, aceito. – ela responde e eu abro um sorri em forma de agradecimento;
– Então pode começar amanhã às 6 horas. – eu lhe passo o endereço e ela anota num bloquinho de papel.
– Obrigada Klaus! – ela me agradece.
– Foi um prazer em te ajudar. – eu digo. — Bom, tenho que voltar para o partido agora, a gente se vê. – nos despedimos, cada um vai para um lado e eu pego meu carro e dirijo até o partido.
Chego ao partido, sento na minha mesa no escritório para preencher uns relatórios, caso hoje ocorresse uma emergência, eu não iria ser acionado, pois hoje era um quinta feira meu dia digamos que “livre”, hoje apenas ficaria naquela sala escrevendo relatórios e cumprindo minha carga horária, vejo minha porta sendo aberta e Kol está ali.
– Oi – Kol fecha a porta e senta na cadeira a frente.
– Fale – eu guardo um papel e olho para Kol.
– Vim só ficar aqui enquanto não me acionam para nada – Kol diz e eu concordo, ficamos ali um tempão conversando sobre assuntos diários, até que ele é acionado para fazer algo que não ouvira ali mesmo, estava preenchendo mais alguns quando de repente niguém menos que Caroline invadira meus pensamentos, desde que a conheci não tirei mais ela da memória, eu sentia tanta vontade de protegê-la , ela lutava muito para conseguir pouco enquanto eu já usufruo do melhor que posso por vir de família rica. Espero terminar meu turno e vou até Kol que está jogando baralho com alguns soldados.
– Você vem? – pergunto para ele.
– Depois, vou chegar tarde vou sair para beber – Kol ri.
– Está bem – rio – Boa noite.
– Boa noite – a gente se despede e eu volto para casa, Rebekah está dormindo no sofá vou até ela para levar ela para cama – Bex – sussurro em seu ouvido – Vamos pra cama.
– Klaus? Já chegou? – ela acorda sonolenta.
– Já – eu rio – Vamos. – ela levanta e eu a levo até a cama, beijo a sua testa – Boa noite irmãzinha.
– Boa noite Nik – ela sorri.
Eu fecho a porta do seu quarto e volto para o meu, onde vejo que Camille está penteando os cabelos virada de costas para a porta, ao entra fecho-a sem fazer barulho, assim eu a abraço por trás e dou um beijo em seu pescoço.
– Achei que ia demorar mais – ela sussurra.
– Vim o mais rápido que pude – ela se vira e nossos lábios se encontram, a beijo com voracidade, nossas línguas se entrelaçam e exploro o máximo possível de sua boca, a coloco deitada na cama e distribuo beijos pelo seu pescoço e pela sua mandíbula, sinto suas mãos passarem pelas minhas costas, eu arranco a sua camisola e a jogo em qualquer lugar do quarto. Passo a mão selvagemente pelo seu corpo, eu rasgo sua lingerie e aperto seu seios.
– Ahh – ela solta um baixo gemido. Meus lábios percorrem explorando cada parte do seu corpo, Cami desabotoa minha camisa e arranca o resto da minha roupa, ela aperta minha costas, desco minhas mãos para sua intimidade e aperto ali levemente, meu membro rijo começa a penetrá-la, vou começando devagar até as investidas se tornarem mais rápidas, vou indo cada vez mais forte e rápido até que finalmente sinto o orgasmo chegar, quando ambos atingimos ao ápice beijo seus lábios de forma mais delicada, deito ao seu lado, ambos estamos suados.
– Eu te amo Klaus – ela sussurra no meu ouvido, eu a abraço e beijo seus ombros, fazia carinho em seu cabelo até que ela pegasse no sono, eu dormia aos poucos, meus pensamentos percorrem a ninguém menos que Caroline Forbes.
"Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade."
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