Notas iniciais
Amores, aqui está saindo mais um capitulo, obrigada pelos reviews e pela recomendaçao de DamonisHottie que esqueci de agradecer no capitulo passado, hoje tentarei postar ainda Love is written with blood e heart of stone. Nos vemos lá em baixo

3 meses depois

“ O amor verdadeiro é mágico, e não apenas uma magia qualquer, e sim a magia mais poderosa de todas. ”

POV CAROLINE

Três longos meses haviam se passado desde que fui demitida, Tyler morrera, minha mãe ficara doente e eu passei a trabalhar na casa de Klaus, nesses meses nossa aproximação me assustava, eu tinha medo de me envolver com ele, ele era bom para mim e eu me sentia feliz ao lado dele. Elena essa semana acabara de descobrir que estava grávida do seu primeiro bebê, eu estava muito feliz pela minha melhor amiga, Damon estava completamente feliz, vai ser o pai mais babão do mundo, Jeremy estava passando por complicações, há 2 meses sua esposa Anna estava com sintomas estranhos e acabou tendo que ser internada as pressas no hospital, dias depois foi descoberto que ela estava com um tumor maligno, todos os dias eu passava lá para visitá-la, e passava na igreja orando por sua vida. Fui visitar a minha mãe após passar no quarto de Anna, minha mãe que já estava cem por cento bem e hoje teria alta finalmente.

– Mãe – eu sorrio e vou até ela beijando a sua testa.

– Oi filha, o que é isso? – ela pergunta sobre a bandeja com um pano que eu carregava.

– Fiz pra você – entrego e ela tira o pano e está o bolo de morango, preferido ela.

– Ah filha não precisava – ela me abraça.

– Claro que sim – eu sorrio – Bom, mãe eu vou passar na ala das crianças. – ela assente e eu saio do quarto e desço as escadas indo para uma ala separada, eu fui até as crianças que paravam lá por estar com alguma doença ou feridas da guerra, Lola havia me apresentado à elas, nesses três meses nós duas ficamos muito próximas, ela era uma pessoa muito boa e necessitava de amor, apesar de que ela disse que de umas semanas pra cá, ela conheceu um cara.

– Tia Carol! – vejo todas as crianças correndo em minha direção e me abraçando, estar com elas me faz bem, me lembra a vontade de como é querer ter um filho.

– Oi meus amores – eu sorrio para elas e vejo Lola aparecer – Lola! – vou em direção á ela lhe dando um abraço apertado.

– Care – ela sorri – Como você está?

– Vou ótima – sorrio – Minha mãe terá alta hoje e nós já poderemos ir para casa e irei no almoço de Elena – eu havia apresentado Elena para ela, e elas se deram muito bem.

– Eu também tenho um almoço para ir – ela sorri.

– Uau – eu sorrio – De quem?

– Bom, o cara que conheci me levará para um almoço de um colega de trabalho dele – Lola sorri boba.

– Boa sorte para você – eu dou um rápido abraço nela — Ainda quero conhecer esse cara okay? – ela assente – Agora minha mãe já deve ter arrumado as coisas, vou levar ela para casa – me despeço dela e das crianças, subo para ver a minha mãe que já está com as coisas arrumadas. – Vamos?

– Vamos – ela sorri e eu ajudo ela a carregar as coisas. Nós damos baixa na saída do hospital e vamos para a casa caminhando, nós conversamos bastante, abro a porta de casa e ela fica feliz por finalmente estar em casa, ela deveria ter voltado dias depois que ela tinha melhorado, ela até chegou a ficar em casa, mas ela teve outras recaídas e pioras assustadoras, tive que levá-la de volta para o hospital, porém graças à Deus ela estava cem por cento curada. – Bom mãe, vou aqui em frente no almoço de Elena, se quiser dar uma passada lá – eu digo enquanto ela senta no sofá.

– Vou ficar em casa, mas mande as minhas lembranças – ela diz.

– Está bem – eu sorrio e beijo a testa dela – Nos vemos á noite. – eu saio de casa e caminho pela casinha simples em frente a minha, toco a campainha e sou recebida por Elena.

– Care – ela me abraça me apertado – Que bom que você chegou só faltava você.

– Leninha – eu sorrio e passo a mão na barriguinha dela – Como está o meu sobrinho ou sobrinha? – eu pergunto acariciando.

– Está bem tia – ela faz uma vozinha de bebê e eu rio e dou mais um abraço nela, ela me acompanha na sala e Damon vem e me rodopia.

– Loira – ele me abraça com força.

– Damon – eu sorrio — Eu estou tão feliz por vocês – eu pego na mão deles – Vocês merecem.

– E é claro que já escolhemos a madrinha – Damon sorri.

– Quem? — eu pergunto.

– E ainda pergunta? – Elena ri e me abraça.

– Obrigada – Damon nos abraça e eu sorrio, eu os amava demais, assim eu vou cumprimentar os outros que estavam ali e me deparo com Klaus.

– Caroline – ele sorri e me abraça.

– Oi – eu sorrio e meu estômago começa a embrulhar, eu me separo dele e cumprimento Stefan, Jeremy e todos que estavam ali ainda.

– Então como você está? – Klaus vai em minha direção.

– Eu vou bem – sorrio – E você?

– Também, Camille disse que terá que estender sua estadia então menos trabalho pra você – ele ri sem humor.

– Pois é – eu rio sem graça – Bom, achei que estaria com Margaret hoje.

– Ela não quis vir – Klaus ri – Mesmo quando eu mencionei você, ela estava de mal humor hoje.

– Crianças – eu rio, vou até a mesa pegar uma bebida e tropeço, ele me segura com seu braços firmes, meu rosto se vira e nossos olhos se encontram, nós vamos nos aproximando até que a campainha toca, Damon vai atender e está Kol com ... Pera aquela era a Lola?

– Kol – Damon dá um rápido abraço nele.

– Bom – Kol abre um sorriso e envolve Lola pela a cintura e beija o rosto dela – Quer apresentar a minha namorada, Lola Foster – ela fica sorrindo boba, então era Kol o namorado dela o tempo todo?

– Caroline? – Lola me olha sorrindo – O que faz aqui?

– Bom, é o almoço de Elena – eu rio e aponto.

– Elena, meu Deus – Lola a abraça – Kol me chamou mas eu não fazia ideia – ela ri.

– Sinta-se em casa – Elena sorri. Eu cumprimento Lola e logo assim todos nos reunimos para almoçar na grande mesa de Elena, Damon disse vários discursos, era mais que perceptível o quanto eles se amavam, ele eram perfeitos um para o outro, e agora eles começavam a formar a sua família. Almoçamos normalmente e eu após ajudar Elena coma louça resolvo ir até Jeremy que estava extremamente mal, os médicos não davam mais esperanças sobre Anna, ele estava perdido, eu sento ao lado dele.

– Oi – ele sorri fraco.

– Jer – eu abraço ele e ele deixa as lagrimas caírem – Eu vou diariamente vê-la e oro todo dia para ela melhorar, vamos ter fé – eu sussurro.

– Eu fui lá agora verificar o resultado – ele suspira.

– E ai? – eu pergunto temendo.

– Ela já está em estado terminal e só tem mais dois meses de vida – Jeremy chora e eu aperto ele.

– Eu sinto muito mesmo – eu digo e logo já estou chorando também, eles não mereciam isso, Anna era boa e Jeremy também, as vezes a vida era completamente injusta. Passei um tempão consolando ele até que ele sobre para tirar um cochilo Eu estou distraída terminando de recolher as coisas e esbarro em Stefan.

– E ai Stefan como anda as coisas? – perguntei para ele, desde que ele era apaixonado por mim e eu não poderia correspondê-lo, ele não conseguia encontrar outra para substituir.

– Bom, eu estava há uns meses andando pela cidade quando encontro ela – Stefan sorri, acho que eles estava apaixonado – Ela é maravilhosa e me faz bem.

– Stefan você não sabe o quanto eu fico feliz – eu abraço ele – Você merece e eu espero conhecê-la em breve.

– Você vai – ele sorri.

A tarde se passara maravilhosa e a noite viera, fiquei até mais tarde com eles até que todos foram embora e eu também teria devido a minha mãe, me despeço de Damon e Elena e vou embora para casa, as ruas estavam desertas e eu apressei mais meus passos, chego em casa e abro a porta, as luzes estavam apagadas, mamãe já deveria ter ido dormir, eu vou para o banheiro e tomo um banho, faço as minhas necessidade, ponho meu pijama e me jogo na cama, logo pego no sono.

( . . . )

Acordo na manhã de segunda, hoje iria para a casa de Klaus trabalhar, tomo outro banho, e ponho a minha roupa, vou até a cozinha e mamãe está preparando o café para nós duas.

– Bom dia – eu sorrio.

– Bom dia meu anjo – ela me abraça. – Como foi ontem?

– Foi ótimo, Elena e Damon estão tão felizes que eu já quero logo que o bebê nasça – eu rio e ela me serve com um bolo de fubá e um café, nós conversamos animadamente até que eu tenho que ir para a casa de Klaus, caminho normalmente e chego na mansão, o carro de Klaus não estava lá, ele já deveria ter ido para o partido com Kol mais cedo, eu entro na casa com a chave reserva que ele me dera, a casa estava linda como sempre, vou entrando e Rebekah, a irmã mal humorada que me humilhava desce as escadas com Margaret.

– A empregadinha chegou – ela ri debochada.

– Vou já começar a limpar a casa – abaixo a cabeça e me viro para ir a cozinha.

– Anda logo pra ver se faz esse serviço direito – ela puxa meu braço – Eu espero que meu irmão não tenha sentimentos por você e muito menos você por ele, até parece que ele vai olhar para uma empregadinha sem classe, Camille iria adorar saber disso e te por na rua e destruir tudo que você ama.

– Eu não sinto nada, só agradeço por ele me ajudar – eu falo.

– Eu espero por que se não, já sabe – ela me entrega Margaret no colo e sai da casa, eu também ganhava dinheiro extra sendo babá da Margaret.

– Tia Care – ela beija meu rosto e eu sorrio colocando-a no chão.

– Maggie – eu sorrio e beijo a testinha dela.

– Eu tenho algo pra te dar – ela sai correndo e volta com uma boneca de pano, ruiva e com uma roupinha xadrez azul. – Pra você – ela sorri e me entrega.

– É linda – eu a abraço, cada dia mais eu me sentia mais próxima dela, ela era uma criança maravilhosa, eu a coloquei ao meu lado enquanto eu arrumava a casa, arrumei cômodo por cômodo e preparei a comidinha dela, ela comeu tudo e eu lavei a pequena louça, termino de arrumar tudo era seis e meia da noite, eu pego Maggie que está cheia de sono e a coloco na caminha, beijo sua testinha e desço para esperar Klaus ou Rebekah, já que eu não a deixaria sozinha, uns minutos passam e Klaus entra em casa.

– Caroline – ele sorri.

– Bom, já estou de saída, terminei tudinho e Margaret já foi dormir – eu sorrio para ele – A gente se vê amanhã – eu vou saindo mas ele me puxa.

– Eu tenho que falar algo – ele me olha nos olhos.

– O quê? – eu pergunto.

– Eu sei que isso é errado e eu devo estar cometendo adultério, mas isso não me afeta porque tudo que eu sinto é maior do que tudo, Caroline eu estou completamente apaixonado por você – nesse momento eu sinto o mundo girar.

“ Acho que se um amor de verdade fosse fácil, todos teríamos.”

Notas finais
Então é so obrigada por tudo e até o proximo XOXO