Notas iniciais
Desculpem pela demora amores, mas aqui esta um novo capitulo, espero que gostem

Pov Klaus

"Qualquer um que tomasse o seu lugar seria um substituto fraco. Amo você, com um amor tão grande que simplesmente não pode continuar crescendo no coração, precisa saltar para fora e se revelar em toda magnitude."

Estava de noite e eu voltava para casa, estava frio e quieto, quando de repente eu escutei um grito de uma mulher, acelerei o carro em direção ao grito, quando me deparei com uma cena onde achei que meus olhos estavam me enganando. Dois homens, e ao julgar pelas garrafas de cerveja, bêbados, tentando abusar de uma pobre e linda moça. Meu corpo e mente sentiram um mesmo sentido imediato. Puxei um dos homens que estava tocando a mulher e dei-lhe um soco em seu rosto, seu nariz começou a sangrar, ele levou sua mão ao nariz e ao perceber que estava sangrando correu, meio que cambaleando por estar bêbado, já o outro homem, não o consegui pegar, pois ele fugiu antes. Me virei para a moça que ainda estava caída no chão, estendi minha mão para ajuda-la a levantar e pergunto:
– Você está bem? — a olho preocupado, ela estava muito assustada.
– S...siim. — respondeu-me gaguejando, ainda alarmada pelo incidente. Estava preocupado com ela.
– O que faz andando na rua uma hora dessas?
– Voltando do trabalho. — ela me respondeu. Só conseguia pensar em como uma dama tão linda e encantadora poderia andar sozinha por uma rua tão escura?
– É perigoso, peça para alguém lhe buscar, mas não ande por essas ruas sozinhas.
– Obrigada por me salvar. — ela disse arrumando sua roupa.
– Não foi nada. — respondi sorrindo e pensando "não fiz nada que outro homem não faria". Estendi a mão para cumprimentá-la.- Sou Niklaus Mikaelson, pode me chamar de Klaus.
– Sou Caroline Forbes. — ela aperta a minha mão olhando para os meus olhos. Ficamos ali conversando, quando percebi que não deixaria ela ir sozinha para casa, não enquanto eu estivesse com um carro bem ali.
– Vou te levar pra casa é perigoso você voltar sozinha. Sem pensar em desculpas ela entrou no banco do carona onde eu havia aberto a porta. Ela guiou-me ate sua casa, que não era longe e chegando lá ela disse:
– Obrigada novamente — Sorrio e ela deixa o carro. Voltei-me para o caminho de minha casa, chegando, tomei um banho, não estava com fome, apenas sono, Cami já havia ido dormir assim como meus irmãos. Deitei-me na cama e fechei meus olhos pensando nada menos do que na dama que conheci hoje. Caroline Forbes. Acordei e fui para o trabalho antes que todos acordassem e logo recebemos um chamado para ir a zona de batalha, fui no mesmo carro com Mason e seu sobrinho Tyler, chegamos lá e os alemães já começaram a tomar tudo, avançamos e estávamos ganhando até que uma bomba é lançada na direção de Tyler, consigo correr rápido e Mason me ajuda a leva-lo para longe e ele o leva para o hospital, o general me libera para ir com eles, mas devido ao meu nervosismo fui para casa, Chegando lá vi Camille, Rebekah e Kol conversando, aproximei a eles.
– Boa tarde, qual a novidade? perguntei, escondendo o tom de nervosimso e Kol se levantara com uma carta na mão.
– Bom dia Klaus, eu recebi uma carta agora pouco e nela diz que fui aceito no partido, não é ótimo? — respondeu Kol sorrindo.
– Claro que é, meus parabéns — abracei-o. Bom, só vim dar uma passada aqui, tenho que ir para o hospital agora. falei e eles assentiram e fui correndo.
Depois de passar a manhã no trabalho decidi ir para o hospital para ver como estava o Tyler. Chegando lá encontrei Mason Lockwood na recepção com alguns homens.
– Oi Klaus.
–Oi, O que houve? Como ele esta? perguntei-me e ele fez uma cara nada boa.
– Ele não aguentou a cirurgia, o medico disse que ele perdeu muito sangue antes de chegar aqui e a cirurgia seria feita, mas seria arriscado. — Abaixei o rosto, era duro perder um ente da família em combate.

–Você está bem, Mason?

– Estou, era de se esperar que talvez ele não aguentasse. — Abracei-o. De repente Mason olhou para distante e começou a caminhar em direçao a uma moça e quando percebi que era a Caroline eu fui junto com ele. Chegando perto dela ele disse:
– Caroline?
– Sim, o que houve? — Ela perguntou parecendo assustada. E Mason respondeu com os olhos tristes:
– Eu sinto muito, meu sobrinho foi morto por um soldado alemão em meio a batalha. — Ela caiu no chão em desespero, chorando muito. Vê-la nesse estado, chorando no chão desesperadamente fez meu coração desatar, senti uma necessidade gigantesca de ajudá-la, tão grande quanto na noite em que os bêbados estavam se aproveitando dela, sem hesitar por mais um segundo, abaixei-me e meus braços foram ao entorno de seus ombros. Sussurei em seu ouvido:
– Eu sei como é, essa dor da perda de alguém que você conhecia há tempos, mas a morte dele foi honrável, ele morreu em combate defendendo o que ele acreditava ser certo — Seu corpo foi ficando mais leve e ela estava começando a diminuir o choro.
– Obrigada, você não precisava ter me dito nada, mas...
– Eu não podia? Não podia deixá-la em meio á dor sem nada fazer, eu sei como dói, eu estava lá com ele e ao pensar que eu poderia ter impedido, bem é pior. — Ela se levantou, secou o rosto e me abraçou, sussurrando em meu ouvido mais um obrigada.

"O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sigo todas as regras da sociedade e às vezes ajo por impulso. Erro, admito. aprendo, ensino. Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade. conservar algo que faça eu recordar de ti seria o mesmo que admitir que eu pudesse esquecer-te."

Notas finais
então é isso, obrigada e não esqueçam os reviees, beijinhos e ate a proxima