Nothing Left To Lose
9 Chapter Eight
Notas iniciais
POV KLAUS
" Acho que a única razão de sermos tão apegados em memórias, é que elas não mudam, mesmo que as pessoas tenham mudado. "
Acordo na manhã ensolarada, sinto o sol entrar pelas frestas da cortina, fico um tempo deitado vejo que Camille não estava ao meu lado, provavelmente já deveria estar na cozinha, vou colocar a farda na cadeira e vejo Cami sair do banheiro apenas com a toalha branca.
– Bom dia amor — ela sorri para mim.
– Bom dia — eu retribuo o sorriso, ela vem na minha direção e me beija fososamente.
– Eu adoraria fazer o que fizemos ontem — ela susssurra no meu ouvido sedutoramente e sua mão passa pelo meu membro por cima da calça do meu pijama, ele fica rijo e eu mordo os labios dela com força os puxando, tento me recompor e a olho.
– Faremos mais tarde — eu beijo a testa dela e vou pro banheiro tomar um banho para acordar e colocar a farda, assim que termino eu volto para o quarto que está vazio, tive a leve imprensão que escutara a campainha tocar, saio do quarto e me deparo com Kol.
– Não dá mais para aturar a Rebekah, eu só fui pegar algo que esqueci ontem e ela tacou o salto dela na minha cara — ela aponta pra uma marca vermelha perto do olho esquerdo, eu acabo não aguentando e seguro o riso, Kol revira os olhos.
– Você sabe como a nossa irmãzinha é — eu rio alto e na hora que Kol vai falar nós escutamos Camille me chamar.
– Klaus a empregada chegou — escuto a voz dela quase gritar, lembro-me que havia falado bastante para Camille sobre Caroline, eu me sentia feliz ao perto dela e sentia que tinha mais que um dever em ajudá-la, ela era uma menina doce, eu vejo Margaret que pelo jeito que é elétrica já deveria estar acordada há um tempão, ela vêm correndo pela minha direção e eu a rodopio.
– Bom dia papai — ela dá um beijinho no meu rosto e eu sorrio.
– Bom dia minha princesa — eu beijo a testinha dela e desco com ela e Kol e assim vejo Caroline com Camille.
– Caroline — eu sorrio me dirijindo a ela que apesar dos simples vestimentos ela transimitia o seu carisma e sua beleza natural.
– Oi — ela sorri e vejo Kol sair de trás de mim e se posicionar na frente de Caroline.
– Sou Kol Mikaelson irmão de Klaus — eu percebo que ele a corteja de forma galanteadora e beija a mão dela.
– Prazer — ela sorri de volta envergonhada, não sei porque mais eu me senti meio incomadado com Kol a cortejando, algo me deixou com raiva ao ver a cena.
– Bom, a gente já está indo para o partido e voltaremos na hora do almoço — eu vou andando com Kol e dou um selinho em Camille, deixo Maggie no colo dela e aceno para Caroline.
Eu e Kol vamos para o partido, ele entra no carona do meu carro e nós vamos juntos para lá, chegamos e damos entrada e eu vou para o meu escritório e Kol vai para sua ala.
( . . . )
O tempo no partido passa lentamente até que finalmente dá a hora do almoço então eu vou procurar por Kol.
– Ele foi pra um puteiro — um dos soldados fala, bufo, Kol estava praticamente todo dia indo nesses lugares e gastava dinheiro com as melhores prostitutas do local, eu vou saindo e esbarro em Damon meu melhor amigo de trabalho, de costas pra ele está uma mulher que aparentemente deveria ser a sua esposa.
– Klaus — Damon me chama e e eu vou até la cumprimentar ele.
– Damon — eu sorrio e dou um rápido abraço nele.
– Quero que conheça minha esposa, Elena — ele me apresenta a ela, e assim que a vejo eu me lembro de tê-la visto várias vezes quando eu fui levar e buscar coisas na fábrica principal.
– Klaus? — ela fica surpresa.
– Vocês se conhecem? — Damon pergunta confuso.
– Eu a vi várias vezes quando fui buscar ou levar coisas para fábrica e a maioria das vezes era ela que me atendia — eu respondo para ele.
– Isso foi coincidência — Damon ri — Afinal eu nem vou muito á fábrica so para levar ou buscar Elena.
– Queria fazer um convite para os dois almoçarem na minha casa com a minha família — os chamo para ir.
– Eu adoraria mas não vou poder tenho que ir na casa dos meus pais pois eles vãi fazer um típico almoço em família. — Elena diz agradecendo — Mas Damon pode ir á vontade.
– Tudo bem você ficar sozinha? — Damon pergunta em um tom de preocupação.
– Está sim eles moram aqui perto então já vou indo — ela dá um selinho em Damon e se vira para mim — Foi uma prazer em revê-lo Klaus — ela dá um sorriso.
– Digo o mesmo — sorrio e vejo ela sair para outra direção.
– Vamos? — Damon pergunta e nesse exato momento Kol chega.
– Vamos — eu digo, eles se cumprimentam e eu os levo até minha casa, entramos rindo e eu apresento Damon á Camille e Rebekah que já estava acordada finalmente, percebo que a minha irmã praticamente seca Damon da cabeça ao pés. De repente ninguém menos que Caroline entra na sala com seu sorriso contagiante.
– Caroline? — Damon pergunta, eu fico confuso, ele a conhece?
– Damon! — ela sorri para ele e ele a abraça apertado.
– O que faz aqui? — Damon a pergunta.
– Estou trabalhando aqui, já que fui demitida — ela ri sem graça.
– Elena me contou — então acho que Caroline era amiga da esposa de Damon.
– Vocês se conhecem? — pergunto para tirar minhas dúvidas.
– Caroline é como minha irmã e é a melhor amiga da minha esposa — ele explica, ao ouvir aquilo senti uma espécie de alívio.
– Isso é um coincidência — eu rio.
– Bom o almoço está pronto — ela nos avisa e todos nós vamos para a grande mesa da sala de jantar, eu coloco Maggie na cadeirinha, percebo que Maggie dá um sorriso para Caroline que retribui, sorrio mentalmente, Caroline se vira para se retirar e eu tenho a ideia de convidá-la como forma de gratidão.
– Caroline eu quero que almoce conosco — eu a convido e ela se vira.
– O QUÊ? — Camille dá um berro e vejo Rebekah revirar os olhos, elas duas poderiam ser boas conosco mas elas eram completamente esnobes e gananciosas, mas elas teriam que aprender afinal eu ponho dinheiro na porra dessa casa e sustento todos. Kol ri fraco. — Klaus empregados não podem comer com patrões.
– E eu estou a convidando — eu reviro os olhos e a ignoro.
– Não é necessário — ela fala sem graça.
– Sente-se — eu aponto para a cadeira vazia entre Damon e Kol. Ela se senta timida, eu conversava o tempo todo com Damon e Kol mas as vezes me pegava olhando para Caroline e sua beleza radiante. O almoço acaba e eu levo Damon e Kol para o escritório para bebermos, Camille e Rebekah foram conversar no sofá sobre assuntos banais, Caroline provavelmente fora lavar a louça. Damon se despede e vai embora, Kol vai para só Deus sabe daqui a pouco, mas não duvidava nada que ele iria para um desses puteiros, subo para tirar a farda e vejo algumas malas na cabeceira e estranho pois eram de Camille, vejo alguém entrar e é Cami.
– Klaus você deve estar se perguntando o porquê dessas malas — ela diz.
– Exato — respondo — Por que isso?
– Esse final de semana é aniversário da minha mãe e meu pai está doente então será necessário ficar lá por 1 mês eles precisam de mim — ela me explica — Posso ir?
– Claro se é necessário — dou um beijo na testa dela — Vou pedir para Kol te levar na estação de trem.
– Okay — ela sorri e me dá um beijo no rosto, desco ajudando ela a carregar as malas.
– Kol leve a Camille para estação de trem ela irá pra Moscou daqui a pouco — eu falo e ele se levanta.
– Então vamos — ele diz e Camille se despede de Margaret e de Rebekah e parte com Kol. Subo para levar Margaret para dormir ela dá um beijo no meu rosto e ela dorme rapidamente com seu ursinho de pelúcia, desco e vejo Rebekah arrumada e Caroline arrumando a sala.
– Aonde vai irmãzinha? — eu pergunto.
– Vou á casa da Bonnie — ela me responde.
– Ok, não volte tarde — comp se fosse possível, Rebekah não tinha jeito, me viro para Caroline — Eu vou tirar um cochilo, pode tomar conta da Maggie para mim? Ela está dormindo no quartinho de cima — eu digo e ela assente devagar.
– Claro — ela responde sorrindo e eu retribuo e subo as escadas e vou em direção ao meu quarto, tiro a camisa e me jogo na cama e rapidamente pego num sono profundo.
( . . . )
Estou no escritório resolvendo algumas coisas para levar amanhã no partido, Margaret estava no seu milésimo sono e Caroline ainda estava em casa, Kol estava no puteiro e Rebekah estava na casa de sua amiga, eu vou pra sala pegar um livro e vejo Caroline já arrumadinha e indo abrir a porta para ir embora, eu não ia deixar ela ir sozinha principalmete depois do que ocorreu quando nos conhecemos.
– Deixa que eu te levo — eu falo.
– Não precisa — ela nega.
– Claro que precisa, é perigoso você andar sozinha — eu a levo para o carro.
– E sua filha vai ficar sozinha? — ela pergunta, claro que eu não ia e voltaria para buscá-la.
– Os seguranças de confiança estão ao redor da casa, mas se quiser levamos ela, ela gostou muito de você — eu sorrio, elas tiveram um bom introsamento.
– Ela é maravilhosa — ela sorri e eu volto para casa e pego Maggie que está dormindo profundamente com certeza ela iria direto até amanhã dormindo, volto e a coloco no banco de trás, Caroline senta no banco do carona e eu entro e dirijo e a pergunto.
– Vai ficar no hospital ou na sua casa?
– Vou para o hospital — ela me responde.
– Okay — eu dirijo e rapidamente nós chegamos lá, ela se vira e nosso lábios ficam muito próximos um do outro, eu sinto uma conexão forte entre nós, meus olhos ficam olhando para os lábios rosados dela fixamente, eu não me seguro e ataco os seus lábios sem pensar, ela corresponde e coloca a mão em meu rosto e eu envolvo os braços em sua cintura, nossas linguas se entrelaçam em perfeita sintonia, nosso beijo se envolvia calmamente e ia cada vez mais fundo, tive que nos separar quando o ar foi necessário — Boa noite Caroline — eu sorrio recuperando o fôlego.
– Boa noite — percebo que ela está envergonhada e ela sai do carro rapidamente e a vejo entrar no hospital, sorrio não poderia negar que Caroline mexia comigo de uma forma inexplicável, diriji de volta para casa, pego Maggie e a coloco na sua caminha, escuto um barulho da casa abrindo e vejo Rebekah chegando e ela vai direto para seu quarto e me deseja boa noite, eu retribuo e vou para o meu quarto durmir, Kol deveria estar comendo todas e eu apenas fui para o meu quarto e me jogo na cama e durmo lembrando de Caroline e de seu sabor viciante.
" Há tantas coisas por vir, e as pessoas preferem se prender a algo que nunca existiu "
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