Nosso Nome Na Lista.

48 Capítulo 48 – Começou, tem que terminar.


Notas iniciais
GEEEENTE!! SÉRIO QUE RECEBI MAIS DE 40 REVIEWS????! O.O Gente.... Muito obrigada Ç.Ç - Mesmo. Vocês são perfeitos. Por isso, espero que esse capítulo tão esperado (SURPRESA PARTE 2) agrade e demonstre o quanto fiquei feliz com esse show de solidariedade por aqui *u* Estou até postando de madrugada - com o post agendado - para deixar vocês felizes!!! OBRIGADA: > Alonso > Zabelita > Ludimila > Prin > Matry-chan > Lizzie > Ingrid Herondale > Cleozinha > Katp > brandi > Sheila Rayane > Lanny Puckett > Elizabeth > Raissa Melanie Santos > Born to Die > allinegmar > Karry > La Lu > Lilly Evans Potter > Luuh Rocha > Chionn > WowLovely > Elidabfr > Gaby Granger > Bia Rodrigues > Júlia Mason > Lizz > Sofia Anjos > TatiaaneBerry > thatgirl > Bella Hannes > Mariola > Slipcon > Mrs Fantasminha > Delicate > Kit Cath > Eu Fui Para Hogwarts (sorte sua KKKK) > LSM > Karamell > KM Uchiha > Boneca de Porcelana > C Black CURTAM AEW A SEGUNDA SURPRESA!!

Capítulo 48 – Começou, tem que terminar.

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Quentin e eu não fizemos grandes planos.

Ficamos mais um pouco no parque, mesmo que sua família tenha ido embora, e ele pareceu um pouco mais relaxado do que como ficou quando viu seu pai. Quando eu o vi cerrando o punho, juro que o imaginei pulando em cima do homem. Infelizmente, meu namorado e seus irmãos puxaram muito àquele lado da família: os cabelos negros e olhos azuis estavam ali, naquele homem desagradável.

Eu não quis dizer nada na frente do Quentin, mas que o pai dele era um troglodita, ah, ele era. Quando ele se referiu a mim como “uma das garotas do Gilliam”, não só achei ofensivo, quanto nojento. Mesmo se eu fosse a namorada de Gilliam, não teria gostado da observação. Seria mais delicado se ele perguntasse: “Quem é a intrusa?”.

E depois, quando ele quase falou que achava Quentin gay, eu mesma quis dar um soco na cara dele se Roland e Annelise não tivesse desviado o assunto.

– Parece que vai chover – Quentin observou, olhando para o céu nublado. – Quer ir lá pra casa? Fica mais perto daqui e estamos sem carro.

Eu sorri e assenti com a cabeça, agradecida.

Ele pegou a minha mão e caminhamos para fora do parque. Mas como nenhum de nós dois sabíamos do timing de uma chuva, ela caiu quase que assim que deixamos o parque. Nós trocamos um olhar meio cômico e resolvemos correr até a casa dele – que graças a Deus ficava há três quarteirões dali.

De qualquer forma, quando chegamos ao alpendre, a chuva estava mais forte.

E estávamos ensopados.

– Diga-me que sua casa tem secadora de roupas – eu pedi, observando-o pegar a chave do bolso molhado e abrir a porta. – Estou congelando.

– Claro que tem – ele respondeu como se minha pergunta fosse engraçada.

Não havia ninguém no Hall e havia som de videogames na sala de estar. Não me surpreendi muito ao ver Joseph jogando aquele jogo de guerra junto com o grandão número dois que eu achava que se chamava Charles. Não havia sinal do resto da família.

– Hum... Gente, cadê a mamãe? – Quentin perguntou do arco. — Cadê o resto da família?

– Gilliam voltou para a universidade porque tinha que dar aulas de Direito Penal para uma garota, apesar de eu achar que isso era desculpa... — Charles disse, sem desviar o olhar do jogo. Encolhi-me, tremendo de frio. — Roland foi deixar Annelise no quarto e saiu para resolver uns assuntos na empresa. Papai foi embora. E mamãe está no escritório... Terminando um projeto-... Ai caralho – ele praguejou assim que viu o nosso estado.

Joseph se virou também. Arqueando uma sobrancelha, ele disse:

– Mamãe vai te matar se vir vocês assim...

– Bem, não tivemos culpa se essa chuva caiu do nada – Quentin retrucou.

– Quentin... Sabe, tô congelando aqui – eu reclamei, com os dentes batendo.

Nós dois sabíamos que eu não era do tipo que reclamava por qualquer motivo. Eu realmente estava morrendo. Meu corpo tremia e meus dentes estavam até batendo um nos outros. Meu namorado se virou para mim, parecendo muito surpreso com o meu estado.

– A sua boca está roxa! – ele exclamou rindo, acariciando-a com seus dedos. Meu frio quase se dissipou naquele momento. – Bora para o meu quarto. Vou te emprestar uma roupa minha para você usar até as suas secarem.

– Meu herói – eu zombei, tentando não dar aquele sorriso de "menina derretida" e tentando não pensar naquela história de irmos para o seu quarto.

Perguntei-me por que, sempre que eu ia para a casa de Quentin, ele me arrastava diretamente para o seu quarto. Havia algo naquilo ou ele realmente fazia na inocência? Apesar de parecer difícil porque, afinal, Quentin não era a pessoa mais inocente do mundo. Ele me arrastara para o mau caminho.

Quando chegamos ao seu quarto, ele caminhou até o seu armário e pegou uma camiseta que, sem dúvida, ficaria enorme em mim. Para si, pegou uma muda de roupa e, quando se virou, houve um momento tenso e estranho entre nós dois.

Saber de onde veio e o que era aquela tensão seria difícil descobrir.

Ele jogou a camiseta sobre a cama e caminhou até uma porta ao lado de sua escrivaninha. Retornou de lá com uma toalha branca e macia e a me passou. Sorri agradecida e ficou aquele clima estranho de novo. Tipo: eu, ele, molhados, frio, cama... Acho que eu já sabia de onde vinha essa tensão.

– Er... Eu vou me trocar no banheiro – ele disse, apontando para aquela porta.

Como meu namorado parecia mais desconfortável do que eu, então o deixei ir. Só para me sentir muito péssima depois. Quer dizer... Acho que não somos um casal normal, pensei tirando meu moletom e minha calça jeans. Caramba, tínhamos feito tanta coisa para agora ficarmos constrangidos com a presença um do outro?

Alguém me explique que relacionamento é esse, em que éramos tão safados num momento e tão castos noutro?!

Quando eu vesti a camiseta dele (que por sinal ficou enorme em mim e tinha cheiro de roupa limpa), decidi que eu não estava bem com aquilo. E percebi, de um jeito meio desconcertante, que eu na verdade estava esperando que, sei lá, ele me agarrasse enlouquecidamente e fôssemos um pouco mais além de tudo o que já fizemos. Ver que isso não aconteceu, foi... Decepcionante.

Morrendo de frio (e só com uma blusa enorme) tentei enxugar o meu cabelo o máximo possível, antes de me dar a liberdade de me jogar na cama dele e me cobrir com o edredom. A expressão de Quentin foi impagável quando ele saiu do banheiro com uma toalha em volta do pescoço, vestindo uma calça de moletom que vinha até suas panturrilhas e que ficava folgada em sua cintura, mostrando um pouco daquele quadril tatuado e da cueca preta.

Ele era mal. Muito mal.

Ali estava eu, me controlando para não entrar no seu banheiro, e ele me saía daquele jeito... Isso é não ter o mínimo de consideração com meus sentimentos. E se esquecer de que sou uma garota jovem e virgem com hormônios enlouquecidos.

– Caramba, você tá com frio mesmo, hein? – Ele riu.

– Sou friorenta, merda. Me deixa – eu respondi mau humorada.

Quentin sorriu, como se houvesse sido engraçado, e pegou minhas roupas espalhadas pelo chão — não havia onde deixar!

– Já volto. Vou só colocar na secadora – ele disse.

Eu afirmei com a cabeça, assistindo-o sair do quarto mais uma vez.

Respirei fundo e fechei os olhos. Por que, Letty? Por que você simplesmente não liga o “foda-se” e pula em cima dele do jeito que ele está implorando para você fazer? Ele é seu namorado! Com sarcasmo, lembrei-me de seus olhos que pareciam dizer “Quero-te na minha cama”... E que eu de fato estava na cama dele.

Como essa vida é irônica.

Ele demorou em voltar, mas, quando voltou, se aproximou da cama e riu.

– Se seu pai soubesse que você está com a minha camiseta, na minha cama, ele ia me capar, estou sentindo – ele brincou. Fazendo-me corar de constrangimento. Meu pai havia sido ridículo hoje à tarde. Quentin riu do meu constrangimento e perguntou: — Tem espaço para mim ai?

Eu sorri.

– Tá brincando? Tem praticamente uma placa com o seu nome aqui – eu respondi, dando-lhe espaço na cama.

Ele deu o seu sorriso de tirar o fôlego (mas também, quando ele não sorria assim?) e entrou debaixo do edredom comigo. Ele se deitou virado para mim e ficamos nos encarando por um tempo. Não que encarar Quentin fosse horrível. Eu sentia que poderia ficar encarando o seu rosto pelo resto do dia. Ficar admirando suas feições perfeitas e bonitas era um bálsamo, na verdade.

– O que você tá olhando? – ele perguntou divertido.

– O que você tá olhando? – retruquei.

Ele riu e aproximou o rosto do meu.

– Você não sabe? – ele perguntou, passando os braços por minha cintura e me trazendo mais pra perto de si. – Estou olhando a garota mais bonita da cidade... Só que, como estou sem lentes, preciso ver beeem de perto.

Eu ri, antes de beijá-lo suavemente nos lábios.

Quentin me puxou contra o seu corpo com mais insistência, enquanto sua boca movia-se com mais intensidade. Quando eu entreabri os lábios, sua língua entrou afoita, procurando pela minha. Seu toque era aveludado e doce. Enquanto nossas línguas investiam uma contra a outra, meu ventre se contraía e um calor se espalhava pelo meu corpo, extinguido quase que instantaneamente todo o frio que eu sentia pelas extremidades do meu corpo.

Essa excitação se intensificou depois que ele mordiscou meu lábio inferior, antes de se afastar e analisar o meu rosto com um sorriso travesso.

Sem que eu percebesse, minhas pernas já estavam enroscadas nas dele e ele estava quase debruçado sobre mim. Pelo seu sorriso malicioso, Quentin percebeu também, e desceu os lábios para o meu pescoço, fazendo-me ofegar de satisfação. Passei minhas mãos por seus cabelos, antes de descê-las por seus ombros e costas nuas.

– Quentin? – eu chamei, quando senti que ele puxou a gola da camiseta um pouco mais para baixo para beijar minha clavícula e meu ombro.

Ele parou e ergueu o olhar.

– O que você começar aqui, vai ter que terminar – avisei, mesmo que rosto estivesse pegando fogo e meu coração ecoasse em minhas costelas. – Porque... Eu sei que... eu vou querer ir mais adiante.

Quentin me observou em completo silêncio. Como se não soubesse se eu estava falando sério ou zoando com ele. Até que ele sorriu e me beijou de novo.

– Como você quiser – ele concordou.

Seus lábios voltaram para o meu pescoço, fazendo-me estremecer. Sério, como eu adorava quando ele cheirava ou beijava o meu pescoço. Parecia que tudo começava ali. Quando seus lábios se moviam com suavidade pela minha pele e suas mãos entravam por debaixo da camiseta larga, acariciando todo o meu corpo por debaixo.

Soltei um suspiro, apertando seus bíceps rijos sob minhas mãos.

Ele afastou os seus lábios de mim e, sorrindo, nos sentou na cama. Não sei como, fiquei sentada em seu colo, enquanto ele tentava tirar sua camiseta de mim.

Hesitei antes de ajudá-lo a tirar pela minha cabeça. Pensei que não era a primeira vez que Quentin tirava a minha blusa... Mas ainda assim, era constrangedor. Eu não estava bêbada e não estávamos em um lugar um pouco escuro. Não teve como não ficar corada ou me encolher, sabendo que seu corpo era mil vezes mais desejável que o meu.

Mas, então, Quentin sorriu, me beijando ardentemente e subiu as mãos pelas minhas costas, apertando minha pele com desejo. E ainda disse:

– Como é gostosa – murmurou no meu ouvido, mordiscando o lóbulo da minha orelha. Estremeci novamente. – Você me deixa louco, Letty. Sério.

Eu suspirei, sentindo, literalmente, na pele a verdade naquelas palavras. Enquanto ele passava as mãos pelo meu corpo e o apertava como se quisesse sentir cada parte minha.

Suas mãos foram para frente, subiram e entraram por debaixo do meu sutiã. Seus polegares roçaram nos meus mamilos, fazendo-me gemer com o toque. Minhas pernas, em volta dos seus quadris, apertaram-no mais contra mim e minhas mãos subiram pelo abdômen malhado.

Sem dificuldades dessa vez, Quentin levou suas mãos para o fecho do meu sutiã e o abriu. Ajudei-o a tirar a peça e ele voltou a beijar o meu pescoço, dessa vez, descendo para os meus seios e me deitando novamente em sua cama. Seus lábios sugaram meu mamilo para dentro de sua boca, fazendo-me me contorcer novamente, enquanto a mão direita massageava meu outro seio delicadamente. Minhas mãos foram para os seus cabelos novamente, enquanto um gemido saiu dos meus lábios.

Ele lambeu e rodeou a aureola com sua língua, antes de tirar sua boca e soprar por sobre a pele molhada. Excitando-me profundamente. Novamente, apertei-o com mais força contra mim, enquanto ele passou para o outro lado, fazendo o mesmo trabalho.

Então me dei conta que ele ainda estava com aquela bermuda.

Desci minhas mãos para os seus quadris, arranhando seu abdômen no caminho, e fazendo-o tirar a boca de mim para gemer, e tentei descê-la por suas pernas.

Quentin se afastou, quase me fazendo reclamar, e sorriu.

– Precisa de ajuda? – ele perguntou, antes de me ajudar a tirar sua roupa.

Ele teve que sair do alcance de minhas mãos para poder chutar sua bermuda para longe, mas quando voltou para perto, seus lábios encontraram os meus e suas mãos desceram pelo meu corpo. Apalpando minhas costelas, meus quadris, e levando minha calcinha enquanto desciam ainda mais.

Fiquei um pouco tensa, mas não o impedi.

Minhas mãos, que haviam voltado para seu abdômen, desceram para o volume em sua cueca e eu o acariciei por sobre a peça de roupa. Como naquela vez do teatro. Ele gemeu prazerosamente, colando a testa na minha. Quando eu ia meter a minha mão dentro, ele a segurou bruscamente, fazendo-me dar um pulo.

Franzi o cenho, sentindo sua respiração pesada sobre os meus lábios e ergui a cabeça, desejando um beijo. Ao invés ele disse:

– Espera. Tem uma coisa que eu preciso fazer com você.

Abri os olhos, curiosa.

Ele sorriu e me beijou rapidamente, antes de deslizar os lábios para meu maxilar e seus dedos para dentro de mim. Roçando propositalmente, naquele lugar que fez com que uma corrente elétrica perpasse o meu corpo. Soltei um gemido de aprovação, quando ele roçou lá mais uma vez.

Quentin sorriu, satisfeito, e então seus lábios desceram.

Distribuindo beijos excitantes por debaixo de meus seios expostos, pelo meu abdômen (que nem de longe era tão definido quanto o dele), pelo umbigo... Pelo meu ventre, onde algo se contorcia em desejo e expectativa. Até que eu soltei uma arfada de surpresa. Cogitando que talvez fosse o tal “trabalho em dobro” que ele deveria fazer para ficarmos quites depois do boquete.

Quentin ergueu o olhar para mim, antes de tirar seus dedos e substituí-los pela língua. Meu corpo arqueou contra sua boca e soltei um gemido de aprovação, enquanto sua língua investia e brincava comigo. Com aquela parte que me deixava louca de desejo por ele, que me fazia jogar a cabeça para trás e soltar outro gemido.

Eu o senti me sugar para dentro de sua boca, fazendo-me estremecer de prazer novamente e meu ventre se contrair. Aquilo era tão bom. Como se Quentin estivesse me enlouquecendo aos poucos... Era oficial. Eu precisava dele. Precisava ir mais longe e saber como aquilo terminava.

– Quentin... Eu não aguento mais isso – murmurei, ignorando a voz que disse que eu poderia sentir aquilo para sempre.

Atendendo ao meu pedido, Quentin deu um beijo molhado na parte interna da minha coxa, que era mais sensível do que achava, e voltou a subir seus lábios pelo meu corpo. Apesar de ficar um pouco chateada por ele ter parado, eu não suportava mais ficar só na expectativa. Levei minhas mãos ao elástico de sua cueca boxer preta (o cúmulo do sexy) e lhe livrei daquela peça de roupa.

Ele me beijou profundamente nos lábios e se esticou para pegar uma camisinha no criado-mudo. Não sei se eu ficava incomodada com isso ou aliviada. Incomodada porque eu preferia não precisar imaginar Quentin com nenhuma outra garota naquela cama; e aliviada ao ver que ele era tão prevenido.

Observei-o colocar a proteção em seu pênis ereto e voltar para cima de mim.

– Pode doer – ele me avisou.

Assenti com a cabeça. Óbvio que eu sabia daquilo.

Passei meus braços por seu pescoço e minhas pernas por seus quadris. Quentin sorriu, acariciando meus cabelos com umas de suas mãos. Primeiro, ele esfregou seu membro no meu clitóris (aquele lugar tão excitante que espalhava pequenas faíscas pelo meu corpo), fazendo-me contorcer de prazer, antes de guia-lo à minha entrada. Ele me beijou e me penetrou devagar.

Seus dedos fincaram no travesseiro onde minha cabeça estava apoiada. Senti quando ele o apertou. A outra mão, que o apoiava sobre a cama, também se fechou.

Primeiramente, veio uma sensação estranha. Nem boa e nem ruim. Só um desconforto de que havia algo entrando e eu não estava acostumada com isso. Depois, um prazer mais intenso que qualquer língua ou dedo poderia causar... E então, veio a dor.

Fechei os olhos com força e forcei-me a soltar a respiração presa na garganta. Percebendo meu desconforto, talvez porque eu arranhei sem querer suas costas, Quentin parou, pegou uma de minhas mãos cerradas em punho e perguntou no meu ouvido:

– Quer parar?

Perguntei-me que tipo de pessoa parava no meio da coisa por causa da dor.

Neguei com a cabeça. Já que tínhamos começado, que fôssemos até o fim agora.

Ele assentiu com a cabeça, levando o rosto até meu pescoço e cheirando-o profundamente antes de voltar a me penetrar devagar. Respirei fundo, mordendo o lábio inferior para não soltar nenhum som que o fizesse recuar. Quentin beijou o meu pescoço, fazendo-me derreter, apesar de tudo.

Ele lambeu o meu pescoço e o mordiscou delicadamente, fazendo-me suspirar, apesar da dor que se amenizava lentamente. E depois levou seus lábios aos meus, me dando um beijo que era a mistura perfeita entre o terno e o esfomeado. Quando se afastou, eu estava sem fôlego e desejando que ele não tivesse parado.

– Já entrou tudo – ele sussurrou no meu ouvido, beijando logo abaixo de minha orelha. – Você está bem?

Assenti com a cabeça. Deslizando meus braços por seus ombros e segurando seu rosto com minhas mãos. Dei um sorriso e beijei-o delicadamente. Quentin parecia estar mais tenso que eu, mas pareceu relaxar com a minha reação.

Ele arriscou se mover devagar e respirei fundo novamente.

A dor já não era mais tão intensa, mas o desconforto era estranho. Na verdade, foi bom quando ele se movimentou. Aquele prazer sobrepôs-se a qualquer resquício de dor e aquelas ondas de choque se espalharam pelo meu corpo de maneira extasiante. Algo em meu ventre remexeu-se em prazer, quando ele entrou novamente.

Soltei um suspiro prazeroso e ele voltou ao vagaroso movimento de vai e vem, fazendo nós dois gemermos em conjunto. Quentin sorriu para mim e me beijou, descendo para o pescoço e para o colo logo em seguida. Ele saiu e entrou, um pouco mais forte. Fazendo todo o meu corpo vibrar junto ao seu e sair um gemido da minha garganta.

– Tá melhor agora? – ele murmurou, sorrindo.

Eu concordei com a cabeça.

– Muito melhor – eu respondi, passando minhas mãos por suas tatuagens.

Quentin, talvez um pouco mais confiante porque a pior parte passou, desfez-se de toda paciência e carinho com que ele me penetrou pela primeira vez. Seu ritmo muito lento tornou-se gradualmente um pouco mais rápido e, suas estocadas, mais fortes. Sinceramente, eu estava adorando aquilo. Adorando o como meu corpo foi sendo tomado por aquela sensação eletrizante a cada estocada.

Uma de suas mãos foi para um dos meus seios, apertando-o com um pouco mais de força e soltei um gemido prazeroso. Enquanto sua outra mão desceu entre nossos corpos... E então, eu o senti me estimulando novamente, fazendo-me cerrar os olhos e soltar um gemido de satisfação.

Ele levou seus lábios perto da minha orelha e a mordiscaram.

– Eu também adoro os seus gemidos – ele sussurrou, fazendo-me estremecer.

Passei minhas mãos por seu corpo perfeito. Espalmando em seu peito, descendo por seu abdômen definido e pelos quadris sexys e com aquela tatuagem de cruz. Senti-o cada vez mais ir tomando um ritmo mais rápido e mais sôfrego, ansioso. Meu corpo também foi tomado por essa sensação. Os espaços entre os espasmos em meu ventre eram quase inexistentes, enquanto nossos corpos se chocavam como se necessitassem desesperadamente um do outro.

Quentin gemia daquele jeito que me deixava maluca, bem no meu ouvido.

Seu gemido rouco, selvagem e excitante. Simplesmente, deixando-me num estado de frenesi que achei ser impossível. Por algum motivo, queria que ele fosse ainda mais rápido e ainda mais forte. Até que seu corpo se juntasse ao meu.

Eu gozei primeiro.

Senti quando veio. Aquela onda de torpor maravilhosa, que fez todo o meu corpo estremecer. Um pouco antes de Quentin se deitar em cima de mim, exausto, mas quase tão satisfeito quanto eu mesma... Eu havia visto estrelas. Tenho certeza que, por detrás da pálpebra fechada, eu vi o brilho delas.

Notas finais
Sobre isso... Er... Desculpem se ficou ruim, eu não estava muito em clima para escrever putaria .-. (sim, precisa ter todo um clima também) Mas espero que vocês tenham gostado :D Preview: "E então eu vi. Só havia uma lista. Um papel maior do que as duas listas juntas. Desenhos fofos decorando as bordas? Essa nova lista dispensava isso. Ela não falava sobre as pessoas mais quentes desse colégio, e muito menos das pessoas mais detestáveis daqui... Ou melhor, ela falava de pessoas detestáveis sim. Uma em particular."