North Wind
16 Capítulo 16- A time for wolves
Notas iniciais
Jon ainda havia ficado um tempo na torre do meistre olhando para o nada antes de finalmente decidir descer e ainda cruzara olhares com Podrick. Não podia culpar o pobre escudeiro de Brienne por ter atrapalhado ele e Sansa, afinal no quesito não saber de algo, o garoto era pior que ele. O Snow passou a mão pelos cabelos, batendo na parte de trás que estava presa, já fazia um tempo que pensava em cortar o cabelo, mas ao mesmo tempo que pensava nisso, pensava em Sansa agarrando seu cabelo. Jon suspirou pesadamente e massageou as têmporas, precisava achar algo para se concentrar que não fosse Sansa e sua vontade de arranca-la daquela "reunião" com Lyanna Mormont.
Os olhos castanhos de Jon direcionaram-se para o alto, olhando o céu cinzento e viu que nuvens começavam a aparecer, provavelmente viria ainda mais chuva e estavam recém no meio da tarde, ou seja, a chuva se estenderia por toda noite. Para Jon, essa sempre seria a pior parte do inverno, as chuvas fortes e imprevisíveis, que pareciam durar eternidades ou apenas dez minutos. Tornou a olhar para frente e continuava a caminhar, encontrando Tormund sentado ao lado de Brienne, ambos pareciam não piscar e ela parecia levemente desconfortável com aquela situação. Jon riu e foi em direção ao "casal":
—Espero não interromper nada. _Disse Jon se aproximando e vendo Brienne relaxar, mesmo que pouco
—Não, Jon Snow. _Começou Tormund antes de dar um longo gole em algo desconhecido por Jon. _Mas, alguém interrompeu seus "assuntos", pelo que vi.
Jon arregalou os olhos na direção do selvagem que mantinha um sorriso malicioso no rosto, apontando em seguida para Brienne com os olhos e voltou a censurar Tormund com o olhar. O selvagem pareceu não dar a mínima para o Snow, apenas riu, coisa que atraiu a atenção de Brienne. Jon lançou um sorriso amarelo na direção da donzela de Tarth e lançou um último olhar de censura para Tormund antes de virar as costas e ir para dentro do castelo.
O ex-lorde comandante caminhava em direção ao castelo, pensando em como já não havia mais nada que pudesse ser feito em relação à guerra. Já tinham uma estratégia, já tinham os homens, armas estavam sendo feitas e tudo que lhes restava era esperar até que outras casas respondessem o chamado de Sansa. E mais uma vez Sansa Stark surgia em seus pensamentos, Jon bufou e subiu as escadas em direção ao quarto de Bran, contudo, ao chegar lá, deparou-se com o jovem Stark dormindo.
Jon sorriu e puxou a cadeira para perto de Bran, olhando o garoto dormir e lembrando-se mais uma vez do dia em que fora embora para a Muralha, mas especificamente das palavras que Catelyn Stark havia destinado à ele: "Devia ter sido você". No fundo sabia que não conseguiria odiar Catelyn, mas tinha grande vontade de dizer à ela que sua filha, a menina que era seu orgulho por ser uma verdadeira lady, era agora mulher dele, de Jon Snow. Jon pensou por um tempo em como seria a reação de Catelyn quando ele tivesse um filho com Sansa, será que ela acabaria odiando a criança como um dia o odiou?
Sansa olhava para Lyanna Mormont, mas sua mente estava longe. A garotinha que gostava tanto de conversas rápidas não calava a boca havia uma hora. A pequena Mormont já havia lhe passado praticamente todo relatório da batalha que sequer havia acontecido ainda, falava sobre o número de homens que marchariam, das táticas que seriam usadas, coisas que claramente não deveriam ser discutidas com ela, mas com Jon. Jon... Sansa pensava no que ele estaria fazendo naquele momento e em como queria correr para ele.
Lyanna já havia se levantado de sua cadeira, gesticulando enquanto andava de um lado para o outro e as vezes olhava para Sansa e via os olhos azuis perdidos sabem os deuses em que:
—Rainha Sansa, está tudo bem? _Questionou Lyanna estalando os dedos na frente dos olhos de Sansa
—Hã? Ah, claro! Está tudo bem! _Disse Sansa despertando de seus pensamentos e olhando para a janela, deparando-se com as nuvens escuras que se aproximavam. _Vai vir uma tempestade.
—Minha rainha, creio que esteja desvirtuando do nosso assunto.
—Lady Lyanna, tenho grande apreço por querer me manter informada sobre a guerra, mas situações de batalha e estratégias são discutidas com Jon. _Disse Sansa sorrindo para a garota e logo olhando para a mulher que abrira a porta. _O jantar vai ser servido, vamos?
Sansa levantou-se e passou pela mulher parada na porta, andando em direção ao salão. Quando a rainha do Norte pôs o pé na escada, ouviu a chuva começar a cair ou melhor dizendo, a tempestade que desabava sobre Winterfell agora. Olhou para fora e viu tudo escuro, não havia mais uma alma viva no pátio. Claramente o inverno havia chegado.
A rainha do Norte tomou seu lugar a mesa, olhando para os lados e vendo que Jon e Bran ainda não haviam chegado. Mas, Tormund sentara-se ao seu lado:
—Rainha loba. _Cumprimentou Tormund
—Tormund Giantsbane.
—Jon Snow estava com uma cara de bosta para Podrick mais cedo. _O selvagem sorriu ao ver as bochechas de Sansa ficarem vermelhas. _Não se preocupe, apenas deduzi isso após vê-lo entrar naquela torre caindo aos pedaços atrás de você.
Sansa apenas sorriu constrangida para Tormund, não conseguia mais ouvir o nome de Jon ou pensar nele sem que imagens nada inocentes surgissem em sua cabeça.
Jon descia as escadas com Bran, ouvia o garoto contar sobre suas visões e sobre como era das vezes que estivera no corpo de Verão ou de Hodor. Bran, as vezes, parecia voltar a ser aquele menino animado de antes, mesmo estando com quinze anos já. E então, seus olhos encontraram Sansa. Ela sorria constrangida para Tormund e Jon tinha certeza que o selvagem falava sobre algo que acontecera mais cedo, apertando o passo o Snow chegou a mesa vendo o sorriso aliviado que Sansa lançara para si.
O jantar transcorria normalmente, Jon e Sansa não haviam trocado muitas palavras. Mas, ambos eram constrangidos por algumas piadas de Tormund, que a essa altura já se encontrava bêbado, ou prestavam atenção em uma troca de insultos boba entre o selvagem e Bran. Jon, vez que outra, esquecia do mundo ao seu redor apenas para observar o sorriso bobo de Sansa escutando Tormund e Bran, mas o ápice de sua noite fora quando haviam servido torta de limão e os olhos azuis de Sansa brilharam como no dia em que Lady lhe foi entregue.
Sansa não sabia se chorava, abraçava a cozinheira ou comia sua tão amada torta de limão de uma vez. Não sabia se descobriram que aquela era sua favorita ou fora apenas destino, mas no primeiro pedaço que colocara na boca sentiu-se em êxtase, havia se apaixonado! Pensava até em deixar Jon para se casar com aquele pedaço de torta.
Tormund zombava de Jon, dizendo para o Snow ter cuidado ou seria trocado por um pedaço de torta. E, desta vez, mais do que nunca Jon acreditava no que o selvagem dizia, já que Sansa parecia ter conhecido o paraíso enquanto comia. Mas, Jon sorriu, aquele sorriso de Sansa lembrava-o de quando ela era mais nova e sua mãe pedia que fizessem tortinhas de limão para ela. O cheiro nunca agradara Jon, parecia ser doce demais, enjoativo demais:
—Vai mesmo ficar me encarando ao invés de comer o seu pedaço? _Questionou Sansa levando mais um pedaço de torta aos lábios
—O cheiro me deixa enjoado. _Comentou Jon
—Você nunca experimentou! _Exclamou Sansa pegando um pedaço de sua própria torta e levando-o até a boca de Jon. _Abra logo essa boca, Jon Snow!
—Ele venceu Ramsay Bolton, mas não pode com uma torta. _Riu Tormund
—Sabe que está bêbado, não sabe? _Perguntou Jon olhando para o selvagem e logo em seguida olhando para o rosto infantil que Sansa fazia para convencê-lo, abrindo a boca dando-se por vencido
Quando Sansa colocou o garfo em sua boca, Jon teve certeza que não entendia como ela gostava tanto daquilo. Tentou a muito custo reprimir uma careta e sorriu para Sansa, recebendo um sorriso da rainha do Norte que agora voltava a comer sua torta. O gosto enjoativo da cobertura doce parecia te se impregnado na boca de Jon, o que o fez dar um longo gole na cerveja de Tormund.
***
O jantar já havia se encerrado oficialmente há algum tempo, quando restaram apenas Sansa, Jon, Tormund e Bran no salão conversando. Até mesmo Brienne havia se retirado após receber algumas "cantadas" de Tormund levemente alterado:
—Eu devia te apresentar algumas mulheres livres, garoto! _Exclamou Tormund com a voz arrastada. _Elas são mais quentes que as mulheres de Winterfell.
—Deixe ele, Tormund. _Disse Jon. _Ele está apaixonado por Meera Reed. Ela não é mais velha que você?
—Ela é e eu não estou apaixonado por ela! _Exclamou Bran com as bochechas corados.
—Negação é a maior forma de afirmação, pequeno lobo. _Disse Tormund apontando para Sansa ao invés de apontar para Bran
—Está bem. Você está bêbado e você tem que descansar. _Disse Sansa olhando para Tormund e em seguida olhando para o irmão.
—Deixe que eu leve o jovem Brandon Stark para seus aposentos. _Disse Tormund se levantando a pegando Bran. Logo o selvagem lançou um sorriso malicioso para o casal à mesa. _Boa noite, lobo branco e loba beijada pelo fogo.
Sansa riu e ficou vendo Tormund subir as escadas com Bran, não queria que ambos rolassem a escada. Seu irmãozinho já estava aleijado, só os deuses sabem o que aconteceria com ele rolando aquela escadaria. Então seus devaneios foram acordados por Jon Snow lhe estendendo a mão para que se levantasse.
A rainha do Norte sorriu para Jon, aceitando sua mão e foram em direção ao quarto sem trocar uma palavra. Desde aquela tarde o dia havia se passado como uma tortura para Jon Snow, toda vez que fechava os olhos sentia os toques macios de Sansa e ouvia ela gemer seu nome. Apenas os deuses novos, antigos ou qualquer outro que existisse sabiam o quanto ele precisava daquela mulher.
Jon parou no meio do corredor escuro, fazendo com que Sansa travasse sua caminhada de supetão. Quando a Stark virou-se para o Snow apenas sentiu as mãos fortes em sua cintura e seus seios serem comprimidos contra o peitoral definido dele. A boca de Jon procurava pela dela, afoito como se ela fosse sua única fonte de água no meio de um deserto. Caminhavam as cegas pelos corredores a procura de sua quarto, até que a mão de Sansa encontrou a maçaneta e ambos entraram, com a Stark fechando a porta atrás de si e Jon a erguendo pelas pernas enquanto trancava a porta:
—Caso um certo Podrick decida ser inconveniente mais uma vez. _Murmurou Jon contra os lábios de Sansa
E a melhor sensação que Jon havia experimentado naquele momento foi sentir Sansa sorrir em meio ao beijo que trocavam. Colocou-a devagar no chão, apertando sua cintura, juntando ainda mais os corpos. Seu beijo já não era doce e terno como os outros, esse era afoito e levemente desesperado como se o esperassem há séculos. As línguas travavam uma batalha por espaço e vez que outra Jon dava leves mordidas no lábio inferior de Sansa.
As mãos de Jon saíram da cintura de Sansa, subindo para suas costas tentando, inutilmente, desfazer os laços daquele maldito vestido. Os lábios do Snow desceram para o pescoço de Sansa, beijando e dando leves mordidas na pele clara dela enquanto suas mãos ainda tentavam desfazer os laços do vestido de Sansa:
—Eu odeio esse vestido. _Murmurou Jon contra o pescoço de Sansa
A Stark riu e levou as próprias mãos as costas, guiando as de Jon até o laço principal e em apenas um movimento abrindo o vestido. Com o vestido já aberto, Sansa levou ambas as mãos para os cabelos de Jon, soltando-os e enroscando seus dedos nos cachos que tanto amava
Jon desceu devagar as mangas do vestido de Sansa, aproveitando para beijar cada pedaço da pele pálida exposta. Os lábios de Jon desciam do pescoço de Sansa em direção ao ombro, mordendo, não muito forte, a curva entre o ombro e o pescoço. Ouvia gemer e agarrar mais forte seus cabelos, então as pequenas mãos desceram, arrancando a capa de Jon e desfazendo-se do cinto na cintura do Snow.
Não demorou muito para que o vestido de Sansa encontrasse o mesmo destino desconhecido da capa de Jon, deixando a jovem rainha do Norte apenas com a camisola debaixo, fina e quase transparente, já que Jon reparara que perto da luz da lareira conseguia ver as perfeitas formas das curvas de Sansa. Afastando-se um pouco de Sansa, Jon retirou sua própria camisa e viu os olhos de Sansa passarem por suas cicatrizes, para que logo suas mãos fossem de encontro ao peitoral de Jon. E ele teve plena certeza que as mãos de Sansa era praticamente sempre geladas.
Em um rápido movimento Jon arrancou aquela camisola do corpo de Sansa, deixando-a completamente nua e a erguendo pelas pernas para depositá-la na cama. Jon admirou cada centímetro do corpo pálido de Sansa deitava naquela cama, abaixou-se, apoiando um braço de cada lado cabeça da Stark, beijando-a devagar e com paixão. As unhas de Sansa foram cravadas em seus ombros, o que fez o Snow arfar, abandonando os lábios dela e a jovem loba morder-lhe o pescoço. As mãos de Sansa começaram a passar livremente pelo peito definido de Jon enquanto ainda beijava o pescoço de Jon.
Jon aproveitara-se do fato de Sansa ter levantado o tronco para pôs as mãos em sua cintura e subir vagarosamente até os seios da Stark, apertando-os de leve, ouvindo-a suspirar, tirando os lábios de seu pescoço enquanto ele próprio voltava a beijar-lhe o pescoço, descendo em uma trilha de beijos até o meio dos seios de Sansa. A Stark gemera alto ao sentir Jon abocanhando um de seus seios, agarrando com força os cabelos do mesmo e sentido-o mordiscar se mamilo para logo tornar a circula-lo com a língua e chupa-lo com força.
Sansa sentia um formigamento no meio das pernas e as borboletas, que ela pensava terem morrido há muito tempo, voltaram a voar em seu estômago. Queria muito implorar para Jon que ele a possuísse de uma vez, mas toda vez que abria a boca saiam gemidos ou algumas palavras desconexas. Foi então que sentiu o Snow abandonar seus seios e começar a descer os beijos por sua barriga, pegou-lhe uma das pernas, apoiando-a sobre o ombro, beijando e mordendo a parte interna da coxa:
—Jon, o que... Ah!
As costas da Stark arquearam-se e suas mãos apertaram com força as cobertas sobre a cama ao sentir a língua de Jon em seu sexo. Tentava reprimir a muito custo seus gemidos cobrindo sua boca, mas não conseguia, tudo que Jon a fazia sentir era como se houvesse conhecido o verdadeiro paraíso e a partir daquele momento, ele era seu primeiro homem. O único que a tocaria.
Jon passava sua língua por toda a extensão da vagina de Sansa, vez que outra a sugava apenas para ouvir um gemido surpreso dela. Havia percebido que sua rainha era doce e suave, coisa que apenas o fazia querê-la mais e mais. O Snow havia dado uma leve mordida na região interna, ouvindo um gritinho de Sansa e logo vê-la atingir seu primeiro orgasmo da noite.
O ex-lorde comandante ergueu-se, vendo os seios de Sansa subirem e descerem depressa com sua respiração ofegante. Sorriu para logo em seguida capturar os lábios vermelhos e semi-abertos em um beijo sofrego e desesperado, guiando suas mãos para os seios firmes, apertando de leve os mamilos rígidos e ficando em pé diante de Sansa, para terminar de tirar suas roupas.
Sansa ergueu de leve o tronco, contemplando assim a nudez de Jon Snow. Sentiu as bochechas esquentarem e mordeu o lábio inferior a medida que ele se aproximava, deitando-se suavemente sobre ela. Os olhos castanhos pareciam ainda mais escuros:
—Sansa, olhe para mim, sim? _Pediu Jon vendo Sansa erguer os olhos para encara-lo. _Eu não vou machucá-la.
—Eu sei que não vai. _Disse Sansa sorrindo e passando a mão pelo rosto de Jon
—Querida, se você sentir dor...
Sansa segurou o rosto de Jon, puxando o rosto dele para ela, beijando-o sem deixá-lo terminar:
—Apenas me faça sua, Jon Snow. _Sussurrou Sansa em seu ouvido
Jon sentiu tudo em seu corpo se arrepiar e capturou os lábios de Sansa enquanto começava a penetra-la. As unhas de Sansa cravaram-se nos ombros de Jon e um pesado suspiro escapou de seus lábios, abandonando os de Jon.
O Snow ainda ficara um tempo parado dentro de Sansa, beijava-lhe todo o rosto e o pescoço enquanto ela ainda não se acostumava. Queria que aquela fosse a primeira vez que ela não teve. Foi então que a sentiu remexer os quadris na sua direção, incentivando-o a começar os movimentos. Jon movia-se vagarosamente e sem pressa, passava as mãos por cada curva do corpo de Sansa ouvindo-a gemer baixinho.
Sansa havia fechado os olhos, deleitando-se com o momento e sentiu as mãos de Jon apertarem fortemente sua cintura:
—Abra os olhos para mim, minha rainha.
Os olhos azuis de Sansa se abriram para encontrar os castanhos de Jon. Ambos os olhos pareciam nublados pelo prazer que sentiam e ao encarar os olhos de Sansa, Jon começou a aumentar o movimentos, penetrando-a com mais força e mais rápido. Sansa ergueu seu tronco apenas para que abraçasse o pescoço de Jon, puxando-a para um beijo que reprimisse seus gemidos que começavam a tornar-se cada vez mais altos.
Sansa colocara ambas as mãos sobre o peito de Jon, empurrando-o para inverter suas posições. O Snow sentia o mamilos de Sansa roçarem em seu peito enquanto ela o beijava e rebolava sobre seu membro, segurava agora a cintura da Stark que abandonara seus lábios e o olhava com um sorriso levemente pervertido. Jon deleitava-se com a visão de todo o corpo de Sansa, as curvas e os seios rígidos que se moviam a medida que ela rebolava.
Jon sentira as unhas de Sansa cravarem-se em seu peito, a vagina dela começava a comprimir seu pênis, avisando-o que o segundo orgasmo dela começava a chegar. Quando ele chegou, Sansa soltara um gemido alto e caíra deitada sobre o peito de Jon, com a respiração ofegante, mas ainda sentindo o Snow completamente duro dentro de si.
Jon sentara-se, abraçando Sansa e a penetrando profundamente. A Stark passara os braços ao redor de seu pescoço enquanto Jon a penetrava e seus seios roçavam no peitoral dele mais uma vez, os gemidos começavam a tornarem-se altos que Sansa temia acordar todo o castelo, então mordeu o ombro de Jon, que soltou um gemido alto.
Estavam tão próximos, tão colados que pareciam que seus corpos queriam tornarem-se um só. Um fina camada de suor na pele de ambos começava a brilhar à luz da lareira. Jon sentia mais uma vez Sansa comprimi-lo, mas desta vez sabia que a acompanharia naquele momento. E não havia durado muito para que Jon apertasse o corpo de Sansa e ela apertasse o dele, sentindo a enorme onda de prazer que acabara de chegar. O Snow derramou-se completamente dentro de Sansa, caindo deitado com ela em seus braços.
Jon saiu de dentro de Sansa e sentiu-se desabrigado, como se ela fosse seu porto seguro. Puxou as cobertas aos pés da cama, cobrindo ambos e puxando Sansa para seus braços, afastando os cabelos ruivos da testa suada e a beijando demoradamente na testa:
—Meus deuses... _Murmurou Jon acariciando os cabelos de Sansa, que estava deitada em seu peito
—Jon. _Chamou Sansa atraindo a atenção do Snow e sorrindo na direção dele. _Obrigada, por tudo.
—Não há o que agradecer, minha rainha. Tudo que faço é para o seu bem. _Disse Jon beijando a testa de Sansa mais uma vez
Sansa aconchegou-se mais ainda no peito de Jon, sentia os olhos tornarem-se pesados:
—Sabe de uma coisa, Jon Snow? _Questionou Sansa quase caindo no sono
—O que, Sansa Stark?
—Você relamente cumpre o que diz. Agora, será que os sete reinos nos ouviram? _Disse Sansa fechando os olhos
Jon riu e apoiou a bochecha no topo da cabeça de Sansa:
—Se ouviram, eu não me importo, minha rainha. Você é minha.
Jon ouviu Sansa ressoar baixinho em seu peito, mostrando que havia caído no sono. E o Snow também começava a sentir os olhos pesados, não pensava na guerra, apenas pensava em viver para ter mais noites assim com Sansa Stark.
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