Noite De Garotas — Fic De Fichas
20 Deu a louca no Flaviado
Point of View: Narrador.
Novamente, as garotas teriam aula com o Flaviado. Como na maioria das vezes ele estava totalmente gay em sua camisa polo rosa bebê e óculos fundo de garrafa. Usava uma grande calça colada ao corpo, porém pequena que mostrava sua calsinha fio dental.
Ele estava tendo seus surtos de tirar de sala todo mundo da sala, como sempre.
– Byanna! Sai de sala! Não leia a culpa das estrelas! — Disse o viadão gritando com sua voz gay.
– Buáááááá! É tão triste! "Eu aceito minhas escolhas" Buáááá! — Disse ela triste saindo de sala. Chorando também — Úi. Ela me bateu. Acho que não era para narrar isso -.
– Carol! Pare de conversar sobre "cachorros gatos" sozinha! — Gritou ele. Carol abaixou a cabeça corada.
– Mariza pare de pegar esse mendigo! Todos nós sabemos que ele é um lindo pedaço de mal caminho! — Disse Flaviado piscando para o mendigo, que imediatamente corou.
– Pare de desenhar! Ana Laura pare de dançar com pizzas! Nós sabemos que os pudins ainda estão com raiva de você! Nelissa pare de transpirar! Mariza (onde está o mendigo?) pare de tentar abusar sexualmente aquele aluno ele é já o meu peguete!
– AI, credo! — Disse Mariza saindo de sala. – Joguei o mendigo pra escanteio.
– Narrador! Pare de usar vestidos que te deixem gorda! — Imediatamente comecei a chorar. Até o professor gay de matemática me acha gorda!
Como a maioria das pessoas, fui para a coordenação. Confesso que nunca fui para lá, pois normalmente sou apenas narrador observador, mas nessa fic, eu resolvi soltar a Franga.
Eu sempre imaginei a coordenação como um lugar sombrio, chato, cheio de regras e pessoas más. Um lugar assustador, com floresta negra e tudo. Imaginei encontrar até o bicho papão.
Quando eu cheguei lá a coordenação eta totalmente diferente do que eu esperava. Era uma grande festa, com direito a discoteca e tudo. Os coordenadores eram umas gostosas. Literalmente. Imediatamente Byanna veio até mim e disse:
– Tipo, nós perguntamos se podíamos fazer uma baladinha aqui. Os coordenadores deixaram a gente fazer uma festa. A encarei confuso por um segundo e depois:
– Ah... VAMOS NOS DIVERTIR! — Eu gritei. — UHUUUUUUUU!
– UHUUUU! WOAH! — Ela gritou de volta. E assim começamos uma competição de gritos.
– Nuujejiwwhs
– mxejndukwowo
– hahahaha
–rsrssrss
– É risada ou grito?
– Selulá. — Sei lá em Byannês.
***
A musica começou a ficar lenta e somente eu, e Byanna, ficamos sozinhos sem ninguém para dançar. Até Carol encontrou um vagachorro, mas não conte ao namocão dela.
– Hã... — Eu disse constrangido.
– Não. — Ela encerrou o assunto. Ficamos observando os outros casais. No centro da pista, um casal fazia realmente sucesso. Fiquei deprê. Para esquecer a depressão comecei a comer umas flores-de-lotús — muitas para se ser exato -logo estava dorgadão com a dorga dos demigods.
***
Point of View: Carol.
Gente, está acontecendo uma coisa surreal.
Uma coisa impossível.
Nossos olhos devem estar bugados.
Nossos celebros devem precisar de concerto.
Nós vimos uma coisa estilo OH MEU DEUS!
Nos vimos...
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... o narrador e a Byanna se agarrando (só beijo mesmo seus pervertidos).
O que foi isso?
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