Noite De Garotas — Fic De Fichas
21 Problemas de Garotas e um narrador
Point of View: Narrador
– O QUÊ ESTÁ ROLANDO AQUI? – Perguntou alguém, algum ser de algum lugar. Ooooh.
– Sei lá. – Disse a Byanna, se soltando de mim (?). Pera, o que rolou aqui mesmo? – Eu não estava beijando o Nathan Kress? Ou seria o Percy? Se for eu to ferrada, Annabeth vai enfiar uma faca no meu coração. Ai nmeu courassaum...
– Não, não era o Percy para sua sorte, ou não por que skatistas seduzem. Ou o Nathan. Ou o Leo, Nico, Jace, Tobias, Peeta, Gale ou Finnick. – Disse Carol.
– #Xoremos. Quem foi? – Disse Byanna consumida com o auto nível de flor-de-lótus.
– O narrador. – Disse Nelissa.
– Oops. – Disse Byanna. A festa fez silencio. – Seu cachorro, safado, de uma figa! COMO OUSOU ENCOSTAR EM MIM? – É ela começou a me bater. Ai, ui, uh, AU! aaaaaaaAAAAAAhhhhhhhhHHHHaaaaaa. – E ainda faz isso usando um vestido, que te deixa gorda! – Comecei a chorar.
– Hey! – Nelissa entrou com cara de atropelada. – Essa guria me atropelou quando eu fui chamar a policia. – Ela apontou para uma menina de cabelos ondulados nas pontas e pele morena.
– Nome? – Perguntou Melissa com um travesseiro de banana nas mãos (?). Desculpem, estou com a visão turva das pancadas, então pode ser que eu esteja errado. TÁ SERTO PRODUÇÃO? AH, SIM? OK. É tá certo.
– Giovana! – Disse ela. – Tenho 14 anos, mas sei problemas e segredos do governo brasileiro. Os subornei e agora além de ¾ dos impostos irem para mim tenho uma carteira e atropelo velhinhas por profissão. – Ela monstrou uma carteira escrita: Atropeladoras de velhinha profissional.
– Uau! – Disse Jamal, o professor gordo e legal de geografia. – Acho que vou contrata-La para visitar minha sogra!
– AULA DE GEOGRAFIA NÃO! – Gritou Melissa e saiu correndo feito uma louca.
– Curte Green Day? – Perguntou Ana Laura.
– Sim. – Disse ela. Começamos a carrega-la nos ombros e gritar seu nome, enquanto Nelissa jazia desmaiada no chão.
– Ei. Ei. Ei. EIIIIIIIIIIII! – Gritou Mariza, reaparecendo com direito a palmas de guest-star por:
(A) Byanna gosta dela – Byanna: As Friend, please sou hetero
(B) Ela está sumida.
– SENTIMOS SUA FALTA MARIZA! – Disseram um monte de garotos bonitões com faixas e cartazes escritos: TEAM MARIZA.
– I Know, I Know. – Disse ela. – Trouxe uma menina desconhecida por motivos, desconhecidos.
– Karine! – Disse ela dizendo seu nome. Ela tinha cabelos loiros e lisos. Corpo esbelto. Que bonita! (Byanna: tsc, tsc. Que coisa feia. Vai lá com a sua amiguinha) Ciúmes? (Byanna: hahahahaha, se enxerga! Uma linda filha de Apolo como eu, não ficaria com um narrador qualquer) Buh.
– NARRADOR, morte ao NARRADOR! – Disse Aline, correndo até a mim. Agora Byanna se juntou a ela. A garota está me procurando até agora? Why me? (Carol: Seu copião que só usa vestidos que te deixam gorda!) Seu recalque bate e volta. (Byanna: aff, deveria estar feliz com duas lindas garotas correndo atrás de você /Aline: É!) MAS, NO CASO DE VOCÊS NÃO É DO JEITO BOM! (Byanna: Sério? Ah, é. Bah. MORRA! / Hedge: Não me copie! / E tu manda em mim? / Hedge: Não...).
Capítulo vinte e cinco: A revolta do uniforme das garotas
Point of View: Narrador
Depois de chamarmos a policia e resolvermos os problemas (houve muita porrada, mas ok) fomos todos para casa. Após isso todos fomos dormir – mentira ficamos a madrugada toda na internet.
– Vamos jogar futebol? – Perguntou Nelissa, em frente a um notebook negro. Todos se entreolharam e disseram:
– Nah. – Mas, Carol não se conteve.
– Querida, está de madrugada são cinco da manhã, não é só por que o sol está nascendo que nós vamos poder jogar esse jogo idiota.
– Não ofenda, o futebol! – Gritou Nelissa.
– Ou o que? – Perguntou desafiadamente Carol.
– Ou vou xingar você no Twitter. – Disse Nelissa, se achando por cima.
– To nem ai, até o Felipe Neto me xingou no Twitter. – Disse Carol.
– Sabe, isso não é nada ele xinga muito. – Disse Marceline, tirando um de seus fones de ouvido.
– Nossa, tenho um encontro amanhã! – Disse Mariza, com um sorisso, quase tão cegante quanto o de Apolo (Deus grego do Sol, das artes, música, verdade, cura [...] e da luz física e espiritual).
– Serious? A GIRL MORE BEATIFUL (a garota mais bonita) da turma num encontro, fala sério. – Disse Byanna, debochada como sempre.
– Pensei que você gostasse do aluno de intercâmbio, aquele japa que não fala português e fica olhando pra sua bunda.. – Disse Karine.
– Não! Sim! Opa, quer dizer... Não! Bom, talvez. Mas, eu estava pensando que talvez isso fosse ruim, por que Japoneses tem... Hã... “Aquilo” pequeno.
– Mas, ele é brasileiro. E que eu saiba eles tem “aquilo” normal. – Disse eu o lindo, divo e maravilhoso narrador. (Byanna: Avá) – Psiu! A Narrativa é minha – (Byanna: Fuck You) -.-‘
– Mas, você tem que saber, afinal, você não tem “aquilo”? – Perguntou Byanna me zuando.
– Tenho, mas nunca comparei aos outros caras. Quer ver? – Perguntei joganu na mesma moeda.
– Nops, nem mortinha da silva.
– Na minha opinião vocês estão muito safadenhos desde que se beijaram. – Disse Carol rindo. Byanna tacou um travesseiro, que jazia ao seu lado nela.
– Não amola. – Ela disse.
***
No dia seguinte, no bairro do limoeiro.
O dia estava simplesmente fantástico! Flores brotavam lindamente e por estranho que pareça nevava (Byanna: Bitch, please. A fic é minha o clima também).
Mentira, era dia de prova.
Mas, o que causou um real desastre era que a direção estava proibindo entrar quem não estivesse de uniforme e como estava nevando NINGUÉM veio de uniforme.
– Escutem aqui! Ninguém vai entrar e ponto final! – Disse dona Ângela a mãe escrota do diretor – Personagem real.
O diretor da escola, nunca vinha por que era a pior franquia de sua escola cheia de franquias, então mandava a mãe chata dele cuidar dessa unidade. Resolvia dois problemas dele.
Ao lado dela o noivo do Flaviado, o coordenador A. Feminado – Personagem real, que não sei o nome e nem quero saber – ele era igualmente gay num terno blazer feminino rosa.
E ao lado dele havia uma mulher que a Byanna criou, para ficar aindamaisengraçado. Ela se chamava Lina Mascu (Troquem os nomes) e tinha o cabelo raspado, mas um tufo em “L” na parte de trás roxo. Usava Piercyngs no rosto inteiro e pegava umas meninas.
– Ninguém vai entrar! – Gritou ela assustando a todos. Todos tinham medo dela.
– Gente isso não é justo! – Disse Cascuda. Denise apenas xingava no Twitter.
– Vamos fazer a revolta do uniforme amanhã! Todos viremos de uniforme, mas tiraremos ele! – Disse Marceline. Todos concordaram.
***
No dia seguinte todas trouxeram os uniformes, mesmo congelando de frio.
De repente, Byanna tirou um megafone do cosmos e começou a gritar:
– TIREM OS UNIFORMES! – Todos começaram a tirar, mas a maioria NÃO TINHAroupa de baixo. – Ah, seus retardados! Fala sério a Marceline falou tão claramente! E agora? – Nelissa Pigarreou e passou o megafone para Karine.
– E se quem estiver de roupa tirar?
– Vamu ficar todo mundo pelado? – Perguntou Carol.
– É não seria tão ruim. – Disse Mariza. Todos concordaram com “É”s positivos, “Uhum”s maliciosos e outras coisas. Todos que tinham vestes tiraram. Até os professores e professoras – O que sinceramente não foi lá uma visão tão boa – também tiraram a roupa.
Todos se entreolharam por alguns segundos.
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...E começou a pegação!
Obviamente como todos estavam pelados e a maioria lá era adolescente, ou seja, hormônios a mil, começamos a nos agarrar. Carol e algum cachorro, a bosta e a merda nos estilo Guest-Star, Flaviado e algum aluno, Lina e alguma aluna, Jamal e um poste na rua por que ele é muito gordo, Flaviado e A. Feminado, sr. A e algum aluno...
– NOSSA! É ENORME, O BRINQUEDO DELE! – Disse Mariza, nua, vendo japa ir para o outro lado do corredor. – VOLTA AQUI, MEU JAPA SUPERDOTADO! – Disse ela indo atrás dele e o pegando de jeito.
– Caramba! – Disse Nelissa apontando. – Até o Narrador e a Byanna tão se pegando again (de novo)!
Eu estou fazendo isso? Só agora me dou conta de que estou beijado aqueles lábios malditos e debochados de novo. (Byanna: SEU MALDITO, eu pensei de novo que era o Nathan) Sorry Byanna hehe. OOOOOOOOoooooooHHHHHhhhhh! ELA CHUTOU O MEU PINTO, mas continuou me beijando (?).
E vivemos felizes para sempre! (Não pera...)
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