Notas iniciais
Hello eve!! Me desculpem a demora para atualizar, bem, eu estava um pouco desmotivada e tudo, mas agora as coisas estão se ajeitando. Então, esse capítulo em especial vai para a minha querida Aysha, por que ela tem me ajudado bastante para não deixar de escrever então minha primeira dedicatória vai especialmente para ela. O capítulo está l Bem legal, emocional e tudo, espero que aproveitem!


09


Uma semana havia se passado, desde a noite em que Blaine e Maurice haviam dormido na casa dos Hummel, mas daquele dia para cá, muita coisa havia mudado. Eles já não se encontravam os quatro todos os dias para fazer coisas novas, Kurt, agora ao contrário do que queria, estava enfiado no trabalho, não havia tempo nem mesmo para passar uma tarde ao lado de Alfredo.


flashback on


O dia estava escuro ainda, as persianas da casa haviam dormido abertas, mas ainda assim, a casa estava uma penumbra, excerto, umas luzes fracas, que vinham dos postes distantes da rua. A fraca claridade que entrava, causavam sombras horripilantes, que tremiam com o vento que batia nas lâmpadas e postes na rua, algumas sombras com formas monstruosas, outras com formas dos próprios móveis, assemelhando-se a móveis abandonados.


O telefone de Kurt tocou ainda em seu bolso, despertando ele, seu corpo mais quente do que o habitual. Então, ele lembrou do que havia acontecido na noite anterior, como ficou próximo de beijar Blaine, como ele havia se entregue a um sentimento que a muito ambos não sentiam. Seus olhos foram abrindo gradativamente e a imagem que ele viu, lhe tirou o fôlego no primeiro momento, Blaine dormia com sua cabeça encostada no ombro do castanho, seus olhos entre abertos e uma mecha de seu cabelo pendia simetricamente pendurada em sua testa. O castanho sorriu, um sentimento de extremo carinho, calma e afeição lhe inundou o peito a muito tempo não sentia algo desse tipo, na verdade ele não lembrava de ter sentido algo parecido, na verdade, ele provavelmente nunca havia sentido. Tudo bem que Sam e ele não ficavam juntos a muito tempo, mas ele não esqueceria aquele sentimento. Era como olhar para um anjo adormecido, talvez fosse , talvez Deus o havia mandado a terra disfarçado, para o ajudar com toda aquela situação. Ele balançou a cabeça, tentando recompor seus pensamentos, obviamente não estava inteiramente acordado, de outra forma, aqueles pensamentos nunca teriam surgido.


O castanho se moveu devagar para não acordar Blaine, como se estivesse em uma caixa revestida com ovos, se livrou de um dos braços do moreno que lhe envolvia por a cintura e pegou o celular em seu bolso, haviam duas chamadas perdidas do seu chefe, que o fez pular, o que fez com que todo o seu esforço para não acordar Blaine, fosse em vão.


Os olhos do rapaz correram por toda a sala, procurando alguma explicação para ser arrancado do seu sono, mas ele viu apenas um Kurt com seus pálidos e ágeis dedos mexendo no celular. Mesmo acordado, o corpo do moreno se recusava a fazer qualquer movimento mais esforçado, então ele trançou seus braços em volta de Kurt e escorou seu corpo parcialmente adormecido ao dele.


– Kurt, estamos com um problema. Isabela está louca, ela me ligou as três, eu tentei segurar as pontas, mas as coisas estão um pouco complicadas. Fomos roubados.


Dessa vez, Kurt estava com o corpo tenso, impossibilitando Blaine de um bom descanso, então o moreno apenas desistiu e puxou suas pernas para cima do sofá, e ficou abraçado á seus joelhos, observando o castanho ao telefone.


– Ah meu Deus, como está Isabelle? E o senhor George?


– Roubaram nossa coleção, KURT.


– A coleção inteira? — A voz doce do castanho, agora esganiçada, chamou a atenção de Blaine que batia insistentemente no braço do maior, tentando entender o que estava passando. O castanho levantou um dos dedos, como um sinal para que Blaine se contesse e continuou ouvindo calmamente.


– Kurt, eu sei que não é isso que você quer, nem o que foi acordado, mas precisamos que venha imediatamente para cá.– O castanho soltou um suspiro cansado, não só por que não chegou a dormir nem se quer quatro horas, mas também, por que aquilo não seria algo de uma reunião. Sua intuição lhe dizia que seria uma longa jornada estava bem a frente. - Kurt, está ai?


Ele pressionou as temporada com os dedos, tentando se livrar de uma dor incomoda. — Sim Edgar, eu estou indo, só me dê mais alguns minutos, preciso de um banho e trocar de roupas, logo, logo estarei a caminho. — Kurt desligou o telefone, jogando suas costas cansadas no encosto do sofá, seus olhos agora fechados outra vezes, teimavam em não abrir.


– Kurt, aconteceu alguma coisa?


O castanho ao ouvir a doce voz do outro, foi virando seu rosto devagar, abrindo os olhos enquanto o fazia. Não era fácil agir normalmente quando Blaine estava a tão pouca distância dele, o seu cheiro estava entranhado em sua roupa e seu nariz, talvez por terem dormido tão perto um do outro 'dormido um com o outro' se corrigiu ele mentalmente. Os olhos âmbar, eram como areia movediça, no momento em que alguém os encontrasse, era impossível sair deles, eram como o mais forte imã. O castanho mesmo ciente dos problemas que o roubo causaria, mesmo sem motivos, sorriu para ele, em seguida, como se algo o tivesse arrancado de um transe, soltou um grande suspiro e forçou seu corpo a levantar. — Fomos roubados, todos os nossos desenhos da coleção foram roubados, George e Isabelle estão enlouquecendo. O pobre do Edgar está com eles desde as duas. Eu preciso ir. — Ele caminhou alguns metros, até que lembrou-se de algo importante. Seus calcanhares giraram e seus olhos se encontraram mais uma vez com a imagem de Blaine caindo no sono. — Blaine? — Chamou baixinho, apenas para confirmar. Blaine cansado demais por ter dormido dão pouco, abriu apenas um olho, fazendo o castanho rir. — Pode me fazer um favor?


– Até dois. — Não era muito difícil para Blaine perceber que estava apaixonado por Kurt, não havia nada no mundo que ele lhe pedisse, que ele não fizesse. O moreno agora tinha sua vida toda em torno de Kurt e Alfredo, seus horários, seu trabalho, mesmo assim, ainda não sentia que tinha o suficiente.


– Finn, meu irmão. Sempre vem ficar com Alfredo, mas nunca tão cedo e eu realmente não quero acorda-lo agora. Ele tem uma bebê pequena, não quero atrapalhar o sono deles. — Ele se sentiu tão mal por ter que fazer aquilo, era sempre difícil para ele pedir para alguém lhe ajudar com Alfredo, sempre se sentia como se não fosse capaz de tomar conta do seu próprio filho, mas era a única solução no momento. — Poderia ficar com Alfredo até ele chegar? — Ele fez uma pausa, Blaine ajeitou-se no sofá, mas antes que pudesse falar algo, Kurt o interrompeu. — Claro, se não for te atrapalhar.


– Kurt, provavelmente Many não vai acordar antes que eles cheguem aqui, então pode ir despreocupado, eu tomo conta dele


– Todos os remédios dele estão no armário perto da pia, sabe onde fica não é? — No mesmo instante se arrependeu de sua pergunta, suas bochechas queimaram como brasas, ele podia sentir que estava corando. A lembrança ainda estava bem viva, suas mãos se tocando. Os dois ficaram em silêncio, o único som, eram os sons de alguns pequenos bichinhos que se chocavam contra a janela da casa. — Blaine? — O moreno mesmo envergonhado, voltou a olhá-lo. — Obrigado.


flashback off


Á quase uma semana, o castanho não fazia jogos com Alfredo, nem mesmo passavam a tarde juntos e isso estava começando a irritar os dois.


[♥♥]


O castanho menor não estava se divertindo nenhum pouco, nem mesmo o seu filme preferido o distraía de não ter a companhia do pai, tudo havia começado com apenas uma tarde trabalhando até tarde e de repente não parou mais.


Era claro que seu pai tinha coisas a fazer, coisas importantes, de outro modo, nunca deixaria ele sozinho todas aquelas tardes. Outra vez, obviamente não sozinho, mas ainda assim, era como ele sentia-se. Não era comum que eles ficassem separados por tanto tempo, mesmo que seu pai estivesse ali a noite, ainda não era a mesma coisa.


– Eu sinto falta do Maurice e do Blaine. — Reclamou o menino, mais para ele mesmo do que para outra pessoa, mas ele foi pego por sua madrinha que vinha entrando com alguns bolinhos.


– Fredo, nós podemos ligar para eles, talvez eles apareçam. — Ela piscou deus olhos negros por cima dos cílios, fazendo o garoto sorrir. Sua madrinha, poderia ser sua fada madrinha, ela sempre tinha os melhores conselhos e sabia o jeito certo de anima-lo.


E assim o fizeram, depois de comerem uma deliciosa e gigante tigela cheia de biscoitos, os dois ligaram para o escritório da State Free, para poder entrar em contato com Blaine.


– Blaine, finalmente. Eu estava tentando falar com você a muito tempo, sua linha estava ocupada. Eu


O castanho pegou o telefone da mão da madrinha, se jogando no sofá enquanto ignorava alguma explicação que Blaine dava para a morena. — Blaine, e ai?


– Alfie? E ai, amigão?


– Eu estou com saudades e entediado. — Suas mãozinhas estavam brincando com uma linha solta na sua roupa.


Blaine sorriu do outro lado da linha, ele também estava com saudades, mas sempre que marcavam alguma coisa, Kurt sempre demarcava por algum compromisso de trabalho. Seu coração recebeu um sopro de vida com aquela ligação.


– Tudo bem Alfie, eu também estou com saudades. Se quiser posso passar ao depois de terminar umas coisas que estão pendentes aqui.


– Pode trazer Many também?


– Claro, ele me mataria se fosse te ver sem levar-lo.



[♥♥]


Eram quase três horas da tarde e o castanho á quase meia hora estava andando de um lado a outro da sala de Mercedes, a mulher tentou o fazer para, lhe convidando para uma história, mas ainda assim ele não parou. Veria seus amigos que tanto gostava, depois de tanto tempo. Ele vestia um de seus pijamas, extremamente exagerados e chamativos que seu pai comprava para ele e na cabeça um gorro, com alguns corações azuis, que ele usava para disfarçar sua cabeça que agora estava careca. O castanho estava cada vez mais ancioso, contaria tudo sobre seus dias a seus amigos e como seu cabelo havia ido pelo ralo, literalmente. Ele riu ao imaginar a cara de Maurice, ele estava tão legal, talvez Maurice quisesse ficar legal como ele.


A campainha tocou e como se tivesse sido arrancado se um sonho, deu um salto e saiu correndo pela casa até a porta de entrada. Antes de abrir a porta, deu uma checada no olho mágico e seu coração começou a bater mais rápido, Blaine estava do outro lado, sorrindo.


Ele abriu a porta, sem esperar nem um segundo, se jogou nos braços de Blaine, um abraço que durou pouco, mas significou muito mais do que palavras poderiam expressar.


No momento em que se afastaram, o gorro de Alfredo foi escorregando da sua cabeça, permitindo que Blaine se desse conta apenas naquele momento, como o tempo passa rápido para Alfredo, seu metabolismo já não funcionava no mesmo ritmo que funcionava de qualquer criança saudável.


Nesse instante uma tristeza o atingiu, mesmo sabendo que não teriam Alfredo por muito tempo a frente, não lhe parecia real, até aquele momento. Ver aquela criança, que antes esbanjava um emaranhado de embaraçados cabelos castanhos, agora sem um fio se quer, lhe deu a sensação de que algo não estava certo, que aquilo não eram como tinham que ser as coisas.


Ele teve uma vaga visão de Maurice pulando de trás dele e as duas crianças saíram correndo da sala para o quarto. Suas pernas tremeram e se não fosse por a negra que estava quase ao seu lado, certamente ele teria caído.


– Ei bonitão, você não parece bem.


As coisas estavam começando a entrar em foco outra vez. — Alfredo está morrendo.


– Pois é, e você também.


– Eu quero dizer, ele está morrendo agora, ele ah meu Deus. — Ele cobriu o rosto com suas mãos, era completamente irracional isso. Ouvir aquelas palavras da sua própria boca, parecia loucura, mas era verdade, um pequeno anjo estava indo cedo demais, rápido demais. — Eu quero dizer, ele realmente está morrendo, como isso é possível? Como algo assim pode acontecer com uma criança tão especial como Alfredo?


A morena o puxou até o sofá que havia na sala, o fazendo sentar para o acalmar. — Olha bonitão, melhor que você não pense nisso, não vale a pena, vai acabar odiando o mundo inteiro e não vai encontrar nenhuma explicação. — Ela sentou-se ao lado dele, passando sua mão nos ombros do moreno que tinha os olhos fixos em lugar nenhum. Mesmo querendo conforta-lo, ela não podia fazê-lo, porque ela mesmo estava buscado a resposta para essa pergunta, desde o dia em que Kurt lhe contou sobre Alfredo.


– Como você como você consegue lidar com isso? Você não fica sei lá, triste?


– Se eu fico triste? Ah eu fico triste sim. Eu quero gritar com Deus as vezes, quero lhe perguntar por que ele faz coisas desse tipo a pessoas boas, enquanto existem tantas pessoas ruins cheios de saúde por ai, prontos para fazer o mal. — Agora a mulher também tinha seus olhos mirando o nada, os dois em seus próprios pensamentos, foi um silêncio duradouro, mas não havia nenhum incômodo.


[♥♥]


– Como você fez isso?


Alfredo estava mexendo em seus panfletos, colocando-os em ordem para ter um pouco mais de tempo com o pai quando ele chegasse, então virou-se ao ouvir a pergunta do amigo. — Fiz o que?


O moreno apontou para a cabeça do menino, seu olhar refletia a curiosidade. — Seu cabelo, como fez para que seu pai deixasse.


– Ele não pode impedir. — Segurou seu gorro azul, retirando da cabeça, deixando outra vez a mostra seu couro cabeludo, onde á uns dias atrás, haviam cabelos castanhos e rebeldes apontando para todos os lados. — Eles meio que decidem ir embora, tia Mercedes disse que eles sentem inveja por que sou muito legal.


– Demais! Você parece mais velho, eu diria que você tem uns quarenta.


– Não é legal, ele deveriam voltar, todos me olham diferente, acho que é meu tamanho, eu queria meu cabelo de volta. — O rosto do menino se contorceu um pouco, seus lábio formando um arco apontando para baixo. Era meio que frustrante ser diferente dos outros, não era legal receber olhares curiosos e até penosos por onde passava, ainda assim continuou seu trabalho com os panfletos.


Maurice não entendia o que o amigo queria dizer com aquelas coisas, ele achava que seu colega estava bem legal, agora ele podia se passar por adulto e ganhar dinheiro para comprar todas as balas que quisesse. Mas Alfredo não parecia estar gostando da ideia, talvez ele pudesse fazer algo para que o amigo não se sentisse tão diferente.


– Ei, Alfie


– Oi?


– Você tem uma tesoura?


O pequeno Hummel lhe lançou um olhar curioso. — Por que quer uma tesoura?


– Eu quero tentar algo, você tem?


O castanho, ergueu do chão seu corpo, indo até uma pequena mesinha próximo a janela, em cima dela haviam alguns livros e lápis de colorir. Ele abriu uma das gavetas e depois de revirar um pouco voltou com uma tesoura na mão.


Maurice recebeu e segurou uma mecha do próprio cabelo, o menino olhou uma vez parar trás, confirmando que não havia mais ninguém no quarto, enquanto Alfredo o olhava ainda curioso, ele fechou a tesoura em cima da mecha e os olhos do outro se arregalaram.


O moreno havia cortado um tufo de cabelo de seu emaranhado de cabelos cacheados deixando um buraco grande no local. — O que você está fazendo Many?


– Eu estou ficando mais velho, não é justo que só você possa, eu quero ser legal também.


O garoto lhe sorriu e ficou vendo o andar da situação, ele sentiu um carinho maior por Maurice naquele momento, era como se o amigo pudesse sentir o que ele precisava e ele simplesmente fazia, não lhe importava ter que ir embora, ele havia tido o melhor pai do mundo, ele tinha conhecido pessoas incríveis na sua vida e agora, ele tinha um melhor amigo, que ele sabia que, se ele não fosse morrer, ele estaria com ele pró resto da vida e isso já lhe bastava.


Depois de dez minutos, ele havia terminado, Maurice levantou-se indo até o pequeno banheiro no quarto de Alfredo, ele se olhou um pouco no espelho, avaliando a situação dos seus cabelos, que estava maior em algumas partes, mas estava satisfeito com seu resultado.


Quando ele voltou, Alfredo o esperava com o quarto limpo, sem fios de cabelo soltos por o chão. — E aí, o que achou? Estou tão legal quanto você?


– Por favor, não exagere. Ninguém é tão legal quanto eu, você está quase.


– Vamos mostrar ao tio Blaine.


E os dois saíram correndo do quarto pelo estreito corredor.


Na sala, Blaine continuava sentado no sofá, enquanto Mercedes mexia em algumas panelas no fogão, estava quase na hora do almoço e a comida estava quase pronta. Sua conversa já não era tão pesada, apenas assuntos aleatórios. — Então ele viu que não estava apaixonado por Finn, na verdade estava muito bravo por fim está "roubando" o seu pai. Foi a coisa mais engraçada que nos aconteceu no ensino médio. — O moreno se desdobrava no sofá de tanto rir, com Kurt tão serio ele não imaginava coisas como essas acontecendo com o rapaz.


– Eu não posso acreditar nisso, Kurt Hummel. — Ele continuou rindo, era bom demais para ele não provocar o castanho com isso. Porém, instantaneamente sua risada cessou, Maurice e Alfredo estavam parados nos corredores com grandes sorrisos, exibindo com grande animação o novo corte de cabelo do moreno. — Maurice o que diabos aconteceu?


– Eu cortei meu cabelo.


– Eu estou vendo, mas por que?


– Alfie estava tão legal e mais velho, eu queria estar também. E também, Alfie se sentia estranho e diferente por está sem cabelos, eu não queria que ele se sentisse diferente. — Ele deu de ombros.


Mercedes só agora tinha se dado conta do que haviam feito os meninos, olhando-os curiosa e agradecida pro pequeno Maurice. E Blaine mesmo sabendo que era uma situação delicada, ainda assim, se emocionou, seu sobrinho tinha um lindo coração, Blaine não imaginava que a amizade e companheirismo entre os dois havia chegado a um nível tão alto.


– Seus cachos seu pai — Ele levantou indo até as crianças, suas mãos na cabeça do sobrinho. — Seu pai vai me matar, sabe disso né? — O pequeno baixou a cabeça, mas logo o moreno lhe puxou para seus braços e logo depois Alfredo, os envolveu em um abraço forte, querendo lhes passar toda a emoção que sentia no momento.


Aquelas duas crianças, tinham lhe dado um exemplo de como é uma grande amizade. Blaine sabia, que os dois estariam juntos para sempre, não importava o tempo que tivessem juntos, ou á quanto tempo tempo estavam juntos. O sentimento que lhes unia, estava grudado em seu coração, unindo para sempre suas almas, de modo que um não deixaria o outro, nem mesmo após a morte, era um laço de amor, um amor de alma.

Notas finais
Críticas, sugestões? Já sabem, são sempre bem vindas.