No Limite Do Desejo
9 Capítulo 9
Notas iniciais
cap um pouco pesado,Espero que gostem.
- Agora vamos acertar as contas filha ingrata. – eu estava perdida. – então você já foi fazer fofoca para o seu noivo.
- eu não disse nada a ele pai.
- não? Então como ele soube? Não me faça de idiota sakura. – ele segurou meu braço com força.
- eu não disse nada eu juro. Ele desconfiou porque viu marcas em mim. – ele pareceu pensar por um momento e saiu arrastando-me pelo braço escada acima.
- vou lhe ensinar uma lição e ai de você se contar alguma coisa para alguém. – me jogou no chão do meu quarto e tirou o cinto. Segurou-me com força e deu varias cintadas em minhas costas. Eu não gritei. Apenas chorava. Tentei fugir mais ele me segurou com força pelo braço acabei me desequilibrando e torcendo o pulso. Senti um dor muito forte e gritei alto. Isso fez com que meu pai voltasse a si e parasse de me bater. Me senti tonta – sakura... SAKURA... – E tudo ficou escuro.
...
Acordei e estava deitada na minha cama. Meu corpo doía. Olhei o quarto e não tinha ninguém, eu estava sozinha. Tentei me levantar senti meu pulso doer, ele estava enfaixado. Levantei-me e me olhei no espelho, não havia marcas no meu rosto mais minhas costas, braços e pernas tinham marcas da surra. Olhei para o relógio e vi que já passava do meio dia. Peguei meu celular e havia cinco chamadas perdidas, 3 do sasuke e 2 da hinata. Fui até o guarda roupas e vesti uma blusa de manga, peguei uma mochila e coloquei algumas peças de roupas. Eu estava cansada de tudo, queria sumir. Sai do meu quarto, e fui até a sala. Kureinai estava na sala assistindo televisão.
- finalmente você acordou. Seu noive ligou. Ligue para ele e diga que está tudo bem.
- onde está meu pai?
- trabalhando. Alguém tem que trazer dinheiro para casa. – não me dei ao trabalho de responder. – se divertiu com seu noivo essa noite?
- divertir?
- você passou a noite com ele. Sasuke não é nenhum garoto e se sente atraído por você. Sua inexperiência o deixa excitado.
- isso não quer dizer que eu tenha feito alguma coisa com ele. – fiquei vermelha. kurenai soltou uma gargalhada.
- realmente você é a virgenzinha inocente dele. Homens gostam de garotas indefesas. Mais depois de um tempo se cansam. E o histórico do sasuke já diz tudo.
- o que quer dizer com isso?
- digo que quando ele casar dessa sua ingenuidade vai te dispensar. Como fez com todas as outras.
- como pode saber?
- ele não te disse?
- o que?
- sasuke e eu estudamos juntos. Eu fui veterana dele na faculdade.
- o que?
- difícil de acreditar né?
- sim. Estou chocada. Chocada por você ter feito faculdade. – não pude deixar essa passar. Tive que alfineta-la.
- sim fiz. Não fizemos o mesmo curso e eu não cheguei a terminar. Mais nos conhecemos quando ele estava no primeiro ano. E posso dizer que nos conhecemos profundamente.
- o que está insinuando kurenai. Seja direta.
- se você quer então serei. Não queria magoar esse seu coraçãozinho. Sasuke e eu ficamos juntos na faculdade por algum tempo. Ele foi um ótimo amante até que se cansou de mim. eu o peguei na cama com duas garota.
- meu Deus!
- sim, ele é capaz disso e muito mais. Quando chegou a cidade me procurou, mais eu disse que estava casada. Mais mesmo assim ele insistiu, disse que queria relembrar os velhos tempos. Mais eu disse não é claro. Sou uma mulher honesta e fiel ao meu marido.
- se ele é assim porque você o meu pai me empurraram para ele.
- não sabia que ele iria propor casamento. Pensei que ele apenas quisesse uma noite de sexo com você e depois a deixaria em paz. E nos ajudaria nos negócios.
- eu te odeio. Como pode. – dei as costas e Voltei para o quarto, peguei meu telefone e liguei para o sasuke. Minha vontade era torcer o pescoço dele.
- sakura. Até que enfim. Estava preocupado. Quando voltei ao quarto você tinha saído... Está tudo bem com você?... sakura?
- estava mesmo?
- claro.
- está tudo bem sim. Eu caí no sono quando cheguei em casa. Só isso. – eu estava com muita raiva dele.
- sua madrasta me disse quando telefonei. Eu queria ir até aí mais tinha uma reunião e não podia adiar.
- minha madrasta. Vocês são bem amigos...
- o que quer dizer com isso?
- nada. Estou bem sasuke.
- mais tarde passo ai para te pegar. Agora tenho mais uma reunião.
- não precisa.
- eu insisto.
- ok. – desliguei. Depois liguei para Hinata.
- Hinata. Vou ser direta, quero lhe pedir algo.
- pode pedir sakura.
- posso ficar na sua casa?
- o que? Porque? Não que eu esteja dizendo não, sim sakura você pode vim pra minha casa mais é estranho você querer isso assim. Aconteceu alguma coisa? – não fiz rodeios.
- sim. Meu pai de bateu.
- Meu Deus! Como isso aconteceu? Por quê?
- está tudo bem Hina.
- não! Não está! Vou busca-la agora mesmo.
- não! Eu pego um taxi até sua casa. Vou escondido e ninguém pode saber onde estou.
- e o sasuke?
- não quero mais vê-lo. E estou muito envergonhada para vê-lo.
- o que houve?
- ele discutiu com meu pai por minha causa. – não contei o que kurenai me disse.
- então ele sabe.
- sim.
- tudo bem então. Te espero. – liguei para o taxi e Sai de casa pelos fundos sem que ninguém me visse. Fiquei na porta de casa esperando um taxi. Um carro veio em minha diferelção.
- entre. – era os sasuke.
- o que faz aqui?
- mandei entrar.
- porque está aqui?
- sabia que estava mentindo pelo seu tom de voz. – ele saiu do carro e segurou meu braço. Doeu, pois eu ainda estava dolorida pelo o que tinha acontecido. Ele percebeu e puxou a manga do meu casaco para cima revelando as marcas em meu braço. — Aquele cretino bateu em você denovo. Vou mata-lo.
- não. Pare com isso. Eu estou indo embora dessa casa. E não quero mais saber de nada dessas pessoas aqui.
- ótimo, venha vou te levar pra casa.
- não vou par sua casa sasuke.
- não? E pra onde vai?
- para casa de uma amiga.
- não mesmo.
- para. Não vê que já estou me sentindo mal o suficiente. Me deixa resolver minhas coisas. Eu não quero sua ajuda. – ele ficou em silencio e pareceu pensar.
- vamos logo. – entrei no carro.
- aonde vai me levar?
- primeiro a um medico. Preciso saber se está bem. Depois vamos a policia.
- NÃO! Não vou a lugar algum. Pare a carro agora. ME DEIXA EM PAZ. NÃO QUERO MAIS VÊ-LO.
- o que deu em você?
- nada. Só me deixa em paz. Some da minha vida.
- fique quieta.
- vai fazer o que? Me da uma surra? – fui irônica.
- Não. Não sou capaz de tamanha covardia. Agora fique quieta. – ele me levou ao medico. O medico me examinou e disse que eu estava bem. Eram apenas alguns hematomas e escoriações.
- senhor uchiha eu o conheço bem por isso não vou perguntar como essa garota acabou nesse estado. – disse o medico.
- eu não a machuquei se é o que está insinuando.
- jamais pensaria isso. Não insinuei nada. Como disse te conheço a bastante tempo. Sei que nunca machucaria uma garota ainda mais esta sendo sua noiva. – e se virou para mim. – quem de deixou assim querida?
- ninguém. Eu cai.
- não acredito em você. Pode confiar sou medico e mantenho o sigilo entre medico e paciente. – fiquei em silencio.
- o pai a agradei. – sasuke disse entre dentes.
- vão denuncia-lo?
- Não! – eu disse.
- sim, vamos.
- não é uma decisão sua.
- então você quer que eu fique apenas olhando enquanto ele te machuca?
- mesmo depois de tudo ele ainda é o meu pai. Ele é a única pessoa que eu tenho.
- agora você tem a mim. – aquilo me deixou abalada. Quis beija-lo ali mesmo mais me segurei.
- sasuke, vou sai de casa. Isso não acontecerá mais. Nunca mais. – nos despedimos do medico e saímos do hospital.
- vou pegar um taxi. – ele me olhou com uma cara feia que fiquei com medo.
- vamos para minha casa e você vai me dizer o que aconteceu para você está me tratando dessa forma. Até ontem você me pediu para não deixa-la sozinha e dormiu agarrada comigo. Agora sem motivo algum você me quer longe.
- não tenho que lhe dar satisfações. Só me deixe em paz. Você fala tanto do meu pai e não vala nada tanto quanto ele.
- o que quer dizer com isso. Se tem algo a me dizer diga de uma vez.
- não tenho nada a lhe dizer. – ele ficou em silencio por um tempo.
- entre logo. – ele me colocou no carro, não usou força bruta mais ainda assim me forçou. Fomos para sua casa.
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