Notas iniciais
Olá gente, não postei ontem e o povo já reclamou. rsrsrs eita.... não poderei postar todos os dias essa semana pois estou em semana de provas e trabalhos na faculdade. Farei o que puder.
cap um pouco pesado,Espero que gostem.

- Agora vamos acertar as contas filha ingrata. – eu estava perdida. – então você já foi fazer fofoca para o seu noivo.

- eu não disse nada a ele pai.

- não? Então como ele soube? Não me faça de idiota sakura. – ele segurou meu braço com força.

- eu não disse nada eu juro. Ele desconfiou porque viu marcas em mim. – ele pareceu pensar por um momento e saiu arrastando-me pelo braço escada acima.

- vou lhe ensinar uma lição e ai de você se contar alguma coisa para alguém. – me jogou no chão do meu quarto e tirou o cinto. Segurou-me com força e deu varias cintadas em minhas costas. Eu não gritei. Apenas chorava. Tentei fugir mais ele me segurou com força pelo braço acabei me desequilibrando e torcendo o pulso. Senti um dor muito forte e gritei alto. Isso fez com que meu pai voltasse a si e parasse de me bater. Me senti tonta – sakura... SAKURA... – E tudo ficou escuro.

...

Acordei e estava deitada na minha cama. Meu corpo doía. Olhei o quarto e não tinha ninguém, eu estava sozinha. Tentei me levantar senti meu pulso doer, ele estava enfaixado. Levantei-me e me olhei no espelho, não havia marcas no meu rosto mais minhas costas, braços e pernas tinham marcas da surra. Olhei para o relógio e vi que já passava do meio dia. Peguei meu celular e havia cinco chamadas perdidas, 3 do sasuke e 2 da hinata. Fui até o guarda roupas e vesti uma blusa de manga, peguei uma mochila e coloquei algumas peças de roupas. Eu estava cansada de tudo, queria sumir. Sai do meu quarto, e fui até a sala. Kureinai estava na sala assistindo televisão.

- finalmente você acordou. Seu noive ligou. Ligue para ele e diga que está tudo bem.

- onde está meu pai?

- trabalhando. Alguém tem que trazer dinheiro para casa. – não me dei ao trabalho de responder. – se divertiu com seu noivo essa noite?

- divertir?

- você passou a noite com ele. Sasuke não é nenhum garoto e se sente atraído por você. Sua inexperiência o deixa excitado.

- isso não quer dizer que eu tenha feito alguma coisa com ele. – fiquei vermelha. kurenai soltou uma gargalhada.

- realmente você é a virgenzinha inocente dele. Homens gostam de garotas indefesas. Mais depois de um tempo se cansam. E o histórico do sasuke já diz tudo.

- o que quer dizer com isso?

- digo que quando ele casar dessa sua ingenuidade vai te dispensar. Como fez com todas as outras.

- como pode saber?

- ele não te disse?

- o que?

- sasuke e eu estudamos juntos. Eu fui veterana dele na faculdade.

- o que?

- difícil de acreditar né?

- sim. Estou chocada. Chocada por você ter feito faculdade. – não pude deixar essa passar. Tive que alfineta-la.

- sim fiz. Não fizemos o mesmo curso e eu não cheguei a terminar. Mais nos conhecemos quando ele estava no primeiro ano. E posso dizer que nos conhecemos profundamente.

- o que está insinuando kurenai. Seja direta.

- se você quer então serei. Não queria magoar esse seu coraçãozinho. Sasuke e eu ficamos juntos na faculdade por algum tempo. Ele foi um ótimo amante até que se cansou de mim. eu o peguei na cama com duas garota.

- meu Deus!

- sim, ele é capaz disso e muito mais. Quando chegou a cidade me procurou, mais eu disse que estava casada. Mais mesmo assim ele insistiu, disse que queria relembrar os velhos tempos. Mais eu disse não é claro. Sou uma mulher honesta e fiel ao meu marido.

- se ele é assim porque você o meu pai me empurraram para ele.

- não sabia que ele iria propor casamento. Pensei que ele apenas quisesse uma noite de sexo com você e depois a deixaria em paz. E nos ajudaria nos negócios.

- eu te odeio. Como pode. – dei as costas e Voltei para o quarto, peguei meu telefone e liguei para o sasuke. Minha vontade era torcer o pescoço dele.

- sakura. Até que enfim. Estava preocupado. Quando voltei ao quarto você tinha saído... Está tudo bem com você?... sakura?

- estava mesmo?

- claro.

- está tudo bem sim. Eu caí no sono quando cheguei em casa. Só isso. – eu estava com muita raiva dele.

- sua madrasta me disse quando telefonei. Eu queria ir até aí mais tinha uma reunião e não podia adiar.

- minha madrasta. Vocês são bem amigos...

- o que quer dizer com isso?

- nada. Estou bem sasuke.

- mais tarde passo ai para te pegar. Agora tenho mais uma reunião.

- não precisa.

- eu insisto.

- ok. – desliguei. Depois liguei para Hinata.

- Hinata. Vou ser direta, quero lhe pedir algo.

- pode pedir sakura.

- posso ficar na sua casa?

- o que? Porque? Não que eu esteja dizendo não, sim sakura você pode vim pra minha casa mais é estranho você querer isso assim. Aconteceu alguma coisa? – não fiz rodeios.

- sim. Meu pai de bateu.

- Meu Deus! Como isso aconteceu? Por quê?

- está tudo bem Hina.

- não! Não está! Vou busca-la agora mesmo.

- não! Eu pego um taxi até sua casa. Vou escondido e ninguém pode saber onde estou.

- e o sasuke?

- não quero mais vê-lo. E estou muito envergonhada para vê-lo.

- o que houve?

- ele discutiu com meu pai por minha causa. – não contei o que kurenai me disse.

- então ele sabe.

- sim.

- tudo bem então. Te espero. – liguei para o taxi e Sai de casa pelos fundos sem que ninguém me visse. Fiquei na porta de casa esperando um taxi. Um carro veio em minha diferelção.

- entre. – era os sasuke.

- o que faz aqui?

- mandei entrar.

- porque está aqui?

- sabia que estava mentindo pelo seu tom de voz. – ele saiu do carro e segurou meu braço. Doeu, pois eu ainda estava dolorida pelo o que tinha acontecido. Ele percebeu e puxou a manga do meu casaco para cima revelando as marcas em meu braço. — Aquele cretino bateu em você denovo. Vou mata-lo.

- não. Pare com isso. Eu estou indo embora dessa casa. E não quero mais saber de nada dessas pessoas aqui.

- ótimo, venha vou te levar pra casa.

- não vou par sua casa sasuke.

- não? E pra onde vai?

- para casa de uma amiga.

- não mesmo.

- para. Não vê que já estou me sentindo mal o suficiente. Me deixa resolver minhas coisas. Eu não quero sua ajuda. – ele ficou em silencio e pareceu pensar.

- vamos logo. – entrei no carro.

- aonde vai me levar?

- primeiro a um medico. Preciso saber se está bem. Depois vamos a policia.

- NÃO! Não vou a lugar algum. Pare a carro agora. ME DEIXA EM PAZ. NÃO QUERO MAIS VÊ-LO.

- o que deu em você?

- nada. Só me deixa em paz. Some da minha vida.

- fique quieta.

- vai fazer o que? Me da uma surra? – fui irônica.

- Não. Não sou capaz de tamanha covardia. Agora fique quieta. – ele me levou ao medico. O medico me examinou e disse que eu estava bem. Eram apenas alguns hematomas e escoriações.

- senhor uchiha eu o conheço bem por isso não vou perguntar como essa garota acabou nesse estado. – disse o medico.

- eu não a machuquei se é o que está insinuando.

- jamais pensaria isso. Não insinuei nada. Como disse te conheço a bastante tempo. Sei que nunca machucaria uma garota ainda mais esta sendo sua noiva. – e se virou para mim. – quem de deixou assim querida?

- ninguém. Eu cai.

- não acredito em você. Pode confiar sou medico e mantenho o sigilo entre medico e paciente. – fiquei em silencio.

- o pai a agradei. – sasuke disse entre dentes.

- vão denuncia-lo?

- Não! – eu disse.

- sim, vamos.

- não é uma decisão sua.

- então você quer que eu fique apenas olhando enquanto ele te machuca?

- mesmo depois de tudo ele ainda é o meu pai. Ele é a única pessoa que eu tenho.

- agora você tem a mim. – aquilo me deixou abalada. Quis beija-lo ali mesmo mais me segurei.

- sasuke, vou sai de casa. Isso não acontecerá mais. Nunca mais. – nos despedimos do medico e saímos do hospital.

- vou pegar um taxi. – ele me olhou com uma cara feia que fiquei com medo.

- vamos para minha casa e você vai me dizer o que aconteceu para você está me tratando dessa forma. Até ontem você me pediu para não deixa-la sozinha e dormiu agarrada comigo. Agora sem motivo algum você me quer longe.

- não tenho que lhe dar satisfações. Só me deixe em paz. Você fala tanto do meu pai e não vala nada tanto quanto ele.

- o que quer dizer com isso. Se tem algo a me dizer diga de uma vez.

- não tenho nada a lhe dizer. – ele ficou em silencio por um tempo.

- entre logo. – ele me colocou no carro, não usou força bruta mais ainda assim me forçou. Fomos para sua casa.

Notas finais
e ai ?