No Limite Do Desejo
10 Capítulo 10
Notas iniciais
espero que gostem do cap tá um pouco curto mais da uma evolução enorme na história.
bjs
Chegamos à casa de sasuke. Desci do carro e ele me levou até o sofá.
- agora você vai me contar tudo que aconteceu com você desde que você saiu daqui.
- você já sabe o que me aconteceu. Não preciso lhe contar nada.
- sim você precisa e vai. Ou te tranco aqui até que me conte.
- você não faria isso.
- você não sabe do que sou capaz. Agora me diz logo, pois estou perdendo a paciência.
- meu pai de bateu, pronto. Satisfeito?
- mais porque ele fez isso? Pensei que meu aviso de ontem tivesse sido suficiente.
- é mais não foi. Ele me bateu porque pensou que eu tinha vindo me queixar pra você. Agora pode me deixar em paz e seguir meu caminho?
- não. Tem algo mais que você não quer me contar. – ele se aproximou de mim. – pode confiar em mim sakura.
- não me toque. Nunca mais me toque. – tentei me afastar mais ele impediu.
- não vai fugir de mim até me contar o que houve. Não brinque comigo sakura. Não sou nenhum moleque.
- já que insiste tanto eu direi. Já sei do seu romance com minha madrasta na faculdade e que quando voltou você procurou por ela, mais como ela não lhe quis você quis uma substituta. – ele ficou em silencio. – seu silencio só prova que tudo que eu disse é verdade.
- diga-me sakura. Kurenai te disse isso?
- sim.
- você por algum momento pensou em me perguntar algo antes de direcionar todo seu ódio a mim?
- não. Sua fama mostra que tudo que kurenai disse é verdade.
- minha fama?
- sim. E você sabe muito bem disso.
- sakura nunca fui santo admito. Mais jamais procuraria uma mulher casada. Tenho meus princípios.
- mais kurenai me disse com todas as letras que você a procurou.
- ela mentiu.
- e porque ela faria isso?
- kurenai e eu ficamos na faculdade. Ela era poucos anos mais vela e tinha um corpo escultural. A conheci numa dessas festas de república. Tinha ido à festa a contragosto com alguns amigos. Depois de um tempo ela começou a correr atrás de mim e um dia quando cheguei no meu quarto ela estava deitada na minha cama. Nua. Sou homem, e na época não tinha a experiência que tenho hoje. Acabei não resistindo e fui para a cama com ela. Depois disso transavamos sempre mais ela nunca foi minha namorada. E confesso que ficava com outras garotas. Depois de um tempo eu a dispensei. Ela era muito grudenta. Ela sempre foi uma mulher gananciosa e eu sempre soube que ela queria meu dinheiro. Anos depois soube que ela se asou com seu pai. – eu não dizia nada então ele continuou. – então alguns meses atrás eu fiquei sabendo que sua família não estava indo bem. Procurei seu pai e conversei com ele disse que estava disposta a ajuda-lo. Um dia liguei para sua casa para confirmar minha presença no jantar e kurenai atendeu. Ela disse que queria me ver para relembrar os velhos tempos. Mais eu a dispensei, disse que não gosto de mulheres casadas. E isso foi tudo que aconteceu.
- e onde eu entro nessa historia?
- sakura. Eu a quis desde o primeiro momento em que a vi nessa casa deitada na minha cama.
- e por isso me forçou a aceitar ser sua esposa.
- sim. Eu achava que com o tempo você iria me amar. Uma pretensão minha. – ele me pegou no colo e me levou até o quarto me colocando na cama. – tentou me dar um beijo mais me afastei. Eu ainda precisava digerir tudo aquilo que ele me disse.
- não sou nenhuma inválida. Posso muito bem andar. Saia da minha frente. Vou embora. – ele não disse nada saiu pela porta fechando-a. levantei rapidamente tentando abrir a porta mais foi em vão. – ME TIRA DAQUI. SEU MALUCO.
- nem que você pudesse eu a deixaria ir. Vou acertar as contas com seu pai e kurenai. Por enquanto fique aí. – ele disse do outro lado da porta e tudo ficou em silencio. Silencio...
- sasuke... sasuke... – droga. Ele havia saído. Fiquei preocupada com o que ele poderia fazer com meu pai. Peguei meu celular e liguei para meu pai. Chamou varia vezes mais ninguém atendeu. Eu estava me desesperando. Olhei para a janela. Fui até a mesma e olhei para baixo. Era muito alta para mim. A queda seria feia. Achei melhor me acalmar e esperar que sasuke voltasse.
As horas passaram e nada. Acabei tomando um banho. Minha mochila tinha ficado no carro de sasuke então entrei no closet dele e vesti uma camisa dele e deitei na cama. Estava começando a escurecer e toda aquela calmaria me fez pegar no sono. Acordei e estava tudo escuro. Senti uma mão acariciando meus cabelos.
- desculpa por ter te acordado. Você estava tão linda dormindo que não resisti e tive que te tocar.
- onde estava? Porque me trancou?
- tive uma conversa com seu pai.
- o que você fez com ele?
- o mesmo que ele fez com você.
- porque sasuke? Você não tinha esse direito.
- tenho todo direito. Você ainda o defende depois de tudo. – ele estava certo. Eu deveria odiar meu pai por tudo. Mais não odiava. – está com raiva de mim?
- não. Eu deveria mais não estou. – ele sorriu e me deu um selinho.
- e kurenai?
- digamos que não tive tempo para conversar com ela. Ocupei-me com seu pai. – comecei a chorar. Ele não disse nada. Só me abraçou. Chorei por um tempo até que parei. – melhor?
- um pouco. Isso tudo é culpa minha. Devia ter sido eu a morrer e não minha mãe.
- nunca mais diga isso denovo. Entendeu?
- sim. Me desculpa.
- eu vou cuidar de você. – ele me abraçou.
- obrigada. — Eu o beijei. Ele se afastou.
- por favor não faça isso.
- não quer?
- quero muito. E esse é o problema. Se você não me quer não precisa me beijar só porque está agradecida.
- e quem disse que eu não te quero?
- você. Muitas vezes.
- uma você me disse que me faria mudar de ideia. – ele levantou uma sobrancelha.
- e fiz? – o beijei.
- isso responde sua pergunta? – ele sorriu e voltou a me beijar.
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