Notas iniciais
cap tenso.

Estava no telefone com Hinata. Falávamos sobre a faculdade e como seria a vida.

- mais e você sakura? Vai mesmo?

- vou. Já fiz 18 anos e sou maior de idade além do mais Eu ganhei a bolsa então não preciso do dinheiro do meu pai para isso.

- e o seu noivo?

- o que tem ele?

- o que ele acha disso?

- não conversamos sobre isso.

- então é melhor conversarem. Mais pelo que meus pais dizem sasuke é um homem moderno. Acho que não irá se opor a você estudar.

- seus pais o conhecem?

- sim. Meu pai já fez negócios com ele e é até sócio em um dos muitos negócios que ele tem.

- quando começam as aulas?

- daqui a três semanas. Sakura, vou desligar, minha mãe está me chamando. Ela quer que eu vá com ela e a ajude a escolher um vestido.

- tudo bem hina. Beijos.

- espero vê-la na faculdade. Beijos. – e desligou o telefone.

...

À noite sasuke chegou. Ele estava mais bonito do que a ultima vez que o vi. Quando nossos olhares se cruzaram minha face corou. Meu pai contou a ele como estavam indo os negócios mais ele não estava prestando muita atenção.

- sem a sua ajuda nada disse seria possível sasuke. – meu pai dizia. – você realmente sabe como levantar qualquer negocio. Seu pai também era assim em tudo que tocava rendia dinheiro.

- só quis ajudar o amigo do meu pai. – sasuke disse.

- é mais a que preço? – meu pai lançou um olhar mortal para mim. sasuke não disse nada apenas segurou minha mão e a levou a boca parando no meio do caminho.

- o que é isso em seu pulso sakura? – eu olhei para o meu pai tensa.

- nada. Eu cai. – tentei esconder minha mão mais ele foi rápido e a segurou então ele se virou para o meu pai furioso.

- QUE TIPO DE HOMEM É VOCÊ AFINAL? QUE TIPO DE HOMEM BATE EM UMA MULHER INDEFESA AINDA MAIS ESTA SENDO SUA FILHA QUE VOCÊ DEVERIA AMAR E CUIDAR. – meu pai estava branco.

- sasuke meu jovem houve um mal entendido eu não fiz nada com a sakura. – e se virou para mim. – não é querida?

- claro. Sasuke eu já te disse que sou desastrada.

- PARE COM ISSO SAKURA! PARE DE ESCONDER OS ERROS DO SEU PAI. ESSA NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE EU VEJO MARCAS EM VOCÊ. E VOCÊ SEU MISERÁVEL. — falou se dirigindo ao meu pai. – EU DEVERIA TE DAR UMA SURRA E TE LEVAR A POLICIA. – eu comecei a chorar. Ele partiu para cima do meu pai mais eu fiquei entre eles.

- sasuke por favor pare. Não foi nada. Eu estou bem. – meu corpo tremia.

- não vou bater em um velho, não sou covarde como você. – seu tom de voz voltou ao tom frio de sempre. — vamos. – ele deu um passo. – vou tirar você daqui agora.

- não pode levar minha filha.

- Tente me impedir! Ou quer que eu a deixe aqui para você bater mais nela?

- eu nunca faria isso. Foi só um acidente.

- eu deveria retirar toda a ajuda que eu te dei.

- não faça isso. Eu juro que isso nunca mais irá se repetir. – meu pai disse.

- e não vai mesmo. Vou tirar sakura daqui.

- não. Você não pode fazer isso. – eu disse. – sakure, vou me casar com você. Quando isso acontecer vamos morar juntos. Por enquanto é melhor que eu fique aqui. Agora se acalme por favor. – ele me olhou e pareceu se acalmar.

- tudo bem. Mais vamos sair daqui agora.

- não sasuke.

- sakura, eu estou realmente muito tentado a dar uma surra em seu pai. Se você não sair dessa casa comigo agora é exatamente isso que farei. – pegou minha mão e praticamente me arrastou para fora de casa deixando meu pai e kurenai que não tinha pronunciado nada perplexos na sala.

Estávamos no carro e sasuke ficou em silencio com a cabeça encostada no volante. Eu estava com medo dele. Eu sempre o vi como um homem frio e controlado. E vê-lo explodir daquela forma realmente me deixou assustada. Eu tive que quebrar o silencio.

- sasuke por que fez isso?

- não é obvio? – ele foi curto e grosso. Não! Pra mim não era obvio.

- não precisava ter feito isso. Isso é um assunto de família. Sasuke... eu te pedi tanto... – minha voz estava chorosa.

- sakura você será minha esposa e o que desrespeito a você é assunto meu. Ainda mais isso. – ele pegou minha mão e tocou meu pulso.

- sasuke, acho que está criando caso por nada.

- então você quer que ele continue fazendo isso com você?

- não. – silencio... – acho melhor eu voltar pra casa. – tentei sair do carro mais ele travou as portas.

- não mesmo.

- quero que amanhã você pegue suas coisas e venha pra minha casa. vamos nos casar daqui a duas semanas mesmo então não vejo problema.

- duas semanas? Mais já?

- sim. Foi isso que vim falar com você hoje. Mais devido as circunstancias as coisas não saíram como o planejado.

- sasuke, eu não vou morar na sua casa. me desculpe. – ele pareceu pensar por um tempo.

- entendo... creio que depois dessa cena de hoje seu ai não ousará encostar em você. E daqui a duas semanas nada disso importará mais. Por enquanto, pelo menos por hoje você passará a noite em minha casa.

- mais...

- sem mais. Seu pai deve esta com raiva e sabe-se lá o que pode fazer com você se você voltar agora.

- me desculpe... por causar tantos problemas.

- você não tem culpa disso.

- estou muito envergonhada por tudo isso.

- não precisa ter vergonha de nada quando está comigo. – não disse nada, apenas sorri para ele e ele ligou o carro.

- para onde vamos?

- para minha casa. – fiquei tensa.

- não faça essa cara. Não vou tentar fazer amor com você se é o que está pensando.

- não estou pensando nada. – eu tratei logo de dizer. Mais sim, eu estava pensando do nosso ultimo encontro na praia e no que ele fez.

...

Sasuke me pegou no colo e me levou para o quarto me deitando em sua cama. Depois de deitou do meu lado me abraçando. Então pela primeira vez eu o beijei. Foi um beijo rápido e tímido. Dei um selinho e por causa da vergonha me virei de costas para ele. Seus braços fortes me puxaram para ele e sua mão segurou meu queixo me fazendo olha-lo. Então ele me beijou. Um beijo calmo e gentil. Senti sua língua explorando minha boca. O beijo foi se tornando mais intenso e então derrepente ele parou se afastando de mim.

- melhor pararmos por aqui. – ele se levantou.

- não vai. Fica aqui comigo.

- não acha que o que me pede é muito? – não entendi o que ele quis dizer com isso.

- por favor. – ele pareceu pensar.

- que Kami me ajude. – e depois voltou para a cama. Encostei minha cabeça em seu peito e fiquei ouvindo o som de seu coração batendo. Aquilo me acalmava e estar nos braços dele me trazia uma tranquilidade incrível como se ali fosse o meu lugar. Ainda era cedo mais acabei adormecendo em seus braços...

Acordei pela manhã e sasuke não estava na cama. Desci para a sala e também não o encontrei. Decidi que estava na hora de voltar para casa e enfrentar o que quer que fosse que estivesse me esperando. Abri os portões e sai, não havia nenhum empregado a vista. Sasuke me disse que sempre gostou de privacidade e que os poucos empregados que tinha eram quase ‘’invisíveis’’. Fui andando para casa. Já que estava caminhando aproveitei o sol. Dez minutos depois eu estava em casa. No momento em que fechei a porta da frente dou de cara com meu pai. Em seu rosto havia um expressão de fúria.

- Agora vamos acertar as contas filha ingrata. – eu estava perdida.