Notas iniciais
Aí está o cap, é a versão do sasuke. cap meio chato mas explica muita coisa. como eu tive muito trabalho para escrever vcs terão que ler kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

SASUKE:

Peguei sakura pela mão e a levei para o nosso quarto. Ela estava nervosa qualquer um poderia ver. Eu estava nervoso, pois tinha receio de que ele me odiasse por não ter dito a verdade. A coloquei sentada em nosso cama e fui ao closet pegar a caixa com as fotos. A caixa estava escondida mas não demorou para eu encontra-la. Voltarei para o quarto e coloquei acaixa sobre a cama.

– quero que veja isto. – e entreguei a ela. Ela olhou todas as fotos, demorando mais nas que estávamos juntos. Eu observei atentamente cada reação dela, atento a cada expressão. Era agora, ela iria pirar comigo.

– como? O que significa isso? – ela estava confusa.

– deixe-me explicar.

– explique porque me enganou todo esse tempo.

– eu não te enganei. – não, eu nunca a enganaria.

– não? Então por que não me disse que já me conhecia?

– quando sei pai nos apresentou você não demonstrou nenhum sinal que se lembrava de mim. Pensei que seu pai fosse comentar alguma coisa para você sobre nossas mães terem sido amigas. Como ele não disse nada eu também não. – ela voltou a olhar as fotos me deixando ainda mais nervoso – ela me ensinou a tocar.

– porque não me disse antes?

– isso importa?

– sim. Quero ficar sozinha por favor. – droga, ela iria me deixar.

– sakura, é nossa noite de núpcias. – eu estraguei tudo. Tentei toca-la mas ela me rejeitou.

– não me toque. Você é um mentiroso. O que você quer de mim hein? Por que se aproximou? Quer brincar comigo?

– quando eu era criança prometi a sua mãe que cuidaria de você. – não apenas isso. Eu a amava de verdade, como nunca tinha amado alguém antes. Com ela eu tinha vontade de viver e até mesmo de sorrir.

– então é isso? Uma promessa que fez quando era criança? Isso é ridículo sasuke. E eu pensando que você gostasse de mim. Sou mesmo uma idiota, bem que kurenai disse o que um homem como você jamais se interessaria por uma garota como eu. – isso não era verdade, aquela víbora disse mentiras para minha sakura.

– não sakura. Eu quero você, gosto de você. Não tem nada haver com a promessa. Tem haver com o que sinto. Você não devia se depreciar. – ela era linda não entendo porque se deprecia tanto.

– me deixa sozinha.

– não. – eu não a deixaria sozinha nesse momento.

– se você não sair eu saio. – comecei a entrar em pânico. Eu não podia perde-la. Não. Já perdi gente demais.

– você não vai a lugar nenhum. Não conseguirá passar pelos portões da casa e nem pular os muros sem quebrar uma perna. Não entendo por que você está fazendo esse drama por nada. Depois que meus pais morreram, eu me afastei de tudo que me fazia lembrar minha família. E sua mãe era uma dessas coisas, ficar perto dela me fazia lembrar de minha mãe. Da forma como ela me tratava. Por isso me afastei. Pouco tempo depois soube que ela tinha morrido. Acredita que quando minha família morreu ela ofereceu sua casa para que eu morasse, ela não queria que eu ficasse sozinho. No começo ela até vinha me visitar e sempre trazia você. Mais depois fui para um colégio interno. – ela se levantou, iria embora eu rapidamente segurei seu pulso. Ela me encarou por alguns instantes então fez algo que eu não esperava. Me deu um selinho.

– tudo bem sasuke. Não vamos brigar por causa disso. – a abracei. – bom... Está tarde e estou com sono. Vamos dormir. – sorri para ele, dormir era a ultima coisa que faríamos. Eu a desejava muito.

– dormir? – ela era inocento, eu gostava disso.

– é. Não vamos viajar amanhã cedo? Se não dormir agora eu não acordo. – guardei todas as fotos na caixa e depois a beijei de uma forma gentil. Eu sabia que deveria ir com calma.

– dormi é a última coisa que faremos hoje. – deslizei a alça de sua camisola revelando seu seio perfeito. Não resisti e a toquei com meus lábios, senti que ela tremeu. Fiz o mesmo com a outra alça deixando-a nua da cintura para cima. Puxei o que sobrou de sua roupa a deixando somente de calcinha. Ela ficou envergonhada e abaixou a cabeça. Era ficava linda com vergonha. A deitei na cama e logo depois fiquei de pé para tirar minha própria roupa. Tirei tudo de uma vez ficando nu para ela. Ela olhou para mim assustada e desviou seu rosto, não teve como não sorrir, ela era linda e sua inocência de me deixava louco. – você fica linda quando está com vergonha. – sentei-me ao seu lado e a toquei. A tocava em todos os lugares, queria senti-la. Minha vontade era toma-la com força tamanho era meu desejo, mais sabia que deveria ser paciente com minha flor. Quando meus dedos alcançaram sua intimidade ela segurou minha mão, mas mesmo assim eu continuei com os toques e lentamente tirei sua calcinha a deixando nua. Agora estávamos os dois nus. Tentei deixa-la o meu excitada possível pois sabia que a machucaria. Quando vi que ela estava pronta deitei sobre ela e me posicionei. – com medo? – disse a olhando nos olhos.

– não. – eu não disse nada, me ajeitei entre suas pernas. A penetrei lenta e calmamente. Me forcei para dentro dela e ela gemeu de dor.

– me desculpe. – ela era tão apertada. Forcei mais um pouco até estar completamente dentro dela. A sensação era incrível, nunca me senti assim antes com nenhuma mulher. Olhei para ela e a beijei. Ela era minha, finalmente minha. Comecei me movendo lentamente, até ela se acostumar comigo dentro dela. Quando percebi que ela estava acostumada a penetrei com força arrancando gemidos. Ela me incentivou colocando suas pernas em volta de mim me fazendo ir fundo. – olhe pra mim. – eu queria ve-la, queria ver sua alma. Continuei a penetra-la, não demorou muito e ela teve um orgasmo. Intensifiquei mais os movimento e logo alcancei minha libertação me derramando dentro dela. – você está bem? – perguntei, ela apenas balançou a cabeça afirmativamente. – finalmente você é minha. – relutante sai de dentro dela e deitei a seu lado. a puxei para que deitasse em meu peito, nossos corpos estava suados. Eu gostava da sensação de estar com ela. Logo ela dormiu e pela primeira vez eu consegui dormir sem ter pesadelos com minha família.

...

Acordei cedo por causa do nosso voo, sakura anda dormia. Era muito bom observa-la dormir. Ela era linda e tinha a face serena. Não resistir e acariciei suas costas nuas. Após meia hora ela abriu os olhos.

– bom dia meu amor. – eu disse ainda tocando suas costas. Eu gostava de toca-la,.

– bom dia. – ela disse tímida.

– ainda está com vergonha de mim? Pensei que depois de ontem você perderia toda a vergonha. – ela ficou vermelha, eu adorava isso. – tudo bem, você vai se acostumar. – disse isso e deslizei minha mão por baixo do lençol para tocar todo seu corpo ainda sem roupa.

– não tenho muita certeza disso.

– não? – levantei uma sobrancelha. – podemos dar um jeito nisso. – puxei o lençol que cobria seu corpo a deixando completamente nua para mim. aquilo me deixou excitado.

– para. – ela quis se cobrir mais eu a impedir.

– por que? Você é tão linda. Gosto de olha-la. Vem! Vamos tomar banho juntos. – me levantei e estendi a mão pera ela, eu queria ama-la no banheiro. Quando ela se levantou eu pude ver a mancha de sangue nos lençóis, a prova de sua pureza estava ali, não que isso importasse mais gostei de ver. Ví que ela estava constrangida com aquilo e tentei acalma-la. – não precisa ter vergonha querida. É natural. – me aproximei dela e disse: — saber que fui o primeiro a aprecia-la me deixa muito feliz. – e excitado também pensei. Sentei ao seu lado na cama e disse: – sakura, quero que me toque.

Ela paralisou então decidi tomar as rédeas. Segurei sua mão e a guiei até meu membro que estava duro desejando-a. quando sua mão entrou em contat com minha pele eu gemi, ela começou com movimentos tímidos mas logo pegou o jeito e estava me dando prazer como nunca outra me deu. Eu iria gozar, então parei sua mão. Eu estava ofegante, ela se levantou e ficou de joelhos de frente pra mim, não... ela não faria o que estou pensando. Ela fez, colocou meu pênis em sua boca me fazendo gemer alto de prazer. Ela me chupava e olhava em meus olhos, aquilo me deixava com muito tesão. Ela chupava lenta e depois rapidamente. Me fez dizer coisas sem nexos, eu não sabia mais o que dizia, não tinha mais consciência de nada eu era apenas sensações. Quando senti que chegaria mais meu ápice eu a paro.

– o que foi? Fiz algo errado? – ela me pareceu confusa.

– não. Quero chegar ao clímax com você. – levantei-me e rapidamente a deitei na cama, acariciei seu corpo e beijei suas coxas dando pequenos chupões, ela ficaria marcada e aquilo fazia meu desejo aumentar. Quando cheguei em sua intimidade ela gemeu alto e praticamente gritou quando a penetrei com dois dedos. ‘’Isso minha flor’’ em alguns minutos ela gozou, como era bom vê-la dar todo seu prazer a mim. com seu corpo ainda trêmulo pelo orgasmo eu a penetrei, não esperei que recuperasse o fôlego. Tive dificuldade para entrar e forcei um pouco, ela gemeu. Essa garota me deixava louco ‘’o que você fez comigo sakura?’’ comecei a penetra-la com força e ela gemia alto. Todos podiam ouvir e aquilo me estimulava mais e mais. Eu queria mais, sai de dentro dela e fiquei de joelhos, peguei sua perna e levantei até estar em meu ombro para logo voltar a penetra-la. Dessa vez mais fundo, mais forte. Segurei-a pela cintura e aumentei o ritmo. Logo ela teve outro orgasmo gemendo, aquilo era bom de se ouvir. Aumentei mais a força das estocadas até alcançar meu próprio orgasmo. Desabei. Eu não queria sair de cima dela. Seu cheiro era tão bom. Fiquei alguns minutos assim, tentando prolongar ao máximo esse momento até que a livrei do meu peso saindo de cima dela. Nesse momento lembrei do nosso voo, olhei para o relógio.

– perdemos nosso voo – eu disse.

– que horas são?

– duas da tarde.

– nossa!

– mais valeu a pena. – e como valeu, eu poderia passar minha via inteira com ela na cama.

– se nos apressarmos podemos pegar o próximo voo.

– prefiro fazer outras coisas. Podemos viajar amanhã. – a peguei no colo e fomos para o banheiro, para nos amarmos mais vezes. Depois de algumas horas no banheiro fomos para o quarto, a deixei se vestir. – uma pena, estava adorando aprecia-la sem roupa.

– sasuke! – ela ficou vermelha. Me levantei e me vesti.

– venha. Vamos comer algo.

– depois eu como, estou com sono agora.

– nada disso. Se você não comer agora não estará disposta para mim mais tarde. – sim eu queria mais. Sempre mais.

– mais tarde?

– sim. Quero aproveitar você a cada segundo. Eu esperei muito por você. Agora que me pertence eu a quero todo o tempo. – ela se deitou na cama e isso foi tentador. – mas se está indisposta posso pedir que tragam algo para nós aqui no quarto.

– eu adoraria. – sai do quarto para trazer algo para comermos.

Andei pela sala e fui ate a cozinha, constatei que a casa estava vazia. Eu tinha dado folga a todos os funcionários. Abri a geladeira e comecei a pegar coisas para levar pro quarto. O telefone da sala toca. Eu ignoro. Toca novamente, e denovo e denovo. ‘’Que pessoa insistente’’ pensei. Na quinta tentativa resolvi atender.

- alô – quem era o louco de me incomodar quando eu estava com minha esposa.

- sasuke, o que você ainda está fazendo que não viajou para sua lua de mel? – era o baka do naruto.

- o que você quer? – fui grosso.

- é que perdi meu relógio, liguei para ver se algum dos empregados o encontrou.

- e o que eu tenho haver com isso?

- credo, que mal humorado. Pelo visto a sasuke não amansou você.

- idiota. – ele riu.

- não pensei que ainda estaria em casa, pensei que um dos empregados fosse atender. E o que você está fazendo ai que não está em sua lua de mel.

- não é de sua conta. Agora se me der licença vou voltar para minha esposa. Ligue depois que um dos empregados te ajuda com isso.

- ok senhor mal humado, espero que a sukura adoce um pouco essa sua vida.

- pode ter certeza que vai.

- coitada da menina.

- idiota.

- sasuke, sabe aquela morena bonita que estava no casamento?

- não. Não reparei em outra mulher na festa só na minha.

- o nome dela é hinata.

- há sim, a Hyuga. O que tem ela.

- estou interessado.

- e o que eu tenho haver com isso?

- eu a quero pra mim.

- então a conquiste.

- farei isso. Agora deixe de conversa fiada e vá amar sua esposa. – ele desligou antes que eu pudesse responder. ‘’Idiota.’’ Voltei para a minha esposa e ela estava sentada no chão vendo tv.

– desculpe a demora, tive que atender um telefonema... hey, o que você está fazendo no chão?

– nada, só vendo um filme. – coloquei a bandeja no chão e me sentei ao seu lado. ela comeu tudo quando terminou eu coloquei a bandeja na cômoda e voltai para o chão a puxando para junto de mim. eu adorava sentir sua pele macia. Ficamos abraçados vendo o filme mas isso era pouco eu queria mais. Eu a queria. Queria o corpo dela.

– você não cansa? – ela me perguntou.

– não de você. – eu nunca me cansaria dela. Logo estávamos sem roupas nos amando no chão do quarto. Dormimos no chão abraçados. Ela dormiu primeiro e eu fiquei a observando dormir, um habito que tinha adquirido.

...

Acordei e fiquei observando sakura dormir em meus braços, alguns minutos depois tive que acorda-la.

– acorda ou vamos acabar não indo para nossa lua de mel. – eu disse.

– só mais dez minutos. – ela fez manha.

– me ficarmos mais um segundo aqui vamos acabar perdendo mais um dia.

– como assim?

– quero fazer amor com você agora mesmo.

– pervertido. – ela corou.

– você me deixa assim. Nunca fui assim com nenhuma mulher. Agora vamos. – eu estava excitado.

Algumas horas depois estávamos no meu jato particular indo direto para o Canadá curti nossa lua de mel. Escolhi esse lugar porque não tinha muitas pessoas, eu queria sakura só para mim.

...

As duas semanas seguintes sakura e eu passamos praticamente na cama. Eu não me cansava de ama-la. Foi uma pena ter que voltar, queria ficar com ela para sempre aqui só para mim. Infelizmente tivemos que voltar para casa. Na volta para casa fizemos amor no banheiro do avião. Sakura ficou muito envergonhada, eu por outro lado estava super excitado com a situação.

...

Decidi que sakura faria faculdade no japão, além de estar perto de mim que é o lugar dela, minha garota fará uma das melhores faculdades do país. Eu sempre a levava e buscava, quando eu não podia mandava o motorista. Ela começou a curso de administração e estava adorando. Se ela estava feliz eu também estava.

...

Eram 9h e eu estava atrasado, passei correndo pela sala e sakura estava no telefone com alguém.

– sakura, estou saindo. Volto as 7h, esteja pronta, pois vamos sair para jantar.

– Hina, um segundo. Ok sasuke. Mais não poderei sair com você hoje. – como assim?

– e por quê? Tem planos para hoje a noite? – fui irônico.

– sim. – ‘’você não terá planos com alguém que não seja eu.’’ pensei – Hinata está vindo pra cá e tenho que preparar um quarto pra ela. Estou com ela no telefone, além do mais tenho uma consulta marcada para as 5h acho que não estarei aqui às sete.

– você está doente? Porque não me disse nada? – me preocupei.

– não estou doente sasuke. Conversei com a ino e ela me disse para ir.

– que medico?

– sasuke, não quero falar disso com você.

– e porque não? – como não, ela é minha mulher deve me contar tudo.

– é muito constrangedor. – constrangedor?

–tudo bem. Já entendi. – devi ser coisas de mulher.

– é só uma consulta de rotina. Agora vá depois conversamos. – sai e ela voltou a falar ao telefone. Fui para o trabalho pela primeira vez cheguei atrasado. Mas valeu a pela. Ainda estava no carro quando meu telefone toca.

- Alô.

- SASUKEEEE.

- não precisa gritar, eu não sou surto idiota. – era naruto. – porque está me ligando uma hora dessas? Deve ser tarde da noite aí.

- liguei porque queria te contar.

- contar o que?

- lembra do que te disse sobre a Hinata?

- sim lembro.

- falei com o pai dela, ele aprovou e agora estamos noivos.

- o velho Hyuga não é burro, ele quer uma fusão entre as duas empresas.

- isso não importa, o que importa é que agora ela é minha.

- e ela sabe disso?

- claro que sim.

- e como reagiu?

- bem... ela não gostou muito.

- sei bem como é. A sakura também não gostou quando ficamos noivos.

- a sakura é uma santa por te aturar.

- imbecil, vou desligar na sua cara.

- espera. O que acha que devo fazer?

- insista, com o tempo ela te aceita. Seja gentil, não seja um idiota.

- hey, eu não sou um idiota.

- naruto tenho que ir, alguém precisa trabalhar.

- eu também trabalho e muito.

- então faça isso.

- aqui ainda é noite. Durma então.

- tchau. – e desligamos.

Entrei na empresa e já fui bombardeado por Hana minha secretária com todos os afazeres do dia. O dia seria longo, eu mal podia esperar para voltar para casa e ficar com minha sakura. o dia foi chato e muito longo. A noite voltei para casa.

– quando você disse que sua amiga viria pensei que era hoje.

– não ela chega amanhã.

– poderíamos ter saído hoje. – eu estava com raiva, não tinha motivos para ela não querer sair comigo hoje.

– quer sair agora?

– não. Quero outra coisa. – eu queria te-la, no segundo seguinte eu estava em cima dela. – o que sua amiga tinha?

– acredita que aquele seu amigo a pediu em casamento.

– o naruto? – eu já sabia.

– sim. Você acredita que ele pediu a mão da Hinata em casamento. – eu não me importava com isso, eu queria beija-la.

– sim, eu sabia.

– o que?

– sakura ele é meu amigo. Ele me contou.

– e você o apoiou nisso?

– sim. Não sou hipócrita. Fiz a mesma coisa com você. Eu a quis e agora você é minha. – droga, ela me impurrou.

– você fala como se eu fosse uma coisa.

– você sabe que não é isso. – droga, ela estava entendendo tudo errado.

– isso é bizarro, apesar de não estarmos mais no século XIX isso parece ser comum.

– sim sakura, isso é muito comum. Não se preocupe, pelo que o idiota do Naruto me disse ele gosta de sua amiga.

– gosta? Mais ele mal a conhece. – queria que ela se calasse.

– claro que conhece. Os uzumakis e hyugas se conhecem do mundo dos negócios.

– ainda assim. Isso não me parece certo. – não me importava, distribuir beijos por seu pescoço tentando faze-la se calar.

– você não entende o desejo de um homem. Somos capazes de tudo pra conseguir o que queremos. Agora vamos parar de conversar porque quero amar você. – eu sei muito bem como é isso. Eu faria qualquer coisa por ela, para tê-la. Voltei a beija-la.

– espera.

– o que? – eu estava perdendo a paciência. Eu a queria e queria agora.

– preciso tomar meu remédio. É rapidinho.

– que remédio? O que você tem ?

– nada. É só uma pulula. – ela começou a mexer na bolsa, pegou uma catela de comprimidos. Anticoncepcionais, droga. Não a deixaria tomar isso. Fui até ela e peguei a cartela de sua mão a jogando longe.

– você não vai tomar isso. Você devia ter me consultado.

– consultado? Porque?

– porque somos um casal sakura. Você não pode tomar decisões sem me consultar.

– mais eu preciso me prevenir.

– vamos deixar a natureza cuidar disso. Se for pra você ter um filho meu você terá. – ‘’ você terá um filho meu sakura.’’ pensei.

– não posso ter filhos agora.

– porque não? Não quer ter filhos comigo? – tudo que eu mais queria era ter uma família.

– sasuke, eu sou nova e acabei de entrar na faculdade um filho agora estragaria tudo.

– é assim que pensa?

– sim. Além do mais acabamos de nos casar, quero curtir você. – fiquei com muita raiva. Como ela podia falar isso. Nosso filho seria uma benção.

– você não tomará isso. – definitivamente não.

– você não pode decidi isso por mim. Não pode me forçar a ter um filho.

– jamais faria isso sakura. – suas palavras me deixaram triste. – uma criança é uma benção sakura. Da forma que você fala parece uma maldição. – e sai do quarto, eu queria pensar. Ficar um pouco sozinho.

Quando voltei para o quarto era tarde e sakura já estava dormindo. Fiquei observando-a dormir por quase uma hora até que decidi me deitar. Sakura não queria ter um filho meu e isso me magoava muito. Acordei cedo e fui para o trabalho antes que sakura acordasse. Não queria falar com ela.

A manhã passou lentamente, parecia que o relógio estava parado. A tarde Hana entra no meu escritório.

- senhor Uchiha, tem uma ligação para o senhor.

- eu disse que não queria ser incomodado.

- é o senhor Uzumaki.

- vou atende-lo, pode se retirar.

- com licença senhor. – e saiu.

- Oi naruto.

- SASUKEEEEE.

- o que foi agora?

- minha noiva figiu.

- o que?

- a hinata fingiu de casa para não se casar comigo. – ele estava desesperado.

- fique calmo. Ela não deve ter ido longe.

- o que eu faço??

- e como eu vou saber? Quando eu chegar em casa perguntarei a sakura se ela sabe de algo.

- por favor. Qualquer coisa que souber me avise. O pai dela quer ir a policia. Ele acha que ela pode ter sido sequestrada.

- não acho que seja pra tanto, se fosse sequestro já teriam ligado.

- vou desligar. O velho hyuga está pirado com isso, acho que se ele pegar a filha ele dá um surra nela.

- tente evitar isso. Não deixe que ele bata nela.

- não deixarei. Vou indo aqui. – e desligou. Não disse a ele que a Hinata estava vindo para minha casa. Sakura teria muito que me explicar. Como ela pode ocultar que a garota estava fugindo. Cheguei em casa e minha esposa não estava. Uma das empregadas disse que ela estava na praia perto da casa com sua amiga.

Meu telefone toca novamente olhei no visor e era o naruto denovo. Atendi e antes que eu dissesse alguma coisa ele fala:

- ainda não a encontraram.

- não precisa mais se preocupar com a garota.

- como assim?

- a garota está aqui.

- OO QUEEEEEEE? – ele gritou.

– não fique nervoso. Isso tudo é culpa sua, quem mandou ser apressado, eu te disse pra ir com calma...

- mais eu fui com calma. Ela está mesmo ai?

- sim Naruto... ela está aqui, diga ao senhor Hyuga para não se preocupar

- eu vou busca-la.

- não, você não precisa vir aqui.

- mais ela pode figir denovo.

- Não se precipite, dê um tempo a ela. Falo por experiência própria.

- a sakura te aceitou depois de um tempo?

– sim tivemos um começo difícil, mas agora estamos bem. Por isso diga você ir com calma, garotas jovens são temperamentais. – e como são. Nesse momento sakura entra pega meu telefone e o joga no chão. – VOCÊ ESTA LOUCA?!! – eu estava furioso.

– COMO PODE FAZER ISSO? – o que eu fiz?

– ISSO O QUE?

– VOCÊ DISSE QUE A HINATA ESTÁ AQUI.

– você não me disse que a garota tinha fugido de casa. –droga, minha esposa era uma adolescente e não me disse que estava acolhendo sua amiga fugida de casa.

– Eu não sabia que ele tinha fugido.

– não mesmo? – ela estava mentindo pra mim? – o pai da garota está louco atrás dela. Eu disse onde estava para tranquiliza-lo. Mais ela terá que ir.

– NÃO! Não faça isso comigo. Ela é minha amiga e ficará aqui.

– não sakura, ela voltará pra casa. Naruto está vindo busca-la. – eu disse para ele não vir, mas conheço o Naruto e seu que ele estará aqui pela manhã.

– ela não gosta dele. – ‘’você também não gostava de mim’’ pensei.

– isso não é assunto nosso.

– ela é minha amiga.

– eu sei. Mais você não deve se meter. – já temos os nossos problemas porque ela quer se meter no dos outros?

– estou com muita raiva de você agora.

– você não é a única. – nesse momento uma das empregadas bate na porta avisando que o jantar está pronto. – vamos. – queria parar com essa discursão idiota. Sakura estava me irritando profundamente. Eu sou um homem não tenho paciência para discutir com uma menina.

– não estou com fome.

– mais você irá comer.

– com licença irei para o meu quarto. – segurei seu braço com força.

– você está me irritando profundamente garota.

– idem. Você está me machucando. – droga. A soltei. Machuca-la era a ultima coisa que eu queria.

– me desculpe. Vai mesmo brigar comigo por causa disso?

– vou! E você também parece está com raiva de mim. é por causa da pílula?

– sim. – minha esposa não quer ter um filho meu, como ela queria que eu estivesse.

– não podemos entrar em um acordo?

– podemos ver isso depois?

– tudo bem. Por agora vamos resolver o problema da Hinata?

– problema?

– claro. Tenho que ajuda-la e se livrar desse casamento. – ela queria se livrar de mim também?

– já disse pra você não se meter nisso.

– Você me diz pra não me meter mais se mete. – eu me metendo?

– não estou me metendo. Só avisei ao pai da garota que provavelmente está muito preocupado com o sumiço da filha. Agora vamos, quero jantar. – peguei sua mão e a beijei, queria parar com a briga. Queria leva-la para o quarto e ama-la.

...

Naruto chegou a meu escritório fazendo zuada. Ele sempre foi muito barulhento. Entrou na minha sala bruscamente.

- onde ele está? – que idiota.

- está embaixo da mesa, da uma olhada.

- ta tirando uma com a minha cara?

- sim.

- idiota. – ele entra na minha sala como um louco e eu é que sou o idiota.

- ela está em casa com a sakura.

- então vamos, quero ir busca-la.

- você avisou ao Hisashi?

- sim. Ele está furioso, ele queria vir pessoalmente levar a filha de volta para casa mas eu insistir para vir. Ele provavelmente faria algo com ela.

- entendo. Pela primeira vez você fez algo sensato.

- eu sou uma pessoa sensata. – achei melhor não comentar.

- vamos.

Chegamos em casa e elas ainda não tinham chegado. Sakura havia levado a amiga para conhecer sua faculdade. Algumas horas depois elas chegam. Olhei diretamente para sakura. Elas mal entraram e naruto se pronunciou:

– Hinata seu pai me mandou para leva-la de volta pra casa. Arrume suas coisas, vamos ainda hoje.

– é melhor deixarmos eles conversarem sozinhos. – esse problema não era da nossa conta então arrastei sakura para o nosso quarto. Antes de sairmos ela se virou para a amiga e disse:

– você não precisa ir Hina. – depois disse para mim. — idiota.

– já disse para não se meter. Isso não é problema nosso.

– ... – ela não disse nada

– não acha que já temos problemas demais?

– não temos problema sasuke. – para ela não era um problema. Mas para mim sim.

– não?

– não!

– e você acha que o fato de minha esposa não querer ter filhos comigo não é um problema.

– é você tem razão temos um problema. O fato do meu Marido querer filhos agora quando nosso casamento acabou de começar, esse é um grande problema pra mim. – ela nunca iria entender. Ela podia ter perdido a mão mais teve o pai que apesar dos pesares ela amava. Ela nunca iria saber como é perder tudo e ficar sem chão.

– não quero filhos agora. Só quero que você não tome pílula. – sim eu queria filhos, queria uma família.

– não vou discutir isso com você.

– realmente, isso não é discutível. Você não tomará. – decretei.

– você não manda em mim.

– sim eu mando. – me aproximei.

– se afaste. Não me toque. – ela foi para a porta do quarto. – acho que já demos tempo suficiente para seu amigo coagir a Hinata.

– sakura! As coisas não são assim. Não se afaste de mim. – eu realmente odiava quando ela fazia isso. Quando não me deixava toca-la e quando se distanciava de mim.

– não discutirei isso com você. –e saiu do quarto me deixando com meus pensamentos. Alguns minutos depois eu fui para a sala.

- onde elas foram? – perguntei.

- conversar. Sua esposa acha que ameacei a Hinata.

- e você fez isso?

- claro que não!

- quando vocês voltam?

- hoje mesmo.

- já?

- sim, tenho negócios a resolver. – nesse momento elas voltaram, olhei para sakura eu estava realmente chateado com ela.

– querem comer algo antes de ir? – sakura disse.

– sim, estou morrendo de fome. – eles jantaram e foram embora. Sakura subiu para o quarto. Demorei algumas horas para ir para o quarto. Quando entrei ela estava fingindo dormir.

– sei que está acordada. – ela não respondeu. Fui para o banheiro tomei um banho e me deitei na cama. – vai ficar sem falar comigo? – eu queria toca-la.

– ... – silencio, aquilo me irritou profundamente. Normalmente eu é que era silencioso.

– é assim que vai me castigar? Mesmo eu não tendo feito nada que mereça um castigo.

– não estou te castigando sasuke. Só não tenho nada para fala. Você tem ?

– não. Boa noite sakura. – não iria mais discutir com ela. Ela era muito imatura. Me peguei pensando se foi certo me casar com alguém tão jovem.

– boa noite sasuke.

– eu te amo. – disse a ela.

– eu também te amo sasuke. Só estou com raiva de você neste momento.

– também estou com raiva sakura. – muita raiva. Coloquei meu braço em sua cintura e a puxei colando meu peito em suas costas, eu precisava senti-la para dormir. Afundei meu rosto entre seus cabelos inalando seu perfume. – gosto do seu cheiro. Ainda está com raiva de mim?

– não. – bom sinal.

– ótimo. Não gosto de brigar com você. – lhe dei beijos no pescoço e dormimos abraçados.

...

Não consegui dormir, o fato de minha esposa não querer ter um filho meu me deixava inquieto. Levantei e fui para meu escritório em casa. Aproveitei para ler alguns papeis as empresa, tentar me distrair. Eu estava distraído quando Sakura entra pela porta do escritório.

– acordei e você não estava.

– estou sem sono então resolvi ler alguns papeis da empresa. – ela veio até mim dando a volta na mesa e ficando ao meu lado.

– que tipo de papeis?

– não se preocupe com isso.

– vou me preocupar com o que então senhor Uchiha? – a puxei para o meu colo e a abracei.

– não me deixe. – já perdi muito na vida.

– não deixarei.

– você é minha.

– sua. – ouvir isso me dava um enorme prazer. A beijei.

– te desejo tanto. – a coloquei de pé. – tire a roupa. Quero olhar pra você. – como ela não se mexeu tomei a atitude, tirei sua camisola a deixando só de calcinha. – você é linda. – ela era perfeita, olha-la me deixava louco, derrubei tudo que estava sobre a mesa e a coloquei sentada. – deite-se. – ela obedeceu.

Fiquei entre suas pernas a forçando a abri-las depois a beijei com luxuria. Desci os beijos pelo pescoço me demorando em seus seios, minhas mãos a tocava em toda parte. Eu não aguentava, precisava tê-la.

– gosto de tocar em você. – paro os toques para tirar minha roupa, estou nu. Ela tentou se levantar mais a impedi.

– fique deitada. – segurei seu tornozelo e levantei bem sua perna até leva-la a minha boca. Subi os beijos até sua coxa. Ela se contorcia de prazer e isso aumentava minha excitação. – fique quieta. – beijei a parte interna de suas coxas ela gemeu . a beijei por cima da calcinha, repeti todo o processo com a outra pena. – você não sabe o quanto me excita.

Abri bem suas pernas e a acariciei com minha língua, não demorou muito e ela explodiu em um orgasmo gemendo alto. A penetrei forte, comecei a me movimentar queria estar cada vez mais dentro dela. Fique em pé e ela deitada assim eu poderia vê-la. Não demorou muito e ela teve outro orgasmo, continuei com as estocadas até encontrar meu orgasmo. Cai sobre ela permaneci alguns minutos até recuperar meu folego. Relutante sai de dentro dela e me levantei.

– você está bem?

– estou ótima.

– me desculpe.

– porque?

– acho que machuquei você. – eu fui rude, até agrassivo.

– se você chama isso de machucar. Pode me machucar assim sempre. – me acalmei.

– isso foi inesperado.

– isso foi ótimo. – peguei suas roupas e lhe entreguei. – fizemos uma bagunça no seu escritório.

– mais valeu a pena. – sorri para ela, eu estava feliz. – venha, vamos voltar para a cama. – a peguei no colo e levei para a cama, queria ama-la mais.

– cansada? – pergunto.

– um pouco. Porque?

– porque acho que ainda não tive o suficiente de você. – e nos amamos mais uma vez.

...

Acordei cedo, passei um bom tempo vendo sakura dormir. Ela estava tão serena que não tive coragem de acorda-la. Tomei banho e me vestido. Chamei sakura duas vezes mais ela fez manha e não quis levantar. Resolvi deixa-la descansar. Mais tarde desci para tomar café. Meia hora depois ela entra correndo pela cozinha.

– porque não me acordou?

– você estava dormindo tão bem que não quis perturba-la. E sim eu te chamei duas vezes mais você não quis se levantar.

– agora vou chegar atrasada.

– sente-se e tome café, eu vou levar você. Pode pegar o segundo tempo.

– ok. – tomamos café juntos e depois a levei para a faculdade. A deixei e fui para mais um dia chato de trabalho.

...

Entrei na minha sala e Hana já veio me informar os meus compromissos do dia.

- as 10h o senhor terá uma reunião com o senhor Hyuga Neji.

- mais alguma coisa?

- não senhor.

- então pode se retirar.

As 10 em ponto Neji estava em meu escritório para discutirmos a compra de matéria prima para a produção de joias. Essa era uma pequena empresa de design de joias que eu tinha em sociedade com o Neji. Minhas empresas tinham negócios diversificados. Após a reunião saímos para almoçar. Fomos a um restaurante perto da empresa.

- sasuke, o pai de sua esposa está com um sócio novo.

- e isso me importa?

- sim.

- quem é o sócio?

- orochimaru.

- merda. – aquele cretino. Maldito.

- você está bem?

- sim.

-O que me intriga é o que ele quer ajudando um homem como o kenshi Haruno.

- os dois não prestam, estão bem juntos.

- e sua esposa ela mantem contato com o pai?

- não. Quero ela bem longe ele, ainda mais agora que ele está envolvido com um homem como orochimaru.

- entendo. Ele não presta.

- odeio aquele homem.

- e com razão. – almoçamos e cada um foi pra um lado. a tarde liguei para sakura, ela não atendeu. O que será que aconteceu ela não tem aula a essa hora. Esperei mais alguns minutos e liguei novamente e mais uma vez. Ela não atendeu. Estava ficando preocupado. Imagens de minha familia morta me veio me mente me deixando ainda mais aflito. Cancelei duas reuniões não estava com cabeça para isso. Mandei uma mensagem para ela:

Mensagem: ‘’onde você está? Atenda ao telefone agora. ‘’

Ela não respondeu, estava quase saindo atrás dela quando ela me liga.

– onde você está e porque não atendeu minhas ligações?

– eu estava fazendo um trabalho na biblioteca da faculdade e tive que colocar o celular no silencioso por isso não ouvi suas chamadas.

– não faça mais isso! fiquei preocupado, pensei que tivesse acontecido algo.

– desculpe, mais você está sendo paranoico. – paranoico, ela não entende.

–não, não estou. Você é minha mulher me deve satisfação. E se tivesse acontecido algo. Eu tenho que saber onde você está com quem estar e o que está fazendo.

– você esta sendo ridículo agora. Já pedi desculpas e disse o porque de não ter atendido.

– volte para casa agora. Estou esperando por você.

– daqui a meia hora.

– venha agora.

– NÃO. E pare de mandar em mim. – ela desligou o telefone me deixando irado. No mesmo instante chega uma mensagem dela para mim:

Mensagem: ‘’ estou saindo com minhas amigas e vou demorar um pouco. Não se preocupe. Só Achei que deveria saber. ’’

Liguei para ela:

– fique exatamente onde você está. Estou indo busca-la agora.

– sasuke me deixa em paz. – ela desligou o telefone me deixando fervendo de fúria. Maldita adolescente. Peguei o carro e liguei para shikamaru.

- preciso que rastreie um telefone pra mim.

- diga o numero. – eu dei o numero e um minuto depois ele disse onde estava. – está em uma boate.

- me de o endereço. – ele me passou o endereço e fui rápido para lá. – bom trabalho shikamaru. Eficiente como sempre.

- obrigado. – e desliguei. Dirigi tão rápido que em menos de 15 minutos estava na boate. Não me importei se poderia levar alguma multa.

Entrei na boate, o ambiente era escuro e cheirava a lcool, minha esposa estaria mesmo nesse lugar? Era deplorável. Algumas garotas me olhavam e sorriam para mim, mas ignorei. Avistei sakura sentada numa mesa mais afastada, rapidamente fui até ela.

– levante-se. Vamos embora agora. – eu disse.

– agora não. – ela queria mesmo me irritar.

– juro que se você não se levantar agora eu vou arrasta-la. – eu estava disposto a isso.

– você não faria isso. – ela me desafiou. Aproximei-me dela e a peguei a força a joguei no meu ombro e a levei para fora da boate, ela se debatia mais com a musica alta ninguém a ouviria. Quando estava fora da boate pude escutar sua voz.

– me larga seu maluco. Me põe no chão agora. – eu não respondi apenas a coloquei no chão. Ela tentou se afastar de mim mas a impedi.

– NUNCA MAIS FAÇA ISSO ENTENDEU? VOCÊ ESTA ME OUVINDO SAKURA. NUNCA MAIS SUMA DESSA FORMA. – olhei em seus olhos e ela estava assustada. Estava com medo de mim. Tentei me acalmar. – me desculpe, não queria te assustar mais você me deixou tão preocupado. Pensei que tivesse acontecido algo com você. Você me deixou sem noticias, nunca mais faça isso. Eu preciso saber que você está segura.

– eu estou segura sasuke. – ‘’não você não está. Preciso saber que está segura, que não vai morrer’’. Pensei mais não disse nada.

– só peço que me avise ok?

– tudo bem.

– agora vamos. –fomos para o carro em silencio até que ela pergunta:

– hey, como você me achou?

– rastreei seu telefone. – era a coisa mais obvia do mundo.

– e isso é legal?

– pra mim sim.

– maníaco. Você não pode fazer isso toda vez que eu não atender ao telefone.

– sim eu posso. – posso fazer muitas coisas.

– coloca um chip em mim.

– até que não é uma má ideia. – ela não gostou a piada.

– não vamos brigar, quero ir pra casa e fazer amor com você. – ela ficou vermelha, sorri.

– o que é?

– você.

– o que tem eu? Está zombando de mim?

– não.

– o que é então.

– você fica linda quando está com vergonha.

– depois de todo esse tempo e você ainda é tímida em relação a certas coisas.

– não vou comentar isso. – adoro esse jeito inocente dela. Me aproximei e dei um beijo em sua testa.

...

Chegamos em casa e ao entrarmos eu disse:

– se não se comportar vou proibi-la de frequentar a faculdade. – eu estava disposto a qualquer coisa para mantê-la segura.

– você não pode fazer isso e nem tem esse direito.

– sim eu posso e vou. Você se comportou muito mal hoje. – muito mal.

– sasuke eu já expliquei o que aconteceu se você não quer entender é problema seu.

– eu entendo. Mais você é muito descuidada. E ainda saiu pra aquele bar sozinha e desprotegida. – se tivesse acontecido algo com ela eu morreria. Não aguentaria perder mais ninguém.

– eu não fui sozinha. Foi com minha amigas.

– não importa. Se fizer isso denovo vou tranca-la em casa.

– faria mesmo isso?

– sim. Qualquer coisa para mantê-la segura.

– eu te odiaria pra sempre.

– você não pode fazer isso.

– já disse que posso. Posso fazer o que eu quiser. – sim eu posso.

– se me proibir de ir a faculdade por um motivo besta como esse eu me separo de você. – ela saiu. Eu nunca permitiria que ela se separe de mim. ela é minha para sempre.

...

Entrei no quarto e ela estava deitada. Sentei na cama e acariciei seus cabelos.

– vai mesmo se separar de mim?

– não sasuke. Falei aquilo porque estava com raiva. Me desculpe. – fiquei aliviado. Eu não queria mantê-la comigo contra sua vontade mas confesso que o faria.

– me desculpe por ser um maníaco. Mas fiquei preocupado. Quando fiquei sem noticias de você pensei que algo tivesse acontecido. Não faça mais isso, a sensação é muito ruim. – ela pareceu me entender.

– tudo bem. Vou lhe avisar a partir de agora. – a abracei.

– obrigada. – cheirei seus cabelos.

– por que você é assim?

– assim como?

– controlador.

– quer mesmo saber?

– claro.

– na sanidade e na loucura.

– os votos não foram esses.

– eu disse que estaria com você a todo momento. – sorri para ela.

– quando meus pais fiquei dois dias sem noticias deles. Eu não sabia o que tinha acontecido. Fiquei desesperado, a sensação é muito ruim. Não quero passar por isso denovo por isso você deve me dizer sempre onde você está.

– então não é porque você não confia em mim? – claro que não.

– pelo amor de Deus sakura, você pensou que eu etava desconfiando de você?

– não. Só achei estranho essa sua mania.

– depois que meus pais morreram eu adquiri essa mania obsessiva por controle.

– você devia ir a um psicólogo ver isso. – ele deu um meio sorriso.

– eu já fui.

– serio? Porque nunca me disse?

– porque não queria que achasse que sou um louco. Depois que minha família morreu eu tive pesadelos com a morte deles eu vi os corpos e sonhava com isso quase todas as noites. Por anos eu sonhei com isso. Depois da morte deles eu quase não dormia.

– você não é louco, é só alguém que passou por um grande sofrimento. Tudo bem. Não vamos mais brigar. – a abracei com força. Não queria perde-la.

– vou tomar banho. Quer vir comigo? – estava louco pra fazer amor com ela.

– tentador, mais acabei de sair do banho. – droga.

– e qual problema?

– nada, só estou cansada, o dia foi estressante. Vai, vou te esperar acordada.

...

Depois disso sakura e eu não brigamos mais. Alguns meses se passaram...

Eu estava em meu escritório quando hana me chama ao telefone.

- diga Hana.

- senhor uchiha, tem um pessoa no telefone dizendo que quer alar com o senhor. O senhor quer atender ou não?

- quem é?

- ela disse que se chama Karin.

- não hana. E se ela ligar novamente diga que não estou ou que estou em reunião. Melhor diga que não quero atende-la e para ela não ligar mais.

- entendido senhor. – e desliguei.

...

Liguei para sakura:

– oi sasuke.

– já terminaram suas aulas? Estou indo te buscar.

– ok. Estou esperando. – em menos de quinze minutos eu estava com ela.

– você está linda. Vamos. –fomos para casa. Na garagem travei as portas do carro.

– quero te dar uma coisa. – coloque uma pulseira em sua mão. Eu tinha comprado há alguns dias para comemorar nosso primeiro ano juntos. – um presente por nosso primeiro ano juntos.

– mais nosso aniversário não é hoje.

– eu sei. Mais quero te dar isso. Não preciso de um motivo para presentear minha esposa. Agora vamos entrar.

Estávamos no quarto, sakura procurav algo no guarda roupas.

– hoje vamos a um leilão e jantar de caridade. – eu disse.

– vamos?

– terá um leilão beneficente para uma fundação que ajuda crianças carentes. O presidente é a esposa de um sócio de uma das minhas empresas, não gosto desse tipo de coisas pois sei que muitos estão ali apenas para mostrar a mídia. – eu nunca gostei desse tipo de coisa mais tinha que ir por causa da imagem da empresa.

– você vai muito a esse tipo de evento?

– alguns. Como já deve ter percebido sou antissocial.

– meu antissocial. – sim dela.

– seu.

– gosto do seu sorriso, pena você não sorri mais.

– você meu deu motivos pra sorri. – ela me abraça de repente e eu retribuo dando um beijo em sua testa. – vem, vamos tomar banho juntos.

...

Sakura desce as escadas, ela estava usando um vestido longo vermelho, perfeita.

– você está perfeita. – tive uma ideia. – quero fazer uma coisa, fiquei quieta. – me abaixo e tiro sua calcinha, eu não sabia que reação ela teria mas aquilo me deixou excitado. – pronto, quero que vá assim. – coma ela não protestou sorri para ela e lhe dei um beijo na testa. – linda. Agora vamos.

...

Ao chegarmos fomo guiados até nossa mesa, senti eu alguns olhares masculinos se voltavam para sakura, não gostei disso mas sorri afinal ela era minha. Sentamos na mesa, além de nós dois estavam Neji e sua esposa. O jantar foi servido. Eu não prestava muita atenção. Fui pego de surpresa pelo grito de naruto.

– DESCULPE PELO ATRASO. – Naruto gritou.

– não grite seu idiota, está chamando muita atenção. – ele estava com a garota dos hyuga. Então finalmente ele tinham se entendido.

– HINATA. – sakura gritou e a olhei feio. – desculpe, foi a surpresa. Porque não me disse que vinha?

– quis te fazer uma surpresa. – eles se sentaram. Eu ouvia a conversa sem prestar muita atenção. Quando percebi sakura se levantou da mesa.

– com licença.

– aonde você vai? – não quero minha esposa andando sem calcinha por aí..

– preciso ir ao banheiro.

– eu vou com você. – disse a hyuga. Nunca entendei essa mania que as mulheres tem de ir juntas ao banheiro.

– não entendo essa mania que vocês mulheres tem de ir ao banheiro juntas. – naruto pronunciou o que eu estava pensando e elas se foram.

...

Elas estavam demorando, o que estariam fazendo. Eu estava impaciente.

- tenten você poderia ir ver o que aconteceu com as meninas por favor? – naruto se pronuncia. – acha que sasuke terá um enfarto se demorarem mais. – idiota, mas fiquei aliviado por ele ter pedido isso assim me poupava o papel de marido louco e possessivo. Quando ela saiu Neji pergunta a Naruto.

- e então Naruto, já está se entendendo com sua noiva? – ele riu.

- eu sempre me entendi com ela.

- serio? Então porque ela fugiu de você alguns meses atrás? — ele fica vermelho.

- ela não fugiu de mim seu imbecil. Ela fugiu do pai.

- naruto você está tão mal que as mulheres estão fugindo de você. – eu disse e todos rimos menos naruto que ficou emburrado.

- olha só quem fala. Sua noiva também não gostava de você.

- pelo menos ela não fugiu. – mais risadas.

- comportem-se vocês dois, nem parecem ter tem essa idade portando-se como crianças. – disse neji. Não demos ouvidos a ele.

- imbecil. A hinata-chan e eu estamos muito bem.

- calem-se as garotas estão voltando. – ela vieram e se sentaram em seus respectivos lugares. Olhei para sakura e ela estava emburrada.

- por que demorou? — perguntei.

– porque estava batendo um papo com seu ex-noiva. – ex noiva? Eu nunca fui noiva de ninguém além da sakura. não que eu me lembre. Será que ela bebeu?

– explique-se.

– agora? Acho melhor conversarmos depois.

– ok. – eu não queria conversar depois, mas estávamos no meio de muita gente era melhor nos comportarmos.

‘’Senhoras e Senhores, teremos um intervalo de meia hora antes do leilão. ’’ – disse o mestre de cerimônias. Essa era minha chance de fazer o que eu estive pensando em fazer desde que chegamos aqui.

– venha, vou te mostrar um lugar. – a levei para um lugar mais afastado, eu estava cheio de más intenções. Eu não aguentava mais precisava dela.

– o que você queria me mostrar? – fomos para um jardim afastado as arvores, plantas e flores encobriam tudo, quem passasse por ali não nos veria. A levei até um banco e nos sentamos.

– nada. Só queria ficar sozinho com você. – coloquei minha mão dentro de seu vestido e fui subindo até alcançar seu sexo. – você não sabe o quanto eu quero te possuir agora. – continuei a toca-la e ela encostou a cabeça em meus ombro gemendo baixinho.

– sasuke, alguém pode nos ver.

– ninguém vira aqui agora, estão todos no salão de festa e aqui é afastado. – introduzi dois dedos nela, ela estava molhada. – Linda. – movi meus dedos dentro dela, ora lento ora rápido. Ela tentava não gritar e isso me divertia. Logo ela gozou senti as contrações de seu sexo sobre meus dedos. Tirei meus dedos de dentro dela, ela estava tremula, a puxei para um abraço e lhe dei um beijo na testa. – você é perfeita. – esperei que ela se recuperasse e eu também, eu estava duro. Tendei me acalmar. Depois de um tempo eu disse: – acho melhor voltarmos, venha. – a levei de volta para a mesa.

Quando sentamos-nos à mesa o idiota do naruto pergunta:

– onde estavam? – sakura ficou vermelha nos delatando.

– não é de sua conta. – respondi, acho que minha resposta acabou confirmando o que todos pensavam, mas não me importei. Nunca me importei com o os outros pensam.

‘’ senhoras e senhores, começaremos agora o nosso leilão beneficente... Nosso primeiro lote é um belo bracelete de brilhantes doado pela senhora Kendra...’’ – tive que aguentar essa chatice por algumas infinitas horas. Eu não prestava atenção em nada até que vejo a karin vindo em nossa direção. Ela se entrou em nossa mesa. Antes que eu pudesse perceber ela se jogou em meu colo e me abraçou. Eu nunca gostei de ser tocado, tive vontade de espanca-la mas tinha uma imagem a manter. Olhei para sakura e ela emanava ódio. Pedi em pensamento para que ela não fizesse nenhum escândalo.

– sasuke-kun quanto tempo. Você anda sumido.

– o que você quer karin? – fui grosso, quem sabe assim ela se tocava. Como ela teve reação a afastei de mim bruscamente.

– nada só queria te ver, faz tempo que não nos vemos.

– não vejo razão para nos vermos. – odeio esse tipo de mulher.

– você não dizia isso antes.

– eu nunca disse nada antes. – nunca fui um homem de muitas palavras.

– bom agora que é um homem casado vejo que vai se comportar. Mais por quanto tempo?

– karin acho melhor você ir agora. – neji tentou manter a sanidade de todos. O que essa maldita queria vindo aqui provocar a mim e a minha esposa.

– tudo bem Neji-kun. Vou indo, tchau sasuke-kun, tchau Neji-kun espero vê-los mais vezes. – e para o meu alivio ela se foi. Eu não disse nada mas sabia que iria ouvir quando chegássemos em casa. Logo o locutor do leilão se pronuncia.

– ‘’ agora um lote especial, leiloaremos um colar que pertenceu a falecida senhora Uchiha que todos nós conhecemos, uma grande mulher sempre envolvida em grandes causas sociais. É um colar de rubis, doado pela senhora Kushina Uzumaki que não pode comparecer hoje, mais nos disse que sua amiga estaria muito feliz em doar algo para uma causa tão nobre. ‘’- o que? O colar da minha mão.

– naruto, porque não me disse? – isso era inaceitável. Como a maldita da kushina pode fazer isso. Tive vontade de matar aquela mulher.

– dizer oque? – naruto é idiota ou oq?

– por que não me disse que sua mãe pretendia doar o colar que pertenceu a minha mãe?

– Porque eu não sabia. – isso devia ser verdade.

– se eu soubesse que ela pretendia doar eu teria comprado na mão dela. – como ela pode fazer isso.

– não é a questão do dinheiro sasuke, você sabe que minha mãe não se importa com isso. A questão é que ela deu o colar para ser leiloado para a caridade, era isso que sua mãe gostaria.

‘’ eu ouvi 20 mil? Quem dá mais? É um colar de rubí com diamantes legítimos muito valioso. 30 mil alí? 40?...’’

– duzentos mil dólares. – eu não deixaria mais ninguém ficar com algo que pertenceu a minha amada mãe a única mulher que amei antes da sakura.

‘’ vendido para o senhor da mesa 5 por duzentos mil dólares. Agora vamos ao próximo lote...’’

– sasuke você está louco? Pagar tão caro assim por um colar. – disse naruto.

– não enche. – mais algumas horas tediantes e finalmente o leilão termina. Eu estava louco para ir pra casa e transar com a sakura. ter uma esposa jovem me deixava excitado o tempo todo. Na volta para casa sakura estava pensativa, muito silenciosa. Era estranho pois ela falava pelos cotovelos.

– se acha que esqueci seu comentário sobre eu ter uma ex-noiva eu não esqueci. – tentei arrancar algumas palavras dela.

– mais devia esquecer, deixa isso pra lá. – agora ela queria ficar muda.

– não você vai me dizer.

– não estou afim. – quando chegamos ela saiu do carro antes de mim e foi para o quarto. Entrei u fui logo para o quarto. Fui atrás dela.

– para de agir como criança. Me conte logo.

– não quero falar sobre isso. E quem está agindo como uma criança é você exigindo saber as coisas desse jeito. Eu não tenho obrigação de contar nada.

– sim você tem. Você está com raiva pelo que aconteceu mais cedo. – eu nunca vou entender as mulheres mesmo com toda a minha experiência sobre elas. Por isso as prefiro nuas na cama e gemendo ao invés de falando e tendo chiliques.

– não, não tenho. E não estou com raiva daquilo. – a quem ela queria enganar? – Eu não te faço perguntas sobre sua vida então por favor respeite minha vontade de permanecer em silencio. – fiquei com raiva de todo esse bla bla bla.

– tudo bem. Mais quero que saiba que eu nunca fui noivo de ninguém, nunca cheguei a esse nível de relacionamento. – nunca me interessei por alguém, na verdade nunca quis ter alguém perto o suficiente.

– nem com a ruiva?

– não sakura, nem com a karin. – será que ela não percebe que é dela que eu gosto. Maldita garota.

– como sabe que é dela que estou falando.

– é meio que obvil. – ela é idiota?

– sim é dela que estou falando. Ela me disse que vocês dois foram noivos. Porque você nunca me disse que tinha quase se casado com alguém? Porque escondeu isso de mim. – eu estava perdendo minha paciência.

– uma estranha te diz isso e você em vez de me perguntar acredita. – isso me ofendia, ela desconfiar assim de mim. sempre duvidando.

– tudo bem sasuke, você não tem que me contar nada.

– karin e eu nunca fomos noivos. Transamos algumas vezes e só. Eu nunca gostei dela. Na verdade eu nunca gostei de ninguém até você chegar. – fui sincero.

– e porque terminou com ela?

– primeiro eu nunca tive nada com ela para poder terminar e segundo porque ela é vazia, é só um corpo bonito. Eu quero mais que isso. – a abracei. – não quero discutir com você por causa dela, ela não tem nenhuma importância pra mim.

– foi você que começou uma discursão. Pare de querer saber tudo.

– só não vamos brigar mais ok? Eu não sei como lidar com tudo isso, eu nunca me apaixonei antes. Gosto tanto de você que me assusta.

– hoo sasuke eu te amo. – como era bom ouvir isso. A abracei forte.

– você é tão pura. Eu não mereço você. Não com um passado como o meu. Com tantas mulheres. – depois de tudo que já fiz ela ainda me amava.

– não fale mais nisso. É passado.

– isso não te incomoda?

– sim sasuke, não gosto de pensar que você foi de outras.

– mais eu nunca fui de ninguém sakura. Só seu. Foi só sexo. Apenas isso. Não significou nada pra mim.

– do jeito que você fala parece que as garotas eram objetos.

– mais é assim que eu as via. Pra mim elas estavam ali pra me satisfazer. – ela queriam meu dinheiro e eu o corpo delas, elas mesmo que se vendiam por pouco. Por jantares, por presentes, por viagens. Eu nunca fui carinhoso ou gentil com nenhuma delas e ainda assim elas ficavam comigo. Esse tipo de mulher merece ser tratada como objeto. – eu nunca me importei. E mesmo eu sendo assim, as garotas viam até mim. Então acho que não sou assim tão ruim, elas sabiam como eu era e ainda assim queriam. Aceitavam tudo.

– tudo? O que é tudo sasuke?

– não acho que você deva ouvir esse tipo de coisa. – não iria choca-la com minhas perversões.

– você exige saber coisas de mim e não me conta nada do que quero saber.

– você não vai gostar de saber. – ela me deixaria se contasse.

– tudo bem.

– venha. – dei o assunto por encerrado. – Quero terminar o que começamos no jardim. – ela ficou vermelha. – linda. – a beijei na testa. Estava louco para possui-la.

...

Acordei antes de sakura. Fui para o escritório ler meus e-mails. Eu estava no telefone quando olho para a porta e sakura está lá.

– não, não quero ser incomodado hoje – disse para Hana, eu havia ligado para ela para reagendar alguns de meus compromissos.

- sim senhor.

- certo.

- e sobre o presente da sua esposa?

- resolva. – eu já tinha escolhido era só hana pegar e me entregar em meu escritório.

- ok senhor, amanhã mesmo eu pego e estará em seu escritório.

- segunda estarei lá. – e desliguei e disse para sakura – sakura, venha aqui. Quero lhe dar algo. – ela se aproximou e eu a abracei pela cintura. Abri a gaveta da minha mesa e peguei o colar de minha mãe. Coloquei no pescoço dela. – agora ele é seu. – era mais que óbvil que o colar fosse dela.

– mais sasuke, é um colar muito caro.

– não é o preço que importa e sim o valor que ele tem pra mim. Ele pertenceu a única mulher que amei além de você.

– obrigada. – ela me beijou, um beijo de tirar o folego.

– eu que agradeço.

– pelo que?

– pelo melhor ano que tive desde que perdi minha família. – eu estava feliz, e isso me assustava. Eu tinha medo de tudo isso acabar.

– este também foi meu melhor ano sasuke. – sorri para ela.

– ainda teremos muitos anos pela frente.

– toda a vida. – ela disse, era bom ouvir isso. – o que quer fazer hoje?

– sei que é nosso aniversario e que deveria leva-la para jantar mais gostaria de passar o dia só com você sem ter que dividi-la com mais ninguém.

– não me importa sasuke, desde que esteja com você eu estarei feliz. Se você quer ficar aqui então ficaremos. – ela era diferente das outras. As outras sempre queriam coisas caras e se zangariam em ficar em casa.

– está com fome? – perguntei.

– muita.

– venha, fiz café da manhã pra você. – antes de ir pro escritório eu preparei pra ela.

– uma hora dessas?

– algum problema?

– nenhum. – ela disse.

Eu havia dispensado todos os empregados. Comemos e juntos e depois ficamos vendo tv no chão da sala. Eu fazia isso quando era pequeno. Assistia tv com meu irmão. Depois que ele morreu eu nunca mais parei para ver tv. Acabei cochilando.

Acordei, a sala estava escura. Procurei sakura e ela não estava ao meu lado. vi que tinha luz vinda da cozinha me levantei e fui para lá. Parei na porta e fiquei observando sakura cozinhando.

– o cheiro está bom. – eu disse.

– espero que o gosto também esteja. Já está pronto só falta o molho.

– vou gostar de qualquer coisa que seja feita por você. – a verdade era que ninguém além das empregadas cozinhavam pra mim. fiquei feliz por ela o ter feito. Me aproximei e lhe dei um beijo na testa. – gosto de ficar assim com você. Relaxado, sem fazer nada. – ela sorri. – devo vesti algo mais adequado à ocasião? – perguntei divertido.

– não, você está perfeito. Eu que não estou adequada. – realmente ela não estava adequada. Estaria melhor nua.

– tem razão, você não está adequada a ocasião. – fui até ela e tirei toda sua roupa a deixando somente de calcinha. – agora você está perfeita. – desliguei a panela no fogão e voltei para ela e a beijei. A beijei por todo o corpo lhe dando fortes chupões nos seios. A viro de costas para mim com o tranco deitado na mesa, eu queria algo diferente. Olhei para era e a visão foi perfeita. Acaricio sua bunda e lentamente a deixo nua. – você está linda assim. – rapidamente tudo tudo o que tinha de roupa de uma vez e fico nu. Colo meu corpo no dela e a faço sentir o quando ela me deixa excitado. Distribuo beijos pelo seu pescoço e costas dando pequenas mordidas. Não aguentei mais, entrei nela lentamente até o fim.. Nós dois gememos, fiquei parado por um tempo para absorver toda a sensação depois comecei a me movimentar a fazendo gemer alto, seus gemidos eram musica para mim, eu queria mais. Não demorou muito e a sinto gozar violentamente, continuei a me movimentar então paro, ela fica confusa. Antes que ela possa dizer algo a vira para ficarmos frente a frente. A sento na mesa e fico entre suas pernas para logo penetra-la novamente. A penetrava com força, ela não demorou a gozar novamente eu fui logo em seguida caindo sobre ela com força e ela cai sobre a mesa. Permanecemos assim por alguns minutos até que me levando saindo de dentro dela. – venha, acho que precisamos de um banho. – a pego no colo e a levo para o quarto, eu queria mais. Sempre iria querer mais dela.

Entro na banheira e ela entra depois se sentado atrás de mim. suas mãos acariciam meus cabelos e eu fecho os olhos aproveitando cada segundo de suas caricias. Ela pega o sabonete e começa a passar no meu corpo, aquilo era perigoso, me deixava excitado. Então ela para, pega o shampoo e esfrega meus cabelos. Aquilo era bom demais.

– isso é muito bom. – ela sorri. – gosto de tomar banho com você. Venha, minha vez de ter dar banho. – eu tinha que retribuir, passei o sabonete em seu corpo me demorando eu seus seios, eles ficaram rijos. Terminei e ela se levantou, enrolou-se numa toalha e depois fez o mesmo comigo, me levou para o quarto e me sentou na cama pegou outra toalha e começou a secar meus cabelos. Eu estava no céu. – adoro ser cuidado por você. A muito tempo que ninguém cuida de mim assim.

– cuidarei de você todos os dias de minha vida. – ela disse.

– eu cuidarei de você também. – a beijei. – quero fazer amor com você denovo. – e puxo a toalha de seu corpo.

...

Após algumas horas descemos para comer o jantar que estava frio. Ela esquentou.

– você cozinha bem. – me lembrava a comida de minha mãe.

– eu sei.

– e é modesta também. – rimos juntos.

– gosto quando você ri. Às vezes você é tão serio.

– eu preciso ser. Minha procissão exige que o seja. Mais gosto de sorrir quando estou com você. – ela bebeu mais vinho do que devia a carreguei até a sala e deitamos no tapete. Peguei um edredom no quarto e nos enrolei. Ela se enroscou em mim e aquilo me agradou. – diga que me pertence. – eu precisava ouvir isso. Sempre.

– sou sua sasuke.

– eu te amo. – muito.

– eu também te amo, pra sempre. – dormimos ali mesmo...

...

Estávamos juntos a dois anos e apesar de nunca termos nos prevenido sakura não engravidava. Aquilo estava me deixando preocupado. Eu queria um filho. Na verdade queria mais de um filho. Mais isso seria para depois.

Fui para o trabalho e isso me perturbou o dia todo, nem prestei muita atenção no que estava acontecendo. As 6:30 eu estava voltando para casa quando naruto me liga.

- sasuke eu vou ser pai. – aquilo me deixou com raiva. Até o idiota do naruto seria pai e eu não. Tinha algo errado com minha mulher.

- parabéns naruto. – eu disse meio a contra gosto. Eu queria ter meu próprio filho.

- obrigada sasuke, hinata e eu vamos nos casar antes que a barriga dela cresça você e a sakura estão convidados.

- ok. Agora tenho que ir, tenho negócios a tratar. – na verdade eu não queria falar com ele. Desliguei. – cheguei em casa e sakura estava no sofá. Sentei ao seu lado e ela fez uma massagem nos meus pés. Aquilo foi bom, mas não conseguia tirar o que naruto disse da cabeça.

– você é perfeita.

– como foi seu dia hoje? – ela perguntou.

– cansativo. E você o que fez hoje?

– hummm deixe-me lembrar... conversei com a Hinata e ela me disse que está gravida. – a olhei, essa é a mulher que eu amo e ela não quer ter um filho meu.

– aquele baka do Naruto vai ser pai.

– apressados. – ela definitivamente não queria ter filhos. – estudei muito, almocei com a tenten e consegui um estágio. Começo na segunda.

– como assim?

– tenten me ofereceu um estagio na empresa dela.

– você não precisa trabalhar. – eu trabalho duro ela não precisa disso.

– eu quero e não é trabalho é estagio.

– minha resposta ainda é não. Não quero que você vá. – assim ela não terá tempo pra mim.

– não estou te pedindo, estou te avisando começo na segunda quer você queira ou não. – ela sempre me desafiando.

– posso te manter aqui.

– mas você não o fará.

– minhas empresas tem ótimos programas de estagio. Que tal você vim trabalhar para mim? – por um momento pensei na possibilidade dela trabalhando para mim. a ideia me agradou, a teria sempre que quisesse e a hora que quisesse.

– não sasuke, quero conseguir minhas coisas com meu próprio esforço. Não quero que interfira em minha carreira. – que teimosa.

– entendo. Mas seria muito bom para o seu currículo você ter estagiado em uma das empresas uchiha. – todos os estudantes em todas as faculdades do mundo de matam para ter um estagio numa empresa uchiha e ela rejeitando.

– mais não seria por meu próprio esforço.

– ok sakura, faça como achar melhor. – eu estava com raiva. Se continuássemos acabaríamos brigando.

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– obrigada. Você está com fome?

– muita. – disse.

– vai tomar um banho que vou esquentar o jantar pra você.

– porque você não vem tomar banho comigo?

– você quer que eu vá? – claro.

– nada me daria mais prazer. – a peguei no colo e a levei para o quarto.

...

Era domingo, eu estava sentado no sofá relaxando, apenas lendo o jornal. Sakura se sentou perto de mim. ela estava triste.

– o que você tem? — perguntei

– nada, eu estou ótima.

– não minta pra mim. – eu sabia muito bem quando ela estava mentindo, ela não sabia como disfarçar.

– ok. Hoje é aniversario do meu pai. Faz dois anos que não falo com ele e sinto falta. – pobre criança, ela sente falta daquele cretino.

– você ainda gosta dele?

– sim.

– não entendo. Ele é um cretino. — como ela podia ainda gostar daquele homem, eu não queria que ela sofresse.

– eu sei. Eu também não entendo. – eu não acredito que iria dizer aquilo.

– liga pra ele.

– serio? Acha que devo ligar pra ele? – não. Mais não quero que sofra.

– na verdade não. Mais se você sente falta dele é bom que ligue.

– você sabe como anda os negócios dele?

– soube que ele tem um novo sócio e que agora é dono de uma das maiores redes de concessionarias do país. Depois que desfiz a sociedade ele achou outro sócio. – senti raiva.

– e quem é esse sócio? Você o conhece?

– sim. O nome dele é Orochimaru. Não tem boa fama. As pessoas dizem que ele tem muitos negócios ilegais mais ninguém conseguiu provar nada.

– por que meu pai de envolvei com alguém assim?

– porque seu pai não presta. – coisa ruim se junta. – desculpe

– tudo bem. Você não tem que gostar dele. – e não gostava.

– gosto de você. – sorri para ela. – não vamos mais falar nisso. Se você quer ligar pra ele ligue.

– obrigada.

Ela correu para o quarto, foi ligar para o pai. Fiquei na sala tentando não pensar no pai dela como sócio do orochimaru. Passada meia hora fui atrás dela.

– você está bem? – perguntei.

– estou ótima. Tirei um peso de mim. – a abracei.

– se você está feliz então eu também estou. – e lhe dei um beijo na testa.

...

Após cinco mesmo sakura ainda não tinha engravidado.

Fui para a empresa, entrei na minha sala.

- hana quero que marque um medico para minha esposa. – ela ficou intrigada mas não questionou. Hana trabalhava comigo há alguns anos e sabe ser profissional.

- para quando senhor?

- hoje as 18h.

- ok senhor.

- pode ir. – e ela se foi. Pela tarde tentei ligar para sakura. liguei varias vezes e ela não atendia. Disquei outro numero.

- shikamaru o que eu te pedi está pronto?

- ainda não sasuke.

- e quando ficará?

- não tenho certeza. Isso é bem difícil de se fazer.

- apenas faça. Quando estiver pronto me avise.

- sim senhor. – e desliguei. Liguei para sakura novamente só que dessa vez liguei para o escritório da tenten.

– Alô.

– sakura porque não atende o telefone?

– estava no silencioso. Desculpe. – ela não sabe o quanto me irrita quando faz isso. Mas logo isso será resolvido e poderei acha-la quando quiser.

– ok. Só estou ligando para te avisar que marque medico para você hoje as 6 h.

– porque? Pelo que eu saiba não estou doente.

– quero que vá a uma ginecologista.

– e porque? Minhas consultas estão em dia.

– quero saber porque você não engravida.

– o que? Você está louco, eu não vou a médico nenhum por causa disso. – ela mais uma vez estava me desafiando.

– sakura já estamos juntos a um bom tempo, não usamos nenhum método contraceptivo, você já deveria ter engravidado. – isso estava me deixando louco.

– você me disse que iriamos deixar a natureza seguir seu curso.

– não quero mais esperar. – eu já estava ficando louco com isso.

– eu não vou sasuke, você não pode tomar decisões por mim dessa forma.

– você vai sim. – ela iria nem que eu tivesse que força-la.

– e você não pode ligar para o meu trabalho para discutirmos isso. Conversamos em casa. Tchau. – ela desligou o telefone me deixando irado. Maldita, tinha vontade de esgana-la. Liguei para ela mais a cretina não atendeu, decidi ligar para a recepção:

- quero falar com a senhora Uchiha.

- desculpe senhor, mas aqui não tem nenhuma uchiha. É alguma piada?

- olhe denovo.

- não preciso olhar, conheço todos os funcionários desta empresa. – quem essa recepcionistazinha pensava que era.

- olhe denovo agora, quero falar com sakura Uchiha.

- sakura hein. – maldita recepcionista. – a única sakura que temos aqui é sakura Haruno. – como? Ela usava o nome de solteira. Eu iria esganá-la. Como ela ousava omitir que me pertencia. – pois quero falar com ela.

Um momento por favor. – ela demorou alguns minutos, aquilo me irritou. Eu não estou acostumado a esperar. Alguns minutos depois ela volta para a linha.

- a senhora haruno está ocupada no momento quer deixar recado? — Eu estava com muita raiva. Desliguei o telefone na cara da recepcionista e peguei o carro indo direto para onde sakura trabalhava.

Entrei no prédio passando direto pela recepção. A recepcionista me parou.

- me desculpe senhor mas não pode entrar sem um identificação. – olhei para ela e ela se assustou.

- me chamo sasuke uchiha e quero falar com a sakura haruno e não tente me impedir ou juro que você perderá seu emprego. – ela finalmente entendeu com quem estava falando. E me deixou passar. Ela me seguiu. Entrei na sala de sakura sem bater, ela me olhou, olhou para a recepcionista e disse:

– está tudo bem. Pode ir. – e ela se foi. – o que veio fazer aqui sasuke? – raiva era pouco para o que eu estava sentindo.

– imagine que ligo para falar com minha esposa e ela simplesmente decide recusar minhas ligações, ligo para recepção e digo que quero falar com sakura Uchiha e para minha surpresa sou informado que a única saskura que trabalha nesta empresa se chama Haruno. Explique-se.

– não há o que explicar. – como não há?

– como não? Porque não disse que é casada?

– mais eu disse. – e mostrou a aliança. – todos aqui sabem que sou uma mulher casada.

– então porque ainda usa seu nome de solteira?

– sasuke, não acredito que você veio aqui para discutir isso. – não acredito que estamos discutindo isso.

– sim eu vim. Agora explique-se. – me segurei para não esganá-la.

– uso esse nome porque quero ser reconhecida por meu próprio esforço e não pelo seu sobrenome.

– e qual o problema com meu sobrenome. – meu sobrenome dava prestigio.

– ele abre portas. – e isso não é bom?

– e isso não deveria ser bom? – repeti o que estava pensando.

– não. Eu sei que as pessoas são gentil comigo só porque sou sua esposa. – e também afasta os safados pois sabem que se chegarem perto do que é meu acabo com eles.

– você está sendo ridícula.

– não. Você está. Esta com raiva? – que pergunta mais idiota. É claro que eu estava com raiva.

– muita.

– sasuke, por favor. Entenda. – eu não entenderia.

– não sakura, eu não entendo. Quero que mude seu sobrenome.

– não.

– isso não é um pedido.

– é o que então? Uma ordem?

– sim.

– você não manda em mim.

– sim eu mando.

– sasuke saia daqui agora. Você está atrapalhando o meu trabalho e tenho certeza que você está deixando de fazer o seu para esta aqui.

– eu posso. Acredite. – posso fazer o que eu quiser. Trabalhei muito para ter poder para isso.

– sim acredito. Podemos conversar sobre isso em casa?

– isso ainda não acabou.

– tenho certeza disso.

– te espero. – e sai.

...

Naquele dia tudo deu errado. Primeiro minha esposa não engravida, depois ela não quer usar meu sobrenome e terceiro ainda briga comigo quando vou falar com ela. Será que ela não me quer ? tudo deu errado, acabei me atrasando por causa de um reunião. Eu estava com um humor dos infernos. Cheguei em casa e sakura estava dormindo. Fiquei a observando por longos minutos até que ela despertou.

– ainda está com raiva de mim? – foi a primeira coisa que ela disse.

– sim.

– que pena, queria ficar abraçada com você.

– só abraçada?

– é, porque? Você tem outra coisa em mente senhor Uchiha?

– tenho muitas coisas em mente. – maldita, agora eu estava excitado.

– ainda com raiva?

– não. – a beijei, e a amei de todas as formas que eu necessitava.

...

Estávamos deitados na cama, ainda sem roupas, corpos suados eu estava com a cabeça enterrada em seus seios ouvindo as batidas do seu coração, aquilo me acalmava.

– sasuke. – ela quebra o silencio.

– hum?

– tenten vai viajar amanhã para os USA.

– e o que eu tenho haver com isso. – disse sem levantar a cabeça.

– eu vou com ela. Só achei que gostaria de saber. – o que?

– poderia dizer que você não vai, mais sei que vai me desobedecer como sempre faz. – eu poderia tranca-la mais não o fiz. Eu a amava.

– sim.

– então peço que tenha cuidado.

– terei. Será uma ótima oportunidade para visitar meu pai.

– droga sakura. Porque você quer ver aquele homem? – a raiva me atingiu, ele poderia fazer mal a ela.

– porque ele é meu pai.

– não basta ter falo com ele no telefone?

– não.

– não quero que vá sozinha, ele pode te machucar. – e aquele homem ainda estava associado ao orochimaru isso aumentava ainda mais minha preocupação.

– ele não vai me machucar sasuke. – ele já machucou antes, mais de uma vez.

– não.

– não estou pedindo autorização.

– vou com você. – assim poderia estar com ela e protege-la.

–NÃO! Estou indo a trabalho. E além do mais você não pode deixar seu trabalho.

– posso fazer o que eu quiser sakura.

– não sasuke por favor. Quero fazer isso sozinha. É uma coisa que eu tenho que fazer.

– quando você vai? – me dei por vencido.

– amanhã.

– já.

– sim.

– por quantos dias?

– 5. – tento tempo assim.

– droga sakura. Odeio quando você faz isso.

– isso o que?

– me deixa. – tinha medo de que ela não voltasse.

– mais não estou te deixando.

– sim você está. Você prefere mais o seu trabalho do que a mim. – fui infantil eu normalmente não era assim. Sempre fui um homem frio e calculista mais essa garota me virou do avesso.

– não é assim.

– claro que é. Você até mudou seu nome. não disse que eu sou seu Marido.

– sasuke, pensei que tivesse entendido. – eu nunca entenderia.

– eu entendi, mais não quer dizer eu aceite. – ela me abraçou.

– eu te amo seu idiota. E se isso é tão importante pra você vou mudar meu nome pra sakura Uchiha. – finalmente ela entendeu.

– ótimo, é assim que deve ser. – dei um beijo em sua testa. – venha vamos comer algo e voltar para cama, quero amar você por todos os dias que ficara longe. E foi o que fiz.

...

No dia seguinte a levei ao aeroporto.

– comporte-se. – eu disse.

– eu sempre me comporto. – ela se foi me deixando sozinho.

Fui para o trabalho, alguma horas depois mandei uma mensagem para ela.

Mensagem 1: ‘’ quando chegar me avisa, ficarei preocupado até que me diga que está bem. ‘’

Ela não respondeu, supus que ainda estava no voo. Uma hora depois mandei outra mensagem. Eu estava sendo ridículo e isso me deixava com raiva de mim mesmo.

Mensagem 2: ‘’ sinto sua falta.’’

Logo veio a resposta o que me deixou aliviado: ‘’ acabei de chegar, ainda estou no aero porto. Também sinto sua falta. Te amo.’’

Enquanto ela estava viajando tive que ir a Londres, foi uma viagem inesperada e de ultima hora o que me deixou ainda mais irritado do que eu estava. Em Londres tive reuniões chatas. Olhei no relógio, deveria ser noite onde sakura estava. Decidi ligar para ela.

– alô.

– sinto sua falta. – eu disse, droga.

– e eu a sua.

– onde você está agora?

– saindo. – como assim , para onde?

– para??... – tentei manter a calma.

– vou visitar meu pai? – droga.

– SAKURA. Eu disse para você não ir la sozinha. – ela nunca me obedece.

– sasuke para de se preocupar, não acontecerá nada. Onde você esta agora?

– Londres. Vim resolver algumas coisas de uma filial.

– quando você volta para casa?

– amanhã. – ela me perguntou.

– sasuke, preciso desligar meu tai chegou. – droga.

– tudo bem, tome cuidado. Quando estiver de volta me liga.

– tudo bem. Mais será muito tarde em Londres por causa do fuso horário.

– não importa. Quero que me ligue.

– ok senhor mandão. Tchau. Amo você. – e desliguei.

Algumas horas depois liguei para sakura, mandei que ela me ligasse e como sempre ela me desobedeceu.

– por que não me ligou. Eu mandei que me ligasse.

– por que ainda não cheguei no hotel. – o que ela estava na rua uma hora dessa?

– você ainda está na casa do seu pai?

– sim.

– vai ficar mais quanto tempo.

– não sei sasuke. Pare de ser paranoico.

– não sou paranoico, só me preocupo com você. – e cuido do que é meu.

– ok.

– como foi com seu pai? – estava sondando.

– bem, apensar de não termos conversado muito.

– e porque não?

– ele tinha convidados.

– no plural?

– sim. Seu sócio e o assistente dele. – maldição aquele cretino estava lá. Tive vontade de pegar um jato particular da empresa e ir até ela. – sasuke? ... ainda está ai?

– sakura, quero que fique longe deste homem entendeu? E isto não é um pedido.

– porque?

– apenas me obedeça. Entendeu? – ela tinha que me obedecer.

– não sasuke, você não pode querer me dar ordens sem motivos.

– não é sem motivos sakura. Eu já te disse uma vez que ele não é boa coisa. Me prometa que ficará longe dele. – ela não respondeu. – sakura?

– estou aqui.

– então me prometa.

– não gosto quando age como um louco.

– por favor. – eu praticamente implorei.

– ok, se isso te dará um pouco de paz.

– ótimo. Quando volta para o hotel?

– daqui a pouco.

– quando chegar me liga. E isto não é um pedido.

– pare com isso. Se continuar com sua paranoia eu não vou ligar.

– não sou paranoico.

– ok senhor louco, eu ligo pra você quando estiver no hotel.

– obrigada.

– agora vou desligar. Eu te amo mesmo você sendo um maluco. – eu estava preocupado demais para ficar feliz com a declaração dela.

– eu também te amo sakura e sinto sua falta. Volte logo, quero fazer amor com você. – eu sabia que ela tinha corado. – você fica linda quando está com vergonha.

– e como sabe que estou com vergonha?

– porque te conheço bem, sei que está vermelha. Gosto de te deixar assim.

– ok senhor convencido.

– diga que me pertence. – eu precisava ouvir isso.

– não vou dizer isso aqui.

– e porque não?

– porque alguém pode ouvir. – seria ótimo alguém ouvir.

– e qual o problema?

– isso me deixa com vergonha.

– tem vergonha de ser minha?

– não sasuke. Não tenho vergonha.

– então diga. Quero ouvir.

– sou sua. – ótimo.

– não sabe o quanto me faz bem ouvir isso.

– logo estarei de volta.

– vou te esperar ansiosamente. – ‘’você não sabe o quanto sakura.’’

– agora vou desligar.

– ok. – ela desligou me deixando preocupado.

Algumas horas depois liguei para o celular da sakura mas ela não atendeu. Droga, resolvi ligar pro hotel, quem atendeu foi a tenten então deixei recado com ela. Iria esganar a sakura se ela não me ligasse. Esperei uma hora e liguei novamente para o quarto dela no hotel.

– alô.

– onde diabos você se meteu? Estou te ligando a horas e só da caixa.

– perdi meu celular.

– você quer me matar de preocupação. Se continuar assim nunca mais deixo você viajar sozinha denovo.

– você não deixa? Está louco ou o que? Você não manda em mim.

– claro que mando.

– olha sasuke não quero discutir isso com você agora, já está tarde, eu perdi meu celular e amanhã acordo cedo. já estou no hotel, pode dormir em paz agora. Tchau.

– durma bem sakura. – não dormi bem aquela noite, fiquei pensando em sakura sozinha sendo agredida peço pai ou pior por orochimaru. Voltei para casa no dia seguinte. Cheguei pela manha e fui direto para a empresa, não queria ir para casa e lembrar dela. Tudo la tinha o cheiro dela. Ao meio dia pedi a Hana que fosse comprar meu almoço. Disse que ela poderia sair para almoçar e na volta comprasse algo para mim pois eu não sairia do escritório. Fique só. Todos na empresa estava almoçando. Pensei em ligar para sakura mas não queria ser possessivo, queria dar um pouco de espaço para ela. Nunca pensei que eu seria esse tipo de homem. É o amor muda as pessoas. Estava lendo alguns e-mails quando ouço batidas na porta, olhei no relógio e ainda era cedo para Hana ter retornado.

- entre. – eu disse. Olhei para a porta e lá estava Karin de pé na minha sala. Como aquela maldita tinha conseguido entrar aqui? – o que você quer?

- não fale assim sasuke-kun. Soube que sua esposa está viajando e vim lhe fazer companhia. – ela se aproximou. – aposto que sente falta do corpo de uma mulher.

- sinto falta da MINHA esposa. – enfatizei a palavra minha.

- qual é sasuke. Você não é santo e ela nem precisa saber. Podemos apenas nos divertir sem compromisso.

- saia. – ela sorriu e abriu os botões da blusa revelando os seios fartos.

- me diga sasuke, sua queria esposa tem seios grandes assim? – ela pegou minha mão e colocou em seu peito. – sei que você gosta de seios grandes. – na mesma hora tirei minha mão.

- saia. Como você conseguiu entrar aqui? – alguém com certeza perderia o emprego.

- a recepcionista está em horário de almoço, não tinha ninguém na recepção então passei direto. Agora vamos parar de conversa fiada e nos divertir. – antes que eu pudesse perceber ela me beijou. Na mesma hora a empurrei. Empurrei com tanta força que ela caiu no chão. Nunca tive tanta vontade de bater em alguém como estava naquele momento.

- levante-se e vá antes que eu mesmo a ponha daqui para fora. – ela se levantou e fechou a blusa.

- você vai se arrepender disso sasuke.

- você que vai. Se fizer algo como isso novamente juro que acabo com sua carreira de modelo. Agora saia antes que eu chame a segurança, ou melhor, te tire daqui pelos cabelos. – ela não disse nada deu um sorriso malicioso e saiu.

...

O dias seguintes foram vazio...

Fui buscar sakura no aeroporto quando a vi finalmente pude respirar tranquilo novamente. Peguei sua mão e a beijei, mas a verdade era que eu queria arrancar sua roupa e ama-la violentamente.

– senti sua falta. – eu disse e ela me abraçou.

– também senti a sua.

– o que foi? – ela estava diferente.

– nada. Só estou feliz por estar de volta.

– eu é que estou feliz que você esteja de volta. Esses dias foram infinitos sem você aqui. – ela sorriu. – vamos você deve esta cansada. – fomos para o carro.

Entramos no carro em silencio ela estava estranha, muito silenciosa. Eu tinha certeza que alguma coisa tinha acontecido.

– você está estranha. O que aconteceu?

– não aconteceu nada sasuke, só estou cansada. – segurei seu rosto e a examinei, procurava por alguma coisa que denunciasse que ela foi agredida.

– você não tem marcas.

– meu pai não me bateu se é o que pensa.

– não custa nada verificar. – a beijei, e a toquei em todo lugar. – qual o problema?

– não há problema sasuke. Pare de me pertubar, eu viajei por horas e estou muito cansada. Gostaria de ir para casa e dormir muito.

– Dormir?

– sim. – liguei o carro.

Estávamos no quarto e eu a beijava, ela estava muito estranha, algo aconteceu e ela teria que me contar.

– Porra sakura qual o problema?

– não tem problema. – sua voz tremeu, pega na mentira havia sim um problema.

– não me faça de idiota. – ela começou a chorar, droga o que fizeram com ela?. – droga sakura. O que fizeram com você. Diga-me.

– o sócio do meu pai me beijou. – ódio foi pouco para o que senti naquele momento. Tentei me acalmar para não assusta-la.

– eu falei para você ficar longe dele. Você deixou ele te beijar?

– não. – eu precisava ter certeza.

– então ele te forçou?

– sim. – dei um soco na cabeceira da cama, eu vou matar esse cara. Ela se assustou.

– conte-me como aconteceu.

– eu não quero falar sobre isso sasuke. Você está duvidando de mim?

– não. Conheço orochimaru, sei que ele é capaz disso. Ele fez o mesmo com minha mãe. – maldito.

– ele me disse que sua mãe e ele foram namorados. – e ainda mentiu para ela. Tive medo, ele a teria estrupado e ela não queria me contar?

– uma mentira. Minha mãe o detestava. E ele tentou estrupa-la. Agora você vai me contar como aconteceu. E isso não é uma opção.

– por insistência do meu pai ele me deu uma carona, acabei perdendo meu celular no carro dele, no outro dia ele me ligou para devolver o celular. Pedi que ele deixasse na casa do meu pai. Quando fui busca-lo ele estava lá, me segurou e me beijou a força. Dei um tapa nele e desmaiei. – merda.

– você desmaiou?

– sim.

– porque você desmaiou?

– eu não sei sasuke. – ela ainda chorava.

– não foi ao medico?

– não. – que vontade de matar alguém.

– pare de chorar! Eu não vou machucar você.

– está com raiva de mim?

– estou. Se você tivesse me obedecido e ficado longe dele nada disso teria acontecido, mais você é teimosa e gosta de me desafiar.

– me desculpe. – mais lagrimas.

– vou matar esse orochimaru.

– por favor não. Eu já dei um tapa nele. Acho que isso basta.

– não sakura. Ninguém toca no que é meu e fica por isso mesmo.

– sasuke, isso foi um problema meu e eu já resolvi. Não precisa se meter.

– tudo que acontece com você também é problema meu. – eu queria pensar.

– aonde você vai?

– preciso pensar um pouco.

– não. Por favor.

– não sakura. Preciso de um tempo pra pensar. Me perturba a ideia de que outro tocou em você. – ela veio até mim. pude ver o exato momento em que ela perdeu os sentidos, fui rápido e a peguei antes que ela caísse no chão.

...

Entrei em desespero, o que aquele maldito fez pra ela? Rapidamente liguei para o medico e em menos de trinta minutos ela estava aqui, ser um uchiha tem seus vantagens.

Sakura acordou e tentou se levantar.

– fique deitada. – fui grosso. – o que ela tem doutor? – o medico sorriu para mim.

– senhor uchiha sua esposa não está doente. Ela está grávida.

Não tive reação. A felicidade... finalmente tudo que eu mais queria. Sorri. Tive vontade de abraça-la mas quando olhei para ela, ela estava chocada.

– vou deixa-los a sós, tenho certeza que têm muito o que conversar. Meus parabéns. — e saiu. A abracei e disse:

– finalmente. Estava começando a pensar que você não poderia ter filhos.

– o que? – droga acho que falei merda. Mais eu estava tão feliz que não sabia o que dizer. Finalmente eu teria minha própria família.

– não vamos falar disso. Estou muito feliz para discutir com você.

– imbecil.

– não está feliz? – como poderia não estar?

– não sei. Isso é muito repentino, eu não esperava ter um filho agora.

– pois pra mim já passou da hora de termos um filho. Vou acompanhar o medico até a saída.

...

Sakura só chorava, aquilo me deixou em pânico.

– o que você tem? Está sentindo dor? Me diga sakura. – pensei no bebe.

– não sasuke, não sinto nada.

– então porque chora?

– não sei. Isso é tão repentino, eu não estou pronta para ter um filho. – como ela não está pronta? Estamos juntos a mais de dois anos, é normal termos filhos.

– você não está pronta. Então me diga sakura, o que acha que devemos fazer? – não lhe dei chance para resposta. – acha que devemos matar nosso filho. Diga-me sakura.

– não sasuke. Para você está me assustando.

– e você estragando um momento que há muito tempo eu espero. – esperei isso por tanto tempo e ela faz isso.

– eu não basto pra você?

– não. – eu quero ela e quero meu filho também. Isso é pedir demais, é normal para alguém que perdeu tudo.

– quero ficar sozinha. Por favor me deixe sozinha.

– não. – eu queria curtir o momento com ela, mais ela estava estragando tudo. Acabando com minha felicidade.

– sasuke eu não quero ficar perto de você agora.

– que inferno sakura. Pare de agir como uma criança. Se você não estivesse gravida eu juro que te dava uns tapas. – essa era minha vontade nesse momento.

– se eu não estivesse gravida provavelmente não estaríamos tendo esta discursão. Provavelmente estaríamos fazendo amor. – fiquei confuso.

– você quer fazer amor comigo?

– não. Foi por fazer amor com você que estou nessa situação. Nunca mais farei amor com você. – isso era uma piada?

– você fala como se fosse um problema.

– e é. – ela se levantou. – Sasuke, eu não quero ter essa criança. – aquilo foi demais para mim, perdi totalmente o controle nem eu mesmo soube o que aconteceu mais aquelas palavras me ofenderam de uma forma muito profunda e quando percebi eu já tinha feito. Dei um tapa em sakura, com a força ela acabou caindo no chão. Fiquei chocado com minha atitude eu nunca havia encostado a mão em uma mulher dessa forma.

– hooo por Kami sakura, olha o que me fez fazer. – corri até ela e tentei levanta-la mas ela se afastou de mim assustada. ‘’O que eu fiz?’’

– saia de perto de mim. Nunca mais me toque. Nunca pensei que você pudesse fazer isso comigo, depois de tudo que me aconteceu.

– sasuke me desculpe, eu perdi a cabeça. Ouvi você falando que não quer nosso filho me deixou fora de controle. – ele tentou me tocar.

– NÃO. NÃO ME TOQUE, NUNCA MAIS. EU TE ODEIO. – aquilo foi um choque para mim, meu mundo se quebrou. Ela era a única pessoa que eu tinha e agora ela me odiava.

– sakura...

– não, não diga mais nada. Se você não vai sair do quarto saio eu. – e saiu do quarto. Eu queria impedi-la mas não queria machuca-la mais do que já machuquei. Eu era um monstro.

Permaneci no quarto por uma hora, queria da um tempo para ela esfriar a cabeça. Fui para a cozinha e uma das empregadas estava cozinhando.

- onde está minha mulher? – droga, acabei sendo rude com ela também.

- não sei senhor, ela foi para o jardim e depois não á vi mais. – fui até os portões da casa e falei com os seguranças.

- minha esposa passou por aqui?

- sim senhor, ela pegou um taxi.

- como deixaram ela sair, seus inúteis. – peguei o carro e sai procurando por ela em todas as ruas. Minha mulher gravida estava na rua e com ódio de mim. as coisas não podia ficar piores. Nesse momento meu telefone toca.

- diga.

- sasuke é a hinata, a sakura está aqui e ela passou mal.

- o que ela tem?

- não sei ela simplesmente desmaiou.

- você chamou um médico?

- sim.

- ótimo. Estou indo pra aí agora. – desliguei o telefone e pisei fundo no acelerador. Eu estava em alta velocidade e quase atropelei um casal que atravessou a rua sem olhar. Maldição. ‘’tá vendo o que você faz comigo sakura?’’. cheguei a casa de Naruto e entrei praticamente arrombando tudo. Ele não estava em casa. Hinata me esperava na sala e me levou até onde o médico estava examinando sakura. Eu estava tenso, será que tinha acontecido algo com ela e o meu filho? Então ela abre os olhos.

– senhor Uchiha sua esposa não tem nada, foi só uma crise de stress. Recomendo que ela descanse e não passe por fortes emoções, nos três primeiros meses de uma gestação a gestante deve sempre tomar cuidado pois há risco de aborto. – ele aplicou algo em sua veia, sakura fez cara feia. – é só um calmante, é natural e fará com que a senhora relaxe e durma um pouco. – e disse diretamente para mim:. – mais não se preocupe, sua esposa esta ótima. Não corre nenhum tipo de risco. Agora que esta tudo bem vou indo.

– eu levo o senhor até a porta. – disse Hinata, eu tinha certeza que ela queria nos deixar conversar.

– me desculpe. – foi a única coisa que consegui dizer, eu não tinha palavras e não sabia como me desculpar.

– ... – ela não disse nada.

– não vai me dizer nada?

– não tenho nada para falar com você.

– não sabe o quanto me magoou quando me disse aquilo. – sim ela me quebrou quando disse aquilo.

– não sabe o quanto me magoou quando me deu um tapa. – a abracei.

– não quero te perder. – tive medo dela me deixar.

– como soube onde eu estava?

– Hinata me ligou. Quando soube que tinha passado mal vim correndo.

– não precisa se preocupar comigo. – eu sempre me preocuparia com ela.

– claro que preciso. Você é minha mulher. Agora venha, vamos voltar para nossa casa. – tudo que eu queria era ir para casa e ficar com ela, esquecer tudo que aconteceu.

– eu não vou voltar com você sasuke.

– eu não estou te dando uma opção sakura. – a peguei no colo e a levei para o carro, ela não reagiu.

...

Acordei cedo, decidi que não iria trabalhar pela manhã. Fiquei observando sakura dormir, coloquei a mão em sua barriga nosso filho estava ali não dava para ver mais logo ele seria visto. Eu mal podia esperar para vê-la com um barrigão. Olhei para o relógio, eram 8h peguei o telefone e liguei par shikamaru. Ele atendeu o telefone com voz de sono.

- está pronto?

- pow sasuke, você me liga de madrugada para isso.

- não é de madrugada, e eu te pago para trabalhar e não para dormir. Se não tivesse certeza de que é o melhor já teria lhe demitido.

- nossa sasuke magoou. Agora vamos aos negócios. Sim depois de tanto tempo fazendo está pronto, confesso que me deu trabalho fazer com que seja indetectável.

- ótimo, mande entregar no meu escritório.

- preciso fazer alguns ajustes, entregarei daqui a duas semanas.

- seu lerdo. Sei que se não fosse um preguiçoso entregaria hoje mesmo.

- você me pegou. Daqui a 2 dias então?

- nem um dia depois disso. – nesse momento vejo que sakura está se aproximando apressada.

– aonde pensa que vai? – ela não respondeu. – estou falando sério sakura. Aonde você pensa que vai?

– não lhe devo satisfações.

– sim você deve. – me aproximei dela, eu não queria minha esposa grávida andando por ai sozinha.

– fique longe. Não se aproxime de mim. – ela estava com medo de mim.

– sakura. eu nunca machucaria você e nosso filho.

– não? E o que foi aquele tapa? – ela nunca esqueceria isso.

– não devia ter feito aquilo, mais por causa do que você disse você mereceu.

– então será assim? Toda vez que eu fizer ou disser algo que não lhe agrade você vai me bater?

– não sakura. Aquilo foi sem pensar, eu também erro. Por favor me perdoe. – ela nunca iria entender, ‘’é sasuke é nisso que dá se apaixonar por uma menina que ainda não amadureceu.’’.

– não se aproxime.

– não vou machuca-la.

– sim você vai.

– sakura...

– não.

– precisamos conversar.

– temos algo a conversar?

– claro. – como ela era irritante.

– e o que seria?

– nosso filho.

– haaa. Isso. – como ela pode falar assim, eu estava começando a perder a paciência novamente. Me controlei.

– não se refira a ele assim.

– como devo me referir então.

– como a criança que você ama. – eu já o amo.

– ...

– quero que vá ao médico.

– não quero ir ao medico.

– você irá ao medico. – querendo ou não. Eu a levaria nem que fosse a força. Precisava saber como estava nosso filho.

– podemos conversar sobre isso depois? Estou atrasada.

– aonde pensa que vai? – voltamos ao inicio da discursão.

– para onde eu vou todos os dias.

– sakura, você não vai mais trabalhar. – eu a manteria em casa nem que fosse amarrada.

– O QUE? VOCÊ ESTÁ LOUCO? – ela grita, droga isso não faria bem ao bebe.

– não sakura. você está no inicio da gravidez não é bom que você faça esforço.

– eu não faço esforço.

– quero que descanse em casa.

– vai me trancar aqui?

– não sakura, por favor pelo menos alguns dias.

– vai me proibir de ir ao trabalho.

– vou.

– vai me proibir de ir a faculdade?

– pensarei sobre isso. – não a queria desprotegida, mais ela me odiaria se negasse isso a ela.

– pensará? Você se acha meu dono. – ela era dona do meu coração.

– não sakura, apenas seu marido que se preocupa.

– não quero sua preocupação. Só me deixe em paz.

– você não irá trabalhar hoje.

– a cada dia que passa gosto menos de você. – merda.

– eu te amo, você querendo ou não. Agora sente-se e coma, você precisa de alimentar.

– perdi a fome. – ela se levantou e eu a forcei a ficar.

– sente-se agora ou juro que vou forçar você.

– faça isso sasuke. – a forcei.

– agora coma ou ficará sentada ai o dia todo. Se quer se comportar como criança então é assim que vou trata-la. – ela não se mexeu, minha vontade de lhe dar uns tapas era grande nesse momento. – temos o dia todo. – ela começou a comer. – Ótimo. Boa menina. – ela comeu tudo.

– posso me retirar senhor?

– sim.

– com licença.

– sakura. – segurei sua mão. – não fique assim.

– e como você quer que eu fique sasuke? Você controlando minha vida, me impedindo de trabalhar, de ir a faculdade.

– não estou te impedindo de ir a faculdade. Só te disse para descansar por uns dias, uma semana seria bom, o que me diz?

– por que pergunta? Sei que não tenho opção mesmo.

– não, não tem. Me desculpe, não podemos arriscar.

– arriscar o que?

– que você perca o bebe. – isso acabaria comigo. Perder mais alguém.

– do jeito que você fala parece que só isso que te importa.

– não sakura, me importo com você também.

–... Posso me retirar agora?

– sim.

– sim. – e ela se foi.

Fui até o quarto e ela estava dormindo, eu estava cansando. Cansado de tudo, de brigar com ela. Era para nós estarmos felizes e não brigando. Deitei ao seu lado e a abracei, acabei dormindo.

Acordei, com sakura se mexendo.

– aonde vai?

– estou com fome. – isso era bom, meu filho precisa se alimentar.

– denovo? – sorri.

– é, não posso imaginar o porque.

– você vai ficar linda com um barrigão.

– não quero falar sobre isso. – droga iriamos brigar denovo. Maldita. ‘’porque você não aceita de uma vez que teremos um filhos você querendo ou não?’’

– sakura, nosso filho está ai, crescendo e logo estará com agente. Acostume-se com isso.

– vou tentar. – aquilo me surpreendeu

– serio?

– com uma condição.

– e qual seria?

– primeiro: não vou parar de ir a faculdade e segundo: continuarei trabalhando.

– você disse uma condição senhora Uchiha. Primeiramente nunca pensei em te pedir para deixar de ir à faculdade, e segundo não, não quero que você trabalhe e disso eu não abro mão. – ela queria me enrolar, mas sou mais experiente que ela nisso e não permitiria.

– sai daqui sasuke. Não quero mais falar com você.

– minha paciência com você está se esgotando.

– pois a minha com você já se acabou. Saia. Quer dizer eu saio, preciso comer. – ela saiu do quarto e a segui. – porque está me seguindo? Está louco?

– da ultima vez que deixei você sair sozinha depois de discutirmos você fugiu de casa.

– não foi bem assim. Da ultima vez que você me deixou sair sozinha eu fugir porque você me agrediu. – derrepente a abraço por trás, foi um impulso.

– isso nunca mais acontecerá novamente. Eu juro. Por favor não vamos mais brigar.

– está bem sasuke. Estou muito cansada só quero comer e voltar a dormir. Você não tem que trabalhar?

– não hoje. Quero passar o resto do dia com você.

– tudo bem. – a beijei.

– não sabe o quanto estou feliz. Não vamos mais brigar. – parecia que finalmente nós tínhamos nos entendido.

...

Quatro meses depois a barriga de sakura estava bem maior. Eu procurava posições que não a incomodasse enquanto fazíamos amor. O apetite sexual dela estava a mil. Transavamos em todos os lugares. Li em algum lugar que algumas gravidas ficam frigidas e outras ficam mais sexualmente ativas e para minha sorte sakura estava um furação na cama.

Shikamaru me enrolou por todos esses quatro meses e finalmente ele me entregou o que pedi. Estávamos em meu escritório.

- aqui está sasuke. – ele me entregou uma caixa.

- até que enfim seu preguiçoso.

- epa, o primeiro estava pronto, mas você foi pedir outro então demorei, decidi entregar os dois no esmo dia.

- certo. – eu abri a caixa. Dentro dela estavam duas correntes. Uma feminina: um colar com um pingente de estrela e o segundo era apenas uma corrente delicada para uma criança.

- o segundo foi o que me deu mais trabalho para fazer. Mais aí esta uchiha. Você é realmente um maníaco. Sua esposa sabe?

- claro que não.

- e suponho que o segundo seja para seu filho que vai nascer.

- não precisa ser um gênio para saber isso.

- já sabe o sexo?

- ainda não. Saberemos essa semana.

- alguma preferencia?

- um menino. Mas se viver uma menina não tem problema. Mas não quero falar disso com você.

- certo. Falaremos de negócios então. Quando sua esposa e filho usarem os colares você poderá encontra-los em qualquer lugar do mundo. Em qualquer lugar mesmo. As correntes são de titânio e inquebráveis ou seja eles não poderão tirar a menos que digite uma senha que será enviada para o microchip embutido nos colares. Eles são indetectáveis nem mesmo a CIA com toda sua parafernalha poderá detecta-los. Eles não precisam de bateria.

- ótimo trabalho.

- sou pago para isso. – ele sorriu. – agora vou para casa, quero descansar uns dias trabalhar nisso por tantos meses me deixou cansado.

- você está sempre cansado seu preguiçoso.

- verdade. – e saiu.

Cheguei em casa atrasado para o jantar, eu pretendia entregar o colar para sakura. Ele foi feito especialmente para ela, não só para que eu possa encontra-la mais o seu design. Entrei em casa e ela estava na casa, no momento em que olhei para ela, ela joga um monte de papeis em minha direção. Eles voam por toda sala se espalhando pelo chão. Quando percebi o que eram não pude acreditar.

Fotos minha beijando a Karin estavam espalhadas por toda a sala. Como ela conseguiu essas fotos e o principal como elas foram tiradas?

– explique-se. – foi a única coisa que ela disse.

Notas finais
Nossaaaaaaaaaa quase morro escrevendo um cap desse tamanho.
alguns diálogos são os mesmo mais tem muita coisa diferente.
e ai o que acharam?
bjs